Clique aqui para baixar a versão integral da Rua Judaica



  Edição 392    Diretor / Editor: Osias Wurman Sexta, 23 de janeiro de 2015

 


MANCHETES DE ÚLTIMA HORA


 


INACREDITÁVEL NECESSIDADE DE OCULTAÇÃO: Os recentes acontecimentos em Paris, que teve quatro mortos em um ataque a um supermercado judeu, e que se seguiu a um ano de registro de ataques e incidentes antissemitas nas ruas da Europa, provocaram uma inacreditável reformulação na luta histórica do povo judeu para a gestão da visibilidade em arena pública. O novo 'Magic Kippa' aborda a questão da visibilidade judaica, permitindo que os judeus religiosos vistam uma cobertura na cabeça, obrigatória, sem correr o risco de ser visualmente identificados como judeus. O produto, que estava sendo desenvolvido mesmo antes do ataque ao supermercado kosher de Paris, é feito de cabelo e combina perfeitamente com o cabelo do religioso, tornando-a imperceptível para o olho destreinado. "Porque nós não podemos colocar um kippa nestes dias, criamos um kippa feita de cabelo natural e que pode ser lavado," disseram os idealizadores Haim e Shalom em um vídeo do YouTube, em francês. Os dois alegaram ainda que o produto já está sendo usado por empresários judeus que pretendem circular livremente sem serem incomodados por antissemitas.

https://www.youtube.com/watch?v=KmxWorZpTw4

 

OS ENIGMAS DE KIRSCHNER: A morte do promotor Nisman não foi um suicídio, como foi inicialmente relatado, segundo a titubeante presidente da Argentina, Cristina Fernandez Kirschner, declarou na quinta-feira. Alberto Nisman, investigador principal sobre o ataque de 1994 ao centro judaico AMIA, que matou 85 pessoas, foi encontrado morto em seu apartamento na noite de domingo, e uma pistola calibre 22 estava ao seu lado. Ele acusou Cristina de tentar inviabilizar sua investigação sobre o bombardeio. O governo disse que as duas testemunhas-chave no caso de Nisman contra a presidente havia sido falsamente apresentadas a ele como agentes de inteligência do Estado. Cristina disse que o engano desacredita as acusações de Nisman contra ela e aponta para uma conspiração para manchar o nome dela. "Eles usaram-no enquanto ele estava vivo e, em seguida, eles precisavam vê-lo morto ", disse ela em uma carta aberta para o país, acrescentando que a sua morte foi" triste e terrível ". Ela não disse quem o matou e ninguém foi preso, no caso, que chocou os argentinos. Redes de mídia social estão fervendo com as teorias da conspiração, alguns apontando para Fernandez e seu governo. Milhares foram às ruas nesta semana para protestar contra a lentidão da justiça para apurar os culpados do bombardeio e pedem respostas para as questões em torno da morte de Nisman. Hoje, realizou-se uma passeata em Tel Aviv para protestar contra a impunidade defronte a embaixada argentina em Hertzliach.

 

MORRE ABDULLAH AMIGO DO OCIDENTE: A Arábia Saudita vai enterrar o rei Abdullah em uma cova anônima nesta sexta-feira, horas depois de uma transição suave com a nomeação de um novo rei e príncipe herdeiro para acalmar os temores de instabilidade dinástica em um momento de turbulência regional. O Presidente de Israel  Reuven Rivlin elogiou Abdullah, que faleceu nesta sexta-feira e disse:. "Eu fiquei triste ao saber do falecimento do rei Abdullah. Ele foi um exemplo de dedicação, e considerado uma liderança responsável, com uma tradição religiosa profunda. O rei Abdullah atuou como moderador, respeitando a sensibilidade  e a santidade de Jerusalém e procurou promover uma visão de prosperidade para a região. Suas políticas sábias contribuíram muito para a nossa região, e para a estabilidade do Oriente Médio.” O sucessor de Abdullah, o rei Salman, leva agora a responsabilidade de autoridade maior do país que enfrenta tumulto sem precedentes na região, além dos desafios domésticos difíceis, de longo prazo, agravados pelo preço declinante do barril de petróleo.

 

TORAH IRAQUIANA DE 200 ANOS CHEGA A ISRAEL: Um rolo da Torá, escrita há 200 anos, realizou uma viagem incomum e misteriosa de Bagdá para Jerusalém, onde foi recebida com doces e música em uma cerimônia de dedicação eufórica na quinta-feira passada. Especialistas israelenses em tradição dos escribas judeus que restauraram o pergaminho hebreu dizem que foi escrito, há dois séculos, por dois escribas diferentes no norte do Iraque, com tinta romã, um material de escrita raramente utilizado. O pergaminho é um remanescente de 2.500 anos de idade da comunidade judaica do Iraque, uma das mais antiga do mundo, que praticamente desapareceram quando um grande número de judeus deixaram o país após a criação do Estado judeu, em 1948. Apenas um punhado de judeus vivem hoje no Iraque, após décadas de guerra e de instabilidade. A autoridades iraquianas proibiram os judeus que partiram para Israel de levar objetos rituais e outros bens com eles. Durante a invasão do Iraque, em 2003, soldados americanos descobriram antigas Torahs e outros documentos comunitários no porão alagado da sede da inteligência iraquiana em Bagdá, e levaram os manuscritos para os EUA para a restauração. Eles começaram a ser exibidas nos EUA, e as autoridades americanas prometeram devolver os itens para o Iraque. Funcionários do Ministério das Relações Exteriores de Israel dizem que a Torah é propriedade judaica e pertence ao Estado judeu.



ESTARRECEDORES DADOS DE UMA PESQUISA NA INGLATERRA: Um em cada quatro cidadãos britânicos com idades entre 18-35 acreditam que há uma probabilidade de que um novo Holocausto poderia acontecer na Europa, de acordo com uma pesquisa realizada pelo Congresso Judaico Europeu (EJC). Quase 60% dos entrevistados não sabiam que seis milhões de judeus foram mortos no Holocausto. Um quarto dos judeus na Grã-Bretanha pensou em deixar o país nos últimos 2 anos; pelo menos 45% dos britânicos concordam com pelo menos um sentimento antissemita. O levantamento foi divulgado antes do Fórum Pan-Europeu de emergência, em cooperação com as instituições da União Europeia, para discutir o crescente antissemitismo e crescente ódio, racismo e extremismo religioso na Europa, marcado para ter início na próxima semana. Cerca de 15% dos entrevistados concordaram com as declarações discriminatórias de que o governo deveria considerar a introdução de leis que exijam que os judeus realizem uma identificação que afirmaria a prevalência de sua religião sobre ele, enquanto um outro quinto dos entrevistados responderam de forma inequívoca que "não sei", se deve ser considerada a introdução de leis que exijam que empresas pertencentes a judeus tenham alguma forma de identificação especial.

 




Osias Wurman
Jornalista


70 ANOS DA LIBERTAÇÃO DE AUSCHWITZ
NÓS JAMAIS ESQUECEREMOS – E O MUNDO?

No próximo dia 27 de janeiro, terça-feira, o mundo estará relembrando o Dia Internacional Em memória das Vítimas do Holocausto, instituído pela ONU, na mesma data em que ocorreu a libertação do Campo de Auschwitz, em 1945, o maior centro de morte e degradação humana da História.

Passaram-se 70 anos do dia em que as tropas soviéticas entraram no “campo da morte” e liberaram o que restava de seres humanos doentes e cambaleantes.

Em Auschwitz foram mortos mais de 1,5 milhão de seres humanos.

Situado em território polonês, o campo nazista de extermínio foi peça fundamental na destruição da maior comunidade judaica da Europa, dos anos 30/40.

Antes da Segunda Guerra Mundial, existiam 3,2 milhões de judeus poloneses. Após o término da guerra, restaram na Polônia apenas 200 mil judeus.

Éramos 18 milhões de judeus em todo mundo, depois da guerra sobraram 12 milhões. Perdemos 6 milhões de irmãos.

Nós, judeus, jamais esqueceremos os horrores do Holocausto e do preconceito, mas será que esta geração de jovens europeus também conhece e repudia os horrores do Holocausto e da discriminação em geral?

A resposta é não!

Recentes pesquisas mostram a ignorância dos jovens europeus sobre o passado nazista na Europa, sobre a monstruosidade do que foi o Holocausto e muitos jovens deixam-se levar por atuais apologias racistas, discriminatórias e xenofóbicas.

Passeatas noturnas com tochas, ao estilo nazista, voltam a assolar a Europa, e o ódio da extrema-direita vai ganhando novos adeptos a cada momento.

É urgente colocar um basta na ignorância histórica relembrando, a cada momento, o que foi o ódio racial nos anos 30/40.

NÓS JAMAIS ESQUECEREMOS – E O MUNDO?

HOLOCAUSTO NUNCA MAIS:
JAMAIS DE JUDEUS OU DE QUALQUER ETNIA OU MINORIA!!!

 

 


 
 

JUSTIÇA ARGENTINA MANDA DIVULGAR A ÍNTEGRA DO RELATÓRIO DE NISMAN COM ACUSAÇÕES A KIRSCHNER

Abaixo a primeira página do relatório que o Fiscal Nisman iria entregar aos senadores argentinos no depoimento que não aconteceu devido a sua misteriosa morte.

Quarenta e oito horas após ser encontrado o corpo do Fiscal Nisman, a Justiça argentina divulgou a peça do relatório que incrimina o governo argentino de conluio com os iranianos, no intuito de encobrir a responsabilidade de altos funcionários iranianos no atentado que chocou a Argentina, em 1994, quando um carro-bomba explodiu defronte ao prédio da AMIA, em Buenos Aires.


Description: C:Usersosias wurmanAppDataLocalMicrosoftWindowsTemporary Internet FilesContent.OutlookQI7AV0V9FullSizeRender (3).jpg


Para acessar a íntegra do relatório:

http://contenidos2.tn.com.ar/2015/01/21/denunciafinal.pdf

Para assistir ao último depoimento de Nisman à TV da argentina:

http://www.youtube.com/watch?v=4nFQ7AsXmf8&sns=em

 

 

 

 

 


ESTADO ISLAMICO ATIRA HOMOSSEXUAIS DO TELHADO DE EDIFÍCIO


O grupo Estado Islâmico que atualmente assola o Iraque e a Síria chocou o mundo novamente com seus vídeos de execuções horríveis - desta vez por supostamente jogar homens vendados de um telhado, como punição por sua orientação sexual.

Imagens da execução surgiram, há dois dias, em sites jihadistas e afirmavam que os homens foram "condenados" por atos homossexuais. Pela interpretação radical do grupo da lei islâmica "engajar-se em atividades homossexuais" é um crime capital.

Uma das imagens mostra uma grande multidão reunida na parte inferior de uma grande torre para testemunhar a execução de dois homens. 


Description:

Description:

Enquanto isto, o grupo libertou cerca de 350 membros da minoria Yazidi do Iraque, no sábado, entregando-os à segurança curda no Norte do país.

 

Description:

 

Quase todos os libertados eram idosos, pessoas com deficiência, incluindo várias crianças com doenças graves, de acordo com um repórter da Reuters que os viu chegar na cidade de Kirkuk, controlada pelos curdos.

Militantes do Estado Islâmico atacaram os Yazidis no noroeste do Iraque, no verão passado, mataram, capturaram e escravizaram milhares do grupo minoritário.

Aqueles que conseguiram, fugiram para a região autônoma do Curdistão, onde muitos estão vivendo em campos, juntamente com outras minorias étnicas e religiosas, bem como muçulmanos sunitas deslocados pelos militantes islâmicos.

 

Description: Over 350 Yazids go free (Photo: Reuters)

 

Um dos Yazidis libertos, de 70 anos, disse que os combatentes do Estado Islâmico mandaram entrar em ônibus, no sábado, e ele temia que fosse ser executado.

Em vez disto, eles foram levados para a área Shirqat controlada pelo Estado Islâmico, onde passaram a noite, e de lá para Hawija na entrada sudoeste de Kirkuk.

 

 

 


 

 


PALESTINOS LANÇAM OVOS E SAPATOS NO MINISTRO CANADENSE EM RAMALLAH


O comboio do ministro canadense das Relações Exteriores John Baird foi atingido por ovos e sapatos enquanto visitava a Cisjordânia, segundo fontes palestinas. O incidente ocorreu quando o comboio estava chegando no Ministério das Relações Exteriores palestino em Ramallah. Forças de segurança palestinas conseguiram impedi-los de chegar ao comboio.

Description: http://www.ynetnews.com/PicServer4/2015/01/18/5823659/eggs_canada_tap.jpg

Baird não foi atingido, mas um dos ovos bateu no teto de seu carro depois de uma reunião com o seu homólogo palestino no Ministério das Relações Exteriores, em Ramallah.

Os manifestantes também seguravam cartazes dizendo: "Baird você não é bem-vindo na Palestina." Ativistas do partido Fatah, do presidente palestino Mahmoud Abbas, antes pediram um boicote a Baird por causa da postura do Canada pró-Israel.

Várias dezenas de forças especiais palestinas armadas com metralhadoras e equipamento antimotim não fizeram nenhum esforço para enfrentar os atiradores de ovos, numa multidão de cerca de 100 manifestantes.

"Você não é bem-vindo", os manifestantes gritavam para Baird.

O Canadá foi um dos países que votou contra a proposta para a Palestina tornar-se um Estado não membro na Assembleia Geral das Nações Unidas, em 2012. Este mês, Baird qualificou a intenção de um movimento palestino para se juntar ao Tribunal Penal Internacional de "preocupante e perigoso".

Baird esteve na região para cinco dias de reuniões com autoridades israelenses e palestinas. O Canadá se opõe à recente tentativa palestina de prosseguir com acusações de crime de guerra contra Israel.

Aludindo ao Tribunal Penal Internacional, Baird disse que pediu a Malki para "reconsiderar fortemente as consequências de se avançar com qualquer ação que possa ser contraproducente para uma solução negociada" com Israel.

"Um desejo de um futuro de paz, prosperidade, estabilidade e segurança para palestinos e israelenses deve conduzir, ambas as partes, em relação a negociações diretas", disse ele. "Hoje, reafirmamos a nossa vontade de trabalhar em conjunto sobre estas questões neste momento crucial."

Baird depois se encontrou com o ministro das Relações Exteriores de Israel, Avigdor Lieberman, que agradeceu o Canadá pelo apoio. Baird disse que os dois iriam discutir a "decisão profundamente lamentável" pelos palestinos para se juntar ao Tribunal Internacional, bem como os nossos "esforços comuns para combater o terrorismo e o extremismo".

Description: Foreign Minister Avigdor Lieberman with John Baird (Photo: Shahar Azran)

"Vamos exigir dos nossos amigos no Canadá, na Austrália e na Alemanha simplesmente parar de financiá-los", disse Lieberman à Rádio Israel. Ele disse que levantou a questão junto a Baird.

Baird estava em Ramallah para atender o convite do chanceler palestino Riad Malki.

Em um comunicado, Baird descreveu seu encontro com Malki como "cordial e construtivo" e incluiu "trocas sinceras e francas sobre áreas em que divergem de opinião."
  
No fim de semana passado, o ex-negociador palestino Saeb Erekat escreveu uma crítica mordaz sobre Baird, dizendo que ele vai sair do seu caminho para legitimar a banalidade e a brutalidade de uma ocupação israelense de 50 anos.

 

 
 


Description: http://www.gcat.com.br/img/logos/parceiros/ambient_air.jpg

 

 
 
Fiel do Islã entra com ação contra marchinha de carnaval antiga


Marchinha clássica do carnaval, a "Cabeleira do Zezé" é alvo de um processo na Justiça fluminense, por citar o profeta Maomé. Segundo reportagem do Jornal Extra, o produtor e apresentador de TV Marcelo Abbas Musauer entrou com uma ação na Justiça, em 2008 contra a Irmãos Vitale, titular dos direitos autorais da marchinha, e contra João Roberto Kelly, compositor da música, alegando que ela denigre a imagem do profeta.

Musauer se apresenta como fiel islâmico e levou a letra, composta há 45 anos, muito à sério. "Será que ele é bossa nova? Será que ele é Maomé? Parece que é transviado. Mas isso não sei se ele é", diz a canção.

"A música enxovalha o nome de Maomé, que criou uma das maiores religiões do mundo, o islamismo. A música mistura o profeta com uma festa profana. Imagina se fosse com Jesus Cristo e as pessoas gritassem ‘bicha, bicha’?”, defende o apresentador.

Description: http://i961.photobucket.com/albums/ae96/Passeiaqui7/Datas%20Comemorativas/22759-Carnaval21.gif


O juiz Maurício Chaves de Souza Lima indeferiu o pedido por entender que a marchinha não faz menção à religião islâmica nem faz relação de Maomé a qualquer coisa negativa, e ainda considerou que Musauer é parte ilegítima, já que  a ofensa não seria direta a ele e sim ao profeta e à religião islâmica.

"A letra apenas relaciona Maomé a uma pessoa cabeluda, aliás, como assim é retratado em gravuras, e isto, ainda por cima, para permitir a rima. (...) De outra parte, quando a letra da canção alude a transviado, palavra que não tem o significado de homossexual, antes de pessoa corrupta em seus costumes, está claramente a referir-se a Zezé", escreveu o juiz na sentença.

Descontente, o produtor entrou com recurso, que foi negado. De acordo com a publicação, ele não vai desistir: “Vou até ao Supremo, se for preciso. E agora terei o apoio de associações muçulmanas. Ainda mandarei carta para autoridades palestinas”.

Marcelo tem em seu nome um dos sobrenomes da família do profeta Maomé — Abbas — e pretende substituir  “Marcelo” por “Sultão”, título dado somente a príncipes e soberanos maometanos.

http://www.conjur.com.br/2015-jan-15/fiel-isla-entra-acao-marchinha-carnaval antiga?utm_source=dlvr.it&utm_medium=facebook

 

 
 


HITLER “RENASCE” EM FACEBOOK DE LÍDER POLÍTICO NA ALEMANHA

Uma foto do fundador do novo movimento "anti-islamização" da Alemanha mostrando ele usando um bigode e o ao estilo de Adolf Hitler, apareceu na mídia alemã.

Kathrin Oertel, porta-voz do PEGIDA, disse que a foto de Lutz Bachmann foi "uma piada".

Ela citou Bachman dizendo que ele tinha usado a imagem, que o mostra com um pequeno bigode preto e cabelo molhado dividido para um lado lembrando o líder nazista, na época da publicação de um audiobook satírico sobre Hitler intitulado "Ele está de volta".


Description: http://api.theweek.com/sites/default/files/styles/tw_image_6_4/public/B74DR7GIQAA6F0l.jpg?itok=sYCeI9V6


Bachman, de 41 anos, que fundou PEGIDA - "Os europeus patrióticos contra a islamização do Ocidente" - em outubro, postou a foto no Facebook, muito antes de ele se tornar conhecido publicamente, disse MOPO 24.

PEGIDA tem organizado marchas semanais na cidade oriental de Dresden que têm crescido ao longo dos últimos três meses, expressando raiva contra o Islã e os "criminosos"requerentes de asilo.

MOPO 24
 também afirmou que os comentários com o nome de Bachmann haviam sido postados, no passado, no Facebook se referindo aos refugiados como "bestas" e "sujos".


Description: http://www.straitstimes.com/sites/straitstimes.com/files/imagecache/ST_REVAMP_2014_STORY_PAGE_640X360/20150121/PEGIDA-21115e.jpg


Na segunda-feira passada, PEGIDA cancelou sua marcha à noite em Dresden depois que a polícia proibiu todas as reuniões públicas ao ar livre dentro dos limites da cidade para aquele dia, citando a "ameaça concreta" de uma tentativa de assassinato contra os líderes do grupo.

O grupo, que tinha levado 25.000 adeptos para uma marcha na cidade, na semana anterior, prometeu se reunir novamente na próxima semana.


Description: http://cdn.inquisitr.com/wp-content/uploads/2015/01/Lutz-Bachmann1-665x385.png


Milhares de pessoas, a favor e contra PEGIDA, são esperadas na cidade vizinha de Leipzig, na próxima quarta-feira.

 

 
 


RODRIGO CONSTANTINO EM PORTUGAL

Description: C:Usersosias wurmanAppDataLocalMicrosoftWindowsTemporary Internet FilesContent.OutlookQI7AV0V9IMG_9981.JPG

 

O livro de Rodrigo Constantino “Esquerda Caviar” atravessará o Atlântico e será lançado em Portugal pela Editora Alêtheia. O prefácio do livro adaptado será de João Pereira Coutinho e a orelha será de Bruno Garschagen.

 

 

 
 


CLARA P. STEINBERG: COMUNIDADE PERDE ÍCONE EMPRESARIAL E SOCIAL


Description: C:Usersosias wurmanAppDataLocalMicrosoftWindowsTemporary Internet FilesContent.OutlookQI7AV0V9FullSizeRender (2).jpg


O nome de Clara Steinberg está diretamente relacionado a uma grande multiplicidade e diversidade de realizações ligadas não só ao crescimento imobiliário da cidade do Rio de Janeiro como também ao desenvolvimento humano e social dos moradores.

Dotada de inteligência privilegiada, já na vida acadêmica distinguiu-se concluindo na Escola Nacional de Engenharia (atual UFRJ) os cursos de Engenharia Civil, Engenharia Industrial (modalidade química) e Engenharia Econômica.

Ao longo de mais 50 anos, como vice-presidente do Grupo SERVENCO, Clara teve uma participação decisiva no sucesso da empresa, destacando-se por sua criatividade, espírito empreendedor e responsabilidade social.


Description: https://lh6.googleusercontent.com/-fT8NI2R0lbQ/U8_qTxETWjI/AAAAAAAAAfA/5adN6nAxBqE/w633-h640/logo%2Bservenco_alta.jpgDescription: http://www.servenco.com.br/imgs/casal.jpg


Dentro do Grupo, idealizou e implantou o programa Recreação para as Comunidades Residentes, nos prédios construídos, que passou a ser um diferencial da empresa, sendo importância do trabalho desenvolvido no âmbito da educação reconhecida no Brasil e no exterior. Porém, Clara preocupou-se sempre, não só com aqueles que iriam residir nos prédios como também com o desenvolvimento profissional da equipe de trabalho da empresa, oferecendo oportunidades de estágio a inúmeros universitários, programas de saúde, educação e lazer a todos os operários, que incluíam desde a alfabetização até a realização de festas juninas nos canteiros de obra. Clara acompanhou pessoalmente os projetos e a execução de inúmeras obras que se tornaram marcos na cidade tais como o Clube de Aeronáutica, o conjunto de edifícios da Rua Marquesa dos Santos, o Rio Flat Service - primeiro apart hotel e o edifício da Caemi - um prédio inteligente, entre outros prédios residenciais e comerciais.

Sob sua orientação foi construído o Rio Design Center, primeiro shopping brasileiro especializado em decoração e design e centro cultural de reconhecida importância para a cidade e o Rio Design Barra, um projeto três vezes maior do que seu antecessor, que certamente contribuirá para o enriquecimento cultural da vida da comunidade.


Description: https://lh4.ggpht.com/o-LeWJr-PTtCsPTc8KE9fbCUzH2qxpIuxk5ERzFoxrdJ4JLtqfMg9hG0xq_ormJ8XICrGK90XEJQEUEDescription: https://lh6.ggpht.com/K7dGe2ZYwXAnHL7OgMtd_eflziwYqsnYQxY99Q3QyAhD46T52HpmifGCI3ETnmQV88VUdm61n5xl0tc


Paralelamente a sua atuação na Servenco, Clara sempre exerceu funções de diretoria, contribuindo com idéias inovadoras e participando ativamente do trabalho em diversas instituições tais como Associação Brasileira para o Desenvolvimento da Mulher (Banco da Mulher), Associação Comercial do Rio de Janeiro, o Sindicato da Indústria da Construção Civil, a Associação Promotora de Estudos da Economia (APEC), a Associação Rio Criança Cidadã, a Associação Brasileira de Engenheiras e Arquitetas (ABEA), e o Clube de Engenharia. No exterior ocupa também posições de destaque como Membro do Board of Governors, da Universidade de Tel Aviv 1982 e Membro da World Leisure and Recreation Association (WLRA) desde 1976, Membro do Conselho de Educação, desde 1995 e Membro da Diretoria da entidade de 1997/1998.

O interesse social de Clara expressa-se também em seu apoio as artes e a cultura como um todo, como a construção de um Centro Comunitário na Rocinha, de um Centro Cultural no Colégio Pedro II, de um Centro Esportivo no Clube Hebraica, de um auditório no Clube de Regatas Flamengo e a recuperação da Oficina de Artes Maria Tereza Vieira, bem como, patrocinado a edição de diversos livros, filmes, vídeos e exposições são alguns exemplos de seu trabalho.


Description: http://www.kinda.com.br/img/news-irs.jpg


O interesse pela criança e pelo desenvolvimento social, sempre presentes na atuação de Clara, marca mais uma de suas realizações, a criação do Instituto Rogério Steinberg, 1997, instituição voltada para dar apoio especializado às crianças carentes, oriundos de famílias de baixa renda, contribuindo para o desenvolvimento do país, aumentando as oportunidades de progresso pessoal e profissional de crianças e jovens talentosos. Através dos Programas Despertando e Desenvolvendo Talentos, busca desenvolver o potencial dessas crianças carentes de recursos financeiros. O apoio é fornecido a várias instituições beneficentes, no que se refere ao aproveitamento das horas de lazer em atividades de artes plásticas, esportes, música, dança, informática, matemática e outras, ampliando o leque de possibilidades das crianças e contribuindo, através da educação complementar para o desenvolvimento de talentos que permitam a essas crianças um futuro melhor.


Description: http://www.seconci-rio.com.br/new/uploads/fotos/imagens/Eapao_Cultural_Clara_Steinberg___New_Photojpg_45.jpg


Clara é sem dúvida uma personagem marcante na história da Indústria da Construção Civil do Rio de Janeiro e talvez do país, é um exemplo a ser seguido na determinação com que sempre trabalhou e continua trabalhando pela educação como caminho para se chegar a uma melhor qualidade de vida.

Clara foi homenageada em 2010 com o prêmio do Senado Cidadã Bertha Lutz.

 

 

 

 

 

 

Por que o Brasil, Israel e os EUA não reconhecem o Genocídio Armênio?


Description: https://pbs.twimg.com/profile_images/1225570297/40379_10150242688785468_809675467_13935112_2657714_n.jpg

Guga Chacra – De Nova Iorque para a Rua Judaica

 

Neste ano, será o aniversário de um século do Genocídio Armênio. Ao todo, 1 milhão de armênios foram mortos pelas forças do Império Otomano. Outras centenas de milhares foram expulsos, incluindo crianças órfãs, e tiveram de caminhar pelo deserto até a Síria e o Líbano, onde conseguiram sobrevier e formar proeminentes comunidades em Beirute (região de Burj Hammoud), Aleppo e Damasco. Alguns seguiram viagem junto com libaneses e sírios para a América no processo imigratório da primeira metade do século 20 e hoje estão instalados em Los Angeles, Buenos Aires e São Paulo.


 Description: http://blog.aboutbc.info/wp-content/uploads/2012/05/GENOCIDIO-ARMENIO.jpg


Muitos países já reconheceram o Genocídio Armênio. Entre eles, o Líbano, a França e a Argentina, além da maioria dos Estados americanos. O então senador Barack Obama também reconheceu, embora o presidente Barack Obama, de forma vergonhosa, ainda não tenha reconhecido, assim como seus antecessores. Israel e Brasil, assim como os EUA, integram também o grupo de países que não tiveram a coragem de reconhecer o genocídio, amplamente documentado. E, no caso destes três países, é grave o não reconhecimento.
O Brasil não tem argumento. A comunidade armênia implora há décadas pelo reconhecimento, ignorado inclusive pelos presidentes Fernando Henrique Cardoso e Lula. Imagine se eles se recusassem a reconhecer o Holocausto ou o Genocídio no Camboja? É quase impossível conhecer algum armênio que não tenha perdido parentes no genocídio. E noto que nossa vizinha Argentina reconheceu e nem por isso entrou em atrito com a Turquia. 
Israel argumenta que afetaria as relações com a Turquia. Como se estas fossem boas atualmente. O presidente turco Recep Tayyp Erdogan substituiu o iraniano Mahmoud Ahmadinejad como o maior algoz de Israel na comunidade internacional com discursos que beiram o antissemitismo. Hoje, é dos raros líderes estrangeiros que apoia o Hamas. Sem falar que, mesmo que estas relações fossem boas, Israel, um Estado judaico, do povo que sofreu o maior genocídio do século 20, teria de ser o primeiro a reconhecer o genocídio dos armênios. Deixar para reconhecer agora, com as relações deterioradas, sempre terá uma mancha. O reconhecimento devia ter sido feito há décadas. Noto que o pequeno Líbano, bem menos relevante geopoliticamente do que Israel, fez reconhecimento há anos e não por isso viu as suas relações com a Turquia se deteriorarem. Lembrem, em Jerusalém, há o quadrilátero judaico, o cristão, o muçulmano e o armênio, onde está o Portão de Jaffa. Qualquer um que circulou na área viu os cartazes do Genocídio Armênio.
Description: http://www.abiertoporvacaciones.com/omedio/jerusalem/Jerusalem_Armenian_Quarter.jpg
Os EUA argumentam que a Turquia é um membro fundamental da OTAN. Mas apenas isso não justifica. A França reconheceu e integra a OTAN. Obama sabe que o genocídio ocorreu e disse, quando senador, que era obrigação do então presidente George W. Bush de reconhecer. É sabido em Washington que a AIPAC, principal lobby pró-Israel, ajuda o lobby  pró-Turquia (sim, muitos países, e não apenas Israel, possuem lobby) para impedir a aprovação no Congresso de uma resolução reconhecendo o genocídio, defendida pelo lobby armênio. Neste ano, a AIPAC indicou que não ajudará mais os turcos. Um ótimo avanço. Mas não se sabe se suficiente para os EUA reconhecerem o genocídio.
Por último, não podemos esquecer da própria Turquia. É um absurdo uma nação que se diz democrática e com uma economia emergente e desenvolvida como a turca não reconhecer este genocídio. Ainda mais levando em conta que foi a entidade “Império Otomano” e não a “Turquia” que cometeu o genocídio. Até pouco tempo atrás, era crime sequer mencionar o genocídio dos armênios. Os turcos agem de forma oposta à da Alemanha, que assumiu os crimes do nazismo e hoje não tolera mais antissemitas, como o líder do grupo islamofóbico (anti-Islã) Pegida fantasiado de Hitler – não se esqueçam que a extrema direita europeia não apenas é islamofóbica como antissemita e em alguns casos neonazista. Mas, voltando à Turquia, o mínimo que se espera, é admitir seus erros no passado. Todos os países do mundo têm mancha. O Brasil teve a escravidão, por exemplo.

 

 
 

 

 

 
 


MISS ISRAEL É BOICOTADA EM CERTAME MUNDIAL


Saly Greige, a Miss Líbano, está em sérios problemas em seu país de origem depois que ela posou para um selfie com Doron Matalon, Miss Israel 2014, na preparação para o concurso de Miss Universo.

A mídia libanesa e as redes sociais estão em furor nos últimos dias na esteira da imagem que a Miss Líbano, agora, diz que "a Miss Israel invadiu seu selfie".

Greige vem tentando controlar os danos, alegando que ela foi pega de surpresa.

"Desde o primeiro dia em que cheguei no concurso Miss Universo eu tomei muito cuidado para não tirar fotos com a Miss Israel, que tentou várias vezes tirar fotos comigo", publicou o Daily Star do Líbano citando Greige.

Description: Miss Israel with Miss Lebanon in flashpoint selfie

"Enquanto eu estava me preparando com a Miss Slovania e a Miss Japão para tirar a nossa fotografia, a Miss Israel pulou na frente e tirou um selfie com seu telefone e postou na mídia social", ela implorou que fosse perdoada, tentando defender-se das ondas maciças de críticas.

O jornal libanês Al Jadid publicou um relatório crítico do incidente, em que zombou de Greige, e perguntou se a modelo, que disse uma vez que gostava de ler, não tinha lido em nenhum livro que Israel é um “Estado inimigo”.

Foi só em outubro que a jovem se tornou um ícone cultural e uma fonte de orgulho na sua aldeia cristã, no norte do Líbano.

Enquanto isso, Matalon negou categoricamente a explicação de Greige.

Matalon, que foi notícia anos atrás, quando um homem religioso haredi a assediou sexualmente em um ônibus durante seu serviço militar, tem vivido em Miami.

Description: Miss Egypt with Matalon

Matalon também foi fotografada com a Miss Egito, mas era, aparentemente, um evento único. A representante do Egito, Lara Debanna, teria sido instruída por "alguém de cima" para manter distância de Matalon, e para evitar ser fotografada com ela em qualquer circunstância.

"Tiramos uma foto de grupo com a Miss Eslovênia, a Miss Japão, e a Miss Líbano", disse Matalon. "Ela deve ter recebido críticas dos fãs no Líbano depois que eu fiz o upload, e agora ela não vai ficar ao meu lado em qualquer situação e, agora após os protestos, a Miss Egito está se comportando da mesma maneira."

"É uma pena que não se pode deixar de lado toda a hostilidade apenas para o período da competição", Matalon disse, acrescentando que ela não ficou surpresa com o desenvolvimento do assunto. "Nós realmente temos uma rara oportunidade de conhecer garotas de todo o mundo e ouvir sobre suas diferentes culturas."

Líbano e Israel permanecem em um estado oficial de guerra, e apesar de incidentes fronteiriços raros desde que Israel travou uma guerra sangrenta com o grupo libanês xiita Hezbollah, em 2006, as relações com Israel são malvistas, e aqueles que atravessam a fronteira, são geralmente interrogados.

 

 

 
 

AUTORIDADES COMUNITÁRIAS JUDAICAS NÃO CONSIDERAM NISMAN COMO SUICIDA


O enterro do corpo do promotor argentino Alberto Nisman, morto no último fim de semana, foi uma maneira de a comunidade judaica local combater a tese do governo de que a causa da morte foi suicídio.

Pelo judaísmo, ao tirar a sua própria vida, o suicida comete uma ofensa ao Criador. Por isso, é enterrado numa parte do cemitério afastada dos outros túmulos.

Líderes locais argentinos mandaram fazer algo semelhante ao que foi feito em relação ao corpo do jornalista Vladimir Herzog, assassinado pela ditadura militar brasileira em 1975 e enterrado, segundo determinações do rabino Henry Sobel, fora do setor reservado aos suicidas, de acordo com o que determina a religião judaica.

A ex-mulher do promotor argentino, uma juíza, levanta dúvidas sobre a hipótese de suicídio.


Description: http://i0.statig.com.br/bancodeimagens/7l/l1/q5/7ll1q55q53mmfxffeydcx83yi.jpg


Na época, o governo militar costumava divulgar que a causa da morte de prisioneiros políticos, na verdade por tortura e assassinatos, havia sido o suicídio.

Na segunda-feira (19/1), Nisman iria dar detalhes, no Congresso Nacional, sobre as denúncias feitas por ele contra o governo que, segundo Nisman, teria entrado em acordo com o Irã para encobrir os autores do atentado da Associação Mutual Israelita Argentina (Amia), que matou 85 pessoas em 1994.

Segundo uma fonte, tanto a Delegação de Associações Israelenses Argentinas (Daia) quanto a Amia, principais organizações judaicas argentinas, estavam reservando, junto com os familiares, um local ao lado do destinado às vítimas do atentado para o sepultamento do promotor.


Description: http://s2.glbimg.com/Poqu05Oezc2STN1PPZDw4ZgVi_s=/620x465/s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2015/01/20/argentina_2.jpg


O rabino Ioni Shalom, conhecido religioso argentino, disse acreditar que Nisman não deveria enterrado como suicida, contrariando a tese que predomina dentro do governo, de que o promotor tirou sua própria vida.

— Não creio que ele deveria ser enterrado na ala de suicidas porque não há certeza de que se suicidou. E, no caso dele realmente ter se matado, isso deve ter ocorrido como uma maneira de proteger alguém, familiares ou a própria comunidade, pois teria sido decorrente de ameaças muito grandes, o que é uma atitude que o eleva.


 

 





Albergue com turistas israelenses sofre ataque antissemita na Argentina


Pessoas alcoolizadas roubaram local e destruíram instalações. Estabelecimento na Patagônia recebe em sua maioria turistas de Israel.

Um albergue na Patagônia argentina, que recebe em sua maioria turistas israelenses, foi atacado por alguns vizinhos alcoolizados que roubaram e destruíram instalações, gritando insultos antissemitas, relatou na quarta-feira (21) à AFP um de seus donos.

O incidente ocorreu na madrugada de segunda-feira no albergue "Onda Azul", localizado em Lago Puelo, na cordilheira dos Andes. O estabelecimento hospedava cerca de 150 turistas, todos jovens na faixa dos 20 anos, a maioria israelense, embora também estivessem hospedados argentinos e europeus.

Description: http://r-ec.bstatic.com/images/hotel/840x460/360/36083390.jpg

"Entraram três vizinhos bêbados, fazendo comentários antissemitas e xenofóbicos. Quebraram cerca de 30 cristais, saquearam o lugar, roubaram mochilas com passaportes, dinheiro e celulares. Aterrorizando e intimidando", descreveu o proprietário, Yoav Pollac, de 38 anos, um israelense de pais argentinos.

"Judeus de merda, estão nos roubando a Patagônia", gritavam os atacantes, vizinhos do lugar que foram identificados, filmados e incriminados, mas não detidos por questões processuais, explicou à AFP o comissário de Lago Puelo, Darío González.

Description: Scene of attack (Photo: Nadav Tzuker)

O comissário disse que se tratou de "um episódio isolado e sem antecedentes. Esses vizinhos haviam se queixado de barulhos incômodos porque no albergue colocavam a música muito alta".

Este caso obrigou os proprietários a fechar temporariamente o lugar em plena temporada turística, por não poderem garantir a segurança dos hóspedes.

O albergue recebe cerca de 5.000 turistas israelenses por ano, um movimento de pessoas que alimenta inúmeros comércios locais, segundo Pollac.

Lago Puelo, um imponente lugar entre montanhas e lagos, 1.700 km ao sudoeste de Buenos Aires, que baseia sua economia no turismo e na produção de frutas vermelhas, chega a duplicar sua população de cerca de 15.000 habitantes durante a temporada do verão.

Em dezembro passado, o instituto contra a Discriminação (INADI) havia sido alertado diante a aparição de cartazes que incentivavam boicotar e negar atenção aos turistas israelenses com o título "Não os queremos aqui", em El Bolsón, a 15 km de Lago Puelo.

Após a Segunda Guerra Mundial, vários líderes nazistas encontraram refúgio nesta região da Argentina, país onde vive a maior comunidade judaica da América Latina, com cerca de 300.000 integrantes.

 

 

 
 



Por Daniela Kresch
Jornalista
direto de Israel

COBERTURAS AO VIVO E SEUS PERIGOS

TEL AVIV -  Muitos assuntos inundaram o meu Facebook nos últimos dias. O fuzilamento do traficante Marco Archer (gente contra, a favor, exaltada ou não), a sensação térmica de 60 graus no Rio (exagerei?), reclamações sobre o governo, os apagões, os preços altos... Mas um dos debates me deixou mais curiosa. Pelo que entendi, uma repórter da Rede Globo que estava em Paris se assustou durante uma cobertura ao vivo quando ouviu explosões em frente ao mercadinho de comida casher (era a polícia entrando no mercado depois que o terrorista matou quatro judeus franceses). Aflita, a repórter saiu de frente da câmera e admitiu estar temerosa. Se entendi bem, num outro momento, a mesma repórter reclamou que não havia internet onde ela estava e que, portanto, não poderia atualizar suas informações.


Description: http://2.bp.blogspot.com/-p972tGQ9eUk/VLeXEZBkAPI/AAAAAAAAk8M/iToJiIONGB4/s1600/04.JPG

Confesso que não consegui ver na internet essa parte do celular. Mas a do susto não me pareceu incrível o suficiente para virar mania na internet. Pouca gente sabe como é difícil falar ao vivo na TV. No meu caso, eu fico sentada no meu escritório, sem nada atrás acontecendo. E, mesmo assim, fico nervosa a cada aparição porque sei que tenho que dar todas as informações em apenas 2 minutos. E se esquecer uma parte? E se gaguejar ou engasgar numa palavra (gaguejo e engasgo muito)? Nunca fiz uma cobertura “in loco” ao vivo para televisão (sempre fui repórter de jornal e a Globo News é a minha primeira experiência diante das câmeras), mas tenho certeza de que é enervante, difícil, complicado e passível de erros. Quem reclama ou faz troça do que aconteceu com a correspondente Cecília Malan deveria tentar uma vez fazer o que ela e outros correspondentes fazem. Não é fácil.

Esta semana, diversos repórteres israelenses “pagaram mico” na cobertura ao vivo do ataque terrorista em Tel Aviv no qual um palestino de Tulkarem esfaqueou 10 pessoas. Um dos repórteres de rádio passou minutos perguntando a quem encontrava na rua se ele estava dentro do ônibus atacado. Todos respondiam que não e ele dizia: “Esperem, vou conseguir encontrar alguém que estava lá!”. Um outro jornalista, do Canal 10 de TV, decidiu criar ficção ao relatar o que o motorista do ônibus fez – mesmo que ele não estivesse presente no momento: “O motorista, no fim de suas forças, se arrastou e apertou o botão para que as portas do coletivo se abrissem, salvando assim dezenas de pessoas”. Como ele sabia que o motorista estava “no fim de suas forças” ou que ele se arrastou? Esse tipo de “ficção jornalística” para transformar um evento em algo “heroico” é comum entre os jornalistas daqui, que esbanjam nos adjetivos e nos chamados “narizes de cera” (introduções desnecessárias para textos de jornal). Esquecem que a realidade é impressionante o suficiente.

Description: http://ep00.epimg.net/internacional/imagenes/2015/01/21/actualidad/1421826288_836024_1421842428_noticia_fotograma.jpg

Quem também reclama de que correspondentes apuram fatos pela internet não conhece como é o mundo jornalístico atual. As informações chegam mais rápido pelas redes sociais do que através de entrevistas com “autoridades”. É claro que entrevistar pessoas envolvidas e apurar os fatos é fundamental para uma cobertura – principalmente as mais profundas. Mas quando se trabalha ao vivo, é preciso aproveitar todas as informações que pipocam em TVs, rádios, internet e celulares (sempre deixando claro que se trata de dados ainda não comprovados, claro). Se conseguir falar com alguém, melhor ainda. Mas quando você tem dois minutos para se preparar para uma entrada ao vivo na qual você tem que atualizar o público, estar antenado no século XXI é fundamental.
Nenhum correspondente pode estar de pé em frente à câmera fazendo uma cobertura ao vivo e, ao mesmo tempo, fazer mil entrevistas, soar calmo e falar um texto lindamente bem escrito. A não ser que disponha de um produtor ou de outro repórter ajudando. No passado, quando as entradas ao vivo aconteciam com hora marcada via satélite – antes do Skype e similares – os correspondentes tinham um pouco mais tempo para se preparar. Não desdenho dos correspondentes mitológicos. Mas tampouco dos jornalistas de 2015.

Description: http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/files/2011/10/kadafi-morto-libia-20111020-08-original.jpg

Eu mesma já passei informações ao vivo à Globo News que não apurei pessoalmente, mas que ouvi pela rádio israelense antes de que qualquer outro veículo de comunicação do Brasil soubesse. Justamente por isso é que estou aqui, em Israel: para acompanhar as notícias também pela mídia local. O melhor exemplo disso foi o linchamento do ex-ditador Muammar Kadafi, em outubro de 2011. Eu estava ao vivo na Globo News no momento em que ninguém sabia ainda o que tinha acontecido com o ditador. Pelo “cantinho do ouvido”, escutei uma informação da rádio Reshet Bet, a principal de Israel. O repórter que passa o dia inteiro escutando rádios e vendo TVs do mundo árabe gritou: “Kadafi morreu!”. Os apresentadores perguntaram se ele tinha certeza e ele respondeu que estava vendo imagens do presidente líbio morto. Como eu estava ao vivo, pude dizer, em primeira mão no Brasil, que Kadafi tinha morrido (explicando qual era minha fonte, claro). Não fui eu que apurei e eu nem estava lá na Líbia na hora do linchamento. Mas dei a notícia primeiro no Brasil com base numa fonte primária fidedigna. Aliás, só 20 minutos depois da Globo News é que a CNN e a BBC noticiaram a morte de Kadafi. 

Moral da história, pelo menos para mim: trabalhar na imprensa é complicado, difícil e enervante. Quem desdenha ou critica jocosamente, está sendo leviano. Erros e sustos são comuns para qualquer mortal. E fazer uso de tecnologia moderna também. A não ser que o jornalista ainda use “sebosos” (listas telefônicas antigas) e espere notícias via telex.


 
 


UMA FAÇANHA DAS FORÇAS DE DEFESA DE ISRAEL

Description: banner

Decolagem e aterrisagem de uma enorme aeronave comercial com centenas de passageiros não é uma tarefa fácil para qualquer piloto. Fazer isto, enquanto os foguetes estão voando por cima, parece impossível e arriscado. No entanto, durante a Operação Borda de Proteção quando o Hamas disparava foguetes contra o Aeroporto Internacional Ben Gurion, as forças israelenses conseguiram manter o tráfego aéreo de passageiros em segurança.

O Hamas declarou que parar o tráfego no Aeroporto Internacional Ben Gurion foi um dos seus objetivos principais durante a Operação Borda de Proteção. A organização terrorista disparou dezenas de foguetes em direção ao Ben Gurion e enviou e-mails diários para empresas aéreas internacionais que ameaçavam atacar o aeroporto. "Parar Ben Gurion teria sido uma grande conquista para o Hamas", explica Shmuel Zakai, o Diretor do Aeroporto Internacional de Israel.

"É quase impossível explicar para as pessoas que vivem fora de Israel como você pode manter um ambiente de voo civil normal e seguro em uma realidade onde os foguetes são disparados contra nós", Zakai continua. "Nenhum outro aeroporto no mundo desenvolvido tem de lidar com este tipo de ameaça. Há uma organização terrorista declarando abertamente que seu objetivo é cortar Israel do resto do mundo, visando o aeroporto."
Então, como é que a Força Aérea de Israel evitava os foguetes destinados a derrubar aviões durante a Operação Borda de Proteção? A resposta a essa pergunta está nos avançados métodos de vigilância aérea da IAF e do Iron Dome, o sistema de defesa antimísseis.

Description: http://www.idfblog.com/wp-content/uploads/2015/01/EnSafetyzone-640x474.jpg


Em primeiro lugar, rotas específicas foram designadas para as aeronaves comerciais, mantendo-as protegidas do alcance de foguetes do Hamas. Enquanto isso, o Iron Dome protegia o edifício do aeroporto e os aviões na pista. Essas duas ações garantiram que aviões no chão e no ar não poderiam ser atingidos por foguetes.

Esta coordenação pode parecer uma tarefa simples, mas levanta um desafio grande: enquanto aviões estão nas rotas de voo, mísseis Iron Dome na área não podem ser disparados, porque eles podem colocar em risco o voo. Isso deixa áreas povoadas de Israel temporariamente desprotegidas e civis vulneráveis ??a ataques de foguetes do Hamas.

Esta lacuna no sistema de proteção só pode ser preenchida por reações no local e rápidas decisões. Se um foguete é disparado de Gaza, enquanto um avião está na rota designada, ainda há tempo suficiente para interceptá-lo, é apenas uma questão de trabalhar com rapidez e eficiência com muitos sistemas diferentes de uma só vez.

"Com um trabalho duro e de pesquisa que desenvolvemos em tempo real temos capacidade na tomada de decisões pendentes, que nos permitem manobrar estas situações difíceis", explica o coronel Ran Turgeman, Comandante Aéreo de Sistemas de Vigilância da IAF. "Sem vigilância total sobre todo o espaço aéreo e sincronização entre os sistemas, não teríamos sido capazes de controlar a situação. Não é por causa de sorte que nenhuma aeronave foi atingida; é por causa do pensamento e da tecnologia."


Description: http://www.haaretz.com/polopoly_fs/1.545037.1378187214!/image/3506048486.jpg_gen/derivatives/landscape_640/3506048486.jpg


Algumas companhias aéreas internacionais pararam seus voos para o Aeroporto Internacional Ben Gurion, por alguns dias, durante a Operação Borda de Proteção, depois que uma casa em uma cidade vizinha ter sido diretamente atingida por um foguete disparado de Gaza. No entanto, os voos retomaram após a reafirmação dos serviços de segurança de aeroportos que o incidente não refletiu sobre a segurança dos voos e dos passageiros.

Apesar do lançamento de foguetes, ameaças incessantes, e os desafios estratégicos, cerca de 20.000 voos internacionais e 3.000.000 de passageiros passaram pelo Aeroporto Internacional Ben Gurion durante a Operação Borda de Proteção - provando que enquanto o Hamas tentou fechar a porta de Israel para o mundo, ela permaneceu aberta e ocupada durante todo o desafiante verão.

 

 

 
 


France’s Jews Have No Choice but Israel


Description: http://www.dtcperspectives.com/wp-content/uploads/2012/01/NY-Times-logo.png

BY SHMUEL ROSNER ( Original em Inglês)

Description: http://static01.nyt.com/images/2015/01/16/opinion/15Rosner/15Rosner-master675.jpg


http://www.nytimes.com/2015/01/16/opinion/shmuel-rosner-frances-jews-have-no-choice-but-israel.html?emc=eta1&_r=0

 

 
 



ISRAEL MANDARÁ CAMPEÕES PARAOLÍMPICOS EM 2016



Description: C:Usersosias wurmanAppDataLocalMicrosoftWindowsTemporary Internet FilesContent.Outlook32LMZE52SHRAGA.JPGDescription: C:Usersosias wurmanAppDataLocalMicrosoftWindowsTemporary Internet FilesContent.Outlook32LMZE52BOAZ.JPG


Description: C:Usersosias wurmanAppDataLocalMicrosoftWindowsTemporary Internet FilesContent.Outlook32LMZE52DORON.JPG



Description: C:Usersosias wurmanAppDataLocalMicrosoftWindowsTemporary Internet FilesContent.Outlook32LMZE52INBAL.jpg Description: C:Usersosias wurmanAppDataLocalMicrosoftWindowsTemporary Internet FilesContent.Outlook32LMZE52KOBI.JPG


 

 
 

ROUPA CURTA ENCURTA A VIDA


Uma nova campanha em Jerusalém reacendeu guerras religiosas na capital depois que enormes anúncios: "roupa curta encurta a vida" apareceram, na semana passada, em cerca de 20 ônibus da Egged na cidade.
  
Os anúncios incluíram uma legenda indicando que o objetivo da campanha é a "transcendência da alma dos justos de Har Nof" - aos adoradores assassinados em um ataque terrorista em uma sinagoga de Jerusalém, há cerca de dois meses atrás.

A campanha gerou uma série de condenações em redes sociais, e ativistas seculares apresentaram queixas à empresa Cnaan Media, que é responsável pelos anúncios de ônibus.

O criador da campanha parecia impressionado com o crescente caos. "Ela está causando uma bagunça?" disse ele. "Bom, deixe-a causar uma confusão, antes que nós nos encontremos em uma confusão ainda maior."

Ele acrescentou que o desastre na sinagoga em Har Nof forçou todo judeu religioso a se envolver em um auto-exame, e que ele acreditava que o público ultra-ortodoxo deve ser encorajado a ser rigoroso sobre questões como a modéstia e a unidade.

Description: The ad: 'Short clothing shortens life' (photo taken from Facebook)

"É claro que aqueles que foram assassinados não receberam um castigo que mereciam", disse ele. "Eles eram justos. Eles acordavam para rezar às 6,00 da manhã. Eles são vítimas públicas, e isso aconteceu com eles por causa de nós, por causa dos nossos atos. Uma pessoa não pode dizer que não se importa. É crueldade."

Quanto aos protestos sobre a afirmação de que "a roupa curta encurta a vida", o publicitário disse: "Alguém pode dizer com certeza que isso não é verdade?"

Ele ressaltou, no entanto, que a mensagem foi dirigida ao público haredi, que acredita nesses valores, em vez de seculares, que não foram educados sobre estes valores, embora ele acrescentou que "a modéstia vai proteger todos nós - mesmo aqueles que agora estão reclamando.

"Eu pedi que as propagandas só apareçam nas linhas que servem o público que realmente vai entendê-la, mas tentam escapar. Se encontrá-la em ônibus dos seculares, vou pedir-lhes para remover as propagandas. Essa não era a intenção. É, em primeiro lugar, o meu negócio. Se eu já investi o meu próprio dinheiro, a publicidade deve ser focada e atingir o público-alvo."

O porta-voz da Egged, Ron Ratner, disse em resposta que o ônibus fazia parte do domínio público, como "uma rua sobre rodas" e, portanto, a empresa não o vê apto a intervir no conteúdo anunciado no ônibus por uma concessionária externa, exceto em casos radicais.

"Vivemos em uma sociedade democrática, tolerante, desde que os anúncios não prejudiquem o Estado, seus símbolos ou sentimento público de forma intolerável - não devem intervir", disse Ratner.

Ele estimou que os protestos estavam sendo conduzidos pelas partes interessadas, e acrescentou que "cabe à empresa Cnaan decidir sobre o assunto."

Description: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Epocanegocios2/foto/0,,43036994,00.jpg

Ohad Givli, CEO da Cnaan Media, que detém a franquia para a publicidade em ônibus da Egged, em Jerusalém, disse em resposta que a empresa não concorda necessariamente com todas as mensagens que aparecem em seus veículos, mas que não está apta para censurar os anúncios ou pedir o anunciante para mudar o texto, desde que os anúncios não ofendam um determinado público de uma maneira radical ou incluam manifestações de racismo.

Neste caso, segundo ele, os anúncios transmitem uma mensagem geral que incentiva roupas modestas e não fazem distinção entre os diferentes setores ou entre os sexos e, portanto, não há necessidade de intervenção.

 

 

 
 


FOTOS DO TREINAMENTO DO EXÉRCITO DE ISRAEL QUE IMPRESSIONAM


1. IRMÃOS E IRMÃS EM ARMAS

Os soldados do Batalhão Caracal defendem a fronteira Israel-Egito. O Batalhão Caracal é composto por homens e mulheres que lutam lado a lado.

Description: http://www.idfblog.com/wp-content/uploads/2015/01/16284718282_24689ca451_o-640x426.jpg

 

2. VISTA ESPETACULAR
As Colinas do Golan, uma das mais belas paisagens do país, tem vista para duas fronteiras de Israel. Embora a vista é deslumbrante, os nossos soldados estão focados em sua missão.


Description: http://www.idfblog.com/wp-content/uploads/2015/01/15838843988_ee32b6d2df_k-640x425.jpg


3. SEM MÊDO DO ESCURO
Imagine o seguinte: a noite cai e, em seguida, assim como nos filmes, tudo começa a dar errado. Prédios em colapso, as pessoas em pânico e a escuridão torna difícil encontrar uma solução. Quando isto acontece a Brigada entra em cena e salva o dia.

Description: http://www.idfblog.com/wp-content/uploads/2015/01/16279326625_c19fe7d661_k-640x425.jpg

 

4. QUANDO O FRONT É EM CASA
Território urbano é um dos terrenos mais complexos onde um soldado pode lutar. O Comando Home Front simulou um cenário em que os terroristas atacam a cidade, em uma base concebida como uma cidade.


Description: http://www.idfblog.com/wp-content/uploads/2015/01/15518011573_ffbb3a33a4_k-640x425.jpg


5. ALERTA: NÃO OLHE PARA BAIXO
O IDF tem uma ampla rede de especialistas. Estes soldados foram treinados para se tornarem instrutores oficiais da escalada de elite do IDF e resgatar unidades, utilizando técnicas inusitadas e sofisticadas.


Description: http://www.idfblog.com/wp-content/uploads/2015/01/15854860440_8e9fc6293c_o-640x426.jpg


6. O BATALHÃO DRUZO É UMA REVELAÇÃO
O Batalhão Herev é diferente de qualquer outra unidade do IDF. A razão? Ele é composto inteiramente por soldados israelenses drusos que treinam no Norte, a fim de defender suas próprias cidades e aldeias.

Description: http://www.idfblog.com/wp-content/uploads/2015/01/15735553109_b39be082de_k-640x426.jpg

 

7. OS MARINHEIROS NA COSTA DO MEDITERRÂNEO
Aqueles que servem na Marinha defendem uma das mais extensas fronteiras de Israel: o mar. Os soldados dos navios "Dvora" aprendem a patrulhar as águas de Israel para garantir a segurança do país.

Description: http://www.idfblog.com/wp-content/uploads/2015/01/15479403798_60ab263fe9_k-640x425.jpg


8. APONTAR, ATIRAR, FOGO!
As mulheres do Corpo de Combate Inteligente treinam no deserto do Negev, no sul de Israel. Estas combatentes do sexo feminino representam a verdadeira igualdade de gênero.

Description: http://www.idfblog.com/wp-content/uploads/2015/01/15647876560_7ba56977f2_k-1-640x426.jpg

 

9. MISSÃO IMPOSSÍVEL
Nos primeiros momentos, parece uma cena de ação perigosa de um filme: usando equipamentos avançados, escalando paredes e enfrentando terroristas ao resgatar reféns. Esta é a formação da Unidade de Elite de Contraterrorismo.


Description: http://www.idfblog.com/wp-content/uploads/2015/01/15936381845_51acb9532f_k-640x425.jpg


10. BRIGADA GIVATI ENCONTRA O VERDADEIRO NORTE
O inimigo está em constante evolução, especialmente na fronteira com a Síria. Os soldados da Brigada Givati ??treinam para saber exatamente como enfrentar qualquer desafio quando chegar a hora.


Description: http://www.idfblog.com/wp-content/uploads/2015/01/15642387283_34edbcb4bc_o-640x474.jpg

 

 

 
 

 

DESTAQUES SOCIAIS

 

 

 

 


 

 



 

 

 


Se você recebe o Notícias da Rua Judaica de amigos ou de terceiros, inscreva-se gratuitamente
para receber semanalmente o nosso informativo, enviado diretamente para seu e-mail.
Clique aqui e você estará inscrito

Se desejar indicar amigos para receberem este informe,
clique aqui e lista os e-mails dos novos assinantes

 

 


COMUNICADO AOS LEITORE
S

A direção editorial da Rua judaica deseja esclarecer qe todas as opiniões ou juízo de valor, emitidas por seus colunistas ou colaboradores, são de exclusiva responsabilidade dos autores, não representando, necessariamente, a opinião editorial do veículo, de entidades a que pertençam os articulistas, nem às entidades ou países a que possam representar.

 
     

 


Jornalista Responsável:
Osias Wurman - MT 14.707
Colaboradores Internacionais: Jerusalém - Daniela Kresch, Budapeste - Judith Klein, Miami - Fernando Bisker, Miami - Nelson Menda
Diagramação: MarketDesign