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  Edição 475  Diretor/Editor: Osias Wurman Terça, 23 de Agosto de 2016


 

 



MANCHETES DE ÚLTIMA HORA


 

 

EXÉRCITO DE ISRAEL FAZ MAIOR APREENSÃO DE ARMAS DO ANO

Centenas de soldados de cinco batalhões diferentes invadiram fábricas de armas cujas instalações estavam nas áreas de Hebron e Belém, numa operação que foi executada pela IDF, juntamente com o Shin Bet e a Polícia de Fronteiras. A operação da Divisão de Judéia e Samaria foi a maior do ano contra armas e fuzis na Cisjordânia. A operação foi acompanhada por distúrbios violentos, mas ninguém ficou ferido, e foi concluída por volta do amanhecer desta terça-feira, às 5,00h, com 22 tornos confiscados em caminhões e 54 armas apreendidas. Dois palestinos que o IDF afirma serem os principais proprietários e operadores dessas fábricas foram detidos para interrogatório. Um oficial sênior da divisão afirmou que estes comerciantes, como muitos outros na Cisjordânia, não estão relacionados com organizações terroristas e sua atividade tem motivação financeira. Das armas apreendidas, 39 eram revólveres, seis eram rifles de precisão, quatro foram rifles de caça e um era um rifle de ar. O ataque também confiscou dezenas de peças de armas, algumas das quais foram feitas nas fábricas, e algumas vieram da Europa. Elas se juntam às outras 350 armas e 30 tornos que foram apreendidos desde o início do ano, na Cisjordânia. Mais de 140 pessoas foram presas neste prazo, por suspeita de envolvimento com a venda ou a montagem de armas. O IDF ainda presume que muitas armas ilegais ainda permanecem na Cisjordânia. Este ano, mais de 30 ataques terroristas palestinos foram realizados utilizando armas de fogo.

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DOCUMENTOS APONTAM QUE MULHER DE GOEBBELS TINHA PAI JUDEU

A esposa do ministro da propaganda nazista Joseph Goebbels tinha um pai judeu, de acordo com um novo documento descoberto nos arquivos de Berlim. O documento foi publicado no jornal alemão Bild, informou o Jewish Chronicle de Londres. Isso mostra que o pai de Magda Goebbels era um empresário judeu chamado Richard Friedlander, que se casou com a mãe de Magda, Auguste Behrend, quando Magda tinha cerca de 7 anos de idade. Friedlander teve um caso em 1901 com Behrend antes de se casar com o engenheiro alemão Oskar Ritshel, que havia sido acusado de engravidar Behrend antes de seu casamento. O cartão de residência de Friedlander, documento encontrado nos arquivos, afirma que Magda é sua filha biológica, de acordo com o Jewish Chronicle. Friedlander morreu no campo de concentração de Buchenwald, em 1939, e sua filha não tentou ajudá-lo. Os Goebbels tinham sido retratados pelos nazistas como a família ariana ideal. Joseph e Magda Goebbels e seus seis filhos se suicidaram, em 30 de abril de 1945, um dia depois que Adolf Hitler matou-se com sua mulher Eva.

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Suécia: Verão Infernal de Ataques Sexuais

Quase todos os perpetradores que atacaram em grupos e que foram presos, são cidadãos do Afeganistão, Eritreia ou Somália -- três dos quatro maiores grupos de imigrantes na Suécia se encaixam na categoria de "refugiados menores de idade desacompanhados". Dias mais tarde descobriu-se que muitos dos perpetradores que abusaram sexualmente das mulheres no festival de música "Putte i parken" em Karlstad usavam a pulseira "Não apalpe". Muitos, portanto, ficaram horrorizados ao saberem que os organizadores do festival de música de Trästocksfestivalen em Skellefteå tinham decidido oferecer ônibus gratuitos para os "refugiados menores de idade desacompanhados" que quisessem ir ao festival." Eles disseram estarem "orgulhosos por organizar o primeiro festival de música na Suécia que incentiva um aumento significativo de migrantes recém-chegados na plateia." Ao término do festival de Trästocksfestivalen, a polícia registrou doze casos de ataques sexuais. Ao que tudo indica, as meninas e mulheres suecas devem aprender a conviver com as carícias impositivas e os estupros -- ou então nunca mais frequentar espaços públicos.

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ISRAELENSE YARDEN GERBI VAI DOAR CRACHÁ PARA LEILÃO DE CARIDADE

A medalhista olímpica de bronze Yarden Gerbi anunciou que ela está leiloando o crachá que ela usava durante a competição no Rio para beneficiar o Departamento de Oncologia de Crianças do Hospital Ichilov, em Tel Aviv. Ela já doou a esta entidade, no passado, em um leilão semelhante, depois de vencer o Campeonato do Mundo, em 2013. A ex-campeã mundial de judô na categoria de 63 kg iniciou um leilão no eBay, que continuará por cinco dias até 29 de agosto. "O próprio fato de que ela está fazendo isso, e pela segunda vez, é uma prova de seu caráter", disse Rafi Agiv, o agente de Gerbi. "Espero que ela levante ainda mais dinheiro neste momento para o hospital." Esta esperança foi rapidamente concretizada quando o lance mais alto alcançou USD 10.100 (mais de NIS 38.000), após apenas três horas, em comparação com USD 3.800 levantados no leilão anterior. "Todo o lucro deste leilão será usado como uma doação para a compra de equipamento médico importante. Espero que, juntos, vamos conseguir levantar uma quantidade significativa de dinheiro que vai fazer deste crachá, um nome muito mais especial e significativo para nossa sociedade ", Gerbi escreveu na página do leilão. O leilão está aberto a pessoas de todo o mundo, e o maior lance vai receber o item, e uma dedicatória assinada por Gerbi. "Se o vencedor for de Israel, terei prazer em entregar o crachá pessoalmente", escreveu ela em sua página do Facebook.

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A comunidade judaica do Rio perdeu o importante ativista, MAX PASKIN Z’L, um dos fundadores e ex-presidente da Câmara de Comércio Brasil - Israel do RJ, ex-presidente dos “Amigos de Israel” e principal mantenedor da Sinagoga de Olaria. Paskin foi um destacado empresário na industria de plásticos e da construção civil. Era benemérito de várias instituições filantrópicas e prezava o anonimato em sua caridade.

 

 



Osias Wurman
Jornalista

FALTARAM 3 MEDALHAS DE OURO

Foram dias memoráveis para o povo brasileiro e carioca, projetados a nível de primeiro mundo, para os 2,5 bilhões de telespectadores grudados nas telinhas ou telões.

A nossa gratidão maior é devida, em partes iguais, ao dedicado presidente do Comitê Olimpico Brasileiro Carlos Arthur Nuzman e ao competente prefeito do Rio Eduardo Paes.

Os dois executivos, liderando um exército de servidores, técnicos e artistas, montaram o maior espetáculo que o Rio de Janeiro já presenciou em toda sua história.

Durante anos seguidos os desafios se renovavam e apareciam novos obstáculos a cada dia.

Mas a vontade de fazer, acertar e servir, foi maior do que todas as adversidades juntas.

Os dois deveriam receber uma medalha de ouro pela tensa e intensa dedicação às Olimpíadas do Rio de 2016.

A terceira medalha eu dedicaria à representante do governo do Estado de Israel, Miri Regev, que encantou a todos que a conheceram e tiveram momentos de alegria e simpatia transbordante.

Miri é uma general-brigadeira da reserva, ex-portavoz do IDF, deputada e ministra da Cultura e Esporte de Israel, com apenas 51 anos.

No Oriente Médio, onde alguns países proibem mulheres de dirigir automovel, Miri é uma raridade e um grande exemplo a ser seguido pelos vizinhos de Israel.

Agora teremos as Paralimpíadas Rio 2016, exemplo da superação humana às adversidades da vida.

Artigo: Olimpíada e superação
Por Osias Wurman

Leia mais sobre esse assunto de 29/07/2016

http://oglobo.globo.com/opiniao/
olimpiada-superacao-19806702#ixzz4FoQfjkGX

 

 

 

 

 

MAIS DE 1000 PESSOAS OVACIONAM OS ATLETAS ISRAELENSES NA VOLTA AO LAR

"Eu não esperava esse tipo de loucura", disse a atleta olímpica Yarden Gerbi quando ela voltou para Israel, depois de ter ganho a medalha de bronze no judô nos Jogos Olímpicos Rio 2016. Gerbi e seu companheiro judoca Ori Sasson - que também ganhou o bronze nos Jogos - foram recebidos por uma multidão de mais de 1.000 fãs delirantes no Aeroporto Internacional Ben Gurion.


 


Os dois foram assediados por fãs pedindo selfies. Mesmo as pessoas que estavam no saguão de desembarque por outras razões se uniram a celebração dos dois atletas.

"Obrigada a todos. Eu tive alguns dias de calma no Rio e eu já processei a conquista. Meu próximo sonho é um período de férias", disse Gerbi.

"Quando eu ganhei o campeonato mundial recebi três propostas de casamento, desta vez eu só tenho uma, por isso estou um pouco decepcionada", ela brincou: "Estou brincando ... as respostas têm sido surpreendentes, todas emocionalmente me tocaram."

Gerbi é a segunda mulher a ganhar uma medalha olímpica para Israel, sendo a outra de Israel, a primeira medalhista - judoca Yael Arad, que ganhou prata nos Jogos Olímpicos de Barcelona de 1992. 

Sasson também tem sua própria conexão com os Jogos de 1992, quando seu treinador Oren Smadga foi rápido nos saltos, em 1992, vencendo uma medalha de bronze nos mesmos Jogos Olímpicos. O quadro de medalhas olímpico de Israel está agora com 9, sendo 7 de bronze, 1 de prata e 1 de ouro.

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O primeiro-ministro Netanyahu se encontra com os judocas olímpicos israelenses


O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e sua esposa, Sara, se encontraram, juntamente com a ministra da Cultura e dos Esportes, Mir Regev, com os judocas israelenses Ori Sasson e Yarden Gerbi, que receberam medalhas olímpicas na Rio 2016.

Também estavam presentes representantes do time de Judô olímpico de Israel, incluindo Sagi Muki, Golan Pollack, Shira Rishoni e Gili Cohen. O presidente da Federação de Judô de Israel, Moshe Ponti, e os treinadores Oren Smadja e Shani Hershko também participaram do encontro.

Abaixo, partes do discurso do primeiro-ministro:

“Estamos muito satisfeitos em recebê-los de volta, Miri e o time. Antes de tudo, é preciso lembrar que quem chega à nossa equipe olímpica já é um campeão. Não é fácil ser aceito numa unidade de elite. Vimos o esforço e a dedicação, a luta, e isso nos inspira a todos. Mesmo se alguém não tem êxito, sempre há o futuro.

“Digo a vocês, a partir de uma experiência pessoal: é possível perder numa competição e dar a volta por cima. Vocês são todos campeões, e isso é a primeira coisa. Em segundo lugar, há gerações aqui. E isso mostra como o judô é forte e tem algo de especial.

“Nosso país tem muitos pontos fortes, e o maior dele é que usamos cérebro e músculos juntos. E isso é o judô: cérebro e músculos, uma ótima combinação. A isso eu adiciono outra coisa importante: o coração. Cérebro, músculos e coração. E vocês provaram isso. Vamos apoiar vocês, assim como todos os outros times olímpicos.

“Gostaria de contar a vocês que ontem recebi uma mensagem do Egito. Eles me disseram que, depois de sua vitória impressionante, Ori, quando você estendeu sua mão e expressou, na verdade, o povo israelense...  Eles me disseram: quero o que o senhor saiba, primeiro-ministro, que outras vozes foram ouvidas. O que é importante é que, pela primeira vez em anos, outras vozes foram ouvidas no Egito. Acredito que isso é muito importante, é um marco não só nos esportes, mas em nossa rede de relacionamentos, não apenas a nível de governo mas também na do público.



NETANYAHU FALA COM ORI SASSON QUANDO AINDA ESTAVA NO RIO

 

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Por que europeus boicotam os israelenses nos Jogos Mediterrâneos?


Guga Chacra – De Nova Iorque para a Rua Judaica

Israel reclama corretamente que atletas de alguns países árabes e de maioria islâmica se recusam a competir com israelenses. Mas pouca gente sabe que muitas nações europeias são coniventes com este boicote ao impedir Israel de disputar os Jogos Mediterrâneos.

Esta Olimpíada regional seria uma espécie de Pan-Americano dos países com costa no Mediterrâneo. Participam Argélia, Marrocos, Tunísia, Líbia, Egito, Síria, Líbano, Turquia, Chipre, Albânia, Andorra, Bósnia, Sérvia, Croácia, França, Grécia, Itália, Montenegro, Kosovo, Macedônia, San Marino, Espanha e Turquia. Notem, inclusive, que alguns não possuem litoral, como a Sérvia.

De todos que têm costa no Mediterrâneo, apenas Israel e Palestina não pode participar. E esta é uma imposição de algumas nações do mundo árabe com as quais Israel está em guerra ou não mantêm relações diplomáticas. A ausência dos palestinos seria apenas para evitar mais atritos. O correto, no entanto, seria tanto Israel quanto Palestina, nações reconhecidas pela ONU e pelo Comitê Olímpico Internacional, disputarem a competição.

Descobri os jogos Mediterrâneos recentemente ao ler em uma revista libanesa que Beirute foi sede em 1959, na época áurea da capital do Líbano. E me perguntei – será que atletas israelenses participaram? Conforme imaginei, não disputaram.

Mas uma coisa é o Líbano ou a Síria defenderem a não participação de Israel, visto que são países teoricamente em estado de guerra e com disputas territoriais. Não podemos esquecer que os EUA boicotaram a Olimpíada de Moscou e os soviéticos boicotaram a Olimpíada de Los Angeles. Outra coisa é ver países como Espanha, Itália e França aderirem ao boicote – ou, não podemos esquecer, Turquia e Egito, com os quais Israel possui relações diplomáticas.

Afinal, o Líbano e a Síria não escondem que querem boicotar Israel. Pode-se concordar ou não com eles. Eu discordo e acho que Israel não deva ser boicotado. Mas outra é ver países amigos de Israel boicotando os israelenses. Quem trai amigos, como fazem franceses e espanhóis, neste caso, não tem caráter. É pior, inclusive, do que os inimigos abertos. 


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O BRASIL REJEITA TERRORISMO

Arnaldo Niskier da Academia Brasileira de Letras, licenciado em Matemática e presidente do CIEE/RJ

A primeira emoção forte que senti, na Olimpíada de 2016, foi quando carreguei a tocha olímpica no centro da cidade. Certamente, um sentimento único, que não se repetirá jamais.

A segunda emoção, no mesmo grau, foi ter comparecido à cerimônia, no Palácio da Cidade, em que se prestou homenagem à memória dos 11 desportistas de Israel que foram assassinados por terroristas do “Setembro Negro”, em 1972, na Olimpíada de Munique. Um gesto fisiologicamente covarde e que contraria o espírito de congraçamento prevalecente em todos os Jogos Olímpicos.

Depois disso, uma outra surpresa, ressaltada na bonita noite de inverno no bairro carioca de Botafogo, quando foram acesas as onze tochas por personalidades brasileiras e israelenses, entre as quais parentes das vítimas dessa incrível bestialidade.


Ouvimos comovidos discursos de Tomas Bach, presidente do COI, de Carlos Arthur Nuzman, presidente dos Jogos Olímpicos de 2016, rabino Nilton Bonder e, a nosso ver, o mais importante deles, que foi o ministro José Serra, em nome do presidente Michel Temer. Disse o nosso chanceler que “o Brasil rejeita terrorismo e por isso não podia entender porque a organização da Olimpíada vem se recusando, sistematicamente, a abrir os Jogos com um minuto de silêncio, para lembrar as onze vítimas israelenses”. Dizem que isso acontece por causa da ameaça de boicote dos árabes.

Este ano, pela primeira vez, houve um considerável avanço, com a solenidade promovida na sede da Prefeitura. Todos os oradores, inclusive parentes das vítimas, apelaram para o COI no sentido de que, na abertura da Olimpíada de Tóquio, daqui a quatro anos, não se deixe de promover essa justa homenagem.

Não se pense que se trata de coisa simples. Na Arena Olímpica do Rio de Janeiro, depois de conquistar merecida medalha olímpica, o atleta israelense Or Sasson estendeu a mão para cumprimentar o egípcio El Shehaby, mas ficou sem resposta. Foi-lhe recusado o cumprimento, numa atitude que é oposta ao que apregoam as autoridades do Comitê Olímpico. Uma amiga minha perguntou ao atleta sabra de judô como ele havia se sentido com a atitude do seu adversário. A resposta foi direta: “Não é a primeira vez!”

Essa prova de intolerância, que se espera não aconteça mais, contraria os anseios mais legítimos do espírito olímpico, que exalta sempre as virtudes do congraçamento entre os povos. Não é possível acreditar que nações árabes, legitimamente constituídas, povos que são igualmente de origem semita, não prezem os valores permanentes da paz e se recusem ao saudável entendimento. Por isso mesmo, merece louvor a atitude pública do governo brasileiro, representado por seu ministro das Relações Exteriores, quando teve a coragem de exaltar a memória dessas vítimas e prestigiar as orações para que atitudes semelhantes não venham mais a ocorrer. O esporte não foi feito para a guerra, mais sim para a vida.

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Conib entra com representação criminal contra ataques antissemitas ao presidente do Banco Central


A Conib tem recebido numerosas manifestações de membros da comunidade judaica brasileira, que se sentem profundamente ofendidos com a exposição na web de conteúdos antissemitas, em especial desde a indicação do Sr. Ilan Goldfajn para a presidência do Banco Central do Brasil.

Estes conteúdos associam a presença de Goldfajn a um suposto “controle sionista de setores-chave do governo Temer”.

O antissionismo é a forma moderna e odiosa do antissemitismo, e a liberdade de expressão não pode ser confundida com a prática ilícita de incitação ou indução à discriminação.

Por isso, a Conib apresentou em 21 de junho Representação Criminal perante o Ministério Público Federal de São Paulo, visando à apuração dos seguintes conteúdos:

- “Os dedos de Israel e dos Estados Unidos no Golpe” (texto de Thomas de Toledo, professor de Relações Internacionais da UNIP, publicado no site Vermelho. URL: http://nao.usem.xyz/86e9)

- “O Brasil está sob ocupação sionista!” (Página Nova Resistência)

- “Um israelense do FMI e Banco Mundial dos Rothschild no controle do Banco Central do Brasil” (blog Caminho Alternativo)

- “Israel comemora o golpe de estado no Brasil” (blog Caminho Alternativo)

A Conib ressalta que não há espaço para a prática de ilícitos de ódio no Brasil, seja no meio físico ou na web. Aqueles que se recusam a conviver de forma com os seus iguais devem ser investigados e punidos de acordo com o rigor da Lei.

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Stefan Zweig enganou-se sobre o Brasil?

Escritor foi destaque durante o 'Festival de Cinema de Locarno', com projeção do filme 'Antes do despontar do dia'

Por Rui Martins – De Locarno - Suiça


O escritor Stefan Zweig foi destaque no Festival de Cinema de Locarno, com a projeção de um filme a ele dedicado, Antes do Despontar do dia, dirigido pela cineasta alemã Maria Schrader, tendo como atriz Barbara Sukowa (vivendo a primeira esposa de Zweig) conhecida por papéis nos filmes de Margarethe von Trota, como Hanna Arendt e Rosa Luxemburgo. Stefan Zweig é talvez o escritor mais conhecido e o menos lido no Brasil. A razão de ter se tornado tão popular entre os brasileiros é sua frase célebre, sempre citada e título de um de seus livros -- Brasil, o país do futuro.

Stefan Zweig esteve a primeira vez no Rio de Janeiro, em 1936, quando foi recebido pelo Ministério das Relações Exteriores, pois era, sem dúvida, o escritor mais célebre do mundo. Ainda em 1936, numa conferência no PEN Club, em Buenos Aires, o filme mostra o pacifista Zweig se negando a fazer uma condenação formal do hitlerismo, julgando talvez que sua posição de escritor no exílio seria muito confortável para condenar a Alemanha. Uma posição de "não engajado", difícil de aceitar por um jornalista americano. Em 1940, em plena Segunda Guerra Mundial, veio ao Brasil para viver em Petrópolis, deixando Nova York, por ter se encantado com o Brasil onde acreditava um entendimento e integração entre as diversas etnias.

Judeu austríaco, tinha deixado seu país em 1934 e sabia, portanto, o significado do racismo que se alastrava pela Europa com a ideologia nazista de Hitler. Logo depois da tomada do poder por Hitler, a Alemanha iniciara sua política antissemita e a Áustria logo a ela se uniria pelo chamado Anschluss. Seu primeiro país de exílio foi a Inglaterra, onde viveu até o país começar a ser bombardeado pela Alemanha, depois da invasão e ocupação de muitos países europeus pelas tropas nazistas.

Uma outra frase de Zweig fez prova de clarividência - a de que a Europa se tornaria um continente sem fronteiras e sem passaportes, antecipando a União Europeia. Entretanto, seu entusiasmo pelo Brasil fez com que cometesse o erro de considerar o Brasil um país ideal, sem racismo, não percebendo, nas suas rápidas viagens, haver, naquela época (e ainda hoje) um racismo latente. A falta de choques não significava perfeita integração das etnias. No Brasil da época de Zweig, havia a sujeição e a semiescravidão da população negra. A libertação da negritude com chances iguais para os não pertencentes à elite branca, só começou a ser criada (mas não concluída por não ter havido criação de infraestruturas sociais) com a criação das cotas nas universidades.

Convivendo provavelmente com a elite de Petrópolis, Stefan Zweig não viu ser só aparência o equilíbrio social no Brasil dos anos 40 que, politicamente, vivia sob a ditadura de Getúlio Vargas, com alguns ministros simpatizantes do nazismo e sua teoria de raça pura, o que eliminava negros e mulatos brasileiros de qualquer possibilidade de ascensão social. Zweig não viu que para as mulheres negras e mulatas só havia, naquela época, uma profissão possível - a de empregadas domésticas, a maioria em situação de semiescravidão.


O otimismo de Zweig com relação ao Brasil era contraposto por um excesso de pessimismo com relação à Europa e ao mundo, razão pela qual Zweig e sua esposa se suicidaram, em 1942, em Petrópolis. Havia também a dificuldade de viver no exílio.

Por falta de um bom financiamento, o filme, exibido na Piazza Grande, e com muitas cenas faladas em português, não foi rodado no Brasil, mas na ilha de São Tomé com sua luxuriante vegetação tropical, diferente de Petrópolis. Mesmo porque, explicou a realizadora Maria Schrader, não seria possível rodar o filme dos anos 40, na Petrópolis de hoje.

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Incêndio atinge representação brasileira em Ramalah

Um incêndio seguido por explosão atingiu o edifício onde funciona a representação diplomática brasileira em Ramalah, na Cisjordânia, assustando os funcionários brasileiros que trabalham no escritório. De acordo com o Itamaraty, ninguém se feriu e nenhum documento ou equipamento foi danificado. Especula-se que o fogo começou devido a uma falha elétrica, mas o local foi cercado por forças de segurança para averiguar se houve algum tipo de ataque. O fogo também atingiu o consulado da Romênia, que funciona no último andar do prédio.

O embaixador brasileiro na Palestina, Francisco Mauro Brasil de Holanda, que vive em Jerusalém Oriental, a cerca de 20 quilômetros de Ramalah, foi ao local avaliar os danos provocados pelo fogo. Bombeiros usaram escadas magirus para alcançar os últimos andares do edifício.

— Estamos apavorados. Felizmente não é dia de trabalho para maioria do escritório, que fica em sistema de plantão nos fins de semana. Se fosse dia de trabalho normal, com certeza haveria feridos — desabafou uma funcionária romena que teve a sala completamente danificada.

O incêndio provocou grossos volumes de fumaça, que foram vistos em Jerusalém. Houve explosão e destroços voaram pela janela. A entrada do prédio ficou danificada e o funcionamento do local será alterado esta semana. Em frente ao edifício funcionam outras representações diplomáticas na Palestina, como as da Suíça e da União Europeia.

A Representação do Brasil em Ramala fica no município de Al-Bireh, na mesma rua e quase em frente à prefeitura municipal.

O Brasil aluga dois andares no prédio, além das vagas na garagem. O Itamaraty já vinha considerando mudar para outro lugar. O prédio é localizado entre um assentamento israelense e um campo de refugiados palestinos.

 

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Por Daniela Kresch
Jornalista
direto de Israel


O QUE OS ISRAELENSES VÃO LEMBRAR DA RIO 2016

TEL AVIV – O que os israelenses vão lembrar das Olimpíadas do Rio? E estava dando uma olhada nos jornais israelenses na internet e me deparei com um video de animação (que pode ser visto no link http://www.ynet.co.il/articles/0,7340,L-4844785,00.html) que resume exatamente o que vi na cobertura da imprensa por aqui.

O vídeo, publicado no site Ynet, no jornal “Yedioth Aharonoth” (Últimas Notícias), destaca dez pontos altos, do ponto de vista dos israelenses:

1) O representante de Tonga besuntado de óleo desfilando na “longa e pitoresca” cerimônia de abertura;

2) O incidente diplomático entre Israel e o Líbano (o líder da delegação libanesa barrou a entrada de integrantes da delegação israelense no mesmo ônibus dos atletas libaneses);

3) As águas verdes da piscina de saltos ornamentais;

4) A recusa do judoca perdedor egípcio Islam el-Shahabi em apertar a mão de judoca vencedor israelense Ori Sasson;  

5) Os judocas Ori Sasson e Yarden Gerbi ganham medalhas de bronze, o que aumenta o número de medalhas de Israel para nove, ao todo;

6) O número 1 na piscina é, novamente, Michael Phelps: seis medalhas no Rio. Ao todo: 28 medalhas, 23 delas de ouro;

7) No atletismo, não há ninguém maior do que Usain Bolt, que leva novamente três medalhas de ouro. Ao todo, ele tem nove medalhas, todas de ouro;

8) A americana Simone Biles ganha cinco medalhas na ginástica, quatro de ouro e uma de bronze;

9) O ginasta japonês K?hei Uchimura ganha duas medalhas de ouro. Ao todo, ele acumula seis medalhas olímpicas, três delas de ouro;

10) O nadador Ryan Lochte conta que foi assaltado. Depois de alguns dias, fica claro que inventou a história para esconder seus atos de vandalismo.

Aqui em Israel, assim como no Brasil, a cobertura teve como foco na delegação nativa (no caso, Ori Sasson e Yarden Gerbi, os únicos que ganharam medalhas) e os atletas hors concours (Phelps, Bolt, Biles e Uchimura). Ryan Lochte (hors concours da babaquice) também foi destacado.

O vídeo israelense também destaca os incidentes entre israelenses e atletas de países vizinhos como Líbano e Egito. Dá para fazer uma espécie de paralelo (tosco, admito) entre essa questão diplomática enfatizada pelos israelenses e a ânfase que os brasileiros deram às críticas internacionais à organização e à infraestrutura olímpica. Quer dizer: se Israel se incomoda com casos de vizinhos do Oriente Médio que se recusam a interagir com atletas do país, os brasileiros se incomodam com a visão que o Primeiro Mundo tem do Brasil e seus desafios.

Os dois países, Brasil e Israel, seriam “vira-latas” em busca de aceitação, de inclusão em grupos seletos que não os querem ou não acreditam em seu potencial. O Brasil desejou, ao ser anfitrião das Olimpíadas, provar ao mundo seu valor. Israel, por sua vez, deseja ser aceito pelos países árabes-muçulmanos como parte do Oriente Médio.

No caso do Brasil, o veredito é ambíguo: os Jogos foram um sucesso, mas com falhas, problemas e não conseguiram esconder ou acabar com os problemas sociais do Rio. Quer dizer: o Brasil provou que pode realizar um evento para 11 mil atletas de todo o mundo. Mas ainda não pode ser visto como membro do mundo desenvolvido. Quem sabe quando a desigualdade e seus efeitos colaterias (como a violência) diminuam.

No caso de Israel, o veredito é, por enquanto, mais claro: Israel pode até ter firmado acordos de paz com os governos do Egito e da Jordânia, mas a população desses dois países continua a rejeitar a ideia de um Estado de maioria judaica no Oriente Médio. Israel continua a ficar fora grupo e ponto. Alguns acreditam que, caso o conflito com os palestinos seja resolvido, talvez isso mude. Outros apontam para motivos mais profundos para essa rejeição.

Enquanto isso, os dois países continuam a apoiar seus atletas, admirar seus ídolos e lutar pela aceitação mundial.


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AUMENTAM OS AFOGAMENTOS DE BANHISTAS EM ISRAEL


Um homem se afogou, na sexta-feira passada, ao nadar no Hilton Beach, em Tel Aviv.

O homem, na casa dos 30 anos, foi retirado da água por paramédicos do MDA que então realizaram uma ressuscitação básica.

Ele foi transferido para o Centro Médico Sourasky de Tel Aviv, onde mais tarde faleceu.

Testemunhas da cena afirmaram que viram o homem flutuando com o rosto para baixo na água, perto da costa, e imediatamente chamaram os salva-vidas da praia. 

Desde o início da temporada de natação, em 9 de maio, até o final de junho, um total de 114 pessoas foram retiradas da água por afogamento e 21 morreram, de acordo com Magen David Adom. Além dos mortos, 10 foram recuperadas em estado grave ou muito grave. 

Médicos de ambulâncias do MDA e paramédicos trataram de 67 pessoas em praias do Mediterrâneo, cinco no Mar Morto, um em Eilat, três em praias do Kinneret, um de Gan Hashlosha e o restante em piscinas privadas ou públicas. Durante as doze semanas da temporada de natação até agora, salva-vidas trabalharam menos horas devido às sanções. 

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COMO PODEM DOIS JUDEUS CHASSIDICOS CRIAR NOVA MARCA DE BIQUINIS?

Judeus hassídicos e biquínis normalmente não acabam na mesma frase juntos. As regras de modéstia que governam o estilo de vida hassídico normalmente proíbem os homens de estarem ao redor ou mesmo olhar para as mulheres seminuas.

Então como é que dois homens hassídicos iniciaram sua própria empresa de biquínis?

A história de Barry Glick e Saul Samet - os fundadores da empresa de roupas para banho de mar Praia Gal, como comentada na revista Racked - está revelando mais maneiras de coexistência.

Cerca de quatro anos atrás, Glick, um pai de 30 anos de idade que vivia no bairro fortemente ortodoxo de Borough Park, Brooklyn, estava trabalhando em uma loja de venda de “bekishes” personalizados, ou os longos casacos pretos usados ??por homens hassídicos nos dias santos. Ele veio com a ideia de criar a Praia Gal – um negócio de biquínis com uma franja destacável - durante seus longos trajetos para a loja de bekish em Nova Jersey. Ele era fascinado pelos cartazes das joias Pandora, que permite aos clientes escolher os seus próprios pingentes.

"Eu não sei como no mundo eu vim para isso, mas um dia eu pensei, 'talvez poderia haver um biquíni que iria trabalhar com esse conceito", disse ele a Racked.

Glick levou sua ideia e juntou-se a Samet, um vizinho do Borough Park que forneceu o investimento inicial da empresa. Samet tinha uma conexão com Cynthia Riccardi, a designer por trás do Cyn & Luca marca popular de roupa de praia, que ajudou a dupla a finalizar seus projetos e os guiou para fabricantes de tecidos de alta qualidade na América do Sul.

Desde então, de acordo com a Racked, Praia Gal já recebeu críticas positivas na Amazon e vendeu a maior parte das 2.500 peças de sua produção inicial. Suas roupas, que vendem por cerca de US$ 150, apresentam contas destacáveis, lantejoulas e babados. Nada se enquadra na categoria de roupas modestas ou roupa de banho (para a prova, confira o seu look book).

Assim, enquanto o par hassídico está confiante em seu produto, eles estão, sem surpresa, nervosos sobre como podem ser percebidos na comunidade ortodoxa. Eles se recusaram a ter suas fotos tiradas para o artigo na revista e disseram que eles não estão anunciando os produtos com "gritos nos corredores." Samet disse que ele não contou a seus sogros sobre a nova empresa (mas ele observou que sua esposa é totalmente favorável ao projeto).

A outra ironia aqui, como Racked aponta, é que os homens hassídicos não são exatamente especialistas em moda - eles tendem a se ater exclusivamente às suas vestimentas - ternos pretos e camisas brancas.

No entanto, no caso de Glick, pelo menos, a inspiração poderia ter sido familiar. Sua mãe trabalha em uma loja de roupas com trajes modestos e sua avó possuiu uma loja de tecidos, há cerca de 30 anos. Ele diz que duas das suas três irmãs são "muito elegantes".

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TV ESTATAL DO EGITO AFASTA APRESENTADORAS “GORDINHAS”

A TV estatal do Egito suspendeu oito apresentadoras por causa de seu peso e mandou que elas entrassem em uma dieta para restaurar "uma aparência apropriada" antes de serem recolocadas no ar novamente, segundo a BBC News noticiou , citando fontes da mídia local.

A decisão foi emitida pela Egyptian Radio and Television Union (ERTU), liderada por uma ex-apresentadora, Safaa Hegazy.

Um grupo de direitos das mulheres egípcias, o Centro de Mulheres de Orientação e Conscientização Legal, lamentou a decisão, dizendo que era inconstitucional e chamando-a de uma forma de violência contra as mulheres.

Algumas das anfitriãs suspensas também se manifestaram. Uma delas, Khadija Khatab, chamou a decisão de "humilhante e escandalosa", expressando indignação por ela ser impedida de trabalhar e questionar a autoridade do sindicato sobre seu peso.

Outra disse que a situação tinha afligido as famílias das mulheres e não deveria ter sido tratada tão publicamente.

A ação também provocou discurso acalorado na mídia social, com alguns condenando a suspensão enquanto outros vinham elogiando.

O ERTU, entretanto, se recusou a recuar, dizendo apenas que as mulheres continuarão a ser pagas durante o seu tempo de afastamento.

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O EXÉRCITO DE ISRAEL USARÁ EM BREVE A TECNOLOGIA DA REALIDADE VIRTUAL PARA TREINAMENTO

O Exército israelense poderá em breve usar tecnologias de realidade virtual aumentada para treinar seus soldados, segundo a Bloomberg informou.  

De acordo com o relatório, o Departamento de Sistemas de C2 do IDF adquiriu recentemente dois óculos HoloLens da Microsoft. O Major Rotem Bashi, comandante do departamento de programação, disse que o plano é usar os óculos HoloLens na ativa dentro de alguns meses.

"Nós conectamos todos os tipos de tecnologias e conceitos inovadores que vêm do mundo civil e tentamos adaptá-los o mais rápido possível para uso militar", disse Bashi, desenvolvedor dos óculos de 3.000 dólares.      

De acordo com a Bloomberg, Bashi e sua equipe – que trabalham a partir de uma base do IDF fora de Tel Aviv – desenvolveram um programa de software que permite que os comandantes observem o posicionamento de tropas a partir de pontos de vista inimigo. A equipe também está desenvolvendo maneiras de permitir que os médicos no campo usem os óculos HoloLens para tratar soldados feridos durante a recepção de orientação de cirurgiões treinados. Outro uso previsto é para os soldados tentando consertar equipamentos no campo.

Além disso, os óculos podem ser utilizados para monitorar o estado psicológico de soldados em tempo real.

" O mundo está indo nessa direção", disse Bashi. "Queremos entender como desenvolver este tipo de dispositivo e descobrir como ele pode nos afetar como um militar".

Bashi disse que tem trocado comentários com a Microsoft sobre os óculos HoloLens. A Microsoft se recusou a comentar sobre o uso militar dos óculos, dizendo em um comunicado: "Desde que começou a enviar o HoloLens Development Edition, em março deste ano, vimos uma incrível resposta dos desenvolvedores e inovação impressionante em uma variedade de casos de uso variados das companhias aéreas treinando seus mecânicos e tripulações, estudantes de medicina aprendendo a anatomia de uma nova maneira, até os astronautas para explorar Marte. "

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APÓS O VOTO BREXIT OS JUDEUS INGLESES PROCURAM PASSAPORTES DA ALEMANHA


Com o voto Brexit, em junho, centenas de judeus britânicos tem procurado meios para recuperar seus passaportes alemãs depois que eles ou seus antepassados ??foram despojados de direitos de cidadania alemã durante o regime nazista.

Normalmente, são feitas 20 dessas petições por ano, mas o número aumentou acentuadamente desde a incerteza trazida pelo voto de 23 de junho, The Telegraph relatou.

Judeus cuja cidadania foi revogada pelos nazistas e seus descendentes estão legalmente autorizados a recuperar as credenciais sob o artigo 116 da Lei Fundamental da Alemanha.


A embaixada alemã em Londres disse que já recebeu 400 inquéritos nas sete semanas desde a votação Brexit e um quarto já foi aplicado.

Michael Newman, presidente-executivo da Associação de Refugiados Judeus, disse que pode haver mais aplicações quando os detalhes das relações do voto pós-Brexit da Grã-Bretanha com a Europa fiquem mais claros.

"Há muito interesse em fazê-lo, especialmente se viver e trabalhar na Europa pós-Brexit se tornar mais complicado para os britânicos", disse Newman.

A AJF estima que cerca de 5.000 ex-vítimas nazistas vivem na Grã-Bretanha, sem contar os seus descendentes. 


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CAMPANHA DE TRUMP INVESTE EM VOTOS AMERICANO-ISRAELENSES


A corrida presidencial dos EUA não deixou de lado Israel: Pela primeira vez, o Partido Republicano realizará atividades de campo em Israel, na esperança de convencer as centenas de milhares de eleitores no Estado judeu para votar em Donald Trump, já em novembro próximo.

O slogan do Partido Republicano em Israel é "Trump- No interesse de Israel." O logotipo, escrito em hebraico, mas projetado no espírito do tema americano, transmite uma mensagem clara: Ele está dirigindo ao público israelense-americano, a maioria dos quais se inclinam para a direita e que tendem a votar com base na posição dos candidatos sobre Israel.



De acordo com estimativas, existem cerca de 350.000 eleitores norte-americanos que vivem em Israel. Quase metade deles nasceu no país ou emigrou muito jovem. Desta vez, os republicanos decidiram adicionar à sua campanha um anglófono tradicional em hebraico.

A equipe de campanha decidiu concentrar os seus esforços em centros comerciais em cidades com grandes concentrações de imigrantes americanos, incluindo Jerusalém, Modi'in, Ra'anana, Beit Shemesh, Gush Etzion, Haifa e Beer Sheva. Eles pretendem abrir stands com representantes republicanos americanos ao lado de voluntários israelenses e distribuir informações, manter discussões com os potenciais eleitores e ajudá-los a se inscrever para votar.

Em preparação para o trabalho de campo, a campanha de Trump enviou um grande carregamento de camisas, chapéus, etiquetas e botões com slogans republicanos.



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ASSESSOR DE POLÍTICA EXTERNA DE TRUMP TEVE ROMPANTES ANTISSEMITAS


Um dos cinco principais conselheiros de política externa do candidato presidencial republicano Donald Trump está lutando contra alegações de que ele subestimou a extensão do Holocausto e tentou mandar empregados judeus para fora do Pentágono durante o seu mandato lá. 

Alegações de retórica e atividades antissemitas foram levantadas contra Joseph Schmitz, nomeado para a campanha de Trump em março, que ao servir como inspetor geral do Departamento de Defesa sob a administração de George W. Bush, recebeu queixas formais pelo seu empenho em "disparar os judeus", afirmando ser uma conquista do mandato republicano.

Schmitz também teria comentado com um empregado "sobre os detalhes dos campos de concentração e como os fornos eram pequenos demais para matar seis milhões de judeus", escreveu um denunciante, Daniel Meyer, que já supervisionou casos de denúncia no Pentágono.

Schmitz chamou as acusações de difamatórias, mas os relatórios de tendências antissemitas no topo da equipe Trump reforçam uma narrativa que tem perseguido o candidato há meses: que sua campanha tem tolerado a retórica antissemita. 

As alegações originais feitas contra Trump e agora citadas em outro caso, em que um empregado judeu ortodoxo esta semana acusou o departamento de promoção republicano de ter um ambiente antissemita, desde o tempo em que Schmitz chegou por lá. 

"O ambiente antissemita começou sob um inspetor geral anterior, o Sr. Joseph Schmitz, "diz a carta de reclamação. 

Schmitz serviu no Pentágono e várias alegações de republicanos do Senado foram registradas sobre a interferência ilegal em relação a memorandos sobre o uso da tortura durante o governo Bush. Em 2005, Schmitz renunciou para trabalhar na Blackwater Worldwide, uma empresa militar privada que, em seguida, foi empregada no Iraque. 

"Alegações de antissemitismo são graves e merecem séria investigação e resposta", declarou a Anti-Defamation League, fundada para combater o antissemitismo, em reação ao relatório da McClatchy. "Os candidatos devem assegurar e transmitir que os seus consultores têm os mais altos padrões de integridade".

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CURIOSIDADE NA INTERNET

Brasil conquista medalha inédita de ouro no futebol no MARACANÃ, projeto do arquiteto judeu Miguel Feldman Z"L, vencendo a seleção de futebol masculina da Alemanha.  O estádio do Maracanã, foi ainda palco das cerimônias de abertura e encerramento da Olimpíadas Rio 2016 e dos Jogos Panamericanos de 2007 e das finais das Copas do Mundo de 1950 e 2104. No detalhe, a bandeira de ISRAEL, empunhada por Max Feldman, um dos filhos do famoso arquiteto. Reparem que a bandeira ainda deu uma ajudinha a Neimar, servindo como ponto de referência, na bola que foi batida no ângulo no gol de Neymar que deu o título ao Brasil. Na outra foto em detalhe, Max e Miguel Feldman, filho e neto homenageando Miguel Feldman Z"L, que era torcedor do São Cristóvao: " Derrotar a Alemanha, por tudo que a História nos ensina,  neste estádio projetado por papai, teve um gostinho todo especial ", disse Max.


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CANTORA ETÍOPE-ISRAELENSE DEU SHOW NO PALCO MAUÁ E MADUREIRA NA RIO 2016

A cantora Ester Rada, israelense-etíope, apresentou-se nos dias 19 e 20 de agosto, nos palcos Madureira e Mauá montados durante as Olimpíadas do Rio 2016.

Assistida por milhares de pessoas que lotavam estes dois locais, Rada deu um show muito aplaudido de jazz e blues.

A apresentação da cantora no Rio 2016 foi uma realização do Ministério de Relações Exteriores de Israel com apoio do Consulado Geral de SP representado pelo Vice-cônsul Geral de São Paulo, Fares Saeb, com apoio do Consulado Honorário de Israel no Rio.

A TV Globo deu destaque a apresentação de Ester Rada no RJTV.

https://www.youtube.com/watch?v=A4hsMrZYBzM&sns=em

 


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Crianças israelenses se hospedam no Clube Adolpho Bloch

A convite da CBF, crianças israelenses e palestinas da ONG Gol da Igualdade vieram ao Brasil para realizar uma partida preliminar do Brasileirão em SP. A ONG foi criada há sete anos em Israel e promove a paz, o diálogo e o respeito entre judeus e árabes através do futebol. Eles estiveram no Rio e visitaram o Museu da CBF, onde brincaram bastante e aprenderam um pouco da história do futebol brasileiro. O Clube Adolpho Bloch hospedou as crianças durante sua estadia no Rio de Janeiro.


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DESTAQUES SOCIAIS


Com a presença e direção dos trabalhos do presidente nacional da B’nai B’rith, Abraham Goldstein, foi realizada dia 15/8, no Centro Israelita do Paraná, durante jantar festivo, a cerimônia de iniciação dos novos membros da instituição no Estado. O evento, também presidido por Ester Proveller, que comanda a Loja Chaim Weizmann, contou também com as presenças de Charles London, presidente da Kehilá do Paraná; do rabino Pablo Berman, da comunidade israelita de Curitiba; de Isac Baril, representando a Federação Israelita do Paraná; Antônio Carlos Coelho, presidente do Instituto Cultural Judaico “Bernardo Schulman”; Ceres Semelman, presidente da Na’Amat Pioneiras e Sarita Kulysz Fatuch, presidente da Wizo. Os seis novos membros iniciados são: Alejandro Gomel, Cintia Galdamez, Mara Bergerson, Marisa Nhuch Guertzenstein. Natan Schwartzman e Reinaldo Tockus.

 

 

 

 
 

 

 


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COMUNICADO AOS LEITORE
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A direção editorial da Rua judaica deseja esclarecer qe todas as opiniões ou juízo de valor, emitidas por seus colunistas ou colaboradores, são de exclusiva responsabilidade dos autores, não representando, necessariamente, a opinião editorial do veículo, de entidades a que pertençam os articulistas, nem às entidades ou países a que possam representar.

 
     

 


Jornalista Responsável:
Osias Wurman - MT 14.707
Colaboradores Internacionais: Jerusalém - Daniela Kresch, Budapeste - Judith Klein, Miami - Fernando Bisker, Miami - Nelson Menda
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