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  Edição 375    Diretor / Editor: Osias Wurman Sexta, 19 de setembro de 2014

 

MANCHETES DE ÚLTIMA HORA

 


 

Dois iranianos, em seus 20 anos, um homem e uma mulher, foram presos na capital queniana, Nairobi, no início desta semana quando foram descobertos usando passaportes falsos de Israel e usando os nomes Adi e Avshalom. Esta não é a primeira vez que cidadãos iranianos são presos no exterior com passaportes israelenses. Esses passaportes são muito populares no mundo por causa da relativamente extensa liberdade de movimento que eles conferem aos seus proprietários. A diferença desta vez, no entanto, foi que os dois não tinha a intenção de usar os passaportes para mover-se livremente no mundo ocidental, mas afim de entrar em Israel. Os dois tentaram embarcar em um voo da Brussels Airlines para a Bélgica, e de lá embarcar em um voo para Tel Aviv. Eles foram presos no aeroporto de Nairobi e levados para o escritório de imigração do Quênia, que informou as autoridades israelenses da prisão. A prisão também foi relatada para a Embaixada de Israel no Quênia. Os dois iranianos ainda estavam sendo interrogados e, neste momento, não está claro porque eles tentaram entrar em Israel usando os passaportes falsos: se isso foi uma tentativa de espionar Israel, para executar um ataque terrorista, ou se os dois jovens estavam buscando começar uma nova vida em um país ocidental, e acreditavam que Israel era a sua melhor opção. Uma investigação indicou que os passaportes eram reais e foram roubados no exterior. Ainda não está claro como os dois iranianos adquiriram estes passaportes e como substituíram as fotos originais por suas fotos.



Sobreviventes do naufrágio de imigrantes mais letal dos últimos tempos na Europa descreveram os momentos horripilantes quando traficantes viraram o barco deixando as pessoas se afogando. A União Europeia classificou a atitude de assassinato e prometeu intensificar a luta contra traficantes de pessoas. Depoimentos de testemunhas confirmaram que cerca de 500 pessoas morreram afogadas após o barco afundar em Malta, na quarta-feira, incluindo 100 crianças que tinham vindo fazer a perigosa viagem do Egito para a Itália, segundo a Organização Internacional para as Migrações (OIM)."Depois de baterem em nosso barco, eles esperaram ter certeza de que ele tinha afundado completamente, antes de sair de cena. Eles estavam rindo", disse um sobrevivente à organização com sede em Genebra. De acordo com a agência de refugiados da ONU (UNHCR), mais de 2.500 pessoas se afogaram ou desapareceram ao tentar a travessia em 2014, e em vários incidentes separados sobreviventes falaram de traficantes superlotando barcos frágeis, ou trancando as pessoas abaixo do convés até sufocá-las. "Estes não são acidentes, mas assassinatos. Vamos aumentar e intensificar nossos esforços para combater o tráfico de seres humanos", disse Michele Cercone, porta-voz do comissário europeu dos Assuntos Internos Cecilia Malmstrom. "Com centenas de milhares de pessoas que fogem da guerra e da pobreza em todo o Oriente Médio e África, a prioridade deve ser para proteger suas vidas ao invés de criar uma fortaleza impenetrável", disse ela.



O comando militar filipino disse, nesta sexta-feira, que o grosso das forças de paz filipinas, de mais de 240 soldados, se retiraram duas semanas antes de sua missão para a ONU terminar nas Colinas de Golan, devido à escalada dos combates na região. Os 244 soldados filipinos e o pessoal de apoio vão chegar em Manila em um avião fretado pela ONU, disse o porta-voz militar tenente-coronel Ramon Zagala. Um lote menor, de 85 soldados, chegará de volta no domingo, terminando um papel de manutenção da paz filipino de cinco anos que foi marcado por sequestros pelos rebeldes sírios e ataques. Zagala disse que a retirada já estava planejada há muito tempo, e não está conectada com as diferenças entre as autoridades de segurança filipinas e o comandante da força de paz da ONU sobre o tratamento recente de uma crise de reféns, agora resolvido, envolvendo os filipinos e as tropas de Fiji, em Golan. "As tropas estão sendo repatriados por causa da deterioração da segurança", disse Zagala, acrescentando que a ONU havia aprovado a retirada. "A proteção dos nossos soldados é do interesse nacional". "Eles vão receber uma recepção de heróis", disse Zagala, acrescentando que uma carreata foi planejada, se a tempestade em Manila permitir. Eles "exibiram coragem, bravura e compromisso, em face da ameaça avassaladora."

 


Na próxima semana, a Arena da Barra voltará a se vestir de vermelho e preto. Não há dúvidas de que as cores do Flamengo e a força de sua torcida vão ser predominantes na disputa do Mundial de Clubes, nos dias 26 e 28 de setembro, diante do Maccabi Tel Aviv. No entanto, a comunidade judaica do Rio de Janeiro está preparando uma recepção especial para o clube israelense. Esta é a primeira vez que um time de basquete do país jogará na cidade. A mobilização deve ser grande, uma vez que 30 mil judeus moram na cidade carioca atualmente. “A chance de ver o time por aqui movimentou bastante a comunidade judaica brasileira. Todos querem assistir aos jogos, porque são duas equipes de alto nível técnico e vale o título mundial de clubes. Temos recebido muitos emails de pessoas interessadas em comprar ingressos para os jogos, mas a FIBA (Federação Internacional de Basquetebol) ainda não autorizou o início das vendas, o que deve acontecer nestes próximos dias. Os que gostam de basquete, em particular a comunidade judaica no Rio, estão ligados neste evento. Acredito que muitos irão torcer pela equipe israelense, mas a grande maioria na Arena será de torcedores do Flamengo. A ex-presidente Patrícia Amorim é uma delas. O atual vice-presidente de futebol, Alexandre Wrobel, também é da comunidade. E todos são unânimes – ''Uma vez Flamengo, sempre Flamengo''. Portanto, creio que os torcedores dos outros times vão se sentir mais à vontade na hora de torcer pelo Maccabi Tel Aviv” - disse Cinthia Griner, diretora executiva da Macabi Rio, entidade máxima do esporte na comunidade judaica do Rio de Janeiro.



A Academia Brasileira de Filosofia, pelo presidente João Ricardo Moderno, estará empossando hoje o Ministro Luiz Fux na cadeira 56, cujo Patrono é Alfredo Augusto Becker, com saudação do acadêmico Cândido Mendes.

 




Osias Wurman
Jornalista


Reda Mansour passa a verdadeira imagem de Israel

Em menos de um mês de estada no Brasil, o Embaixador Reda Mansour já realizou um excelente e especial trabalho em prol da imagem do Estado de Israel.

Além de inúmeros contatos com autoridades e personalidades nacionais, Mansour deu entrevista à Folha de São Paulo e ao jornal O Globo.

Mansour tem qualidades que o tornam um excepcional representante do Estado Judeu: é druso, poeta, o primeiro embaixador não judeu nomeado por Israel, e também o mais jovem quando assumiu, há 14 anos, na idade de 35 anos.

Como Phd em História do Oriente Médio pela Universidade de Haifa, Mansour domina os temas ligados aos conflitos de Israel e seus vizinhos, bem como tem demonstrado ser um perito em geopolítica internacional.

Tive o privilégio de apresenta-lo ao vice-presidente das Empresas Globo, João Roberto Marinho, com quem tivemos longa conversa sobre os temas acima citados.

Com Marcelo Calero, presidente da Rio 450, Mansour conheceu detalhes das comemorações dos 450 anos do Rio, que será em 2015, e entusiasmou-se com a possibilidade de Israel participar nas comemorações.


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Um importante diferencial para esclarecer dúvidas e trocar ideias sobre o Estado de Israel foi estabelecido pelo novo embaixador em sua página no Facebook, que já conta com mais de 3.300 curtidas.


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Tradução do hebraico: “Visita ao Consulado Honorário de Israel no Rio com o cônsul Osias Wurman e sua esposa Suzy. Pessoas maravilhosas que fazem um trabalho sagrado por Israel”.

Mas Reda Mansour, poeta, adorou as maravilhas naturais do Rio de Janeiro e, em breve, estará editando um livro em português com uma seleção de suas poesias escritas, originalmente, em hebraico.

E nada melhor, para relaxar em busca de inspiração, do que uma inesquecível visita ao Pão de Açúcar.....


Boa sorte Embaixador Reda Mansour; Hatzlacha; Mabruck !!!

 

 

 

 


A RUA JUDAICA DESEJA
UM FELIZ ANO NOVO JUDAICO DE 5775
QUE SEJA UM ANO DE PAZ PARA TODOS OS POVOS

 

 


40% DOS JUDEUS EUROPEUS ESCONDEM SUA ORIGEM JUDAICA

Cerca de 40% dos judeus da Europa optam por esconder o seu judaísmo e evitar qualquer atividade que possa revelar sua religião, de acordo com dados coletados de mais de 800 comunidades judaicas europeias.
  
Antes do Ano Novo judaico e Grandes Festas, o Centro Rabínico da Europa (RCE), em conjunto com a Associação Judaica Europeia (EJA), decidiu verificar quantos judeus pretendem comparecer as orações de Rosh Hashaná a sinagogas em toda a Europa na próxima semana. Eles também examinaram sua afiliação com instituições da comunidade judaica e seu envolvimento em suas atividades.



A comparação dos resultados com os dados oficiais e as estimativas sobre o número total de judeus na Europa indicam que cerca de meio milhão de judeus vai assistir as orações de Rosh Hashaná deste ano. Enquanto o dobro de judeus é esperado para as orações nas sinagogas em Yom Kippur, 70% dos judeus da Europa optam por não ir à sinagoga durante as Grandes Festas.

Além disso, cerca de 40% dos judeus da Europa optam por não expressar seu judaísmo em suas vidas - nem religiosamente, nem socialmente - e cerca de 75% das crianças judias na Europa não estão matriculadas em escolas judaicas.

Dados recentes de casamentos judaicos na Europa também indicam que há 80% de casamentos mistos entre as comunidades judaicas da Europa, quando comparados com o número total de judeus.

O rabino Menachem Margolin, diretor-geral da EJA e RCE ficou chocado com a extensão dos casamentos mistos, mas acrescentou que não estava surpreso.

"Esta é a razão pela qual o número de judeus em todo o mundo não tem crescido desde o Holocausto, embora 70 anos se passaram", disse. "Para cada judeu que nasceu há um judeu que se assimila".

Dirigindo-se ao fenômeno de negação do judaísmo, o rabino Margolin disse: "Para além daqueles que nem mesmo participam das orações do Yom Kippur e evitam fazer parte de instituições da comunidade, há aqueles que não só não enviam seus filhos para escolas judaicas, mas também os proíbem de fazer amizade e brincar com crianças que estudam nessas escolas, de modo a não serem identificados como judeus."



Segundo o rabino Margolin, a onda de grupos políticos de extrema-direita em todo o continente, a dramática expansão do Islã e a Operação de Borda de Proteção apresentaram desafios maiores do que nunca para os judeus europeus: Mais ataques, mais assédio dos indivíduos, comunidades e instituições, mais manifestações e mais políticos que falam discursos inflamados contra Israel e os judeus.

Ele observou, no entanto, que, como resultado desta nova realidade, há também uma grande comunidade de judeus na Europa, que tem aumentado a sua conexão com o judaísmo. Dados recolhidos pela RCE indicam que os incidentes antissemitas em escolas levaram à transferência de centenas de crianças judias das escolas públicas para escolas judaicas durante o ano passado, e o número de visitantes nas sinagogas aumentou 17% em relação ao mesmo período do ano passado.

Apesar da situação difícil, o rabino Margolin acredita que incentivar a imigração em massa para Israel não é uma boa solução. "Isso vai levar a uma destruição do judaísmo europeu." Disse ele. 

"Temos de lidar com a situação atual por meio do fortalecimento das comunidades, o que irá proporcionar segurança para todos os judeus e lhes permitem 'se expor', sem qualquer medo", concluiu ele, acrescentando que a EJA estava fazendo tudo em seu poder para aumentar a cooperação com a nova liderança da União Europeia, e aumentar o seu compromisso de fortalecer a educação e aplicação da lei contra o antissemitismo nos países da UE.


 

 

 

 

 

 



 
 


ARÁBIA SAUDITA NÃO DÁ VISTO PARA ÁRABES-ISRAELENSES

Embora os países do Golfo podem estar se movendo para mais perto do Ocidente à luz de um equilíbrio de poder na região, são falsos os rumores de que um degelo nas relações saudi-israelis vai aliviar os regulamentos de visto para os muçulmanos israelenses, segundo mostra um relatório baseado no Arab News .

Relatos de que o governo da Arábia Saudita permitiria que os árabes israelenses com passaportes entrassem no seu território, desde que eles fossem emitidos em um consulado no exterior, foram negados por Riyadh.

Muçulmanos israelenses que desejam fazer a peregrinação anual a Meca - um dever religioso para a prática de muçulmanos e o maior encontro de muçulmanos no mundo - terão que continuar pedindo passaportes temporários na Jordânia, já que a Arábia Saudita não reconhece Israel.

5.000 árabes-israelenses realizam a viagem todos os anos, de acordo com o diário de Israel, Haaretz.

O governo da Jordânia confirmou que este ano vai emitir passaportes temporários com validade de um mês.

Até os anos 1970, os muçulmanos israelenses tiveram que viajar a Meca por um terceiro país, como Chipre.

Além da situação de visto, os muçulmanos israelenses planejam participar do Hajj e precisarão voar para a cidade vizinha de Jeddah na Arábia, ao invés de fazer a longa jornada através da Jordânia de ônibus, informou o diário israelense Haaretz.

O grupo inicial de 766 passageiros estará viajando em voos charter organizados pela israelense Milad Aviação, no final de setembro, usando um avião da Royal Jordanian Airlines e sua subsidiária Royal Wings.

"Os contatos com as autoridades jordanianas e israelenses duraram cerca de três anos, a fim de organizar as viagens para crentes de Israel para a Arábia Saudita, pela primeira vez", disse Ibrahim Milad, o proprietário e CEO da Milad Aviação. "Durante este período, visitei a Jordânia cerca de 100 vezes para obter todas as aprovações necessárias."

A peregrinação ocorre de 8 a 12 de Dhu al-Hijjah, o 12 º mês e o último do calendário islâmico. Porque o calendário islâmico é um calendário lunar, 11 dias mais curto do que o calendário gregoriano utilizado no mundo ocidental, a data gregoriana do Hajj muda de ano para ano.

 

 

 

 

 



CRISTÃOS ARAMAICOS SÃO RECONHECIDOS EM ISRAEL


Os cristãos aramaicos no Estado de Israel, e que têm grande alcance e significado na história do Estado de Israel e do Oriente Médio, receberam um emocionante reconhecimento.  

A nacionalidade aramaica é uma nacionalidade local do Oriente Médio e já existe há mais de 3000 anos. Hoje, minoritários sírios vivem em um número de países da região, a maioria dos quais são cristãos orientais. É importante salientar que a língua aramaica é o idioma de Jesus Cristo e os sírios que vivem em Israel hoje são descendentes diretos dos povos da região, que viviam em Israel na época como aramaico e se tornaram cristãos em um período posterior.

Como mencionado, uma resolução do governo de Israel em relação à implementação da nacionalidade "aramaico-cristã" no Registro Civil foi aprovada, e o Ministro do Interior Gideon Saar assinou a nova lei. Ao fazer isto, uma injustiça histórica que equivocadamente definiu os cidadãos de Israel, de origem oriental-cristã, como "cristãos árabes", apesar de que, além de seu idioma do dia a dia, eles não têm qualquer conexão com nacionalidade árabe que seja, e agora foi retificado. O significado da nova situação é amplo, mas é pequeno em comparação com a importância regional e histórica. Esta é a primeira vez que um país do Oriente Médio reconhece a minoria aramaico-cristã como uma nacionalidade legítima e age para preservá-la, ensinar a sua língua e costumes, e integrá-la na sociedade. Ao contrário do que os países da região, onde os cristãos estão sendo abatidos de forma sistemática, as igrejas estão sendo destruídas, e as pessoas são forçadas a esconder suas identidades como cristãos; em cada década, o mundo se move para a frente e os países árabes se movem uma década para trás; Israel deu um grande passo para a frente e optou por preservar esta identidade, como parte do patrimônio dos grupos que compõem a sua religião\etnia. Este é um momento de alegria para o grupo aramaico, para o Estado de Israel, e para as minorias no Oriente Médio.

 

 
 



Por Daniela Kresch
Jornalista
direto de Israel

CALMA NO SUL, PROBLEMAS NO NORTE

TEL AVIV – A poeira ainda não assentou no Sul do país com o fim – pelo menos temporário – do conflito com o Hamas, e os olhos se voltam para o Norte. É assim em Israel: não há realmente um momento de calmaria. Se as coisas esfriam num lado, esquentam no outro (mesmo que, no Sul, haja medo de que as coisas fervilhem novamente em breve). Nos últimos dias, a guerra civil na Síria está transbordando mais e mais em Israel. As tropas do presidente Bashar al-Assad e os rebeldes anti-Bashar al-Assad, principalmente da Frente Al-Nusra, estão se enfrentando diariamente em Kuneitra, bem ao lado da fronteira com Israel nas Colinas do Golã. Bombas estão caindo quase diariamente, também, do lado israelense da fronteira, uma caiu dentro de uma vinícola e feriu uma pessoa. Dá para ver a guerra de binóculos.


 


Agora, o maior temor é o de que, se os rebeldes conquistarem a fronteira, vão abrir caminho para os militantes do Estado Islâmico – que não escondem que esse “Estado”, esse califado que insistem em ter criado, inclui também parte do Líbano e da antiga Palestina. Os israelenses estão muito nervosos com esta possibilidade. Imagina que, depois de declarar guerra a sírios, iraquianos, americanos e britânicos, o EI decida partir para cima de Israel? Afinal, se os yazidis são “infiéis” para eles, imagina os judeus... Quantas cabeças eles cortariam por aqui?

Os drusos sírios que moram no lado israelense das Colinas do Golã também estão em polvorosa. Eles sempre apoiaram Assad por terem certeza que, algum dia, o Golã voltaria à Síria (Israel conquistou, ou ocupou, dependendo da semântica, em 1967). E se os rebeldes cruzarem a fronteira, podem se vingar desses drusos que moram há 47 anos dentro de Israel. Nada simpático.

Na verdade, esse temor quanto ao Estado Islâmico, ou ISIS, parece um tanto exagerado. Afinal, são apenas alguns milhares de terroristas que estão aproveitando o vácuo de poder do Norte do Iraque para amedrontar o mundo. Lidar com eles não seria um problema para um exército como o de Israel. A questão, no entanto, não é o ISIS. É a ideologia do ISIS. Mesmo acabando com os terroristas que agora cortam cabeças em vídeos “hollywoodianos”, os ideais desses terroristas continuarão. Aliás, eles já existiam, claro, e agora ganharam uma espécie de estampa com nome.

Por aqui, não há especialista em Oriente Médio que acredite que ataques aéreos americanos são suficientes para acabar com os terroristas do Estado Islâmico. É preciso, segundo eles, começar de baixo, da terra, dos cidadãos, das mesquitas da região (e da Europa), onde clérigos radicais fazem a cabeça de jovens inocentes contra o Ocidente, contra os Estados Unidos, contra os europeus, os cristãos, os budistas, os judeus. Tudo começa e termina com educação, com mudança de cabeça entre os muçulmanos, com dar força aos mais moderados, os amantes da paz e da civilidade.


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EMBAIXADOR REDA MANSOUR EM AÇÃO

O novo Embaixador de Israel no Brasil, Reda Mansour, tem revolucionado o contato com a comunidade judaico-brasileira através de visitas e nas redes sociais.

Na semana passada, Mansour foi ao Kabalat Shabat na Sinagoga da ARI, onde foi homenageado.



Na foto, Mansour com Ricardo Gorodovits presidente da ARI.


O jantar de Shabat foi na residência de Débora e Sergio Niskier, onde o anfitrião foi ao fogão e serviu um Tcholent à moda polonesa.




E a página do Facebook de Reda Mansour não para de crescer no número de seguidores.

Entre você também no Face do Embaixador e troque ideias com este brilhante representante de Israel no Brasil.


CLIQUE EM:  https://www.facebook.com/pages/Reda-Mansour-
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D7%95%D7%A8/1477230959199539?ref=hl

 

 
 

ONU QUER AP GOVERNANDO EM GAZA

Um relatório da ONU divulgado esta semana pediu ao governo da união palestina para tomar o controle da Faixa de Gaza, a fim de evitar um novo conflito com Israel.

"Nem o fechamento de Israel, nem o contrabando militante de armas ou material para túneis, nem a divisão continuada dos palestinos pode oferecer nada além de preparar o palco para outro conflito, até mesmo a guerra mais catastrófica", citou o relatório emitido pelo coordenador especial da ONU para o Processo de Paz no Médio Oriente ao Comitê Ad Hoc Liaison (AHLC).

O novo relatório será discutido durante uma reunião do AHLC a ser recebido pelo secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon em uma reunião em Nova York em 22 de setembro.



"A reconstrução, recuperação, governança e segurança na Faixa de Gaza deve ocorrer no contexto do retorno de uma legítima autoridade palestina na Faixa", continua o relatório.

O relatório observou que a formação de um governo de unidade palestina do presidente Mahmoud Abbas foi "bem recebido pela comunidade internacional."

"A ONU sublinhou a necessidade de avançar em direção à unidade palestina em conformidade com as resoluções existentes, no âmbito dos compromissos da OLP e as posições do Quarteto e da Iniciativa de Paz Árabe."

Com relação à questão da rede de túneis subterrâneos do Hamas, o relatório disse que os materiais de construção (incluindo cimento) utilizados para projetos da ONU não foram redirecionados para grupos islâmicos.

No entanto, acrescentou, "o esforço e recursos destinados pelo Hamas para construir esta rede, a fim de lançar ataques contra Israel, é inaceitável."

O conflito de 50 dias entre Israel e as facções islâmicas em Gaza terminou em 26 de agosto, com a declaração de um cessar-fogo de longo prazo.

Mais de 2.100 palestinos morreram na guerra, e até 69 por cento deles eram civis segundo dados da ONU. Israel negou a quantidade de vítimas civis listadas pela ONU e fontes de saúde de Gaza, alegando que cerca de 1.000 terroristas foram mortos.

Do lado israelense houve 72 vítimas, incluindo 66 soldados e seis civis.


 

 
 

ACHADO MONUMENTO MAIS ANTIGO DO QUE AS PIRÂMIDES


Um monumento de pedra enorme em forma de meia-lua que se acredita antecedem as Pirâmides e Stonehenge foi identificado perto do Mar da Galiléia, no norte de Israel.

As escavações em torno da estrutura de 150 metros de comprimento, sete metros de altura, indica as datas do monumento entre 3050 aC e 2650 aC, ou seja, cerca de 5.000 anos atrás, de acordo com um relatório sobre a Ciência Viva no seu site.

Os arqueólogos pensavam anteriormente que a estrutura era parte de um muro da cidade, mas um trabalho recente de Ido Wachtel, um estudante de doutorado na Universidade Hebraica de Jerusalém, indica que não havia cidade lá e sim muito longe da cidade mais próxima para ter sido uma fortificação.



"A interpretação proposta para o site é que ele constituiu um marco importante na sua paisagem natural, servindo para marcar a posse e afirmar sua autoridade e os direitos sobre os recursos naturais por uma população rural ou pastoral local," escreveu Wachtel no resumo de uma apresentação feita recentemente, no Congresso Internacional sobre a arqueologia do antigo Oriente Próximo.

A forma crescente da estrutura se destacava na paisagem, Wachtel disse ao Ciência Viva. A forma pode ter tido uma importância simbólica, como o crescente lunar é um símbolo de um antigo deus da lua Mesopotâmia chamado Sin, disse Wachtel.

Uma cidade antiga chamada Bet Yerah (hebraico "Casa da Lua") está localizada a apenas um dia de caminhada do monumento em forma de lua crescente, Wachtel observou. Como tal, o monumento pode ter ajudado a marcar as fronteiras da cidade.


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A cidade tinha um plano de rede e sistema de fortificação, de acordo com um estudo detalhado em 2012, no Journal of Near Eastern Arqueologia. Seus habitantes negociavam com os primeiros reis do Egito vários artefatos, incluindo um jarro com uma inscrição hieroglífica.

Outras estruturas rochosas grandes foram encontradas nas proximidades. Uma delas, chamada Rujum el-hiri, está nas Colinas de Golan (uma área ao leste do Mar da Galiléia). Uma pesquisa recente feita por Mike Freikman, também um arqueólogo da Universidade Hebraica, sugere que ela pode ser anterior a estrutura em forma de lua crescente por vários séculos.

Outro monumento de pedra, um marco gigante que pesa mais de 60.000 toneladas, foi descoberto recentemente sob as águas do Mar da Galiléia. Sua data é desconhecida, mas como a estrutura em forma de lua crescente, está localizado perto de Bet yerah.

 

 
 

 

INCENDIO CRIMINOSO EM SINAGOGA DA BÉLGICA      

Um incêndio que começou na terça de manhã em uma sinagoga em Bruxelas foi criminosos, de acordo com o jornal belga La Derniere Heure .

Uma ou mais pessoas entraram supostamente na sinagoga, que está localizada em um bairro predominantemente muçulmano no sudoeste de Bruxelas, e provocaram vários incêndios.

Três pessoas presentes no momento - uma mulher e duas crianças - sofreram por inalação de fumaça antes da chegada dos bombeiros.



De acordo com o relatório, a sinagoga está localizada no Anderlecht em um bairro que já teve uma população judaica considerável.

Yehuda Guttmann, presidente da comunidade judaica na região, disse que não acredita que o incidente foi um ato antissemita, já que nenhum dos livros sagrados do edifício foi mexido.

"Aqui nós vivemos em paz com todos", disse ele.

A polícia e equipes forenses estão conduzindo uma investigação sobre o que causou o incêndio.



O incidente perturbador vem, assim como o do Museu Judaico, em Bruxelas, que foi reaberto no domingo sob forte esquema de segurança, como uma mensagem de desafio contra os "brutos" depois que um atirador matou a tiros quatro pessoas lá em maio.

"Não devemos deixá-los impune", disse o secretário-geral do museu Norbert Cige a repórteres quando perguntado que mensagem a reabertura do Museu nos passa.

"Continuamos nosso trabalho educacional. Neste mundo de brutos, é necessário", disse Cige.

Ao contrário de sinagogas e outros sites da comunidade judaica em Bruxelas, o museu não tinha precauções especiais de segurança antes do ataque de 24 de maio.

Mas, no domingo, dois policiais guardavam a entrada, um detector de metal foi colocado e os visitantes foram revistados, disseram autoridades.

 

 

 
 


 

 



 

CELEBRIDADES DE HOLLYWOOD PUBLICAM ANUNCIO PROISRAEL NO NEW YORK TIME


Há um pouco menos de um mês, 187 membros de Hollywood, incluindo atores como Arnold Schwarzenegger, Sylvester Stallone, Mayim Bialik, Minnie Driver, Kelsey Grammer, Seth Rogen, Roseanne Barr, e Sarah Silverman, assinaram uma carta condenando as "ideologias de ódio e genocídio que se refletem na Carta do Hamas."

A carta, por sua vez, foi transformada em um anúncio publicado no New York Times, com assinaturas de 300 membros da elite de Hollywood.

Nela, eles colocam a culpa pela "perda devastadora da vida" durante a recente guerra entre o Hamas e Israel, diretamente sobre o Hamas.

Além de atores notáveis, diretores, escritores e outros membros da comunidade criativa para a Paz, também assinaram os seus nomes na declaração.

"Não pode ser permitido que o Hamas lance foguetes contra cidades israelenses, nem pode ser autorizado que faça o seu próprio povo como refém", diz o comunicado. "Os hospitais são para a cura, não para esconder armas. As escolas são para aprender, não para lançar mísseis. As crianças são a nossa esperança, não nossos escudos humanos".

A declaração continua a expressar a necessidade de uma solução pacífica.

"Nós nos unimos em apoio aos valores democráticos que todos nós apreciamos e na esperança de que a cura e o poder transformador das artes possam ser usados para construir pontes de paz."

Comunidade criativa para a Paz foi criada para defender contra tais boicotes culturais, acadêmicos e outros de Israel, um movimento que, de alguma forma, continua a ganhar impulso.

 

 
 


HUGO LEAL FAZ PRONUNCIAMENTO EM DEFESA DE ISRAEL NO CONGRESSO




http://www.camara.gov.br/internet/sitaqweb/
TextoHTML.asp?etapa=5&nuSessao=218.4.54.O &nuQuarto=94&nu
Orador= 2&nuInsercao=0&dtHorarioQuarto=12:06&sgFaseSessao=BC &Data=03/09/2014&txApelido=HUGO LEAL, PROS-RJ&txFaseSessao=Breves Comunicações &
txTipoSessao=Deliberativa Extraordinária - CD &dtHoraQuarto=12:06&txEtapa=

 

 

 
 

 


 

 
 


CONFARAD FOI RENOVADO SUCESSO DE PÚBLICO E CONTEÚDO

Neste décimo ano de realização, o CONFARAD, presidido por Samuel Benoliel, aconteceu nos salões do CIB com grande presença de público.

Um dos oradores de honra foi o Embaixador de Israel Reda Mansour.









 

 
 


KKL Brasil realizará Jantar de Gala Anual


Ativista comunitário Ovadia Horn será homenageado durante o evento

O KKL Brasil realizará, no dia 10 de novembro de 2014, no Buffet França, seu Jantar de Gala Anual com apresentação inédita do cantor Enrico Macias.

Cantor, compositor e guitarrista, Enrico Macias, nasceu em Constantine na Argélia, em uma tradicional família judia. Em 1961, por conta da Guerra da Independência da Argélia, a situação dos judeus residentes no país tornava-se insustentável. Enrico Macias decide abandonar a sua terra natal, com sua esposa, seguindo exílio na França. Em 1963 iniciou a sua carreira profissional e tornou-se conhecido e aclamado, por mais de cinco décadas, levando suas melodias para todos os cantos do mundo.



Apresentou-se várias vezes no Olympia de Paris, turnês pelos Estados Unidos, Canadá, Japão, Coréia do Sul, Europa e países do Oriente Médio, como Israel, onde se apresenta constantemente. Em 1978, o então presidente do Egito, Anuar El Sadat, convidou Enrico Macias para se apresentar no Cairo, aos pés das Pirâmides, num evento pela Paz . Em 1977 foi nomeado Embaixador para a Paz e Defesa da Criança, pelo então chefe da ONU, Kofi Annan e em 1980 foi designado o Cantor da Paz pelo secretário-geral da ONU, Kurt Waldheim. Em fevereiro deste ano, Macias anunciou que vai pedir a cidadania israelense e se estabelecer definitivamente em Israel, por conta do antissemitismo crescente na França e pelo seu amor ao país.

Na mesma ocasião, o KKl-Brasil, homenageará o ativista comunitário Ovadia Horn, seguindo a  tradição de evidenciar em seus eventos personalidades que tenham contribuído de forma exemplar e prolífera com a comunidade judaica.

Ovadia Horn nasceu em Alepo, na Síria e em maio de 1955 imigrou com a família para o Brasil. Nos últimos 30 anos tem se dedicado ao fortalecimento da comunidade judaica de São Paulo. Foi presidente do KKl-Brasil; vice-presidente do Fundo Comunitário e da Associação Amigos do Museu Judaico de São Paulo e autor de livros sobre cultura, religião e sionismo. Essencialmente preocupado com problemas assistenciais e educacionais, foi e é ativo colaborador de diversas entidades judaicas. Em 1980 Ovadia  Horn tornou-se Cidadão Paulistano.

Garanta o seu convite e faça parte desse momento de solidariedade com o Estado de Israel. Informações e reservas: (11) 3081.0694 ­ contato@kkl.org.br.

 

 

 


 

 

O LIVRO DE ORAÇÕES MAIS ANTIGO DO MUNDO

Se você estiver pensando em fazer maravilhas nas Grandes Festas deste ano, porque não usar um siddur que tem um significado mais histórico do que qualquer coisa que você já viu antes? Ele certamente irá envolver sua família e amigos, e reconectá-los à sua herança judaica.

Infelizmente, você não poderá realmente levar para casa esse siddur com você, mas você pode vê-lo, apenas por um curto período, no Museu Terras Bíblicas em Jerusalém.

World's Oldest Siddur En Route to the Holy Land

Conforme relatado pelo jornal Yedioth Ahronoth, um siddur de 1.200 anos de idade, que inclui uma Hagadá de Pessach, orações de Shabat, hinos litúrgicos e outras orações judaicas, está passando por Israel.

O siddur é considerado o mais antigo livro da liturgia judaica na existência, que remonta a 840 dC, um texto de 50 páginas escrito em hebraico arcaico em um pergaminho. Arqueólogos localizaram o livro de volta ao período Geonic na Babilônia, e está sobre "empréstimo" da Coleção Verde, uma vasta seleção de artefatos bíblicos de propriedade dos fundadores da Hobby Lobby.

"Estamos muito animados com a chegada do texto da oração para o museu", disse Amanda Weiss, diretora do Museu Terras Bíblicas. "Este é um verdadeiro tesouro para o povo judeu, a prova da vida comunitária e cultural há 1.200 anos, e estamos honrados em poder exibi-lo."

O antigo texto será exibido em uma exposição chamada "O Livro dos Livros", que contará com mais de 200 textos com o objetivo de apresentar o culminar de textos judaico-cristãos ao longo da história ocidental. Outros documentos em exposição irão incluir a tradução mais antiga grega da Bíblia, escrituras mais antigas do Novo Testamento, e outros manuscritos.

A exposição também vai contar com uma reprodução do trabalho de uma máquina de impressão da era Gutenberg.

 

 


 


CRIMINOSO NAZISTA PROCESSADO AOS 93 ANOS


Um homem de 93 anos foi acusado de 300 mil crimes de cumplicidade e assassinato por servir como guarda da SS no campo de extermínio de Auschwitz, disseram os promotores.

Oskar Groening é acusado de ajudar a operar o campo de extermínio na Polônia ocupada, entre maio e junho de 1944, quando cerca de 425.000 judeus da Hungria foram levados para lá e, pelo menos, 300 mil quase imediatamente gaseados até à morte.

Em seu trabalho de lidar com os pertences roubados de vítimas dos campos, disseram os promotores, entre outras coisas, ele foi acusado de ajudar coletar e contabilizar o dinheiro que foi encontrado.

"Ele ajudou o regime nazista a se beneficiar economicamente, e apoiou os assassinatos sistemáticos", disseram os promotores estaduais na cidade de Hannover, em um comunicado.

O advogado de Groening, Hans Holtermann, não quis comentar as acusações.


O próprio Groening falou abertamente sobre seu tempo como um guarda e disse que enquanto ele testemunhou as atrocidades horríveis, não cometeu nenhum crime próprio.

Em 2005, ele disse à revista Der Spiegel, que lembrou de um incidente, quando ouviu um bebê chorando. "Eu vi um outro soldado da SS pegar o bebê pelas pernas ...", disse ele. "Ele esmagou a cabeça do bebê contra o lado do ferro de um caminhão até que ele ficou em silêncio."

Groening, que vive na região de Hannover, é um dos cerca de 30 ex-guardas de Auschwitz que investigadores federais entregaram no ano passado aos procuradores do estado para indiciar sob um novo precedente no direito alemão.

Groening é o quarto caso investigado pela Hannover - dois foram arquivados porque os suspeitos foram considerados inaptos para o julgamento, e um deles foi fechado quando o suspeito morreu.

Holtermann disse, no entanto, que seu cliente está bem de saúde.

Thomas Walther, que representa 20 vítimas de Auschwitz e suas famílias como co-demandantes no processo contra Groening, conforme permitido pela lei alemã, disse que é a última chance "para trazer justiça a um dos homens da SS que teve participação no assassinato de seus parentes mais próximos."

"Muitos dos co-autores estão entre os últimos sobreviventes de Auschwitz", disse ele à Associated Press.

 

 
 



 

 
 


Papa recebe líderes judeus e mostra preocupação com perseguição aos cristãos no Oriente Médio

O papa Francisco recebeu no dia 17 de setembro, em Roma, um grupo de 40 líderes da comunidade judaica mundial – incluindo o presidente da Conib, Claudio Lottenberg - e desejou aos judeus de todo o mundo Shaná Tová, um feliz Ano Novo – que se inicia ao por do sol de 24 de setembro.

No encontro, Francisco falou sobre sua preocupação com os conflitos no Oriente Médio: "Os cristãos estão sendo perseguidos, discriminados, expulsos. Em outras épocas, aconteceu com judeus; agora, é conosco", disse.

"Estamos vivendo a Terceira Guerra Mundial, não de uma vez, mas por partes. O perigo é para toda a humanidade. A oração deve ser global", acrescentou o papa.

Francisco também expressou seu desejo de visitar os milhares de refugiados na Jordânia, inclusive cristãos, que fugiram da violência sectária.

"Antes, os judeus sofreram ataques selvagens, e o mundo silenciou. Agora, são os cristãos que estão sendo destruídos e mais uma vez o mundo pouco diz. Por que o mundo não reage?”, perguntou Ronald Lauder, presidente do Congresso Judaico Mundial. Ele afirmou que Israel é o único país seguro para os cristãos no Oriente Médio.

O CJM e o papa concordam em condenar os “ataques selvagens” contra os cristãos no Oriente Médio e em outras regiões do mundo.

"Este encontro aprofundará as relações entre judeus e católicos", disse Jack Terpins, presidente do Congresso Judaico Latino-Americano (CJL). Ele agradeceu ao papa os "esforços para aproximar israelenses e palestinos" e expressou preocupação com o futuro dos cristãos no Oriente Médio.



Também participaram do encontro Chella Safra, tesoureira do CJM;  Claudio Epelman, diretor executivo do CJL e responsável, no Congresso Judaico Mundial, pelo diálogo com o Vaticano;  o rabino Michel Schlesinger, da CIP, representante da Conib para o diálogo inter-religioso, e lideranças das comunidades judaicas de diversos países.

Francisco enviou, há poucos dias, carta ao rabino argentino Abraham Skorka, em que deseja aos judeus que "o Senhor acolha suas orações incentivando os corações de todos para que possamos construir em conjunto uma realidade em que a justiça, a bondade, a misericórdia e o amor se manifestem em toda a sua glória no seio humano".

O papa foi presenteado com um bolo de mel, que os judeus costumam comer em Rosh Hashaná, para que o novo ano seja doce.

 

 

 
 


DESTAQUES SOCIAIS E EVENTOS

 

 


 


 


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Jornalista Responsável:
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Colaboradores Internacionais: Jerusalém - Daniela Kresch, Budapeste - Judith Klein, Miami - Fernando Bisker, Miami - Nelson Menda
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