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  Edição 383    Diretor / Editor: Osias Wurman Segunda, 24 de novembro de 2014

 


MANCHETES DE ÚLTIMA HORA


 


O presidente do maior grupo cristão sionista nos Estados Unidos, John Hagee, disse a um grande grupo de judeus americanos que o presidente Barack Obama é antissemita, ao falar em um evento, na noite de domingo. O presidente dos Cristãos Unidos por Israel (CUFI), estava recebendo um prêmio da Organização Sionista da América, quando ele fez os comentários. Durante seu discurso, Hagee referiu-se a Obama como "um dos presidentes mais antissemitas na história dos Estados Unidos da América ", devido à sua falta de apoio para a Terra Santa em sua agenda de política externa. Hagee também zombou de Obama por ter anteriormente chamado as relações EUA-Israel inquebrável, afirmando que: "Ele sabe que é inquebrável, porque ele está tentando quebrá-las nos últimos cinco anos. " O senador Ted Cruz, um crítico de longa data da política dos EUA em relação a Israel , e um provável presidenciável em 2016, destacou o perigo das armas nucleares como uma ameaça para Israel . O senador norte-americano solicitou à administração Obama a levantar-se para o programa nuclear iraniano, afirmando que sob nenhuma circunstância deve ser permitido ao Irã adquirir armas nucleares. "As ameaças à Israel agora nunca foram tão grandes, e agora é um momento em que não precisamos de líderes que simplesmente falam palavras vazias de apoio a Israel ", disse Cruz. "Precisamos de líderes que irão resistir e agir. Agora, mais do que nunca, é um momento de fortalecer a aliança inabalável e a amizade que a América tem com a nação de Israel. "

 


Um árabe-israelense, de 22 anos, voltava da Síria onde lutou com o grupo Estado Islâmico, quando foi preso no aeroporto David Ben Gurion, no mês passado, fato só liberado para divulgação no domingo passado(23/11). Um tribunal distrital de Nazareth acusou Hamza Magamzeh de ter contato com um agente estrangeiro, e da participação em um grupo de terror e conspiração para um crime. Segundo um comunicado do porta-voz da polícia, Hamza Magamzeh, um nativo de Yafia, na Galiléia, admitiu que ele viajou para a Síria através da Turquia com três amigos, no início de outubro. Depois de apenas 10 dias no teatro de guerra sírio, Magamzeh decidiu voltar para a sua família e viajou de volta para a Turquia, onde embarcou num vôo para Israel. Seus três amigos, aparentemente, permaneceram com o Estado islâmico. Ele é um de algumas dezenas de árabes israelenses que viajaram para a Síria para se tornar jihadistas. "O fenômeno de árabes israelenses viajando para a Síria representa um grande perigo para Israel", disse o Shin Bet, a agência de inteligência interna de Israel em um comunicado emitido no domingo.



O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu advertiu em uma entrevista, no domingo, que um reconhecimento francês de um Estado palestino seria "irresponsável", antecipando-se a uma votação sobre a questão que acontecerá em 2 de dezembro. "É claro que eu estou preocupado com isto [a votação sobre o reconhecimento do Estado palestino no parlamento francês], porque o que eles estão votando é a Palestina sem paz", disse ele. "Isto é o que os palestinos querem. Eles querem ter um Estado. Não é o fim da guerra com Israel, mas para continuar a guerra de fronteiras melhoradas. Isso é tudo o que eles estão dizendo. Olhe para o que aconteceu. Toda vez que demos território aos palestinos, por exemplo, em Gaza, o Irã entrou com seus proxies palestinos, disparou milhares de foguetes em nossas cidades. Alguém em Paris falou sobre isto?", cobrou  Netanyahu um pouco enfurecido. "Isto é o que eles têm que fazer agora (a aprovação para os palestinos), quando o mundo está explodindo? Quando incêndios islâmicos estão varrendo todo o Oriente Médio? Quando todo lugar que se desocupar torna-se um bastião de militantes islâmicos e para o Irã? Isto é o que vai produzir a paz? Para pedir a Israel para colocar os subúrbios de Jerusalém e Tel Aviv nas mãos de militantes islâmicos? " A votação, Netanyahu disse, não fará nada para promover a paz e de fato vai endurecer a posição palestina sinalizando que nada tem que ser dado em troca.

 


A organização terrorista xiita libanêsa Hezbollah adquiriu novos mísseis avançados do Irã, que são capazes de atacar a usina nuclear de Dimona, no Neguev, segundo diz um relatório da agencia Fars iraniana. O relatório observa que o Hezbollah tem recebido mísseis Fateh com um alcance de 350 km e pode transportar uma carga em seu nariz de até meia tonelada de explosivos. "Dado o âmbito da organização possuir mísseis, o Hezbollah pode atacar qualquer ponto de Israel, do sul ao norte ", disse Majd Seyed Mousavi, do Corpo de Guarda Revolucionária do Irã. Especialistas acreditam que a introdução dos mísseis Fateh-110 poderia mudar as regras do jogo, porque eles têm uma precisão cinco vezes maior do que os mísseis Scud - que o Hezbollah lançou no passado contra Israel, e porque envolvem uma ameaça à infra-estrutura e instalações militares de Israel. De acordo com algumas estimativas, o Hezbollah tem um arsenal dez vezes mais poderoso do que o Hamas. Recentemente, o Exército libanês assinou um acordo para fornecimento de armas no valor de um bilhão de dólares com a França. Jerusalém teme que o Hezbollah seja beneficiado com a venda de equipamento militar porque, no passado, viu a transferência de armas e inteligência para o grupo terrorista libanês.





Osias Wurman
Jornalista


O ESTADO JUDEU

“Como as pessoas que apoiam o conceito de dois estados para dois povos podem se opor a uma lei que designa Israel como a pátria judaica”, perguntou o primeiro-ministro Binyamin Netanyahu na abertura da reunião do gabinete de ontem, domingo, onde ele trouxe sua versão do projeto de lei "Estado Judeu” que será enviado ao Knesset para votação. 

"As pessoas perguntam quem precisa este projeto de lei; passamos 66 anos sem ele ", disse Netanyahu. "E eu pergunto, quem precisa a lei básica: Dignidade Humana e Liberdade, conseguimos 45 anos sem ela”.

Precisamos de ambos ", disse ele. "Israel é um Estado judeu democrático. Há aqueles que querem que a democracia tenha precedência sobre o judaísmo, e aqueles que querem o judaísmo tendo precedência sobre a democracia. Na lei que estou trazendo, ambos os princípios são iguais e devem merecer igual consideração”.


Netanyahu disse que Israel é o lar nacional do povo judeu, onde há igualdade de direitos para todos os cidadãos. "Mas existem direitos nacionais apenas para o povo judeu; uma bandeira, o hino, o direito de todos os judeus a emigrar para Israel, e outros símbolos nacionais ", disse ele. 

O primeiro-ministro disse que esta lei era necessária neste momento, porque muitas pessoas estão desafiando a ideia de que Israel é o lar nacional do povo judeu. "Os palestinos se recusam a reconhecer isso, e há também a oposição de dentro - há aqueles que querem estabelecer autonomia na Galileia e no Neguev, e que negam os nossos direitos nacionais", disse ele. "Eu também não entendo aqueles que defendem a solução de dois Estados para dois povos mas, ao mesmo tempo, se opõem a estabelecer isto em lei. Eles são rápidos em reconhecer um lar nacional palestino, mas veementemente se opõem a um lar nacional judaico”.



O ódio a sangue frio que levou dois árabes-israelenses a praticarem um bestial massacre numa yeshiva é prova de que muitos não aceitam os judeus, nem o Estado Judeu.

O Conselho de Ministros aprovou as diretrizes do primeiro-ministro, por 14 votos a 7 e uma abstenção, assim como as versões Elkin e Levin-Shaked-Ilatov, que irá para uma votação preliminar no Knesset, na próxima quarta-feira. Em seguida, os projetos de lei irão para um comitê do Knesset, onde serão combinados de acordo com o projeto de Netanyahu. 

O primeiro-ministro descreveu sua iteração do projeto de lei como não "amolecido" e postulou que ele não mudou uma palavra, em comparação com duas iniciativas independentes apresentadas pelo presidente da coalizão Ze'ev Elkin (Likud) e pelo MKs Yariv Levin (Likud), Ayelet Shaked (Bayit Yehudi) e Robert Ilatov (Yisrael Beytenu). 

A versão de Netanyahu da legislação é muito semelhante às iniciativas de Elkin e Levin-Shaked-Ilatov, na medida em que eles se concentram em Israel como o local de autodeterminação para o povo judeu, mas evita alguns dos artigos mais polêmicos das duas propostas, tais como o status de construção na Cisjordânia. 

O projeto de lei Netanyahu, assim como o apresentado por Elkin, afirma que os lugares sagrados devem ser protegidos de "qualquer coisa que possa prejudicar a liberdade de acesso pelas religiões para os lugares que são sagrados para eles ou para os seus sentimentos em relação a esses lugares”. Isso pode fundamentar afirmações de que os judeus deveriam ser autorizados a rezar no Monte do Templo.

 


Maria e Zeev Elkin com Suzana e Osias Wurman em sua residência em Kfar Eldad, nas colinas de Judah. Elkin foi vice-chanceler de Israel e atualmente é o líder da coalisão governamental e presidente da Comissão de Segurança Nacional e Relações Exteriores do Knesset.


Assim como as versões Elkin e Levin- Shaked-Ilatov propõem, a proposta do primeiro-ministro reforça o "Hatikva" como o hino nacional, os símbolos do Estado, o uso do calendário hebraico e a Lei do Retorno. 

No próximo dia 29 de novembro, a Resolução 181 da ONU – Partilha da Palestina – estará comemorando 67 anos de existência.

Na sessão presidida pelo brasileiro Osvaldo Aranha, a Partilha da Palestina foi aprovada na Assembléia Geral da ONU por 33 votos a 10 e, no texto original da resolução, foram mencionadas 29 vezes o Estado Judeu.

Mas os países árabes, e em especial os palestinos, nunca aceitaram o caráter judaico de Israel.

Triste é ver a liderança da União Europeia tentando obrigar seus membros a aprovarem unilateralmente a criação do Estado Palestino, sem que estes concomitantemente aceitem a existência do Estado Judeu. Uma comovente exceção à regra foi registrada, na semana que passou, quando a chanceler alemã Angela Merkel rechaçou a ideia do bloco e declarou que não apoiará o Estado palestino de forma unilateral.

O Estado Judeu é a reconstrução, após 3000 anos, da original nação judaica dos idos do Rei David e que teve Jerusalém como a capital de seu reinado.


 

 
 

GUGA CHACRA ESTRÉIA NA RUA JUDAICA

O jovem e talentoso jornalista brasileiro Guga Chacra, de origem árabe-libanesa, inicia nesta edição uma parceria com a Rua Judaica, escrevendo diretamente de Nova Iorque, e trazendo uma visão diferenciada e preciosa sobre o Oriente Médio, o mundo árabe-judaico e curiosidades americanas de interesse dos nossos leitores.



Suzana Wurman, Guga Chacra, Osias Wurman e embaixador Reda Mansour no recente debate promovido pelo Hillel Rio e Rua Judaica.

 

 
 


Aliança Qatar-Arábia Saudita isolará o Hamas

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Guga Chacra – De Nova Iorque para a Rua Judaica

O restabelecimento nas relações do Qatar com a Arábia Saudita e os outros países do Golfo tende a isolar ainda mais o Hamas. Depois do acordo Doha-Riad anunciado na semana passada, o grupo palestino não tem, praticamente, nenhum país árabe ou islâmico ao seu lado neste momento. Ao mesmo tempo, nações árabes da região cada vez mais se aproximam geopoliticamente de Israel.

Nos últimos anos, o mundo islâmico estava dividido em quatro grupos no Oriente Médio. 1) o do Irã, formado pelo regime de Teerã, Bashar al Assad, Hezbollah e Iraque; 2) o da Arábia Saudita, formado pelos países do Golfo mais o Egito; 3) o do Qatar, liderado por Doha e com a presença da Irmandade e do Hamas, além de apoio retórico da Turquia; 4) e o do ISIS (Grupo Estado Islâmico ou Daesh). Todos estes grupos são inimigos ou ao menos rivais entre si, embora em alguns casos atuem em coordenação.

O Hamas estava rompido com o grupo do Irã (1) desde quando traiu Assad e decidiu apoiar os rebeldes sírios no início da guerra civil em 2011. A Arábia Saudita, os Emirados Árabes e o Egito (2), no seu combate à Irmandade, decidiram também isolar o Hamas e se aproximar de Israel. O ISIS, por sua vez, enxerga o Hamas como um rival e ligado ao islã político da Irmandade e não ao ideal de estabelecer um califado islâmico.


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Havia sobrado, para o Hamas, uma enfraquecida Irmandade Muçulmana, colocada na clandestinidade no Egito e com todos os seus líderes presos depois da queda de Mohammad Morsi, o Qatar e a Turquia. E, mesmo assim, no caso do Qatar, financeiramente, mas jamais militarmente. No da Turquia, apenas retórico do ex-premiê e agora presidente Recep Tayyp Erdogan – o Exército turco possui boas relações com Israel e integra a OTAN.

O Qatar, porém, optou na semana passada por restabelecer relações com a Arábia Saudita. O país desistiu de levar adiante uma política externa independente implementada pelo ex-emir xeque Hamad bin Khalifa al Tani. Seu filho e novo emir, xeque Tamim Hamad bin Khalifa al al Tani, tem uma preocupação maior com a imagem do Qatar no exterior, querendo manter a Copa do Mundo de 2022 como prioridade, além de difundir a imagem de Doha como centro comercial e cosmopolita no golfo, rivalizando com Dubai. 

Sem o Qatar e com a Irmandade em colapso, não sobrará ninguém para ajudar o Hamas. Alguns falam de uma reaproximação com o Irã. Mas o regime de Teerã possui outras prioridades e problemas – negociações com os EUA e combate ao ISIS na Síria e no Iraque. Sem dúvida, braços das Guardas Revolucionárias mantêm contatos com os grupos palestinos. Mas a preferência será por armar Assad, o Iraque e o Hezbollah.

O problema é que este enfraquecimento do Hamas pode levar tanto a uma moderação como a uma radicalização do grupo. O certo, porém, é que o Qatar passou a integrar a aliança dos países árabes com os mesmos interesses geopolíticos de Israel. Nunca os israelenses tiveram tantos amigos entre seus vizinhos.

A Turquia, por sua vez, evitará atritos com a Arábia Saudita ao mesmo tempo que seguirá com sua boa relação bilateral com o Irã. O apoio ao Hamas será, como sempre, por meio de discursos inflamados de Erdogan. Mas não irá além disso. Israel e Turquia seguirão com a sua aliança militar.

Guga Chacra


International Politics Writer and TV Commentator based in New York

O Estado de Sao Paulo - www.estado.com.br
Globo News Em Pauta - http://globotv.globo.com/globo-news/globo-news-em-pauta/ 
Blog - http://blogs.estadao.com.br/gustavo-chacra/

"I knew I wanted to be a journalist. And not just a journalist, but a journalist in the Middle East, and to go back to the Arab world and try to understand what it meant to be Lebanese"
Anthony Shadid

 


 

 

 

 


CAMPANHA TERRORISTA NA MÍDIA CONVOCA SUICIDAS PARA ATACAREM JUDEUS


Os militantes islâmicos lançaram uma campanha na mídia social para recrutar uma força suicida para a "Libertação de Jerusalém", de acordo com a notícia do Vocativ. Chamado de "recrutamento para a Al-Aqsa", a campanha informa potenciais recrutas para entrar em contato via Skype, Twitter, telefone ou e-mail. Este fato foi relatado pelo jornal Haaretz . "O objetivo desta campanha santa é preparar o suicídio e os ataques jihadistas contra os judeus", diz o grupo, em um comunicado publicado em canais de mídia social. "Isto é, a fim de implementar a lei de Deus e libertar a mesquita al-Aqsa das mãos dos judeus sujos".


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A campanha promete fornecer a cada um dos 50 lutadores que pretenderem se recrutar, US$ 2.500 em dinheiro. “Muçulmanos dentro e fora da Palestina partilham da responsabilidade de libertar Jerusalém, aqueles que são incapazes de se voluntariar devem fornecer assistência financeira. Nosso irmão muçulmano, se você não pode ser um mujahid por si mesmo, então você deve saber que os seus irmãos na Palestina prometem a Deus seguir no caminho da jihad", diz a campanha terrorista. 

 

 

 

 

 


CRESCE TURISMO ÁRABE E MUÇULMANO PARA ISRAEL

Mais de um quarto de milhão de turistas muçulmanos e árabes visitaram Israel, desde 2009, com a maioria deles provenientes de países que não têm relações diplomáticas com Jerusalém, revelou o diário israelense Yedioth Aharonoth, citando um relatório da Autoridade da População e Imigração.

Quase a metade do total - 124.719 turistas - veio da Indonésia, da Malásia 23.483, 38 da Arábia Saudita, 168 dos Emirados Árabes Unidos e 147 do Catar e Omã. Quase 100 mil vieram de países que mantêm relações diplomáticas com Israel: 81.000 da Jordânia e do Egito 13.333.

Quase todos os turistas chegaram ao país por motivos religiosos, segundo o relatório, para visitar e rezar nos lugares santos em Jerusalém. No entanto, muitos também visitaram parentes palestinos, procuraram tratamento médico ou fizeram negócios e compras.


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Em quase todos os casos, os aumentos no número de turistas que visitaram Israel pode ser sentido ao longo do período relatado. Para ilustrar o ponto, o número de turistas da Indonésia tinha mais do que triplicado, desde 2009 (29.517 em relação a 9442); o número de turistas egípcios e marroquinos tinha aproximadamente quadruplicado (4368 em comparação com 1018 e 2239 em comparação com 658, respectivamente).

No mês passado, o Kuwait anunciou que os seus cidadãos poderão visitar Jerusalém em um pacote turístico que inclui orações no Monte do Templo e compras na Autoridade Palestina.

Antes das visitas, o ministro das Relações Exteriores do Kuwait e vice-primeiro-ministro, fez uma viagem oficial a Jerusalém, há um mês.

Em uma entrevista ao diário kuwaitiano Al-Qabas, o chefe do Gabinete de Turismo do Kuwait, Khalaf Al-Mana, destacou que os passeios não constituem reconhecimento do Kuwait à Israel ou normalização das relações com
o Estado Judeu.

No entanto, os turistas passam pela fronteira israelense, cruzando da Jordânia para Israel, e através de um posto de controle militar israelense da Cisjordânia em Jerusalém. Passaportes dos turistas, no entanto, não são carimbados por Israel.

 

 

 
 


 

 

 
 

EGITO DESTROI CASAS DE PALESTINOS SITUADAS NA FRONTEIRA DE GAZA COM O SINAI

O exército egípcio vai alargar a zona de segurança em uma cidade na fronteira com a Faixa de Gaza, numa extensão de 500 metros a um quilômetro, a fim de melhorar a segurança nacional, depois que as forças de segurança descobriram túneis entrando em território egípcio, noticiou a agência de notícias MENA.


Description: AFP/File


Guardas de fronteira egípcios revelaram 12 novos túneis que levavam de Rafah até a Faixa de Gaza e os destruíram, acrescentou o relatório.

"A decisão foi tomada para aumentar a zona tampão ao longo da fronteira, em Rafah, para um quilômetro. A decisão veio depois da descoberta de túneis subterrâneos com um comprimento total de 800 a 1.000 metros", disse a agência de notícias estatal.

O Egito declarou estado de emergência na região da fronteira depois de pelo menos 33 agentes de segurança serem mortos, no mês passado, em dois ataques na Península do Sinai.


Description: AFP


Os militantes intensificaram os ataques contra as tropas dentro do Egito desde que o exército derrubou o presidente islamita Mohamed Morsi, em Julho de 2013.

O governo espera que a zona tampão isole os militantes que dizem que vão atacar as forças de segurança, em retaliação à ofensiva do governo contra apoiantes de Morsi, quando pelo menos 1.400 pessoas foram mortas em confrontos de rua.

As autoridades também esperam que a zona tampão neutralize centenas de túneis subterrâneos ilegais que ligam o lado egípcio de Rafah com Gaza.

Esses túneis são muitas vezes utilizados para contrabando de armas e militantes, e o exército diz que já destruiu mais de 1.600 deles.

As autoridades afirmam que os militantes palestinos do Hamas, e outros grupos militantes, estão ajudando a combater as forças de segurança do Egito, o que os grupos palestinos negam.

Foi dado a Abu Mahmoud apenas oito horas para deixar sua casa no lado egípcio da cidade fronteiriça de Rafah, antes das autoridades começarem a demolir para criar uma zona tampão.

Mais de 800 casas estão sendo demolidas e 1.100 famílias deslocadas para construir a zona tampão na província do Norte do Sinai.

"Os civis nos acusam de sermos traidores quando descobrem que somos do norte do Sinai", disse Abu Mahmoud, que não quis dar seu nome real por medo de represálias.


Description: AFP Photo/Said Khatib


"Os policiais nos tratam mal nos postos de segurança na estrada entre Cairo e Esmailiya. E nós temos que nos submeter a revistas corporais quando veem que os nossos carros são registrados no norte do Sinai", disse ele.
Ele já se mudou com sua família para o capital de Al Arish, no Norte do Sinai, e disse que as pessoas tinham quebrado as janelas dos carros registrados no norte-Sinai, em Esmailiya, e na província do Delta do Nilo de Gharbiya.

O irmão de Abu Mahmoud, Mohammad, acusado pela mídia egípcia de retratar o povo do Norte do Sinai negativamente pela publicação de um "discursos de ódio" contra eles, como se todos os moradores desta região fossem terroristas.

Embora o presidente Abdul Fattah Al-Sissi tenha pedido desculpas aos deslocados pela nova zona tampão, e até lhes prometeu compensações, os moradores de Al Arish não tem qualquer empatia com os moradores de Rafah.

Eles acreditam que as pessoas de Rafah, e outras cidades fronteiriças, acumularam fortunas com o contrabando de bens e armas através dos túneis, especialmente desde que Israel impôs um bloqueio sobre o enclave palestino, em 2006.

O governo disse que aqueles que possuíam casas onde foram descobertas as entradas para esses túneis não receberão indenização.

Os deslocados tem tomado precauções e já há muitos terrenos comprado na província de Sharqiya, e em Esmailiya, ou em áreas de alto nível de Al Arish, acusou um funcionário público aposentado na cidade que deu o nome de Mohammad.

Até mesmo alguns moradores de Rafah concordaram que isso tenha acontecido.

Entre eles estão "milionários que não precisam de qualquer indenização por parte do Estado", disse Ahmad, que se mudou para Al Arish, vindo de Rafah, no ano passado.

"Um trabalhador do transporte de mercadorias através dos túneis ganhou entre 1000 e 1500 libras egípcias (US$ 140 a US$ 210) por dia. Imagine o quanto o proprietário de um túnel ganhou", acrescentou.

 

 
 

Vídeo do interior da sinagoga invadida em Jerusalém


(Cenas fortes do terror não recomendadas para menores)

https://www.youtube.com/watch?v=WkqvUlMn-Qs


Comemoração após o ataque

(Cenas de ódio recomendadas para todas as idades...)



https://www.youtube.com/watch?v=etSSpSFE1TI&feature=youtu.be

 

 
 

 



Por Daniela Kresch
Jornalista
direto de Israel

VIAJANDO EM MOMENTOS CRÍTICOS

TEL AVIV. Toda vez que vou ao Brasil, algo acontece em Israel – ou está prestes a acontecer. Em 2006, viajei por volta do dia 5 de junho, quando o soldado Gilad Shalit foi sequestrado por grupos terroristas da Faixa de Gaza. Voltei ao Brasil em 12 de julho, justamente no dia de um segundo sequestro, o dos soldados Eldad Regev e Ehud Goldwasser pela guerrilha libanesa Hezbollah. Esse segundo sequestro – na verdade assassinato, porque Regev e Goldwasser foram imediatamente mortos, saberíamos mais tarde – levou a uma escalada de violência entre Israel e Hezbollah que levou à chamada Segunda Guerra do Líbano, um conflito de 34 dias. Cheguei de volta a Israel para uma rotina de cobertura de guerra, com direito a viagens diárias ao Norte do país, que estava sendo bombardeado pelo Hezbollah, com meu Fiat verde 1994. Isso na época em que não havia o sistema antiaéreo Domo de Ferro.

Em 2008, novamente fui ao Brasil de férias. Quatro horas antes de embarcar, no dia 27 de dezembro, recebi um telefonema urgente do trabalho. Havia começado um conflito entre Israel e o grupo terrorista Hamas. A guerra, ou Operação Chumbo Fundido, durou 21. Mas, naquele 27 de dezembro, quatro horas antes do meu avião decolar, ninguém sabia se tratava-se de algo grave ou apenas um conflito passageiro, de poucas horas ou apenas alguns dias. Decidi viajar apesar de tudo – até porque já havia arcado com as despesas das passagens para comemorar o aniversário de um ano de idade da minha filha junto com minha família no Rio.

O mundo só tinha olhos para a troca de hostilidades, e eu – no Brasil. Três semanas depois, decidi cortar o mês de férias e voltar a Israel sete dias antes por causa do conflito, que continuava a todo vapor. Mas, no dia que pousei em Tel Aviv, a guerra acabou. Perdi uma semana das férias e a cobertura inteira da guerra.



Em 2012, viajei ao Brasil em meio a uma escalada de hostilidades entre Israel e o Hamas, que levou a uma nova batalha, a Operação Pilar de Defesa. Voltei pouco tempo antes do começo do conflito de oito dias, em novembro. Dessa vez consegui fazer a cobertura (foto acima). Não houve reclamação de chefes (“O que você está fazendo no Brasil enquanto as coisas estão fervendo em Israel !!!”), mas bastante nervosismo de minha parte. Será possível, um dia, tirar férias sem temer estar longe de Israel, sem temer mais um conflito o qual deixarei de fazer a cobertura jornalística e colocarei minha carreira em risco?

Este ano, 2014, não deu outra. É claro que minha passagem de duas semanas pelo Brasil não seria calma. Por que seria? Por que eu teria a sorte de viajar para o Rio num momento de calmaria? Consegui fazer a cobertura do conflito de 50 dias entre Israel e o Hamas, entre julho e agosto (foto abaixo). Mas uma nova escalada da violência, que também começou em junho, com o sequestro – na verdade, novamente, assassinato – de três jovens israelenses na Cisjordânia por palestinos do Hamas, e a posterior “vingança” de três criminais israelenses, que mataram um adolescente palestino em Jerusalém, colocou mais lenha na fogueira. No último mês, Jerusalém passa por um momento de turbulência, talvez uma intifada. E minha viagem tinha que acontecer, novamente, em meio à tensão.

Description: C:Usersosias wurmanAppDataLocalMicrosoftWindowsTemporary Internet FilesContent.OutlookKETLFX3ZNa fronteira com Gaza durante a Operação Limite proteror em julho de 2014.jpg 


Não é simpático estar longe quando a situação é preocupante – principalmente quando a cabeça diz que eu deveria estar trabalhando, cobrindo o conflito. Mas o coração também tem voz, e ele disse para eu tentar não me deixar levar pela culpa por estar no Brasil. Dei um pulo no país para um evento do qual tive orgulho de participar e, de quebra, para encontrar a família. Dessa vez, ouvi o coração. Até porque, com certeza, infelizmente esta não será a última turbulência em Israel.
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ELBIT VENDE PARA ALEMANHA TECNOLOGIA PARA DEFENDER AVIÕES CIVÍS DE ATAQUES POR MÍSSEIS

A empresa de defesa israelense Elbit Systems anunciou que irá fornecer um sistema de proteção a laser antimíssil para a Força Aérea alemã, por um valor não revelado.

A Elbit Systems projetou a tecnologia "para proteger grandes aeronaves militares e comerciais contra ataques do chão, e em busca de mísseis portáteis," de acordo com um comunicado de imprensa pela empresa de eletrônicos de defesa israelense. A empresa afirmou que já entregou tais sistemas para equipar vários tipos de aeronaves pertencentes a inúmeros clientes.


Description: Elbit Systems


O presidente da Elbit Systems, Bezhalel Machlis, disse no site da sua empresa, "Estamos orgulhosos da nossa cooperação em sistemas que usam o infravermelho contra medidas de ataques diretos. Nossos sistemas DIRCM oferecem proteção eficaz para a crescente ameaça de foguetes portáteis, e esperamos que os clientes adicionais possam seguir e selecionar nossos sistemas como a sua solução preferida".

O sistema DIRCM será capaz de equipar aeronaves Airbus A400M alemães, com visão de 360 graus, e é projetado para proteger grandes aviões militares e comerciais.

O sistema funciona por meio de sensores infravermelhos para detectar mísseis. Caso seja detectado, um laser é disparado para perturbar o sistema de navegação do míssil.

 

 

 


 

 


FLASH



O presidente de Israel presta emocionada homenagem ao policial druso Zidan Nahad Seif, morto pelos terroristas que invadiram uma Yeshivah em Jerusalém. A comunidade drusa tem-se destacado pela lealdade e afinidade com o povo e o Estado de Israel.


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Morreu o judeu-alemão Mike Nichols, diretor de 'A primeira noite de um homem' e 'Closer'


Morreu na quarta-feira passada, aos 83 anos, o diretor de cinema e teatro judeu-alemão Mike Nichols. Famoso pela direção de longas como "Quem tem medo de Virginia Woolf?", "A primeira noite de um homem", "Ânsia de amar", e "Closer: perto demais", o alemão radicado nos Estados Unidos desde os 7 anos de idade venceu uma série de prêmios de peso em diferentes áreas: Oscar, Tony, Emmy e Grammy. Sua habilidade em transitar entre a Broadway e Hollywood era incomparável. Ele foi vitimado por um ataque cardíaco.


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Filho de emigrantes judeus-russos, Nichols nasceu Michael Igor Peschkowsky, em Berlim. Ele deixou a Alemanha em 1939 e rumou, junto com a família, para Nova York, por conta da chegada dos nazistas ao poder. A adaptação ao Novo Mundo não foi fácil. Além de não dominar a língua inglesa, Nichols se sentia inferiorizado por conta de sua aparência. Ele tinha sequelas de uma vacina contra coqueluche, das quais a mais visível era a queda irreversível de cabelo. Quando era um estudante na Universidade de Chicago, teve de lutar contra depressão.

Ele começou a virar o jogo nos anos 1950, quando conheceu a comediante Elaine May e fez uma bem-sucedida parceria com ela, desenvolvendo esquetes de humor juntos. A dupla ganhou o Grammy de melhor disco de comédia em 1961, por "An evening with Mike Nichols and Elaine May". Depois de aparições em casas noturnas, rádio e programas de TV, os dois foram parar na Broadway.

Como diretor de teatro, levou o Tony em 1964 e 1965. No ano seguinte, lançou "Quem tem medo de Virginia Woolf?", baseado no livro homônimo e contando com Elizabeth Taylor e George Segal. Mas foi com "A primeira noite de um homem", de 1967, que Nichols estourou. O filme com Dustin Hoffman, que conta a relação de um jovem recém-graduado com a mãe de sua namorada, levou o Oscar e o Globo de Ouro de melhor diretor. Ele concorreu a outros quatro Oscars.

 

 

 
 

 

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GRUPO DE CELEBRIDADES VAI RESTAURAR O GUETO DE VENEZA


A designer de moda americana Diane von Furstenberg, a "inventora" do wrap dress e ex-princesa alemã, vai levar seu mais novo projeto para a Itália e, surpreendentemente, não tem nada a ver com moda.


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Von Furstenberg anunciou recentemente que ela, junto com o investidor imobiliário Joseph Sitt, seriam responsáveis pelo projeto de 12 milhões de dólares para a restauração do gueto judeu de Veneza.

De acordo com JSpace News, o projeto incluirá a restauração do Museu Judaico e das sinagogas no antigo gueto italiano onde, em 1516, a população judaica foi forçada a residir por ordem do Conselho de Veneza.

As obras incluirão a restauração de edifícios e estátuas, além da construção de uma galeria para ordenar o fluxo de tráfego no complexo.

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O projeto, que além de ser apoiado por Von Furstenberg e também incluir um grupo de filantropos interessados ??em preservar a história da região, está previsto para ser concluído até o 500º aniversário do gueto, em 2016.

O projeto também será feito com a ajuda da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) programado para a cidade de Veneza, que é um Patrimônio da Humanidade.


Description: Venice’s Jewish ghetto (Photo: AFP / Stephanie Colasanti)

 

"Por mais que esta renovação seja a preservação do passado e da rica história das comunidades judaicas de Veneza, hoje é sobre o futuro", citou von Furstenberg.

"Todos nós somos responsáveis ??por garantir que as gerações futuras - 500 anos a partir de hoje - tenham acesso a estas histórias da cultura humana e progresso."

 

 
 


POPULAÇÃO JUDAICA EM JERUSALÉM TEME PELA SEGURANÇA


Um dia depois do ataque à sinagoga no bairro de Har Nof, os moradores de Jerusalém, expressaram seu temor sobre a situação de segurança. Guardas foram postados em alguns jardins de infância na cidade, enquanto outros estavam trancados por dentro. Os funcionários explicaram que tinham sido instruídos a fazê-lo em reuniões com funcionários e da segurança municipais.

Um grupo de pais chegou em um dos jardins de infância, que opera num centro comunitário, para uma reunião com o pessoal da escola. Eles expressaram preocupação com a presença de funcionários não judeus que trabalham em estreita colaboração com a escola. Eles disseram que o problema pode ter uma solução e guardas foram colocados no local.

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Moriah Peled, que acompanhou a filha para o jardim de infância disse: "Eu não sou calma, eu tenho pavor. Há trabalhadores aqui que poderiam fazer o que quiserem aos nossos filhos, e tudo está aberto."

No entanto, havia pais que pensavam de outra forma, incluindo Eden Lesem, cuja filha frequenta o jardim de infância ao lado. "Não podemos sucumbir a esta loucura", disse ela. "Os árabes vivem e trabalham aqui. Eles são parte da cidade."

Mesmo assim, na esteira do ataque de terça-feira passada, a polícia reforçou a segurança em instituições de ensino na cidade e aumentou as patrulhas. As novas diretivas estipulam que cada escola tem que ter um guarda de segurança, mas o principal problema é que pré-escolas são de responsabilidade das autoridades locais, e muitas delas não têm segurança.

Desde então, tem havido situações atendidas por agentes de segurança a fim de determinar as áreas mais sensíveis, onde os guardas de segurança serão colocados. Ao mesmo tempo, um plano para colocar guardas em creches, de forma permanente, também foi discutido, bem como maneiras de apertar os procedimentos de segurança, como manter as portas trancadas. Além disso, o Comandante da Polícia de Israel, Yohanan Danino, o chefe da polícia do distrito de Jerusalém, Moshe Edri, e o prefeito de Jerusalém, Nir Barkat, decidiram sobre uma ampla campanha de recrutamento para expandir a Guarda Civil.

O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu visitou a nova sala de operações para a unidade de observação, no município de Jerusalém, que conta com balões de observação espalhados pela cidade e acompanha distúrbios, em tempo real.

"Não poupe esforços aqui", disse Netanyahu. "Esta manhã, destruimos a casa de um terrorista. Foi um passo significativo e importante, e não haverá mais demolições de casas. Haverá muitos mais passos."

 

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Houve uma presença policial intensificada no bairro Armon Hanatziv, localizado ao lado da aldeia de Jabel Mukaber, em Jerusalém Oriental, de onde os terroristas planejaram o ataque de terça-feira. A Polícia de Fronteiras tinha criado postos de controle nas entradas que separam a vila do bairro.

Dalia Ben-Sheetrit, 53 anos, uma moradora e proprietária de um salão de beleza no local disse: "O que está acontecendo aqui não é fácil e é muito assustador. Eu olho em volta de mim quando eu dirijo em algumas das estradas. Eu não ando a pé desde que eles mataram aquele menino. Eu tenho medo de que alguém vai me esfaquear ". Esses ataques aconteciam na região, no passado, acrescentou.

"A situação é complexa", continuou Ben-Sheetrit. "Eu tenho amigos árabes, incluindo pessoas que moram no meu prédio, e agimos como uma família. Eu quero a paz e a coexistência de volta. A polícia regular, e a polícia das fronteiras, estão ativas aqui, mas não restauram a nossa sensação de segurança. As pessoas em Tel Aviv, e até mesmo em Jerusalém, que vivem em bairros que não estão ao longo da cerca divisória, não entendem o que sentimos."

Os moradores locais, à espera de um ônibus, não ficam mais nas paradas, preferindo esperar nos quintais para evitar as pedras que estão sendo jogados neles.

 

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"Os moradores de Jabel Mukaber fazer o que querem", diz Aviram Hefetz, 29. "As pedras, fogos de artifício e bombas de gasolina tornaram-se rotina e os policiais não resolvem o problema. As pessoas aqui estão apenas com medo."

Hanan, 40, uma residente de Jabel Mukaber e mãe de três filhos que trabalha em Armon Hanatziv, tentou explicar a fonte de tensão na aldeia. "As pessoas da aldeia estão furiosas porque mataram Mohammed Abu Khdeir e, principalmente, por causa do que os judeus estão pleiteando fazer em Al-Aqsa", disse ela. "Eu quero viver tranquilamente e em paz."

 

 

 
 


MAIS DE 3.000 EXIBIÇÕES DO DEBATE SOBRE O ORIENTE MÉDIO


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https://www.youtube.com/watch?v=39uTZLj5zds&feature=youtu.be



 

 
 


PARLAMENTO JORDANIANO HONRA OS TERRORISTAS DE JERUSALÉM


Um dia depois do massacre de cinco israelenses em uma sinagoga de Jerusalém, o parlamento jordaniano concordou com um pedido  do MP Khaled Hussein al-Atta para ler uma oração do Alcorão em memória dos dois terroristas, Rassan e Uday Abu-Jamal.

Al-Atta levantou pela primeira vez a noção de recitar uma oração para os dois terroristas mortos no ataque em Jerusalém durante a sessão da manhã do Parlamento jordaniano em sua página no Facebook, após o qual o Parlamento aprovou o pedido.

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"Esta é uma resposta natural à ocupação sionista contra o nosso povo na Palestina", escreveu Al-Atta em sua página no Facebook.

De acordo com o jornal jordaniano Al-Rai, MP Mohammed al-Ktatsh também pediu ao parlamento para emitir uma declaração condenando o que chamou de "ataque sionista contra Jerusalém e seus habitantes, após a operação heroica(sic) realizada em Jerusalém."

O parlamento da Jordânia tem sido conhecido por ter mostrado uma falta de simpatia por Israel e seus habitantes, e seus parlamentares tendem a falar contra as relações Jordânia-Israel e o acordo de paz entre os dois países.

A oração em memória dos terroristas veio depois de o porta-voz do governo Mohammad Al-Momani da Jordânia condenou o ataque e disse: "A Jordânia condena um ataque a qualquer cidadão e condena todos os atos de violência e terrorismo que feri civis, independentemente da sua origem."

Al-Momani observou que o governo da Jordânia tem seguido as consequências da grave situação em Jerusalém e pediu moderação e calma, de acordo com relatórios da Agência de Notícias Petra.

Al-Momani não falou diretamente do ataque terrorista em Jerusalém, em suas declarações.

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Junto com a condenação, Al-Momani enfatizou que Israel deve parar todas as medidas unilaterais e os supostos ataques à mesquita no Monte do Templo e al-Aqsa - uma frase repetida várias vezes nas declarações feitas por autoridades jordanianas nas últimas semanas, a respeito das crescentes tensões em Jerusalém.

O atrito crescente em Jerusalém levou a uma crise diplomática entre o rei Abdullah e Israel, o que provocou um encontro entre o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, o secretário de Estado americano, John Kerry, e o rei da Jordânia,que teve lugar na semana passada, em Amã, na tentativa de controlar a situação que vem se deteriorando.

A Jordânia foi um dos únicos países do mundo árabe e muçulmano a condenar oficialmente o ataque terrorista em Jerusalém, junto com o Bahrein.


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O Ministro das Relações Exteriores do Bahrein escreveu em sua conta no twitter: "Quem vai pagar pelo assassinato de pessoas inocentes em uma sinagoga judaica e as conseqüências do crime é apenas o povo palestino, que será punido coletivamente e sofrerá mais injustiça e agressão."

O Ministro das Relações Exteriores da Turquia também condenou o ataque na sinagoga de Jerusalém e disse: "Não podemos aceitar ataques contra lugares sagrados de qualquer religião", mas também criticou a conduta de Israel em al-Aqsa.

A Autoridade Palestina também condenou o ataque de terça-feira, algumas horas após o massacre.

No entanto, em um discurso público à nação, o primeiro-ministro Netanyahu disse que a condenação "não é suficiente" e culpou o ataque à incitação do Hamas e de Abbas.

 

 

 

 


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MORADORES TENTAM CONTORNAR MANIFESTAÇÃO NAZISTA EM CIDADE DA ALEMANHA


Eles voltam ano após ano. Desde os anos 1990, os manifestantes neonazistas invadem a aldeia de Wunsiedel, no sul da Alemanha, todo mês de novembro para comemorar o “Dia da Lembrança dos Heróis Nacionais”, visitando o túmulo vice de Adolf Hitler, Rudolf Hess, cujo túmulo esteve localizado na aldeia, até que foi retirado, em 2005, quando o contrato de arrendamento do local se esgotou.

Os quase 1.000 habitantes de Wunsiedel têm tentado parar estas manifestações, sem sucesso. Eles realizaram manifestações contrárias com grupos de ação formados e dedicados à tolerância, compromisso e coragem moral. 

Description: With flags and wreaths, neo Nazis commemorate a so called 'National Heroes' Remembrance Day.'

Mesmo que o número de neonazistas tenha diminuído, depois de atingir seu pico em 2004 com 4.500 manifestantes, e apesar de terem sido repetidamente barrados pelos tribunais de realizar sua manifestação, os neonazistas ainda precisam desistir de sua denominada "Marcha da Memória".

Em vez de ir contra os neonazistas, desta vez os moradores decidiram fazer uma brincadeira com eles. Sob o slogan "direito contra direito": ("rechts gegen rechts"), os moradores de Wunsiedel deram a marcha dos neonazistas um novo propósito.

Para cada metro que os neonazistas marchavam, as empresas locais doaram 10 euros para um projeto chamado "Sair", uma ONG que apoia os neonazistas que estão prontos a deixar o local.

Description: With flags and wreaths, neo Nazis commemorate a so called 'National Heroes' Remembrance Day.'


Os neonazistas só souberam da brincadeira dos moradores quando sua marcha já estava em andamento, enquanto caminhavam pela aldeia e carregavam suas bandeiras e coroas, solenemente.

Para torná-los conscientes de que estavam inadvertidamente participando, o povo de Wunsiedel colocou cartazes coloridos ao longo de sua rota, agradecendo os neonazistas por sua participação.

Até a comida foi fornecida para os manifestantes neonazistas, que tentaram ignorar a brincadeira, tanto quanto possível. Sob uma bandeira que dizia "Mein Mampf" ("Minha comida") em vez de "Mein Kampf" (o título do livro de Hitler), a aldeia ofereceu bananas para os manifestantes.


Description: Banners put up along the neo Nazis' march route; 'National and generous,' 'My food' and 'Donations march.'


Na calçada, os moradores da aldeia tinham colocado marcos informando aos neonazistas quanto dinheiro eles já haviam levantado com a caminhada - com um total de 10 mil euros em donativos recolhidos para a ONG.

 


 
 


FLASH



Como pensam os estudantes de um campus nos EUA...

https://www.youtube.com/watch?v=wOHJ06bsSow

 

 

 
 


PESQUISA REVELA QUE CHEIRO DESAGRADÁVEL REDUZ VONTADE DE FUMAR


Pesquisadores do Instituto Weizmann de Ciências descobriram que a exposição a "odores profundamente desagradáveis" durante o sono pode resultar em uma queda na quantidade de cigarros consumidos nos dias seguintes.

Em um artigo publicado no Journal of Neuroscience, Anat Arzi, Yael Holtzman, Perry Samnon, Neetai Eshel, Edo Harel e Noam Sobel escreveram que "foi testada a hipótese de que o condicionamento olfatico aversivo durante o sono irá alterar o comportamento do fumante de cigarros durante a vigília que se seguirá."

Em seu experimento, os cientistas pediram a 66 adultos fumantes para manter um "diário de fumar" durante os sete dias antes e depois que eles foram expostos a um dia ou a uma noite no "protocolo de condicionamento entre odor de cigarro e odores profundamente desagradáveis."

 

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De acordo com o jornal The Guardian, o experimento incluiu o uso de eletrodos ligados aos participantes, que monitorou as ondas cerebrais durante as várias fases do ciclo de sono. Os dormentes foram "repetidamente expostos ao cheiro de fumaça de cigarro seguido de perto pelo cheiro de ovos podres ou qualquer peixe podre".

O relatório disse que a um grupo foi dado este tratamento durante o "estágio de sono 2" (um sono leve), enquanto outro grupo foi exposto à mesma fórmula de cheiros durante o movimento rápido dos olhos (fase REM), e um terceiro, enquanto acordado. 

Os pesquisadores descobriram que uma combinação de odores de cigarro e odores "aversivos" era muito mais eficaz na redução do número de cigarros consumidos após os experimentos de sono do que qualquer cheiro utilizado isoladamente.

 

 

 
 

ISRAEL É O MAIOR COMPRADOR DO SITE ALIBABA


Israel, um país menor que o estado de New Jersey, compra mais itens do site chinês de compras online Ali Express que qualquer outro país, de acordo com estatísticas divulgadas pelo Grupo Alibaba.

O Grupo Alibaba divulgou estatísticas de vendas após o maior dia de vendas da China: Singles Day.

Description: Packages on the assembly line on Singles Day in China. (Photo: Getty Images)

O feriado, que ocorre anualmente em 11 de novembro, comemora o dia dos solteiros e solteiras e atraiu mais vendas do que o Black Friday da América e o Cyber ??Monday do ano passado combinados e se tornou o maior dia de compras do mundo. 

De acordo com Ali Express, Israel liderou a lista em duas categorias de vendas.

Israel foi o país com o maior número de itens por pedido e também teve a maioria dos pedidos de vestuário no site. A Rússia ficou em segundo lugar nessa categoria e Belarus em terceiro.

De acordo com o Grupo Alibaba, mais de 6,8 milhões de pacotes foram encomendados no feriado através da Ali Express para clientes globais. As vendas totais de todos os sites operados pelo Alibaba no feriado chinês somaram 6,7 milhões de dólares e incluíram itens de mais de 27 mil empresas.

Description: https://www-techinasia.netdna-ssl.com/wp-content/uploads/2014/06/Alibaba-picks-NYSE-for-IPO.jpg


Em um trimestre médio, Ali Express representa menos de 5% da receita da empresa.

A Rússia também foi um dos países estrangeiros de topo a fazer compras no site Ali Express durante o feriado chinês. Os russos também encomendaram um número recorde de telefones inteligentes, roupas e equipamentos esportivos de mulheres.

Os americanos compraram o maior volume de produtos para o cabelo, enquanto os brasileiros compraram instrumentos musicais.

Os três itens mais comprados foram itens de vestuário - de mulheres, vestidos e gravatas. Cada item foi encomendado mais de 4.500 vezes.

 

 

 
 

O ADVOGADO FERNANDO LOTTENBERG É O NOVO PRESIDENTE DA CONIB


O advogado Fernando Lottenberg, de São Paulo, foi eleito por aclamação durante a 45ª Convenção Anual da Conib, realizada durante este fim de semana, em São Paulo. Também tomou posse a nova diretoria da entidade: O economista Gilberto Maktas Meiches é o 1º vice-presidente; o advogado Paulo Maltz, atual presidente da Federação Israelita do Rio de Janeiro, é o 2º vice-presidente.  No cargo de Secretário-Geral, o economista Eduardo Wurzmann, sócio-fundador do Grupo Ibmec Educacional. O 2º secretário é o advogado Rony Vainzof, especialista em Direito Eletrônico. O engenheiro Paulo Gartner é o tesoureiro; Itche Vasserman, administrador de empresas, é o 2º tesoureiro. O advogado Octávio Aronis é o diretor de Segurança Institucional. O jornalista Sergio Malbergier, que trabalhou por quase 20 anos na Folha de S. Paulo, é o diretor de Comunicação. Também fazem parte da diretoria o empresário Mario Adler, ex-presidente da Congregação Israelita Paulista; o administrador de empresas Boris Ber, ex-presidente da Federação Israelita do Estado de São Paulo; o advogado Mauricio Szporer, desembargador do Tribunal de Justiça da Bahia e ex-presidente da Sociedade Israelita da Bahia; o economista Daniel Matone, vice-presidente da Federação Israelita do Rio Grande do Sul; o administrador de empresas Julio Serson, empresário da área de hotelaria e turismo; o engenheiro Milton Seligman, ex-ministro da Justiça, ex-presidente do Incra; a terapeuta ocupacional Ruth Goldberg, especialista em Gestão e Empreendedorismo Social e Sergio Napchan, da área cultural e educacional (Conib).



 

 
 


ISRAEL EM AÇÃO NO BRASIL


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Reunião dos representantes do Habonim Dror, Chazit Hanoar e Hashomer Hatzair – Karina Kupfer, Daniel Plattek e Carolina Freihof -  com o embaixador Reda Mansour e o consul Osias Wurman, no Consulado Honorário de Israel no RJ.


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Os shelichim ( enviados) de Israel no Rio de Janeiro também tiveram um encontro com o embaixador e o consul honorário de Israel. Compareceram Daniel Kolbar(Consul Comercial de Israel no RJ), Maya Talmon Chvaicer(Fundo Comunitario), Kike Rosenburt(Agencia Judaica e Habonim Dror), Michael e Shiran Revach( Bar Ilan e OSM), Liran Levy(Agencia Judaica e Hashomer Hatzair), Cecilia Cohen(Chazit Hanoar e ARI), Bernard Szuster(Amigos de Israel e Neuma Rubinsztajn(Amigos de Israel).

 

 

 
 


DESTAQUES SOCIAIS

Prepare-se para uma noite inesquecível
E concorra a uma passagem ida-e-volta para Israel

MINISTÉRIO DA CULTURA APRESENTA:

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APRESENTAÇÃO ÚNICA
26 de novembro, 20h - Teatro Oi Casagrande

 

SORTEIO DE UMA PASSAGEM PARA ISRAEL

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PARTICIPAÇÃO ESPECIAL
Avi Bursztein

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PARTICIPAÇÃO ESPECIAL
George Israel

 

INFORMAÇÕES E CONVITES:

21-3543-3751 / 96742-3985 /
9792-06244 / 7815-9056


O maior astro internacional da tradicional música judaica está chegando ao Brasil para uma apresentação histórica. Avraham Fried  trará à cidade sua grande banda e contará com as participações especiais de Avi Bursztein, considerado o maior chazan do Brasil, e do músico George Israel. 

DURANTE O SHOW SERÁ SORTEADA UMA PASSAGEM IDA-E-VOLTA PARA ISRAEL

Avraham Fried ao vivo no Rio
Convites a partir de R$ 75,00
Informações e convites: 


BEIT LUBAVITCH LEBLON

21-3543-3751 / 96742-3985 / 9792-06244 / 7815-9056  
eventos@beitlubavitch.org.br

BEIT LUBAVITCH COPACABANA

21-97503-8830
eventos@lubavitchcopacabana.org 

APOIO: Rua Judaica e FIERJ

 


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COMUNICADO AOS LEITORE
S

A direção editorial da Rua judaica deseja esclarecer qe todas as opiniões ou juízo de valor, emitidas por seus colunistas ou colaboradores, são de exclusiva responsabilidade dos autores, não representando, necessariamente, a opinião editorial do veículo, de entidades a que pertençam os articulistas, nem às entidades ou países a que possam representar.

 
     

 


Jornalista Responsável:
Osias Wurman - MT 14.707
Colaboradores Internacionais: Jerusalém - Daniela Kresch, Budapeste - Judith Klein, Miami - Fernando Bisker, Miami - Nelson Menda
Diagramação: MarketDesign