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  Edição 597  Diretor/Editor: Osias Wurman Segunda, 21 de Janeiro de 2019


 


MANCHETES DE ÚLTIMA HORA


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UM MOMENTO HISTÓRICO MARCOU A PASSAGEM DE UM AVIÃO
ISRAELENSE PELO ESPAÇO AÉREO DO SUDÃO

Em um movimento sem precedentes, o Sudão permitiu no domingo um avião israelense cruzar o espaço aéreo que controla. O voo, levando o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu de volta a Israel de uma visita ao Chade, sobrevoou o sul do Sudão, cujos céus estão sob o controle das autoridades da aviação civil em Cartum. O voo aconteceu horas depois de Netanyahu ter elogiado as "incursões" israelenses com o mundo islâmico, e Idriss Deby, presidente do Chade, retomou os laços e em meio a um esforço diplomático para permitir que o governo israelense incremente relações com o Sudão, África e América Latina. Israel mantém relações amigáveis com o Sudão do Sul, mas o espaço aéreo do país é controlado por seu vizinho do norte, que não tem laços diplomáticos com o Estado judeu. O voo de domingo foi a primeira vez que uma aeronave israelense foi autorizada a sobrevoar o sul do Sudão, informaram autoridades da comitiva do primeiro-ministro. O Sudão do Sul, que é predominantemente cristão, ganhou a independência do Sudão Muçulmano, há vários anos, e os dois países ainda são hostis um ao outro. No entanto, a aviação civil do Sudão do Sul permanece sob o controle de Cartum. O Gabinete do Primeiro Ministro pediu aos repórteres que acompanharam Netanyahu ao Chade para não publicar o voo sobre o Sudão do Sul antes que seu avião pousasse no Aeroporto Ben-Gurion de Tel Aviv, supostamente por razões de segurança e para evitar esforços de última hora para mudar a mentalidade das autoridades sudanesas. Pouco depois da decolagem, o capitão anunciou que se tratava de um "voo histórico" e que, graças ao atalho, o voo de volta seria cerca de uma hora a menos do que a primeira etapa da viagem. (TOI)

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COMÍCIOS AUSTRALIANOS EXIGEM RUAS SEGURAS PARA MULHERES APÓS ASSASSINATO DE ESTUDANTE ISRAELENSE

Milhares de pessoas marcharam pelas principais cidades da Austrália, no domingo passado, pedindo segurança para as mulheres depois que uma estudante de intercâmbio israelense foi assassinada em Melbourne. As marchas, parte dos comícios das mulheres em todo o mundo em apoio aos direitos das mulheres, reuniram cerca de 3.000 pessoas em Sydney, que em seus gritos exigiram ruas seguras para mulheres em cidades australianas. Aiia Maasarwe, 21 anos, foi morta quando voltava para casa depois de uma noitada com amigos em Melbourne, a segunda maior cidade da Austrália, no começo da semana. Um homem de 20 anos foi acusado de assassinato. A morte de Maasarwe recarregou a indignação com a violência contra as mulheres depois que Eurydice Dixon, de 22 anos, foi morta em Melbourne enquanto caminhava para casa depois de se apresentar em um programa de comédia em junho. Milhares de pessoas se reuniram em vigílias para Maasarwe, na sexta-feira, e continuaram a colocar flores no local de sua morte. Um bonde especial carregando apenas flores, na sexta-feira, seguiu a rota da jornada final de Maasarwe. Em Sydney, no domingo, manifestantes carregaram cartazes em homenagem a Maasarwe e outras vítimas de violência. O telejornal mostrava mulheres carregando cartazes: "Para Aiia e para aqueles que sofrem silenciosamente" e "Eu quero andar pelo parque no escuro". Em reação à morte de Maasarwe, o primeiro-ministro Scott Morrison disse que seu governo anunciaria outro "plano de ação" para conter a violência contra as mulheres, antes das eleições de maio, além dos US$ 252 milhões já comprometidos. (YNET)

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RELATÓRIO: IDF ATACA ALVOS IRANIANOS NA SÍRIA

Forças da IDF atacaram alvos da Força de Qud do Irã na Síria, na noite de domingo, de acordo com a Unidade de Porta-voz das IDF.  Autoridades israelenses anunciaram que a IDF avisou o exército sírio para não tentar atacar o território israelense ou as forças do IDF. O ataque aéreo da IDF ocorreu no final da noite de domingo, horas depois de um projétil ter sido identificado sobre as Colinas de Golan. O Iron Dome interceptou com sucesso o projétil. O projétil foi lançado da Síria depois que Damasco acusou Jerusalém de realizar um raro ataque diurno no sul do país no domingo.  "Uma fonte militar disse que nossas defesas aéreas haviam se engajado com sucesso em um ataque aéreo israelense visando a região sul e impediram que atingisse qualquer um de seus objetivos", dizia um relatório da agência de notícias oficial síria SANA. Al-Manar, a rede de mídia do Hezbollah, relatou o ataque perto de Damasco, mas não deu mais detalhes. Partidários do regime sírio disseram que um total de nove mísseis israelenses foram interceptados pelas defesas aéreas do regime. O Ministério da Defesa da Rússia, de acordo com a agência de notícias RIA, disse que quatro jatos israelenses dispararam sete mísseis no aeroporto internacional, sem causar feridos a cidadãos sírios. O regime sírio usou os sistemas Buk e Pantisr para interceptar os mísseis, segundo a agência de notícias russa Sputnik. (JPOST)

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MINISTRA DA AGRICULTURA DO BRASIL PREOCUPADA
COM MUDANÇA DA EMBAIXADA DO BRASIL EM ISRAEL

A ministra da Agricultura brasileira, Tereza Cristina Dias, disse que o setor agrícola brasileiro está preocupado que o plano do presidente Jair Bolsonaro de transferir a embaixada brasileira em Israel para Jerusalém possa prejudicar a exportação de carne halal para os países muçulmanos. "É claro que o setor agrícola que represento está preocupado", disse Dias à Reuters, quando perguntada sobre possíveis repercussões para o comércio com os países árabes se a embaixada fosse transferida. "O Brasil não pode perder mercados, precisamos abrir novos mercados", disse ela. Espera-se que Bolsonaro chegue a Israel, em 31 de março, para uma visita de quatro dias, apenas uma semana antes da eleição para o Knesset, em 9 de abril. Em conversações fechadas com Bolsonaro durante uma visita histórica ao país sul-americano no final de dezembro, o líder brasileiro reiterou ao primeiro-ministro Benjamin Netanyahu sua intenção de transferir a embaixada brasileira para Jerusalém. Durante a visita programada, Bolsonaro também pode reconhecer oficialmente Jerusalém como a capital de Israel. Bolsonaro e muitos de seus principais assessores indicaram repetidamente que o Brasil logo realocaria sua embaixada em Israel para Jerusalém. Mas Bolsonaro ficou sob pressão de poderosos apoiadores do setor agrícola para abandonar a ideia de realocação da embaixada. A Liga Árabe alertou Bolsonaro que a transferência da embaixada para Jerusalém seria um revés para as relações com os países árabes. Essa medida de Bolsonaro seria uma mudança brusca na política externa brasileira, assim como foi para os Estados Unidos quando o presidente dos EUA, Donald Trump, transferiu a embaixada americana para Jerusalém em maio. O Brasil tem tradicionalmente apoiado uma solução de dois estados para o conflito israelense-palestino, e a transferência da embaixada para Jerusalém, parte da qual os palestinos imaginam como a capital de um futuro Estado, seria vista como uma afronta. (Israel Hayom)

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Osias Wurman
Jornalista

75 Anos do Desembarque das Tropas Brasileiras na Itália
e Dia Internacional em Memória do Holocausto 
Domingo 27/jan/2019  - das 18h as 19h 
Monumento Nacional aos Mortos da 2ª Guerra Mundial

Por - Prof. Israel Blajberg

A CONIB e a FIERJ observarão no domingo 27 de janeiro de 2019 às 18h no Monumento Nacional aos Mortos da 2ª. Guerra Mundial, no Parque do Flamengo - RIO, o tradicional Dia de Recordação em Memoria das Vitimas do Holocausto,  instituido em 2005 pela Assembleia Geral da ONU, com apoio do Brasil, marcando a data de libertação do Campo de Auschwitz.

Na ocasião, será prestada uma homenagem às Fôrças Brasileiras de Terra Mar e Ar que entraram em combate na 2ª. Guerra Mundial, comemorando-se os 75 Anos do Desembarque da FEB - Força Expedicionária Brasileira e do 1º. Grupo de Aviação de Caça - Senta-a-Pua - na Itália em 1944, e as ações da Marinha do Brasil na 2ª. Guerra Mundial.

Como uma das 19 Nações Aliadas e única da América Latina, o Brasil enviou tropas para combater o nazifascismo, responsável pelo Holocausto. O Brasil recebeu ainda inúmeros sobreviventes, que aqui formaram novas famílias, dando sua contribuição à sociedade. Alguns se salvaram graças a vistos concedidos pelo Consul do Japão na Lituânia durante a 2ª. Guerra Mundial, Chiune Sugihara, a quem será prestada homenagem In Memoriam, por ter sido declarado "Justo Entre as Nações".  


Participarão, ainda, Grupos de Re-encenadores, pesquisadores e associações histórico-culturais, vestindo uniformes de época.

O Coral Israelita Brasileiro, sob a regência do Maestro Abrahão Rumchinski, interpretará o Hino Nacional Brasileiro, acompanhado pela Banda de Música da Escola de Sargentos de Logística - EsSLog.

Será prestada uma homenagem aos ex-combatentes brasileiros e de Nações Amigas, com a entrega da Plaqueta General de Divisão Moysés Chahon, e recordada a memória das vítimas do Holocausto, por representantes das comunidades perseguidas pela intolerância e barbárie nazista, como Judeus, Ciganos, Negros, Homossexuais, Deficientes e Testemunhas de Jeová, mediante acendimento de um candelabro com 6 velas, cujas linhas representam o formato do Monumento, seus pilares e escadaria, confeccionado especialmente para a ocasião.

O Mausoléu abriga quase 500 túmulos de soldados (454), aviadores (12) e marinheiros (3).  Entre os que tiveram o mar como túmulo, encontra-se o 2º. Comissário Mauricio José Pinkusfeld, vitimado no torpedeamento do Anibal Benévolo aos 18 anos, recém saido da Escola de Marinha Mercante, naquela que foi sua primeira, última e única viagem. Seu nome está gravado na parede de mármore, junto com cerca de 2 mil vítimas dos submarinos nazistas, entre tripulantes, militares e passageiros civis.

A solenidade será encerrada com o Hino dos Partisans e a Canção do Expedicionário, pelo Coral Israelita e Banda da EsSLog.

Após o evento será inaugurada a nova iluminação do Monumento, com LEDs nas cores nacionais.


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JERUSALÉM SE PREPARA PARA NEVASCAS RARAS ENQUANTO A MAIOR TEMPESTADE DE INVERNO CAIRÁ SOBRE ISRAEL

Jerusalém não tem nevascas desde 2015

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Jerusalém se prepara para uma nevasca rara, quando uma grande tempestade está programada para cair no Norte e no centro de Israel. Estima-se uma queda na temperatura e que uma precipitação intensa traga neve para áreas de alta elevação, incluindo as regiões do Norte do Golã e da Galileia, bem como em Jerusalém, que fica entre as montanhas da Judéia. As escolas da região vão fechar mais cedo e os trens vão operar em horário diferenciados durante a noite.

O município de Jerusalém colocou cerca de 150 arados de neve e escavadeiras em prontidão e reservou 25 toneladas de sal para ajudar a limpar e evitar estradas escorregadias. No caso de grandes nevascas, espera-se que a polícia feche rodovias em Jerusalém.

Em 2013, uma grande tempestade deixou milhares de motoristas presos por horas nas estradas devido ao inverno rigoroso.

Enquanto Jerusalém não viu nevascas em quatro anos, o norte de Israel, Hermon, foi coberto com neve.

As fortes chuvas de inverno causaram grandes inundações no sul do país, mas também levaram a uma melhora nas condições do mar da Galileia, que atingiu níveis perigosamente baixos em meio a uma seca de cinco anos.

 

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REPORTAGEM MOSTRA DETALHES SOBRE UM PLANO DE PAZ DOS EUA, PARA DAR 90% DA CISJORDÂNIA PARA OS PALESTINOS.

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O plano de paz dos Estados Unidos para o Oriente Médio permitirá que Israel mantenha três grandes blocos de assentamentos, enquanto 90% da Cisjordânia serão alocados para um Estado palestino, informou o Canal 13 de Israel.

Citando um "alto funcionário americano", a reportagem revelou que o plano de paz permitirá que Israel anexe os assentamentos do Bloco Etzion, Maale Adumim e Ariel, enquanto exige que o país desmonte uma série de postos ilegais em toda a Cisjordânia.

“Assentamentos isolados na Cisjordânia, como Itamar, Itzhar e Tapuah, não serão evacuados, mas não terão permissão para crescer”, completou a reportagem.

Quanto a Jerusalém, que está entre as questões mais contenciosas no conflito Israel-palestina, a cidade seria dividida em duas capitais, onde a área com maioria judaica, como Jerusalém Ocidental e partes de Jerusalém Oriental, serviria como capital de Israel, enquanto a parte da maioria árabe, principalmente Jerusalém Oriental e os bairros palestinos, seria a capital de um futuro Estado palestino.

Os lugares sagrados permaneceriam sob a soberania israelense, mas seriam administrados em conjunto por israelenses, palestinos e pela Jordânia.

O governo Trump aparentemente antecipou a uma rejeição direta dos palestinos, mas destacou a disposição de Israel em negociar.

THOMAS COEX (AFP / File)

Mais de 400.000 israelenses vivem em assentamentos na Cisjordânia, incluindo Maale Adumim, retratado aqui com o deserto da Judéia no fundo. 


“Como no passado, a especulação com relação ao conteúdo do plano não é precisa. Não temos mais o que comentar ", disse um funcionário americano.

O plano de paz deveria ter sido revelado no início de 2019, mas foi adiada, devido as eleições em Israel que foram convocadas pelo primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, em dezembro.

Uma alta autoridade americana disse às agências de notícias que as eleições antecipadas de Israel são "um dos muitos fatores que estamos considerando na avaliação do momento para a liberação do plano de paz". Trump forjou o "acordo do século" e encerrou o conflito Israel-palestina de décadas, como a pedra angular da agenda de política externa de sua administração, incumbindo seu genro e assessor, Jared Kushner e Greenblatt de retomar as negociações de paz entre os dois lados.

Depois de uma furiosa diplomacia e aparente progresso em 2017, o esforço chegou a um ponto insuportável, após Trump reconhecer Jerusalém como a capital de Israel , levando os palestinos a boicotar o governo Trump.

O reconhecimento do presidente americano da cidade disputada como capital de Israel rompeu décadas de consenso internacional, de que o status de Jerusalém deveria ser resolvido como parte de um acordo de paz entre Israel e os palestinos.

Ahmad GHARABLI (AFP)

As bandeiras de Israel e dos Estados Unidos são projetadas nas paredes das muralhas da Cidade Velha de Jerusalém, para marcar a abertura da nova embaixada dos EUA em 14 de maio de 2018. 


Trump insistiu que o movimento não pré-determinou o status final da cidade.

Desde então, a Casa Branca reduziu seu generoso programa de ajuda aos palestinos, impondo uma série de medidas punitivas para pressionar seu retorno à mesa de negociações.

Trump disse que ambos os lados teriam que fazer concessões em qualquer acordo final, acrescentando que o governo israelense terá que "pagar um preço mais alto" em troca de seu reconhecimento de Jerusalém e sua transferência da embaixada dos Estados Unidos para lá.

Vários dos antecessores de Trump desempenharam grandes papéis na tentativa de pôr fim ao conflito, incluindo Jimmy Carter, que intermediou o acordo de Camp David em 1978, no qual o Egito e a Jordânia reconheceram formalmente Israel.

Bill Clinton supervisionou os acordos de paz de Oslo em 1993, que definiram o objetivo de uma solução de dois Estados e permitiram a criação da Autoridade Palestina, que deveria governar a Cisjordânia e a Faixa de Gaza.
 

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TIME DE FUTEBOL BRASILEIRO AUMENTA CONSCIENTIZAÇÃO SOBRE O HOLOCAUSTO


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Um dos times de futebol mais populares do Brasil se juntou a uma iniciativa judaica e global para aumentar a conscientização sobre o Holocausto e os perigos do antissemitismo.

O Corinthians tirou uma foto da equipe em campo segurando um cartaz com a hashtag #WeRemember e colocou em seus canais de mídia, atraindo quase 50.000 “curtidas”.

O Congresso Mundial Judaico lançou a campanha #WeRemember.

"Para proteger o futuro, devemos honrar e lembrar o passado", dizia a mensagem. “Em breve não haverá sobreviventes do Holocausto para contar suas histórias. Cabe a nós e às gerações futuras garantir que o mundo nunca se esqueça. O Corinthians aderiu à campanha: “Racismo, intolerância e discriminação, nunca mais”.

Uma foto similar publicada pelo time de futebol britânico, Chelsea, serviu de inspiração para os brasileiros.
“A participação do Corinthians e de outras equipes chama muita atenção para a campanha, cujo objetivo é garantir que a memória dos mortos no Holocausto não seja apagada em um mundo onde o antissemitismo e a negação do Holocausto estão aumentando à medida que o número de sobreviventes está diminuindo ”, disse Ariel Krok, um dos organizadores da campanha brasileira, ao site JTA.

"Precisamos fazer uma declaração forte porque o antissemitismo de hoje está forte novamente", disse Fernando Lottenberg, presidente da Confederação Israelita Brasileira.

Em novembro do ano passado, os jogadores do Corinthians  usaram  uniformes com os nomes das 11 vítimas judias da sinagoga de Pittsburgh durante um jogo do Campeonato Brasileiro em São Paulo.


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PROPRIETÁRIO DE UM CAFÉ JUDAICO, EM SÃO FRANCISCO, LIDA COM PROTESTOS SEMANAIS SOBRE SEUS "IDEAIS SIONISTAS"

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Manny Yekutiel abriu sua loja, Manny's, em novembro, chamando o café e restaurante, no centro de São Francisco de um “espaço de reunião social cívica”. Seu objetivo era “criar um lugar central acessível para que o cidadão se tornasse mais informado e mais envolvido ”, disse o empresário ao jornal San Francisco Examiner.

Manny's ganhou elogios por sediar palestras sobre assuntos que vão desde o Black Lives Matter até a sustentabilidade urbana. Mas Yekutiel, que é judeu, está sendo alvo de protestos semanais e acusado de defender "ideais racistas, sionistas e pró-Israel". Seu café foi vandalizado e pichado com slogans antissemitas e anti-israelenses.

O The Lucy Parsons Project, que se descreve como um "grupo negro de ação direta, que luta contra o racismo”, pediu em dezembro que o público "boicotasse o Manny’s e sua lavagem de consciência".

Em uma carta enviada à mídia, o grupo afirmou que “o proprietário, Emmanuel Yekutiel, defendeu inequivocamente ideais racistas, sionistas e pró-Israel que não toleraremos nem aceitaremos em nossa comunidade. Não toleraremos sionistas, que tentam invadir e destruir nossa comunidade através da lavagem de consciência”.

Outros grupos que participaram dos protestos contra o Manny’s incluíram o Social Club Black and Brown, Gay Shame e os Brown Berets.

Yekutiel atendeu a quase todos os requisitos da United to Save the Mission, uma coalizão de mais de doze organizações sem fins lucrativos e ativistas de bairro. Eles incluem sinalização e equipe bilíngue, preços moderados, uma xícara de café custa cerca de US$ 1,75 e comida preparada por uma organização que emprega moradores de rua, ex- detentos e pessoas de baixa renda. 

Grupos comunitários podem usar o espaço gratuitamente. 

 "A crença de Yekutiel, no direito do Estado judaico de existir é, ao que tudo indica, a única alegação precisa feita contra ele" , escreveu o colunista Joe Eskenazi no Mission Local. Embora ele apoie o direito de Israel de existir e celebre o Estado judaico, Yekutiel disse que não apoia tudo o que o governo israelense faz e não concorda com o tratamento dado aos palestinos.

“Seu pai fugiu do Afeganistão para Israel”, segundo a reportagem do San Francisco Examiner .

“O café tem uma mezuzá na porta”, destacou o jornal Forward .

 

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JUIZ LITUANO ADIA JULGAMENTO SOBRE ATUAÇÃO DE COLABORADOR NAZISTA FALECIDO

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Silvia Foti, neta do colaborador nazista lituano, Jonas Noreika.

Um juiz lituano adiou um julgamento em que um cidadão dos Estados Unidos está exigindo que um museu do estado acabe com a glorificação de um falecido colaborador nazista. O caso seria o primeiro em que funcionários públicos pretendiam defender publicamente no tribunal as ações e o bom nome de um suposto colaborador. Os advogados, que representam o museu, disseram que precisavam de mais tempo para revisar os materiais relevantes para o caso, que envolvia o falecido Jonas Noreika. 

O museu financiado pelo Estado, conhecido como o Centro para o Estudo do Genocídio e Resistência dos Residentes da Lituânia, concentra-se principalmente na perseguição de lituanos sob ocupação soviética. No ano passado, um profissional judiciário de gestão de fortunas da Califórnia chamado, Grant Gochin, processou o museu por erigir uma placa em homenagem a Noreika, um herói anticomunista local que morreu sob custódia soviética.

Efraim Zuroff, que foi diretor do Centro Simon Wiesenthal durante anos, argumentou que Noreika se tornou um assassino em massa após sua nomeação em 1941, como chefe do condado de Siauliai sob a ocupação nazista alemã.

Em documentos apresentados ao tribunal, o centro alegou que as ações de Noreika não poderiam ser julgadas postumamente e que, de qualquer forma, não havia evidências de que ele cometeu crimes de guerra. 

O Centro Simon Wiesenthal, a comunidade judaica da Lituânia e um dos netos de Noreika, Silvia Foti, contestaram essas informações.

O julgamento está marcado para começo de março.


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POLÍTICO JUDEU DO SUL DA FLÓRIDA AFIRMA QUE A DEPUTADA, RASHIDA TLAIB, PODERIA "EXPLODIR O CAPITÓLIO"

Rashida Tlaib
A deputada, Rashida Tlaib, à direita, com a deputada Gwen Moore, saindo de uma reunião do Partido
Democrata da Câmara no Capitólio, em 4 de janeiro de 2019.

Um político judeu, no sul da Flórida, sugeriu que a republicana, Rashida Tlaib, uma americana palestina que acabou de entrar no Congresso, poderia "explodir o Capitólio".

Anabelle Lima Taub, comissária da Hallandale Beach desde 2016, também chamou Tlaib de “antissemita e amante do Hamas” em um post no Facebook.

O post, que também incluiu um link para uma petição online para expulsar Tlaib do cargo, foi retirado na última segunda feira, depois de ficar no ar por quase uma semana, o que provocou indignação na mídia local e nacional.

Lima Taub, natural de Israel, escreveu no post: “Uma antissemita e amante do Hamas não tem lugar no governo! Ela é um perigo e eu não deixaria ela se tornar um mártir e explodir o Capitólio.”

O Comitê Judaico Americano (AJC) criticou suas observações.

"Temos sérios desentendimentos com a RashidaTlaib, mas essa retórica odiosa dirigida a ela é nojenta", publicou o AJC . “Pedimos à Comissão do Condado de Broward que tome medidas apropriadas contra a comissária em questão. ”

Tlaib, filha de imigrantes palestinos, pediu uma solução de um estado para o conflito Israel-palestina e uma redução na ajuda externa a Israel. Neste mês, ela disse que os defensores de uma série de projetos pró-Israel "esqueceram o país que representam", elevando o espectro da acusação de lealdade dupla.

Lima Taub nasceu em Haifa e cresceu em Nova York, segundo o site do governo de Hallandale Beach.

"Peço a todos que se ofenderam com isso, especialmente alguns dos colegas arrogantes que eu pesquisei, ao Google BDS, ao Google Hamas, ao Google Hezbollah, que pesquisem o CAIR e procurem as afiliações de Rashida Tlaib a esses grupos", disse Lima.

 

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PEDRAS DE MEMORIAIS DO HOLOCAUSTO SÃO SUBSTITUÍDO NO CENTRO DE ROMA

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Memoriais do Holocausto de Stolperstein, ou pedras de tropeço, em frente a um
prédio de apartamentos no Gueto de Roma. 


Um grupo de 20 memoriais do Holocausto, no centro de Roma, que foram roubados em dezembro foram substituídas.

O Stolpersteine, ou pedra de tropeço foi um projeto iniciado na década de 1990 pelo artista alemão, Gunter Demnig. Placas de latão, como paralelepípedos, são colocadas em frente às casas de pessoas deportadas durante o Holocausto, com o nome, o ano de nascimento e o destino da pessoa em memória.

Demnig instala pessoalmente as pedras. Ele substituiu as roubadas, antes da cerimônia da última terça-feira, com a presença do prefeito da cidade e líderes judaicos.

O artista instalou 26 outras pedras em várias partes de Roma e só este ano vai instalar em mais 30 cidades da Itália.

 

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Por Marcus M. Gilban
Jornalista
direto de Israel para
Rua Judaica

ISRAEL INAUGURA ESTRADA COM MURO QUE DIVIDE OS TRÁFEGOS ISRAELENSE E PALESTINO

TEL AVIV – Polêmica em Israel. A recém-inaugurada Rota 4370, de cinco quilômetros, é dividida por um muro de concreto coberto com cercas. Um lado da estrada, localizada a nordeste de Jerusalém, estará aberto apenas a veículos israelenses, enquanto a outra metade atenderá apenas ao tráfego palestino.

Para Israel, a rota facilita o tráfego e fortalece a conexão entre Jerusalém e os assentamentos israelenses na Cisjordânia. Palestinos, por outro lado, alegam discriminação. O Ministério de Transportes israelense disse que a estrada, incluindo seus dispositivos de segurança, forneceu "uma solução para todas as populações, israelenses e palestinas".

Duas faixas da 4370 ligam o assentamento Geva Binyamin (também conhecido como Adam), ao norte de Jerusalém, ao bairro French Hill na capital, e estão abertas a veículos israelenses e a palestinos que têm permissão de entrada para Jerusalém.

As outras duas faixas se ramificam e percorrem o leste e o sul da cidade, sem acesso a Jerusalém, e destinam-se a veículos de palestinos que não têm autorização de acesso a Jerusalém, de acordo com um comunicado do Conselho Regional de Binyamin.

Autoridades israelenses afirmaram que a rota 4370 deve aliviar o congestionamento no posto de controle do Hizme, na entrada do norte de Jerusalém, e fortalecer a conexão entre a área de assentamento de Binyamin e a capital.

"Além dos problemas de congestionamento que estamos resolvendo hoje, também estamos fortalecendo Binyamin e inaugurando a conexão natural e desejada entre a região de Binyamin e Jerusalém", disse o prefeito de Jerusalém, Moshe Lion, na cerimônia de abertura.

O presidente do Conselho Regional de Binyamin, Yisrael Gantz, disse que a via é “nada menos que um canal de oxigênio para moradores de Binyamin e arredores, que trabalham, estudam e se divertem na capital”.

A barreira entre as pistas tem oito metros de altura. As duas pistas sem acesso a Jerusalém foram abertas há quase um mês. As outras duas, inauguradas há pouco, estão atualmente abertas apenas das 5h às 12h, mas em breve serão abertas 24 horas por dia.

A estrada foi pavimentada inicialmente anos atrás, mas sua abertura foi adiada devido a desentendimentos entre as Forças de Defesa de Israel (IDF) e a polícia sobre quem atuaria nos postos de controle. As autoridades acabaram por decidir que a Polícia de Fronteiras seria responsável pelos pontos de verificação.

Outras autoridades israelenses também saudaram a abertura da Rota 4370 como um benefício para israelenses e palestinos. “A estrada é um exemplo da capacidade de se criar uma vida compartilhada entre israelenses e palestinos, enquanto se lida com os desafios de segurança existentes", afirmou o ministro da Segurança Pública, Gilad Erdan.

 

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CHEFE MILITAR DO IRÃ PROMETE MANTER FORÇAS E ARMAS NA SÍRIA, APESAR DAS AMEAÇAS DE ISRAEL

O chefe do Exército do Irã disse que “Israel deve temer o dia que os mísseis de precisão do Irã atingirem suas cabeças".

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O chefe da Guarda Revolucionária do Irã prometeu manter forças e armamentos iranianos na Síria, rejeitando as ameaças feitas pelo primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu.

"Todos os conselheiros militares e revolucionários, bem como equipamentos e armas necessárias para a formação e capacitação dos combatentes da resistência islâmica e para apoiar o povo oprimido da Síria será mantido lá", destacou a agência de notícias, Irã Fars, citando as declarações do major-general, Mohammad Ali Jafari.

Jafari descartou as "ameaças ridículas" de Netanyahu e mandou um recado a Israel: “Saiba que você está brincando com a cauda do leão. Tenha medo do dia em que os mísseis de precisão do Irã rugirem sobre suas cabeças para vingar todo o sangue que você derramou de muçulmanos inocentes na região". Ele acrescentou que o Irã está se segurando, em suas ameaças, devido à sua "paciência revolucionária".

JACK GUEZ (AFP)
Primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu.

Israel prometeu impedir que o Irã se fortaleça militarmente na Síria, onde seu arqui-inimigo está apoiando o regime do presidente, Bashar al-Assad, ao lado da Rússia e do grupo militante Hezbollah. Teerã negou o envio de tropas para combater na Síria, afirmando que só forneceu assessores militares.

Falando durante a indução do novo chefe militar israelense, Netanyahu criticou o Irã por sua crescente influência no Oriente Médio e ridicularizou suas alegações de que tinha apenas uma presença consultiva na Síria.
"Eu os aconselho a sair de lá rapidamente porque continuaremos nossa política ofensiva como prometemos e como fazemos sem medo e sem pausa", disse Netanyahu em uma advertência ao Irã.

Em uma rara confirmação pública, no início desta semana, Netanyahu afirmou que Israel atacou alvos iranianos e do Hezbollah na Síria centenas de vezes, incluindo "armazéns de armas iranianas no aeroporto internacional de Damasco".

Os Estados Unidos afirmaram que continuarão apoiando o direito de Israel de se defender contra o Irã e o Hezbollah, inclusive por meio de ataques direcionados na Síria, na esteira de sua decisão de retirar as forças americanas do país.

A decisão abruptamente anunciada de deixar a Síria surpreendeu os aliados dos Estados Unidos. Já Israel se preocupou se o Irã ficaria livre para operar na região e se a Rússia responderia aos pedidos para limitá-lo.

Netanyahu prometeu intensificar a ação israelense, após a retirada dos Estados Unidos.

 

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O GOVERNADOR DA FLÓRIDA ADVERTE AIRBNB PARA REVISAR SUAS PROIBIÇÕES OU ENFRENTARÁ SANÇÕES

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Falando durante um evento na sede da Federação Judaica de South Palm Beach County, Ron DeSantis, que é conhecido por sua firme posição pró-Israel, anunciou que uma investigação foi aberta à Airbnb, potencialmente quebrando a lei estadual.  

O Conselho de Administração Estadual informou a DeSantis e a outros conselheiros da diretoria, que a decisão da Airbnb de remover 200 casas de propriedade judaica na Cisjordânia violou a política antidiscriminatória da Flórida. O governador anunciou que já proibiu funcionários da Flórida de usar o Airbnb em negócios oficiais.

A política da Airbnb para a Cisjordânia vai contra uma lei da Flórida que proíbe o estado de fazer negócios com empresas que boicotam Israel.

O político afirmou que isso pode afetar o futuro investimento potencial do poderoso fundo de pensão da Flórida na Airbnb e atrapalhar a relação contratual entre o Airbnb e o governo local da Flórida, que às vezes se faz necessário para o Airbnb operar.

"Enquanto eu for o governador da Flórida, o BDS será DOA", disse o governador, contrastando de brincadeira a sigla para o movimento Boicote, Desinvestimento e Sanções com a abreviação da expressão "morto à chegada". 

Chamando a Cisjordânia de um "coração bíblico" e "algumas das terras judaicas mais históricas", DeSantis disse que tinha "uma obrigação moral de se opor à política do Airbnb que visa especificamente os judeus".

Foto AP / Tsafrir Abayov
Nesta foto tirada no dia 17 de janeiro de 2016, Moshe Gordon está sentado do lado de fora de sua
casa anunciada no site do Airbnb, em Nofei Prat, na Cisjordânia.

O Airbnb está “na água quente” devido a sua política anunciada em novembro, atraindo reações nervosas em Israel e no exterior. A empresa disse, anteriormente, que se opunha ao movimento de boicote, desinvestimento e sanções, e apoiava seus "anfitriões" em Israel. Tentando salvar seu relacionamento com a Flórida, a Airbnb disse que "trabalha com o Conselho de Administração do Estado para tratar esse assunto".

"Continuamos comprometidos com os mais de 45.000 anfitriões da Airbnb na Flórida, que compartilham suas casas com mais de 4,5 milhões de visitantes e continuaremos fazendo tudo o que pudermos para apoiar nossa comunidade", disse o porta-voz da Airbnb ao jornal Tampa Bay Times. 

A empresa ainda não declarou se a política da Cisjordânia será alterada, segundo rumores divulgados no final do ano passado. 

JOE RAEDLE (GETTY IMAGES AMERICA DO NORTE / AFP)
O candidato a deputado Ron DeSantis.

Esta semana, o governo israelense agradeceu publicamente ao governador DeSantis por essa "decisão importante que encorajará a luta contra as organizações de boicote antissemita".

"Continuaremos agindo de todas as maneiras possíveis para anular a decisão preconceituosa de discriminar cidadãos do Estado de Israel e prejudicá-los financeiramente devido ao local onde residem”, disse Gilad Erdan, ministro de Assuntos Estratégicos.

O Airbnb  foi criticado em 2016  por alugar quartos em assentamentos da Cisjordânia que foram listados como  sendo em Israel. Autoridades palestinas comprometeram-se a tomar medidas contra a empresa por identificar falsamente a localização dos assentamentos, embora os próprios usuários pudessem selecionar os locais e preencher seus detalhes.

Em novembro, a empresa disse que retiraria cerca de 200 imóveis de sua lista de alugueis.
"Concluímos que deveríamos remover algumas casas nos assentamentos israelenses na Cisjordânia ocupada que estão no centro da disputa entre israelenses e palestinos", anunciou a companhia em um comunicado.

Os assentamentos são considerados ilegais pelo direito internacional, pois são construídos em terra que os palestinos veem como parte de seu futuro Estado, o que provou ser uma das barreiras mais difíceis para a tentativa de processos de paz.

Israel diferencia entre os assentamentos que aprovou e os que não aprovou. Aqueles sem aprovação são referidos como outposts e são tipicamente povoados por nacionalistas religiosos linha-dura que veem toda a Cisjordânia como parte de Israel.

O governador também disse que sua primeira viagem ao exterior será para Israel, marcada para maio. Ele afirmou que levaria consigo uma delegação multipartidária, na esperança de criar melhores transportes e ligações econômicas entre Israel e a Flórida.


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PALESTINOS LANÇAM OFERTA PARA TOTAL ADESÃO À ONU



“Os palestinos vão lançar uma tentativa de se tornar um membro pleno das Nações Unidas, apesar de tal medida ser bloqueada pelos Estados Unidos”, disse o ministro das Relações Exteriores palestino esta semana.

Em 2012, a ONU concedeu em sua maioria, o status de observador não-estatal da Palestina por meio de uma votação na Assembleia Geral, apesar de uma feroz campanha diplomática montada por Israel. A medida permitiu que os palestinos se juntassem a organizações internacionais e ao Tribunal Penal Internacional, embora não se tornassem um estado membro da ONU.

O Estado palestino é reconhecido por mais de 130 países ao lado de órgãos como a Interpol, o Tribunal Penal Internacional, a UNESCO e, agora, a OPAQ.

No entanto, uma atualização para a adesão plena exigiria o apoio do Conselho de Segurança, um resultado improvável, dada a quase certeza de um veto dos EUA. Várias tentativas no passado foram bloqueadas por Washington.

"Sabemos que vamos enfrentar um veto dos EUA, mas isso não nos impedirá de apresentar nossa candidatura", disse o ministro das Relações Exteriores da Palestina, Riyad al-Maliki, a jornalistas. 

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“Os palestinos começarão a fazer lobby junto aos membros do Conselho de Segurança com vistas a apresentar o pedido de adesão à ONU em algumas semanas", disse Maliki. 

Os palestinos já apresentaram um pedido de adesão à ONU em 2011, mas ele nunca foi apresentado ao Conselho de Segurança para votação.

Israel “dificulta o desenvolvimento”.

O presidente palestino, Mahmoud Abbas, discursou em uma cerimônia nas Nações Unidas, marcando o início da presidência palestina do Grupo dos 77 e da China, aumentando seu perfil ao liderar o maior bloco das Nações Unidas dos países em desenvolvimento.

Abbas acusou Israel de dificultar o desenvolvimento no Oriente Médio e renovou seu compromisso com uma solução de dois Estados.

"A continuação da colonização e ocupação do Estado da Palestina por Israel enfraquece nosso desenvolvimento e nossa capacidade de cooperação, coordenação e obstrui o coeso desenvolvimento futuro de todos os povos da região", destacou Abbas.

O líder palestino afirmou estar comprometido com uma "solução pacífica que ponha fim à ocupação e à realização da independência do Estado da Palestina com Jerusalém Oriental como sua capital, vivendo lado a lado em paz e em segurança com o Estado de Israel ". 

A Palestina, ganhou a presidência do G77 em uma votação, em outubro, com 146 países votando a favor, três contras (Estados Unidos, Israel e Austrália) e 15 abstenções.

Fundado em 15 de junho de 1964 pela "Declaração Conjunta dos Setenta e Sete Países", o G77 é agora uma coalizão de 134 nações em desenvolvimento cujo objetivo é aumentar os interesses econômicos comuns.

"Faremos tudo o que pudermos, sob a liderança do presidente Mahmoud Abbas, para tornar nossa presidência do Grupo dos 77 e da China em 2019 um sucesso para conquistar a confiança e o respeito do mundo pela Palestina, seus oficiais e sua liderança", disse Riyad Mansour, a agencia de notícias Wafa.


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EXÉRCITO DOS EUA AVALIA COMPRA DE US$ 373 MILHÕES DO SISTEMA DE DEFESA CONTRA MÍSSEIS IRON DOME DE ISRAEL

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O Exército dos EUA pediu ao Congresso para aprovar US$ 373 milhões para comprar duas das bem-sucedidas baterias de interceptação de mísseis Iron Dome de Israel, informou o site americano Defence Inside Defense.

Se aprovada, isso marcaria a primeira vez que Israel vende um sistema de armamento completo para os EUA, que raramente compra armas de países estrangeiros devido à sua superioridade tecnológica sobre a maioria dos países, bem como por razões de segurança nacional.

De acordo com Inside Defense, o exército pretende adquirir as duas baterias Iron Dome com 12 lançadores, dois sistemas de radar, dois sistemas de gerenciamento de batalha e 240 mísseis de interceptação até 2020 para fornecer proteção interina às forças terrestres americanas contra veículos aéreos não tripulados, morteiros, foguetes, artilharia e mísseis de cruzeiro em zonas de conflito em todo o mundo.

A decisão, anteriormente não relatada, foi detalhada ao Congresso em um documento de 14 páginas, datado de 26 de outubro de 2018 pelo executivo de aquisições do Exército Bruce Jette.

"Com base em uma análise de custo, cronograma e desempenho, o exército decidiu colocar em campo duas baterias interinas de IFPC do Iron Dome no até 2020", disse o documento do Congresso, acrescentando que exploraria simultaneamente a adoção completa do sistema israelense até 2023.

JALAA MAREY (AFP)
Sistema de defesa israelense Iron Dome, projetado para interceptar e destruir foguetes de
curto alcance e projéteis de artilharia.

O Iron Dome, desenvolvido pela Rafael Advanced Defense Systems, é um interceptador de mísseis de curto alcance, que também inclui um interceptador de médio alcance David's Sling e o sistema de defesa antimísseis Arrow de maior alcance.

As diferentes camadas do conjunto de defesa antimísseis de Israel destinam-se a proteger contra uma ampla variedade de ameaças, de foguetes e morteiros rudimentares, de mísseis balísticos avançados lançados contra Israel por várias organizações e países como Irã, Síria e grupos como Hezbollah, Hamas e Estado Islâmico.

Os Estados Unidos têm procurado um sistema para proteger as forças terrestres dos EUA de tais ameaças em várias zonas de conflito há vários anos e, no passado, tentaram desenvolver seus próprios sistemas de interceptação.

Apenas a Iron Dome, no entanto, poderia cumprir a meta do Exército dos EUA de implementar uma capacidade interina de defesa contra mísseis de cruzeiro até 2020, de acordo com o relatório.

Unidade de Porta-Vozes da Força de Defesa de Israel

O documento do Exército americano enviado ao Congresso, afirma que, com base na análise de custos e em resultados recentes de simulação, o sistema Iron Dome era a melhor opção para atender às necessidades e exigências imediatas.

"O sistema Iron Dome oferece o melhor valor para o Exército com base em sua programação, custo por morte, profundidade da revista e capacidade contra ameaças especificadas", destaca o documento do Congresso.

Em 2016, os EUA e Israel assinaram um inédito acordo de ajuda militar de US$ 38 bilhões, que incluiu US$ 5 bilhões destinados ao desenvolvimento de sistemas de defesa antimíssil. O acordo de 10 anos assinado pelo ex-presidente, Barack Obama, entrou em vigor este ano e verá Israel receber US$ 3,3 bilhões por ano em financiamento militar estrangeiro, acima de US$ 3,1 bilhões  e US$ 500.000 em financiamento anual para defesa antimíssil até 2028.

Além do pacote de ajuda de US$ 38 bilhões o Congresso dos EUA, em março de 2018, aprovou um orçamento recorde de US$ 705 milhões para os programas de defesa antimísseis de Israel.


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Jornalista Responsável:
Osias Wurman - MT 14.707
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