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  Edição 424   Diretor / Editor: Osias Wurman Sexta, 04 de setembro de 2015

 


MANCHETES DE ÚLTIMA HORA


 

 





CINQUENTA ANOS DA RECONCILIAÇÃO:

A Arquidiocese de São Paulo e a Confederação Israelita do Brasil (Conib) celebraram os 50 anos da publicação da Declaração Nostra Aetate, aprovada pelo Concílio Vaticano II e promulgada pelo papa Paulo VI em 28 de outubro de 1965, em Roma. Da comemoração, no Teatro Tuca, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), participou o cardeal suíço Kurt Koch, presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos e da Comissão para as Relações Religiosas com os Judeus. No Rio de Janeiro a celebração foi na residencia do Cardeal Arcebispo Orani Tempesta, no Palácio São Joaquim, quando foi tocado o Shofar em homenagem ao próximo Ano Novo judaico- o Rosh Hashana.

Assista o toque do Shofar na residencia do Cardeal do Rio de Jeneiro:
https://www.youtube.com/watch?v=Aypg9RNoHf0&feature=youtu.be

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PALESTINO ABRIGA ESTUDANTES ORTODOXOS:

Cinco estudantes de yeshiva americanos foram atacados com pedras e coquetel molotov, que incendiaram o seu carro, depois de entrarem acidentalmente em Hebron, quinta-feira à noite - e foram salvos por um palestino que lhes deu abrigo em sua residencia para evitar que fossem linchados por uma multidão enfurecida. Dois dos estudantes, com cerca de 21 anos, ficaram levemente feridos no incidente e foram tratados no local da cena, após terem recusando o transporte para um hospital, até que as forças de segurança israelenses chegaram à região para resgatá-los. Os americanos estavam a caminho da Caverna dos Patriarcas, mas entraram acidentalmente no bairro palestino de Jabel Johar, em Hebron.
 
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PRESIDENTE RIVLIN MERGULHA NO MEL

Apicultores de todo Israel entregaram seus produtos de mel para o presidente israelense, Reuven Rivlin, num evento festivo realizado na residência do presidente, em Jerusalém, em comemoração ao próximo Ano Novo judaico. Uma delegação do Conselho do Mel Israelense, que também incluiu uma família de três gerações de crianças, pais e avós no negócio da apicultura, presenteou o presidente com a sua seleção de produtos doces de mel zatar e mel de alfarroba, o mais conhecido mel de flores silvestres e flor de citrus. A cada Rosh Hashana, os israelenses consomem cerca de 1.600 toneladas de mel, um gesto simbólico da bênção hebraica, tradicionalmente recitada entre as famílias judias por um Ano Novo doce.

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ISRAELENSE QUER AMPARAR REFUGIADOS

Israel deve aceitar um certo número de refugiados do Oriente Médio, que agora estão clamando para chegar à Europa, segundo disse um legislador do partido centrista Yesh Atid. Elazar Stern, que deverá ter um assento no Knesset ao substituir o ex-ministro da Educação Shai Piron, disse à Rádio do Exército, nesta sexta-feira, que o governo israelense deve permitir que um número simbólico de refugiados entre no país por razões humanitárias, tal como aconteceu no final de 1970, quando concordou em absorver os vietnamitas do "boat people”. Stern fez as declarações tendo como pano de fundo as imagens de partir o coração, que chegam da Europa, que está lutando com a sua maior crise de refugiados desde a Segunda Guerra Mundial. Alguns dos 4 milhões de sírios que fugiram da guerra buscaram segurança no Ocidente, somando-se ao imenso número de pessoas fugindo da violência e sofrimento na África e na Ásia. "Eu os levaria em um barco ou dois, assim como o então primeiro-ministro Menachem Begin fez com os refugiados vietnamitas", disse Stern.

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JUDAÍSMO AMERICANO TENDE À ORTODOXIA

A ascensão da Ortodoxia dentro da comunidade judaica americana vai mudar o perfil dos judeus norte-americanos de várias maneiras, segundo a análise de uma inovadora pesquisa que a Pew revelou. O ortodoxo judeu americano é mais jovem, tem duas vezes mais crianças do que os outros judeus, e politicamente vota nos republicanos. O Pew Research Center, uma instituição apartidária, publicou em 2013 o estudo mais abrangente já feito dos judeus americanos e seus pesquisadores já terminaram de analisar os dados. A análise revela que os ortodoxos judeus americanos diferem fundamentalmente de todos os outros judeus nos Estados Unidos, a partir de sua filiação política (o Haredim e Modern Orthodox principalmente votam nos republicanos, em contraste com os judeus tradicionalistas que votam com os democratas) e diferenças na educação e demografia. A Modern Ortodoxia é apenas 31 por cento do setor dos ortodoxos, a maioria dos quais, 62 por cento, é Haredi. De acordo com a análise atual, com base nos dados de 2013, os judeus ortodoxos compõem cerca de 10 por cento dos cerca de 5,3 milhões de judeus adultos (idades entre 18 e mais velhos) nos EUA. Se esta tendência continuar, e os investigadores esperam que ela irá, será precisamente os ortodoxos judeus que irão moldar o judaísmo americano politicamente e culturalmente e eles vão mudar o perfil judaico-americano, conhecido hoje por sua inclinação liberal.

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Osias Wurman
Jornalista

DISCURSO NA ENTREGA DO PRÊMIO “HOMENS DE AÇÃO-HOMENS DE VALÔR” AO EMBAIXADOR REDA MANSOUR

Senhoras e senhores

Cumprimento a todos os presentes na plateia, e em especial aos componentes da mesa, aliás, a maior quantidade de QI por metro quadrado que a Hebraica já recebeu em toda sua existência, na pessoa deste monumento de valor humano, cultural, humanista e unanimidade nacional, meu amigo a quem conheci nos idos da Manchete – Ziraldo.

Apadrinhar o embaixador de Israel no Brasil, Dr. Reda Mansour, é para mim como se eu é que estivesse sendo laureado.

Reda conquistou, em pouco tempo, a comunidade judaica do Brasil, o mundo diplomático e a mídia nacional, de uma forma inédita e comovente.

Inédita, pois nunca antes um embaixador de Israel manteve um contato tão estreito e íntimo, não só com os judeus do Brasil mas, muito especialmente, com todos os amigos de Israel em nosso país.

Em 67 anos de independência de Israel, Reda é o primeiro embaixador do Estado Judeu, enviado para Brasília, que não é judeu.

Reda pertence à comunidade árabe-drusa-israelense.

Comovente, pois eu e minha esposa Suzana, nestes seis anos como honorários de Israel, tivemos a oportunidade de conhecer pessoalmente a vários embaixadores, ministros e dois presidentes de Medinat Israel, mas Reda é uma personalidade pública israelense tão ímpar e tão especial que ocupou lugar de destaque em nossos corações.

Na história da diplomacia israelense no Brasil, a soma de competência, fidelidade ao sionismo, dedicação e alto nível profissional tem um nome: Reda Mansour!

Reda tem atributos de altíssima formação profissional que vocês ouvirão a seguir, mas desejo ressaltar suas qualidades pessoais que superam a todos os adjetivos.

Pela primeira vez na história, um embaixador de Israel participou do chá dos imortais na Academia Brasileira de Letras e deu uma palestra para 35 editores na redação de um dos mais importantes veículos de comunicação do Brasil. Foram vários os artigos publicados em destacados jornais do país. Em apenas um ano, visitou sete estados brasileiros com objetivo de estreitar a parceria entre Brasil e Israel.

Em menos de um ano de trabalho, Reda reuniu no dia nacional de Israel, comemorado na sede da embaixada em Brasília, membros do Congresso Nacional, ministros do governo federal, do TCU e o presidente do STF. Fato absolutamente inédito!

O CURRÍCULO

Querido embaixador Reda Mansour.

Finalizo desejando-lhe, em meu nome e certamente em nome da comunidade judaico-brasileira, que tenha sempre em sua carreira o mesmo sucesso que teve
aqui no Brasil.

Nas próximas semanas você retornará a Israel.

Saiba que aqui deixará milhares de amigos e admiradores que conheceram e enalteceram o seu trabalho, dedicação e simpatia, e no meu caso e de minha esposa, você deixará uma parte de sua família.

LAITRAOT – ATÉ BREVE !

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IRÃ PROIBE FILARMÔNICA DE BERLIN DE ENTRAR EM TEERÃ COM MAESTRO JUDEU

O Irã não permitiU que o maestro israelense Daniel Barenboim comande um concerto no Teerã.

De acordo com um relatório do jornal alemão Der Spiegel, citado na London Jewish Chronicle, a catedral de cultura iraniana está cancelando o concerto da Filarmônica de Berlim porque Barenboim é um cidadão israelense.

Um porta-voz do ministério foi citado como dizendo que "o Irã não reconhece o regime sionista e não vai cooperar com artistas deste regime."



O concerto foi anunciado no início da semana e havia sido planejado para o final deste ano.

Antes do anúncio do Irã, a ministra israelense da Cultura Miri Regev e outros em Israel haviam se manifestado contra Barenboim, nascido na Argentina, que é um crítico frequente do governo israelense, estar programando realizar um concerto na República Islâmica.

"O Irã é um apoiador do estado de terror, está por trás do Hezbollah, da Jihad Islâmica e do Hamas, e seus líderes têm sangue em suas mãos", escreveu Regev no Facebook. "Eu acredito que a Alemanha deveria cancelar o concerto da sua orquestra."

Esta não é a primeira vez que o nome de Barenboim aparece em controvérsia a respeito de Israel. Ele tentou colocar a música do compositor alemão antissemita Richard Wagner em um concerto em Israel, em violação a um boicote não-oficial. Ele também tem cidadania honorária palestina e realizou um concerto em Ramallah, em 2005.

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SUPER-MODELO BAR REFAELI VAI CASAR DE CHLOÉ


Vamos todos admitir que qualquer coisa que tenha a ver com o casamento do ano de Bar Refaeli e Adi Ezra, desperta nosso interesse. 


O casamento acontecerá no dia 24 de setembro, mas a questão ainda permanece: Qual é o designer por trás do vestido? Gostaria de dar um palpite?

Então futuras noivas, tomem nota: Refaeli escolheu a mega designer Claire Waight Keller, a diretora criativa da casa de moda francesa Chloé.


 

Refaeli, que recentemente usava um dos vestidos da marca numa noite de gala comemorativa da Vogue Paris, optou por ter seu vestido desenhado no exterior. Não percam o fôlego! Aguardem a selfie do casamento.



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ESTADO ISLÂMICO CUNHA MOEDAS DE OURO

O Estado Islâmico  publicou um novo vídeo, em que anuncia que começou a cunhar sua própria moeda de ouro, a fim de "derrubar a economia mundial."

A organização descreve o movimento como "o segundo golpe para abalar os Estados Unidos e sua economia capitalista." O primeiro golpe, dizem eles, foram os ataques terroristas de 11/9.



De acordo com o novo vídeo, o alvo recém-definido do Estado Islâmico é livrar-se das reservas do Banco Federal norte-americano, que alegam impor o dólar americano sobre a humanidade, oprimindo assim a sua liberdade.

Desde o fim da 2ª Guerra Mundial, a economia mundial é baseada no dólar americano. A organização terrorista afirma que a mudança do equilíbrio financeiro poderia minar a estabilidade do banco americano.

 

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Por Daniela Kresch
Jornalista
direto de Israel


ENTRE A TERRA E MARTE

TEL AVIV – Não é a primeira vez que digo isso: sinto que vivo em dois mundos paralelos. Um é o mundo da opinião pública mundial – refletida na imprensa e na intelectualidade do Brasil. O outro mundo é o da realidade da vida em Israel – refletida na visão de mundo local. Senti isso durante o conflito do ano passado entre Israel e o Hamas, quando o ponto de vista mundial sobre o que acontecia aqui era tão distante do que realmente estava se passando que parecia que se tratava de um conflito em outro lugar.

Senti essa mesma sensação nos últimos dias depois da viralização do vídeo do soldado israelense na Cisjordânia tentando deter um menino palestino de 11 anos e sendo atacado por civis palestinos. No exterior, as imagens foram interpretadas com maniqueísmo típico: um soldado mau, armado até os dentes, agarra um menino com o braço quebrado enquanto ele chora. Algo desproporcional e brutal. Quer dizer: trata-se de um vilão que quer subjugar os palestinos. Símbolo de um país violento e colonialista - Israel - que quer subjugar um povo pacífico - os palestinos -, que apenas quer paz.


 

Em Israel, as mesmas imagens foram traduzidas totalmente diferente, e, de certa forma, também de maneira maniqueísta. Trata-se de um jovem fardado de 18 anos, confuso e atrapalhado, que foi atacado por civis palestinos violentos quando tentava cumprir a ordem de deter um jogador de pedras. E que faz de tudo para não usar sua arma contra os civis, que o mordem e batem. Para os israelenses, os soldados são os bons, os "nossos filhos patriotas" e os palestinos (todos, incluindo civis, crianças, mulheres) são violentos e raivosos.

Se eu não soubesse que se trata do mesmo incidente, poderia pensar que um aconteceu na Terra e o outro, em Marte. A diferença pode ser exemplificada pelas fotos publicadas em Israel e no exterior. Em Israel, o foco era o soldado confuso sendo atacado por palestinos. No exterior, o foco era o soldado armado agarrando o menino palestino.

O problema dessas duas visões é que, como sempre nesse tipo de "ele disse, ela disse", a verdade está no meio. Os palestinos não são apenas vítimas sem responsabilidade pela situação atual na Cisjordânia e na Faixa de Gaza. Mas tampouco são violentos por natureza. O que acontece nos territórios palestinos é uma realidade complexa que nenhum jornal - dentro ou fora de Israel – consegue destrinchar realmente. Complexidade é difícil, não é fácil de explicar. Então, é mais fácil mostrar uma foto e que o leitor, que não tem base para entender a situação, entenda o que quiser. Em geral, o milico armado é mau, independentemente da situação.

O menino palestino que jogou pedras contra os soldados israelenses é apenas mais um que joga pedras – e coquetéis molotov – diariamente contra soldados (ou civis). Jogar pedras é algo comum. É algo até mesmo cultural. Muitos não consideram esse ato como "violência", e sim como uma manifestação legítima contra o controle militar israelense. Crianças bem jovens são encorajadas a sair com amigos e jogar pedras contra patrulhas do exército.

No ponto de vista de Israel, trata-se de puro vandalismo. Além de falta de responsabilidade de mães e pai palestinos, que deixam seus filhos pequenos irem às ruas jogar pedras contra soldados armados. Mas poucos se perguntam realmente quais os efeitos da presença militar na Cisjordânia, os efeitos de controlar outro povo.

A tristeza de toda essa situação é a incapacidade de todos de entenderem o ponto de vista alheio. É, basicamente, falta de comunicação entre mundos tão distantes e tão próximos.

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MATISYAHU CONTA COMO FOI ENFRENTAR AGITADORES NO FESTIVAL

O artista de reggae hassídico Matisyahu deu uma entrevista sobre sua experiência no Rototom Sunsplash Festival na Espanha, semana passada, e ele contou que não foi agradável.

O cantor e compositor foi saudado como um herói judeu desde o festival, no qual ele enfrentou uma plateia hostil acenando bandeiras pró-Palestina, mas cantou sua música "Jerusalém".

Ele disse ao The Daily Beast, em uma entrevista por telefone, que quando ele estava atrás do palco, ele notou uma bandeira da OLP na plateia, mas quando ele pisou no palco "cerca de 20 bandeiras apareceram."

"As pessoas estavam de pé sobre ombros, umas das outras, com bandeiras me dando o dedo médio. Foi intenso. Não foi pacífico. Eu nunca tive uma experiência assim antes, como um judeu ou qualquer coisa na minha vida".

Ele disse que foi uma das únicas vezes que ele se sentiu inseguro no palco.

“Eu imaginei que seria um festival como todos os outros, então eu fiquei realmente nervoso. Eu me senti totalmente inseguro, vendo que qualquer um poderia fazer o que quisesse", disse ele.



Sua participação foi seguida de pressão das forças anti-Israel que levaram ao cancelamento de seu convite, à controvérsia internacional e, em seguida, a um pedido de desculpas de última hora e um reconvite.

Enquanto seu desempenho foi visto pelos judeus como uma afirmação em sua cara de seu judaísmo e sionismo, Matisyahu não fez tal afirmação na entrevista. "Eu não sou um cientista político e não tenho a pretensão de saber todos os detalhes e os fatos do conflito de Israel com a Palestina. Eu não escolhi um lado", disse aoThe Daily Beast.

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FILME DE AMOS GITAI PROVOCA POLÊMICA COM PAIS DE JOVENS FIGURANTES

Os pais dos jovens colonos que apareceram como figurantes no novo filme de Amos Gitai, "Rabin, The Last Day", estão exigindo a edição do filme, tirando seus filhos, e ameaçando processar a produção.

Os pais disseram que não foram informados sobre o assunto do filme e não querem que seus filhos apareçam no material promocional do filme.

O filme, que está competindo no 72º Festival de Veneza, incorpora imagens de arquivo, juntamente com cenas filmadas por Gitai que revivem os eventos que ocorreram, há 20 anos, quando o primeiro-ministro Yitzhak Rabin foi assassinado por Yigal Amir.

"Algumas semanas atrás, um amigo me enviou uma foto de um artigo sobre o filme de Amos Gitai, com uma foto do meu filho e rostos de seus amigos", disse a mãe de um dos adolescentes, que reside na região de Binyamin, na Cisjordânia. "E então me lembrei que ele me disse que estava indo para ser um figurante em um filme. Ele me disse que combinou com seus amigos para virem para um dia de filmagens e cada um ganhou NIS 200."

Ela alegou que a produção não explicou aos adolescentes o assunto do filme e não obteve a permissão dos pais por escrito para incluir os adolescentes no filme.

Uma carta foi enviada pelos pais, que retrataram o não consentimento dos adolescentes para aparecer no filme e pediu para tirá-los dele, bem como de qualquer material promocional.

"Incluí-los no filme, no contexto em que foram filmados e do contexto em que estão sendo apresentados, é prejudicial a eles, sua reputação e sua privacidade", afirma a carta.

"Eu não acho que este foi um projeto com uma agenda política. Quando eu vi o rosto do meu filho em um cartaz anunciando o filme, percebi que eles foram deliberadamente à procura de adolescentes que pareciam jovens rebeldes", acrescentou a mãe, dizendo que ela se preocupa com a associação do filho com o filme no futuro.

"Incomoda-me que o rosto de meu filho ficará gravado na memória como alguém ligado ao assassinato de Rabin. A juventude religiosa não tinha nada a ver com o assassinato de Rabin, é um fenômeno que começou mais tarde, mas era mais fácil para os cineastas amarrá-los politicamente. É exploração".

 

 

O advogado dos pais disse: "Aproveitando a inocência dos menores, escondendo o assunto de seus pais e incluindo os menores como figurantes de um filme político dirigido contra eles, expõe a moral vergonhosa do diretor."

A produção do filme disse em resposta: "A carta foi transmitida aos consultores jurídicos do filme e receberá uma resposta adequada, como é habitual em processos judiciais. Achamos estranho que a carta foi enviada ontem e que os advogados honrados (que, para o nosso entendimento, só estão tentando proteger a juventude), não esperaram por uma resposta apropriada antes de se virar para a mídia. A filmagem terminou na metade do ano passado e ninguém fez qualquer queixa. Todos os extras no filme foram assinados, por sua livre vontade, e um contrato dando o seu consentimento para aparecer como figurantes no filme."

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ISRAEL ESTÁ ENTRE OS MAIS PREFERIDOS PARA IMIGRAR

Está na hora. Você está finalmente pronto para se estabelecer e começar uma família, mas apesar de sua alegria e determinação, existem preocupações irritantes na sua mente - o custo de vida é altíssimo e você se preocupa em primeiro lugar com a segurança de seus filhos.

Bem, se mudar para Israel pode ser uma boa escolha, de acordo com o 2015 Family Life Index  compilado pelo Expat Insider.

A lista procura classificar os países de acordo com a qualidade de vida para uma família expatriada inteira, compilar pontuações nas categorias de bem-estar familiar, qualidade da educação, custo da assistência à infância e à educação e disponibilidade da assistência à infância e educação, para dar uma classificação geral de vida familiar.

Israel ficou em quarto lugar na lista geral, chegando ao terceiro lugar na categoria de bem-estar da família e em quarto na disponibilidade de creches e educação. Israel também ficou colocado 13O lugar no custo da assistência à infância e à educação, e em 16O na qualidade da educação.

A Áustria se classificou em primeiro lugar na classificação geral, com Finlândia e Suécia, nos respectivos segundo e terceiro lugares.

Surpreendentemente, Israel se classificou significativamente melhor que os EUA e o Reino Unido, que não apareceram no topo dos 20 primeiros, bem como Canadá (16O) e até mesmo Luxemburgo (10O).

Israel não apareceu na lista de 2014, como parte do top 20 em qualquer das categorias.

O ranking da The Expat Insider é compilado anualmente de acordo com uma pesquisa de pelo menos 30 entrevistados que criam seus filhos em um país estrangeiro.

 

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SINFÔNICA DE JERUSALÉM APLAUDIDA DE PÉ NO TEATRO MUNICIPAL


Em mais um grande evento beneficente promovido pelo Beit Lubavitch Rio, a Orquestra Sinfônica de Jerusalém realizou um concerto inesquecível para a plateia que lotou o Teatro Municipal na última segunda-feira, 31 de agosto.

Líderes comunitários, artistas, personalidades e amantes da boa música encantaram-se com a performance da OSJ regida pelo maestro Frédérik Chaslin e os solos do violinista Itamar Zorman. O programa incluiu obras de Mozart (Abertura da Ópera Don Giovanni), Tchaikovsky (Concerto para violino em Ré maior) e Brahms (Sinfonia nº 4, em mi menor, Op. 98) e ainda teve surpresas como a canção Yerushalaim Shel Zahav.

OUÇAM A EMOCIONANTE INTERPRETAÇÃO DE YERUSHALAIM SHEL ZAHAV:

   https://www.youtube.com/watch?v=vbUN3w7hUYI&feature=youtu.be

 

"Estamos muito felizes não apenas por podermos trazer uma atração desta qualidade ao Rio, mas principalmente por poder ajudar com este evento obras sociais como o Lar da Esperança e o projeto Roda Viva. Agradecemos a todas as empresas que nos ajudaram a realizar este concerto", comemorou o rabino do Beit Lubavitch Yehoshua Goldman.

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O secretário de Cultura do Rio de Janeiro, Marcelo Calero, parabenizou o Beit Lubavitch pela iniciativa: "Trazer a Sinfônica de Jerusalém ao Rio foi um presente e tanto para os cariocas".

 

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GENTE


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(Fotos: Klub Fotos)

Após o evento foi oferecido por um grupo de amigos um jantar em homenagem ao embaixador Reda Mansour:

 

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CONFLITO RACISTA EM ESTÁDIO DE FUTEBOL DE BERLIM


BERLIM - Uma partida de futebol amador em Berlim acabou em confusão em massa deixando duas pessoas feridas depois que os fãs e jogadores de ambas as equipes trocaram insultos antissemitas e antimuçulmanos, segundo disse a polícia alemã.

Um porta-voz da polícia disse que o problema começou quando um fã do TuS Makkabi, um clube judaico com sede em Berlim, insultou um jogador da equipe rival BFC Meteor, durante a partida de domingo passado.

A disputa terminou numa briga envolvendo mais de 20 pessoas, forçando o árbitro a terminar o jogo.

"De acordo com testemunhas, houve insultos de ambos os lados, antissemitas, bem como antimuçulmanos", disse o porta-voz.

A polícia iniciou os procedimentos preliminares contra quatro homens envolvidos na briga por injúria, lesão corporal e desordem civil.

Porta vozes do TuS Makkabi e do BFC Meteor não puderam ser imediatamente contatados para comentar o assunto.

A Alemanha é o lar de uma grande população judaica que vem crescendo e, no mês passado, Berlim orgulhosamente sediou os 14º Jogos Europeus Maccabeus, ou "Jogos Olímpicos dos Judeus" - um feito importante para o país responsável pelo Holocausto, em que seis milhões de judeus foram mortos durante a Segunda Guerra Mundial.

No entanto, grupos judaicos relatam um aumento de ataques contra judeus em Berlim e outras cidades alemãs, muitas vezes envolvendo homens jovens, com raízes turcas e árabes. O BFC Meteor é baseado no distrito de Berlim, que tem uma grande população de origem étnica turca e árabe.

A população judaica da Alemanha tem atualmente cerca de 250.000 pessoas, cerca de metade de seu pico de antes da guerra, mas bem acima dos cerca de 30.000 judeus remanescentes no final da Segunda Guerra Mundial.

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CARTÃO DE CRÉDITO RACISTA NA NORUEGA



Um grande banco norueguês que emitiu um cartão de crédito decorado com uma caricatura antissemita se desculpou e cancelou o cartão.

O grupo de defesa israelense Hallelu publicou no Facebook uma foto do cartão de crédito, emitido pelo DNB para Alexander Joseph Beckett, mostrando um homem judeu de nariz grande usando um talit e sorrindo em um fundo de moedas de ouro.

O DNB, que se apresenta como "o maior grupo de serviços financeiros da Noruega", disse que estava "muito triste" e não havia escolhido a imagem.

"Fomos notificados sobre uma imagem de um cartão Visa emitido por nós, com uma imagem de um desenho antissemita de um judeu. Olhamos para o caso imediatamente e descobrimos que este foi produzido devido a um sistema que temos, onde os clientes podem enviar suas próprias imagens e imprimi-las em seu cartão", explicou Even Westerveld, vice-presidente executivo de comunicações do banco, em uma carta ao Hallelu.

Westerveld reconheceu que o banco não conseguiu detectar o problema quando o cliente fez o upload.

"Temos, porém, diretrizes rígidas para os tipos de imagens que são permitidas e esse controle é manual. Infelizmente, o nosso controle manual falhou neste caso particular, e estamos profundamente arrependidos por isso. Este cartão nunca deveria ter sido impresso."

Ele prometeu que o banco iria "entrar em contato com o cliente, bloqueando seu cartão e emitindo um novo cartão neutro", acrescentando: "Por favor, note que este não é um cartão produzido em massa e a foto foi excluída do nosso sistema."

 

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ENCONTRADOS OBJETOS ANTERIORES AO HOLOCAUSTO DA COMUNIDADE JUDAICA DA CRACÓVIA



O Instituto Shem Olam, recentemente, conseguiu encontrar o calendário de uma escola judaica na Polônia, de 1941, quando os alunos já haviam começado a ser enviados para campos de trabalho forçado.

Os líderes comunitários não sabiam se as autoridades aprovariam a abertura da escola, nesse ponto, como a incerteza sobre o destino dos judeus ia aumentando cada vez mais. Mas isso não os impediu de se preocuparcom a ligação dos alunos às suas raízes religiosas e nacionais.

Metade das horas de aprendizagem, no gueto de Cracóvia, era dedicada aos seguintes temas: as bênçãos religiosas, orações e histórias da Torá (bem como músicas).

Alunos da segunda série estudavam Genesis e falavam do Shabat e feriados; na terceira série foram adicionados estatutos religiosos e profetas; os alunos do quarto ano estudavam as interpretações de Rashi (Rabino Shlomo Yitzchaki), o livro de Ruth e a geografia física e histórica da terra de Israel.

Os alunos do quinto ano, tanto seculares como religiosos, estudavam o livro de Levítico, Mishná e História Judaica, pergaminhos da Babilônia e da destruição do Segundo Templo.

Os alunos da sexta série estudavam o livro de Números, Deuteronômio e os Reis, e os acontecimentos históricos desde a queda de Jerusalém até a inquisição espanhola.

Os alunos da sétima série estudavam Gmara, Pirkei Avot, e as leis de Tefilin e do Shabat.

Ao lado do aprendizado judaico, os alunos estudaram as disciplinas gerais de matemática, geografia, ciências e da língua polonesa. As três classes mais populares eram ciências, polonês e estudos judaicos.

Um outro documento que foi encontrado pelo "Shem Olam" - uma carta enviada ao Conselho Judaico em Lublin, em 29.01.41, pelos chefes de comunidade judaica de Cracóvia. Na carta, os chefes da comunidade judaica de Cracóvia expressavam as suas preocupações em relação ao início do ano escolar.

Os líderes admitem que, devido a diferenças de opinião entre os pais, eles recomendavam a abertura de pelo menos três faixas gerais de estudo, com a principal diferença entre as faixas, sendo a quantidade de horas reservadas para estudos judaicos, variando de 10 a 18 horas por semana.

O Rabino Abraham Krieger, diretor do Instituto "Shem Olam", reagiu às descobertas dizendo: "Os novos documentos mostram os medos intensos dentro da comunidade judaica polonesa sobre o ano letivo que não começaria como previsto, devido à ameaça existencial em curso durante esse período escuro."

"Por outro lado, vemos o seu desejo de manter um currículo central de estudos judaicos em uma aparente tentativa de reforçar a sua herança judaica numa altura em que a sua própria existência estava em jogo", concluiu.

A comunidade judaica de Cracóvia foi completamente destruída durante o Holocausto. Os nazistas mataram 60.000 judeus da cidade, que representavam um quinto dos cidadãos da cidade antes da guerra.

 

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O SEGREDO DO GUEFILTE FISH DE HILLARY CLINTON



Washington - O Departamento de Estado dos EUA aprovou a liberação de um adicional de 7.000 e-mails e conversas da ex-secretária de estado Hillary Clinton, como resultado de alegações de que ela ameaçava a segurança nacional através do envio de e-mails que continham informações classificadas em uma conta que não seria segura.

Muitos jornalistas imediatamente mergulharam na pilha de correspondência digital na tentativa de encontrar algum sinal de informação classificada, mas saíram decepcionados após a leitura dos e-mails sobre Henry Kissinger, o novo Ipad de Clinton (e como sua equipe iria ensiná-la a usá-lo em um vôo para Kiev) e, claro, guefilte fish.

Um dos e-mails na pilha conseguiu despertar intriga entre os jornalistas americanos, contendo uma "disputa" interessante entre os EUA e Israel, única no seu fracasso em fazer manchetes. O e-mail, com uma linha de assunto que carrega o nome das bolas de peixe doces, foi enviado por Clinton para dois de seus auxiliares seniores, no dia 5 de março de 2010, na qual ela pergunta: "Onde é que vamos colocar isto?"

Para os americanos que não estão familiarizados com a comida judaica, as palavras "guefilte fish" soam como potenciais palavras de código para alguma crise de segurança. Por que outro motivo a secretária de estado escreveria um e-mail para seus auxiliares dizendo: "Onde é que vamos colocar isto?"

A verdade, porém, é muito menos escandalosa. Na corrida para o feriado de Páscoa daquele ano, um grande carregamento de peixes necessário para fazer o prato clássico estava a caminho, de Illinois para Israel. O envio acabou sendo preso no porto de Chicago devido a uma disputa comercial. Como resultado, o congressista republicano Donald Manzullo perguntou a Clinton se ela poderia levantar a questão numa reunião planejada, naquela semana, com o então ministro da Defesa, Ehud Barak.

Hillary riu e respondeu: "De todos os problemas que os EUA e Israel tem de lidar este, provavelmente, poderemos resolver."

Assim, o fim do anticlímax do "guefilte-fish" deixou os jornalistas norte-americanos com fome para continuar sua busca pelo próximo escândalo.

 

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DESCOBERTA ARQUEOLÓGICA LIGADA AO GRANDE TEMPLO DE JERUSALÉM



Um lance de escadas, construído há 2.000 anos, e aparentemente usado por peregrinos do Segundo Templo, foi descoberto recentemente no Parque Nacional de David, em Jerusalém.

As escadas levam a um pódio exclusivo diferente de qualquer descoberto anteriormente. A descoberta foi feita pela Autoridade de Antiguidades em cooperação com a Autoridade de Parques e Natureza e a Fundação Cidade de David.

A estrutura, que é feita de pedras lavradas, está localizada ao lado de uma estrada classificada como da época do Segundo Templo, e parece ter sido usada por peregrinos que iam do tanque de Silo é para o Templo.

Parte da estrada, que é feita de enormes lajes de pedra, já foi exposta no passado e, aparentemente, passa por cima de um antigo canal que drenou a água da chuva e foi totalmente escavado, há vários anos.

A estrada foi construída na quarta década do século I dC, e foi um dos maiores projetos de construção em Jerusalém naquela época. Ela foi descoberta debaixo de ruínas que continham artefatos da época da Grande Revolta contra os romanos, o que levou à destruição de Jerusalém em 70 dC.

Dezenas de vasos de cerâmica, ferramentas de pedra e copos foram encontrados na base da escadaria. "A estrutura exposta ao lado da estrada é singular," os arqueólogos Naasson Zenton e Dr. Joe Uziel, diretores da escavação, declararam. "Nós nunca encontramos nada parecido em muitas escavações que ocorreram em Jerusalém e, tanto quanto sabemos, mesmo fora de Jerusalém, e por isso é difícil afirmar com certeza o seu propósito."

Os arqueólogos disseram acreditar que a estrutura serviu como um pódio para ajudar a chamar a atenção dos transeuntes. "É interessante perguntar o que foi anunciado aqui - eram mensagens do governo, talvez aulas de notícias e fofocas, ou alguma repreensão?"

Os arqueólogos britânicos do século XIX, Frederick Bliss e Archibald Dickie, descobriram parte da estrutura de um século atrás, mas pensaram que era a entrada para o templo destruído.

Zenton e Uziel irão apresentar as suas conclusões e interpretações possíveis numa conferência na Fundação Cidade de David.

 

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“HOMENS DE AÇÃO – HOMENS DE VALÔR”


A Hebraica Rio realizou no dia 30 de agosto a 9ª edição do “Homens de Ação, Homens de Valor”, evento que premia anualmente personalidades destacadas em suas áreas de atuação.

Este ano o prêmio recebeu o nome ‘’Aleksander Laks’’, em homenagem ao sobrevivente do Holocausto recentemente falecido.

Os premiados foram o secretário municipal de Cultura Marcelo Calero, o empresário Flavio Stanger, o engenheiro Bernardo Griner, o pioneiro do Krav Magá Kobi Lichtenstein, o jornalista Leonel Kaz, o diretor da Globo Luiz Gleizer, o empresário Rony Meisler, o administrador da ONG Viva Rio Rubem Cesar Fernandes, o rabino Sergio Margulies e o cartunista Ziraldo. O embaixador de Israel no Brasil, Reda Mansour, foi o homenageado de honra.


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A ESTRÉIA DE “UMA HISTÓRIA DE AMOR E TREVAS” DE NATALIE PORTMAN


Você pode ter vislumbrado Natalie Portman dirigindo seu primeiro filme, uma adaptação do livro de memórias de Amos Oz, Uma História de Amor e Trevas, nas ruas de Jerusalém, em 2014.

A partir do dia 3 de setembro, você poderá ver o produto acabado nos cinemas.

O filme, que Portman escreveu e também atua, estréia em Israel - à frente de qualquer outro país - com evento festivo no Cinema City, em Jerusalém. A vencedora do Oscar, a atriz israelense / americana vai assistir à estreia e vai viajar pelo mundo promovendo o filme que foi exibido, pela primeira vez, no Festival de Cannes na primavera passada e será exibido no Toronto International Film Festival, que terá início no dia 10 de setembro.



O aclamado livro de Oz detalha sua infância em Jerusalém, e os seus anos de adolescência no Kibbutz Hulda, no final do período do Mandato Britânico, intercalando histórias sobre a vida de sua família na Polônia. Ele explora as formas em que o sionismo e o nascimento de Israel influenciaram sua vida.

Portman, que adorou o livro quando leu, visitou Oz e sua esposa e pediu para comprar os direitos da história não muito tempo depois que foi publicada. Ela falou da generosidade de Oz em confiar nela.

Ela começou a adaptar o livro em um roteiro, há cerca de sete anos atrás, mas muitas vezes ela teve que parar sua produção para atuar em filmes, entre eles Cisne Negro de Darren Aronofsky, filme que a levou a ganhar o Oscar.

Portman, que nasceu em Israel e se mudou para os Estados Unidos com seus pais quando criança, decidiu escrever o script em hebraico.

Ela considerou originalmente lançar uma atriz israelense no papel de Fania, a mãe de Amos Oz, que sofria de doença mental e se suicidou quando ele tinha 12 anos, mas foi uma das influências centrais sobre o desenvolvimento de sua criatividade. Eventualmente, como os anos se passaram e Portman ainda estava trabalhando no roteiro, ela percebeu que ela tinha idade suficiente para desempenhar o papel de mãe de Oz. Portman tem um hebraico fluente, mas disse que ela teve que trabalhar com um especialista em dicção para perder seu sotaque americano e chegar a um nível ainda maior da língua. Ela já havia atuado em um filme israelense, de Amos Gitai - Zona Franca em 2005, mas apenas uma parte do seu papel foi em hebraico, enquanto ela brincava com um turista americano. Até ter começado a filmar Uma História de Amor e Trevas, a atriz formada em Harvard, era uma mãe solteira. Ela deu à luz a seu filho, Aleph, em 2011. Ela se casou com o coreógrafo e dançarino francês Benjamin Millepied, em 2012. Millepied, agora o diretor do Ballet da Ópera de Paris, disse que ele estava se convertendo ao judaísmo. em 2014.

Embora a decisão de Portman de rodar o filme em hebraico seja menos comercial, pelo menos para o público americano, que é notoriamente hesitante a ver filmes legendados, o torna ainda mais especial para o público israelense. Sua decisão de filmar seu filme em Jerusalém, grande parte dele em torno do mercado de Mahané Yehuda, marcou o início de uma nova era de filmes na capital. 

No inverno passado, Richard Gere veio a Jerusalém para atuar no último filme de Joseph Cedar, Estratégias Oppenheimer, sobre um judeu americano cujo encontro casual com um político israelense muda sua vida. 

Em 2016, Ruth Wilson, a estrela da série da Showtime The Affair, está programando disparar um thriller psicológico em Inglês, a ser dirigido por Avi Nesher. Mas antes que ele comece esse filme, ele estará filmando um longa na língua hebraica, em parte, em Jerusalém, começando no outono. No Festival de Jerusalém deste ano, a metade dos títulos israelenses foram estabelecidos em Jerusalém - incluindo Tikkun, o vencedor do Prêmio Haggiag de Melhor Filme, e Jerusalém, que ganhou o Prêmio do Público - um desenvolvimento sem precedentes.

Uma História de Amor e Trevas
 e todos esses outros filmes recentes e futuros definidos em Jerusalém foram feitos com subsídios substanciais do Fundo de Cinema de Jerusalém, dirigido por Yoram Honig, que estabeleceu em 2008 a promoção de projetos de filmes locais e internacionais na cidade.

 

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CHUVEIROS AO AR LIVRE EM AUSCHWITZ CAUSA POLÊMICA



Turistas israelenses que chegaram ao campo de extermínio de Auschwitz, na Polônia, ficaram chocados e indignados com o que parecia ser a colocação de chuveiros perto da entrada do campo.

Questionado sobre o protesto, um porta-voz do memorial de Auschwitz disse que "não foram colocados chuveiros no estacionamento do museu."

"Por causa da onda de calor na Polônia, sprinklers que arrefecem o ar foram colocados perto da entrada do museu. Eles estão localizados perto da área onde não há sombra nenhuma. "Entre os visitantes há muitas pessoas que vêm de países onde temperaturas tão elevadas não existem, como no verão da Polônia. Temos notado casos de desmaios entre as pessoas. Portanto, devemos fazer todo o possível para minimizar os riscos relacionados com o calor e altas temperaturas e cuidar da segurança e da saúde dos nossos visitantes. Os sprinklers são instalados em dias de temperaturas mais elevadas e removidos quando a temperatura cai".

"Pareciam os chuveiros que os judeus foram forçados a passar antes de entrarem nas câmaras de gás", disse Meir Bulka de 48 anos.

De acordo com Bulka, ele não era o único profundamente incomodado com esta cena incomum.

"Todos os israelenses se sentiram incomodados", disse ele. Bulka decidiu fazer algo proativo sobre a situação, em vez de ignorá-la. Ele foi até o escritório principal e pediu a gerência uma explicação para a cena estranha.

"A administração decidiu que era uma boa maneira de resfriar as pessoas em um dia muito quente", disse Bulka. "Eles perguntaram se eu estava ofendido, e eu disse que não há nenhuma maneira de pedir desculpas às vítimas do Holocausto."

Apesar da indignação, no entanto, os defensores da comunidade e das vítimas do Holocausto indicaram que eles acreditam que toda a questão tinha sido uma questão de interpretação, embora eles disseram que a reação negativa era compreensível.

"As temperaturas chegaram a 40 graus e a administração queria garantir a segurança de seus visitantes", disse o rabino-chefe Michael Schudrich.

"Em retrospecto, a construção e uma localização mais sensíveis poderia ter sido encontrada. No entanto, estou comovido com a preocupação com o bem-estar dos visitantes mostrados pela administração".
Piotr Kadlcik, o ex-presidente imediato da União de Comunidades Religiosas Judaicas na Polônia, concordou.

"Os alemães torceram o conceito de chuveiro - uma fonte de limpeza e alívio - para o equivalente a puro horror. Não vamos seguir este caminho", comentou. "A onda de calor sem precedentes durante este verão pede medidas adequadas. É um sinal de cuidado com os visitantes do museu".

Colette Avital, a presidente do Centro de Organizações de Sobreviventes do Holocausto em Israel, disse que o gesto para refrescar os turistas não foi pensado de forma adequada.

"Poderíamos esperar que as pessoas que lidam com o Holocausto, especialmente em um lugar como Auschwitz, pensassem antes de agir e fossem mais sensíveis", disse ela.

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DESTAQUES SOCIAIS
  

DATA: 08 de Setembro
HORA: 20:30 horas
Duração: 1 encontro
MÚSICA ÉTNICA | MÚSICA CLÁSSICA INDIANA | SHANTIH - SONS DA PAZ

08 set
MÚSICA ÉTNICA

MÚSICA CLÁSSICA INDIANA 
SHANTIH - SONS DA PAZ

Sandro Shankara convida Nitai Pada Kamala Das
ter | 20h30 | R$ 20
No show Relax Shantih, o músico Sandro Shankara traz seu novo CD instrumental que é um convite para um estado de paz profunda. Através dos sons celestiais dos instrumentos clássicos indianos somos guiados por melodias exóticas para caminharmos para dentro do templo sagrado do nosso coração. Venha participar desta viagem interior
Repertório Musical
Sarasvati Vandanam
Raga Bhopali (a melodia para a Paz) - Alap
Raga Bhopali - composição
Raga Yaman - o por do Sol da India
Raga Yaman - composição
Raga Kirvani
Raga Shivaranjani
oração pela Paz Mundial

Sandro Shankara: Revelação na música indiana no Brasil; vencedor do prêmio melhor músico new age 2013, participação na trilha sonora de caminho das Índias, bacharel em Musicoterapia, autor de 3 Cds: Deva Mantra, Yoga Class Mantras e Relax Shantih. Estudante da escola indiana Dhrupad Sansthan (Bhupal-India). instrumentos: Sitar, Harmonium e voz.
Nitai Pada Kala Das - Nacionalidade Tcheca, iniciou seu estudo da música indiana em 1994, junto de uma vida monástica no templo. Viajou pela Europa levando a música indiana. Toca: Flauta Bansuri, Mrdanga (percussão) e canto clássico indiano.

Description: migos_midrash
Conheça o programa Amigos do Midrash

MIDRASH CENTRO CULTURAL

Rua General Venâncio Flores, 184
Leblon - Rio de Janeiro - RJ
55 (21) 2239-1800

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


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Jornalista Responsável:
Osias Wurman - MT 14.707
Colaboradores Internacionais: Jerusalém - Daniela Kresch, Budapeste - Judith Klein, Miami - Fernando Bisker, Miami - Nelson Menda
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