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  Edição 471  Diretor/Editor: Osias Wurman Sexta, 22 de Julho de 2016


 


MANCHETES DE ÚLTIMA HORA


 


SUSPEITOS FORAM PRESOS COM BASE NA RECENTE LEI ANTITERROR

As prisões de 10 suspeitos de planejarem atos terroristas na Olimpíada, na quinta-feira, foram feitas com base na lei Antiterrorismo. Segundo a Polícia Federal, os acusados responderão individualmente por violações aos artigos 3º e 5º da lei, que consideram crime a “promoção de organizações terroristas” e a realização de “atos preparatórios de terrorismo com o propósito inequívoco de consumar tal delito”. Caso sejam condenados as penas máximas, os suspeitos poderão pegar até 23 anos de prisão. A legislação, que tipifica o terrorismo, foi sancionada em março pela presidente afasta Dilma Roussef. Segundo o texto da lei, as penas de reclusão variam de 5 a 30 anos. O texto define a prática como “a finalidade de provocar terror social ou generalizado, expondo a perigo pessoa, patrimônio, a paz pública ou a incolumidade pública”, por razões de xenofobia, discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia e religião. A lei considera como crime guardar ou portar explosivos, gases tóxicos, venenos, conteúdos biológicos, químicos, nucleares “ou outros meios capazes de causar danos ou promover destruição em massa”; atentar contra a vida ou a integridade física de pessoa e sabotar o funcionamento de meio de comunicação ou de transporte ou locais de grande circulação de pessoas, como portos, aeroportos, estações ferroviárias ou rodoviárias, hospitais, escolas e estádios esportivos.

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APÓS INDICAÇÃO TRUMP CULPA CLINTON POR TURBULÊNCIA NO ORIENTE MÉDIO

Donald Trump aceitou formalmente a nomeação do Partido Republicano para ser seu candidato a presidente, prometendo derrotar Hillary Clinton em novembro. Trump lamentou a intervenção dos EUA no Oriente Médio e culpou Clinton por fazer a América – e o mundo - "menos seguro". "Depois de quinze anos de guerras no Oriente Médio, depois de trilhões de dólares gastos e milhares de vidas perdidas, a situação é pior do que nunca", disse Trump. "Este é o legado de Hillary Clinton: a morte, a destruição, o terrorismo e fraqueza." Trump também criticou o acordo nuclear com o Irã, que segundo ele "deu-nos absolutamente nada" e "vai entrar para a história como um dos piores negócios já realizados." Apesar de ter mencionou Israel apenas de passagem, o candidato fez notar brevemente que os EUA deveriam trabalhar com o Estado judeu para combater o terrorismo. "Temos que trabalhar com todos os nossos aliados que compartilham nosso objetivo de destruir o ISIS e estancar com o terrorismo islâmico e fazê-lo agora, fazê-lo rapidamente ... Isto inclui trabalhar com o nosso maior aliado na região, o Estado de Israel", disse ele sob aplausos.

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RABINOS AMERICANOS COLETAM 3,5 MILHÕES DE DÓLARES PARA FRANCESES

Uma delegação de rabinos americanos promoveu uma campanha de fundos em Toronto, Canadá, preocupados com o futuro religioso dos imigrantes franceses que vão para Israel. Em um dia de angariação de fundos, os rabinos coletaram US$ 2 milhões, que foram adicionados aos US$ 1,5 milhão que doaram nos últimos quatro meses para esta causa. Jacob Jacobowitz, um porta-voz para a comunidade ultra-ortodoxa Satmar, do Brooklyn, disse ao Jerusalem Post que estes rabinos estavam trabalhando para "garantir que as crianças da nova onda de olim mantenham os mesmos padrões religiosos das escolas que tinham na França e não nas escolas seculares como a Agência Judaica sugere", acrescentou Jabobowitz.  Várias destas escolas serão abertas para o próximo ano escolar que começa em setembro. "Alimentando as suas necessidades espirituais e físicas, podemos trazer nossos irmãos e irmãs perdidos de volta ao seu direito de primogenitura. Caso contrário, eles vão ser rapidamente assimilados pela secular cultura israelense, com resultados devastadores ", disse o líder do grupo de rabinos. O porta-voz da Agencia Judaica, Avi Mayer, rejeitou tais alegações como um "absurdo", dizendo que a agência não tinha presenciado qualquer evidência indicando uma mudança na religiosidade dos judeus franceses depois que eles chegam em Israel. Na verdade, ele observou que embora a comunidade judaica francesa seja diversa, ela tende a ser mais tradicionalmente inclinada do que outras comunidades judaicas, com níveis relativamente altos de observância religiosa, filiação a sinagogas e matrícula em escolas religiosas. "Como todos os grupos de imigrantes, os judeus franceses trazem as suas normas culturais e religiosas com eles, quando chegam em Israel ", acrescentou. "A chegada deles em lugares como Netanya e Tel Aviv resultou em uma proliferação de restaurantes kosher naquelas cidades; o francês é cada vez mais ouvido nas sinagogas e bairros religiosos de todo o país." Ele também observou que os olim francêses, como todos os israelenses, podem escolher entre uma gama de opções educacionais. Muitos optam por enviar seus filhos para escolas religiosas.

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RABINO ORTODOXO DE JERUSALÉM DECLARA-SE A FAVÔR DA PARADA GAY

Apesar de centenas de rabinos falando contra a parada gay de Jerusalém e os comentários anti-gay do Rabino Yigal Levenstein, um rabino ortodoxo sediado em Jerusalém, no entanto, deu total apoio ao evento. "Eu sinto que há uma comunidade que está sendo oprimida no momento, e a sociedade é julgada como você trata seus marginalizados ", disse o rabino Donniel Hartman ao Jerusalem Post. Hartman é presidente do Instituto Shalom Hartman, um centro de pesquisa pluralista para o pensamento judaico. Ele expressou forte apoio ao Jerusalem Gay Pride Parade e até participou da marcha. O rabino ortodoxo é altamente crítico aos recentes ataques retóricos contra a comunidade gay e disse que era crucial que a sociedade israelense como um todo se reuna em torno de pessoas LGBT. "Eu acho que é importante que a comunidade LGBT sinta que eles não estão sozinhos e que Israel é tanto deles como é a minha ", disse ele. "Precisamos dar espaço para todos e o lugar das pessoas LGBT na sociedade é algo por que, não só ela mas também nós, temos que lutar, porque só então esta será a terra natal do povo judeu." Hartman disse que sua decisão de participar do desfile este ano, pela primeira vez, tinha sido fortemente influenciada pela postura anti-gay do rabino Levenstein e dos comentários dos outros rabinos ortodoxos, dizendo que ele acreditava que eles tinham dado origem a uma "legitimidade ao desrespeito e privação de direitos da comunidade gay.”

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INVENÇÃO ISRAELENSE ACABARÁ COM FILAS NOS SUPERMERCADOS

Concluída a sua compra num supermercado, você quer pagar e fazer o seu caminho de volta para casa. A última coisa em sua lista de desejos é uma fila sem fim, que o mantém de pé por meia hora antes mesmo de começar a carregar seus itens. A fim de reduzir este problema da sua vida, a empresa israelense SuperSmart desenvolveu uma aplicação que está sendo usada em um supermercado Osher Ad em Tel Aviv. Em pouco tempo, será instalado em mais filiais da empresa. Então, como isso funciona? O seu smartphone verifica os produtos que você quer comprar. Se houver uma oferta especial do produto, a aplicação irá informá-lo e você não vai perder nada. Na prateleira de frutas e vegetais, há uma máquina de pesagem que emite um código de barras que também pode ser verificado pelo aplicativo. No final das compras o cliente chega a uma grande máquina que digitaliza os produtos no carrinho, o que lhe permite evitar a espera na fila. Se algo foi colocado no carrinho por engano, o aplicativo não permitirá que o cliente conclua a transação. Embora, por enquanto, os usuários só possam comprar até 15 itens usando o aplicativo, no futuro esta restrição será completamente removida. Yair Cleper, fundador e diretor do SuperSmart disse: "Quando nós decidimos resolver o problema das filas comerciais, queríamos oferecer uma solução simples, rápida e amigável para os compradores. Ao mesmo tempo, estamos reduzindo a carga de trabalho fora das caixas com a ajuda da tecnologia que não envolve custos elevados ou longos processos de instalação".

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Osias Wurman
Jornalista

O MITO DOS REFUGIADOS PALESTINOS

A ONG Oxfan publicou um novo relatório sobre como as nações ocidentais não estão fazendo o suficiente para resolver a crise de refugiados em todo o mundo.
Estes são os números que publicaram:

Estes números são completamente distorcidos pela adição de palestinos como “refugiados”.

Os "refugiados" na Cisjordânia e em Gaza não são refugiados por qualquer definição idônea, uma vez que eles estão vivendo na mesma terra de onde eles são supostamente refugiados.

A grande maioria dos "refugiados" na Jordania - mais de dois milhões - são cidadãos palestinos da Jordania!

Cerca de 200.000 dos refugiados palestinos no Líbano supostamente não existem, e o restante são descendentes de refugiados - embora o Líbano os trate como estrangeiros.

Aparentemente, a Oxfam quer construir um mito em torno dos refugiados palestinos, e agir como se fossem uma espécie de potência humanitária querendo viver na sua terra e, com este raciocinio, justificar que queiram descobrir uma maneira de destruir o Estado de Israel.


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JOGADORES DO POKÉMON GO ACHARAM UM CORPO ATRÁS DO MEMORIAL DO HOLOCAUSTO EM NEW HAMPSHIRE



Uma pessoa jogando o jogo Pokémon Go em seu smartphone descobriu um corpo humano morto atrás de um Memorial do Holocausto, em New Hampshire.

Um jovem encontrou o corpo flutuando na Salmon Brook, perto da Rotary Park em Nashua, New Hampshire, enquanto caçava o monstro dos desenhos animados usando o aplicativo Pokémon Go, a WMUR informou.



Autoridades foram chamadas e equipes de mergulho recuperaram o corpo da água, de acordo com a estação local. A vítima não foi identificada.

A área está localizada ao lado do New Hampshire Memorial do Holocausto, de acordo com a estação de televisão WMUR.

O local tem atraído um grande número de jogadores de Pokémon Go, sugerindo que é um dos locais marcantes em destaque no jogo.

A caça ao tesouro de alta tecnologia, Pokémon Go, envia os usuários PokéStops a lugares da vida real marcados como checkpoints pelo jogo para obter itens no jogo. O jogo usa a câmera do smartphone, que registra o ambiente dos jogadores. Os personagens aparecem em smartphones, sobrepostos na paisagem da vida real.

"Ao meu entender, a pessoa que encontrou a vítima estava jogando o jogo Pokémon", disse Robert Giggi do Departamento de Polícia de Nashua.



É a segunda vez que um corpo foi encontrado por alguém jogando Pokémon Go desde o lançamento do aplicativo muito popular nos Estados Unidos. Em 6 de julho, uma adolescente em Wyoming se deparou com um cadáver flutuando em um rio enquanto procurava uma personagem.

Na quarta-feira passada, o Museu Estatal de Auschwitz-Birkenau, na Polônia, afirmou que não está permitindo que as pessoas joguem o jogo em seus smartphones durante as visitas ao antigo campo de extermínio alemão nazista porque é "desrespeitoso em muitos níveis." Vários dos usuários do jogo relataram ter avistado personagens do jogo em Auschwitz.

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SENADO AMERICANO FAZ CHAMAMENTO À ALEMANHA PARA AMPARAR OS SOBREVIVENTES DO HOLOCAUSTO

O Senado dos EUA aprovou uma resolução pedindo ao governo da Alemanha para fazer mais para atender às necessidades dos idosos sobreviventes do Holocausto.

Patrocinado pelos senadores dos EUA Bill Nelson (D-Florida) e Susan Collins (R-Maine), a resolução segue uma medida semelhante do Congresso para assegurar "que todas as vítimas do Holocausto vivam com dignidade, conforto e segurança em seus anos restantes".

Ele chama a Alemanha "para reafirmar o seu compromisso com este objetivo através de um compromisso financeiro para abordar de forma abrangente as únicas necessidades de saúde e bem-estar das vítimas do Holocausto vulneráveis, incluindo cuidados em casa e outras necessidades prescritas."

De acordo com a resolução, atualmente existem cerca de 100.000 sobreviventes do Holocausto que vivem nos Estados Unidos, assim como cerca de 500.000 no resto do mundo e todos eles têm cada vez mais as necessidades de saúde e bem-estar.

"Como sobreviventes do Holocausto de idade, suas necessidades só continuam a crescer", disse Nelson em um comunicado. "A Alemanha deve fazer mais para cuidar deles - especialmente as milhares de vítimas que atualmente vivem na pobreza - e garantir que eles serão capazes de viver seus anos restantes com dignidade e conforto."

A resolução vem na sequência de uma troca de correspondência entre membros do Congresso e do Ministério das Finanças alemão, em dezembro passado, em que representantes do governo alemão reconheceram que "a experiência recente mostrou que o cuidado financiado pelo governo alemão, até esta data, é insuficiente."


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ISRAELENSE RECEBE PENA DE PRISÃO DE 5 ANOS POR NEGAR O DIVÓRCIO A SUA EX-MULHER

A Alta Corte Rabínica em Israel condenou a cinco anos de prisão um homem que durante anos se recusou a dar a sua esposa o divórcio.

O Tribunal Rabínico em Jerusalém deu a sentença, que é uma das mais duras dispensadas nos últimos anos a um cônjuge intransigente, segundo o site de notícias NRG informou.

No judaísmo ortodoxo, um casamento não pode ser desfeito, a menos que o homem consente o get - a palavra hebraica para divórcio. Tribunais rabínicos que, em função de Israel ter tribunais de família como parte do sistema judicial, têm poderes executivos, e não pode forçar um homem a dar a sua esposa o get, mas eles podem impor punições severas aos homens – e segundo o arbítrio dos juízes é injusto reter um get, transformando suas esposas no que é conhecido no judaísmo como agunot, ou "mulheres acorrentadas."


Rabinos ortodoxos não vão permitir que uma mulher fique acorrentada. Todas as crianças nascidas de uma agunah, fora do casamento, serão elegíveis para um casamento judaico ortodoxo.

Nos últimos anos, o rabinato de Israel adotou uma política de punições rigorosas contra maridos que mantêm suas esposas acorrentadas, incluindo a publicação de seus nomes e outros detalhes de identificação, incluindo o seu local de trabalho, com o objetivo declarado de envergonhá-los.

No caso discutido, "o marido sai da audiência sem nenhuma outra alternativa" senão ir preso, escreveu o painel judicial compreendendo os rabinos Eliyahu Haishreik, Aharon Katz e Michael Amos.


A sentença de prisão vem um ano após o tribunal determinar que o homem, que é haredi, deve dar o get a sua esposa. Depois de não conseguir cumprir a sentença, o tribunal congelou as contas bancárias do homem e emitiu uma liminar proibindo-o de sair de Israel e ordenando-lhe entregar seu passaporte.

Mas o homem, que não foi identificado no relatório NRG, persistiu e prometeu não dar a sua esposa o get.

"Eu nunca vou dar-lhe o get. Mesmo se ela me der de volta o apartamento e a propriedade, meu tefilin e meu xale de oração, ela não receberá o get ", disse ele ao tribunal.

A corte rabínica suspendeu o mandado de detenção por 10 dias, na esperança de que o marido reconsidere e dê o get a sua esposa - um cenário que levaria o tribunal a desfazer a punição.

"Prender uma pessoa não é fácil e é de fato uma medida extraordinária e dura", os juízes escreveram. "Mas o marido sai da audiência sem nenhuma outra alternativa, o que obriga o juiz a fazer tudo ao seu alcance para resgatar uma mulher de suas correntes."

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HECTOR BABENCO Z’L ERA JUDEU



O que a maioria das pessoas não sabe e você não leu em nenhum jornal, são as informações que seguem abaixo: Hector Eduardo Babenco, nascido na Argentina em 7.2.1946, filho de Jaime Babenco e Janka Haberberg.
Jaime Babenco, nascido na Argentina em 18.11.1917, filho de Isaac Babenco e Flora Stivelberg. Janka Haberberg, nascida na Polônia (Varsóvia) em 25.9.1923, filha de Moises e Baila Haberberg.

(Fonte: Historiador Fabio Koifman)

 

Babenco na entrada no Brasil em 1953 e em 1963.

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PESQUISADORES ISRAELENSES USAM STEM CELLS PARA TRATAR A CEGUEIRA LIGADA AO ENVELHECIMENTO


Pesquisadores israelenses dizem ter desenvolvido uma promissora terapia com células-tronco para tratar a degeneração macular relacionada com a idade, ou AMD, potencialmente salvando a visão de milhões de pessoas.

A Cell Cure Neurosciences, baseada em Jerusalém, informa que a sua terapia por infusão OpRegen demonstrou potencial encotajador na primeira fase dos teste experimentais.

A degeneração macular relacionada à idade é a principal causa de perda de visão irreversível em pessoas acima de 60 anos, e é estimado que afete 11 milhões de pessoas nos EUA, em várias formas, afirma a Bright Focus Foundation.

Em uma retina saudável, uma camada de pigmento da retina de células epiteliais ajudam a apoiar a nutrição de fotorreceptores, células que processam a luz para fornecer visão. Quando as células RPE deterioram-se em pessoas com degeneração macular, os fotorreceptores perdem seu sistema de apoio e deterioram-se, em última análise, levando à cegueira.

A terapia da firma israelense envolve uma injeção de células de RPE, derivada a partir de células estaminais embrionárias humanas, sob a retina do paciente.

O Dr. Eyal Banin, um dos principais desenvolvedores da tecnologia e diretor de doenças degenerativas no Centro Retina no Hadassah Ein Kerem Hospital, acredita que a infusão OpRegen irá substituir as células RPE disfuncionais do paciente.

Ela também pode ajudar a suportar as células saudáveis restantes.

"A maior vantagem deste tipo de terapia pode ser sua comunicação com as células vizinhas e o meio ambiente", disse ele. "Esta interação de duas vias pode ajudar a essas células restantes a sobreviverem e funcionar adequadamente."

Com base nos resultados encorajadores da primeira fase, os pesquisadores vão passar para um segundo julgamento em que novos pacientes receberão uma dose maior. A notícia foi anunciada através da Fundação com sede em Maryland, Columbia, Fighting Blindness, e prevê o financiamento e pesquisa pré-clínica para os ensaios.

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Por Daniela Kresch
Jornalista
direto de Israel


A DELEGAÇÃO DE POLÍTICOS PARA AS OLIMPÍADAS DO RIO

TEL AVIV – Você sabe quando algum assunto se torna quente, em Israel, quando o programa cômico “Eretz Nehederet” (Terra Maravilhosa, em hebraico), se dedica a ele. O episódio do programa da quinta-feira passada (21) foi um “Especial Olimpíadas”, apresentando uma delegação interessante de políticos nada talentosos para os Jogos do Rio.

Quer dizer: finalmente os israelenses começam a pensar nos Jogos do Rio, na esperança de que o país receba pelo menos uma medalha. Umazinha já será melhor do que a performance de 2012, em Londres, quando a delegação voltou com zero.

Já começaram as grandes reportagens sobre os atletas que competirão no Rio e sobre o Rio em si. As ameaças de terrorismo também metem medo. A sombra dos Jogos de Munique sempre ronda a delegação israelense às Olimpíadas.

“Daqui a menos de duas semanas começam as Olimpiadas do Rio, um evento que será o auge para milhares de atletas e mosquitos da Zika”, começou o apresentador Eyal Kitzis, dando o tom da paródia. A delegação alternativa do programa tem como líder o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu. Além de liderar o grupo, ele também é o treinador de todos, nutricionista e “ministro das Comunicação” (numa brincadeira com o fato de que Netanyahu ocupa um monte de cargos ministeriais ao mesmo tempo, além de ser premiê).

De acordo com a delegação “fake” do programa, o ministro da Defesa, Avigdor Lieberman, é lutador de boxe, mas que tenta meter medo no adversário em vez de lutar de verdade. O ministro da Educação, Naftali Bennet, é um ginasta que treina no meio de Hebron, protegido por soldados. O ministro da Economia, Moshe Kahlon, é um “levantador de pesos econômicos” que não consegue levantar o peso do custo dos alimentos, do custo do gás, do custo dos imóveis...

A lançadora de disco é a primeira-dama Sara Netanyahu, que, na verdade, joga pratos no chão por motivo algum. O líder da oposição, Yitzhak Herzog é atleta na modalidade de “400 metros de vergonha”. Ele é tão confuso que leva a bandeira da Argentina em vez da israelense (afinal, as duas são azuis e brancas...).

Mas o “atleta” mais importante é o parlamentar Oren Hazan, que é responsável por tirar das competições todos os competidores. Como? Trocando sua urina pelas dos outros desportistas. Especula-se que ele se envolveu com drogas... Ou ainda se envolve (há alguns dias, foi encontrado um saquinho com maconha dentro de um banheiro do Knesset, o Parlamento).

Trata-se de uma delegação de mentirinha muito engraçada num programa cômico. Mas, na vida real, os israelenses esperam que esses “atletas” da política parem de competir uns com os outros e ganhem medalhas de gestão pública. Será?


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EL AL É A ÚLTIMA COLOCADA EM PONTUALIDADE NOS VOOS


Vôos atrasados da El Al não são novidade, mas a companhia alcançou uma nova baixa para o mês de junho, quando a companhia aérea ficou em 40º lugar num total de 40 companhias aéreas classificadas pelos seus atrasos nas saídas e chegadas.

A empresa israelense teve a maioria dos voos atrasados em 15 minutos ou mais.

O relatório foi divulgado pela FlightStats, considerada a líder mundial em estatísticas de voos e relatórios em tempo real. A empresa registrou atrasos em 2.667 voos da El Al, no mês de junho, que constituíam 87% de todos os voos da El Al para esse mês. Acontece que 64 por cento dos voos atrasaram em média 45 minutos. Em outras palavras, a El Al chegou na hora em apenas 36% dos seus voos.

As piores companhias eram a Japan Airlines (JAL) e a All Nippon Airways (ANA), sendo que ambas são companhias aéreas japonesas. Depois delas ficaram a Qatar Airways, Iberia, Emirates e KLM.

FlightStats também divulgou seu relatório bi-anual, em que a El Al também foi classificada como a menos pontual das companhias do mundo.  A Pakistan Airlines ocupa o último lugar junto com a El Al.
  
A Japan Airlines foi pontual em 88 por cento dos voos, ao longo dos últimos seis meses, como foi a Iberia. Elas são as duas companhias aéreas com mais chegadas no tempo certo, até o momento, em 2016.

A El Al tenta culpar esses atrasos pela onda de greve recente de pilotos, mas esses atrasos são percebidos desde setembro de 2015.

Quando perguntada sobre o assunto, a empresa respondeu: "Lamentamos a dizer que, recentemente, a El Al tem sido objeto de sanções que perturbam as operações e os voos diários da empresa. Estamos trabalhando constantemente para evitar chegadas tardias e trazer os viajantes em segurança aos seus destinos."


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"Noite em homenagem ao Rebe na residência de Sara Nigri"


Logo na entrada, o som dos instrumentos do quarteto Onyx, com Sônia Katz ao violino, recepcionava as convidadas e já antecipava a surpreendente noite na residência de Sara Nigri.

 

 

O convidado especial da noite, Osias Wurman - Cônsul Honorário de Israel - fez um emocionante discurso com enfoque no valor da mulher judia e contou também sua história particular com o Rebe.




Em seguida, o Rabino Goldman – Diretor Geral do Beit Lubavitch Rio - falou sobre o judaísmo em Moscou nos dias atuais, fruto de um legado de luta do Rebe anterior.




Foi um encontro cheio de energia para homenagear o Rebe e unir mulheres em um grande Hakhel.

Agradecimentos especiais à grande anfitriã, Sara Nigri, que organizou tudo nos mínimos detalhes.

(Texto:Beit Lubavitch)

 

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Shimon Peres lança o Centro de Inovação Israelense de olho nos jovens do Oriente Médio e Norte da África


Peres está utilizando a inovação como uma ferramenta para aproximar pessoas do Oriente Médio na construção da paz
 
O 9° presidente de Israel, Shimon Peres, anunciou na quinta-feira passada o lançamento do Centro de Inovação Israelense, juntamente com o atual presidente do país, Reuven (Ruvi) Rivlin, o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, o prefeito de Tel Aviv, Ron Huldai, e outras figuras importantes da indústria de alta-tecnologia e inovação.
 
O Centro de Inovação Israelense, localizado no Centro Peres para a Paz em Jaffa (Tel Aviv), será um centro educativo e de visitação, atraindo visitantes de todo o mundo para aprenderem sobre feitos históricos de Israel, absorverem os valores fundamentais da inovação, do otimismo e da busca da paz, e para serem inspirados e capacitados para impactar positivamente suas comunidades e no mundo.

“O Centro de Inovação que será estabelecido aqui mostrará o nosso orgulho nacional e irá promover a paz entre as pessoas”, disse Shimon Peres, que dirige o Centro Peres para a Paz e está liderando o estabelecimento do Centro de Inovação Israelense. “Irá destacar invenções já criadas, bem como aquelas ainda a serem desenvolvidas em áreas como ciência, tecnologia, medicina e saúde, agricultura e indústria”.
 
“Este centro vai, claro, mostrar as realizações do passado, mas seu foco principal será no caminho para o futuro, provando que a inovação não tem limites e não há barreiras”, continuou Peres. “A inovação permite o diálogo entre as nações e entre as pessoas. O Centro irá permitir que todos os jovens - judeus, muçulmanos e cristãos – se envolvam em ciência e tecnologia de forma igual. Aqui vamos enfatizar que podemos promover a paz desde a infância, e vamos despertar a imaginação de cada menino e menina e enriquecer os seus sonhos".


Segundo o presidente de Israel, Reuven (Ruvi) Rivlin, “é impossível falar de inovação sem mencionar um homem que é também uma lenda, um jovem homem cuja marca é inovação: Shimon Peres, o 9° presidente do Estado de Israel”.
 
“Os jovens querem devorar o mundo. Eles têm grandes sonhos, visões de ‘Tikun Olam’. À medida que os anos passam, eles sucumbem à realidade e desistem de seus sonhos elevados. Mas você, Shimon, é o oposto. Você liderou o caminho para a pesquisa atômica em Israel. Desde então, sua visão tornou-se mais ousada, mais inovadora. Cada sonho que se tornou realidade foi, para você, apenas mais um passo para o próximo destino. Shimon, em Israel hoje você é um líder da inovação, e é impossível não ter inveja. Em quase 93 anos, você está liderando, criando e desafiando a você mesmo a cada ano que passa”, continuou Rivlin.

“O Centro de Inovação que foi inaugurado esta manhã criará uma ligação entre o passado e o futuro. Com um olho, olhamos para nossas realizações do passado; com o outro, olhamos para o futuro, planejando o próximo passo”, afirmou ainda o presidente Rivlin.
 
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse, por sua vez, que Israel “continuará a construir apesar de suas imensas desvantagens”.
 
“Vamos garantir que nosso Estado seja vibrante, progressivo, desenvolvido, curioso, operando em campos que ninguém nunca antes considerou, ao mesmo tempo em que ajudamos muitas pessoas ao redor do mundo. Vamos permanecer na vanguarda. Shimon, você viu o caminho para chegar lá", disse Netanyahu.


“Peres sempre foi um sonhador, um otimista. Desde a construção da força aérea israelense até o desenvolvimento do reator nuclear, desde os Acordos de Oslo até a paz com a Jordânia e o Egito, ele tem estado na vanguarda da inovação israelense, sempre na busca pela paz. O Centro de Inovação Israelense é mais um marco ao longo da viagem de vida de Peres”, continuou Netanyahu.
 
“Uma nação com mais start-ups per capita, onde ‘impossível’ não está no vocabulário e onde as organizações como o Centro Peres para a Paz estão sempre à procura de novos caminhos para promover a paz, Israel tem muito a compartilhar com seus vizinhos na região. E este Centro de Inovação será o primeiro passo no longo caminho para a construção de uma região de start-up, uma região de inovação, uma região de paz”, disse o primeiro-ministro.
 
O Centro de Inovação Israelense será composto de quatro andares que contam a história de Israel e sua transformação em “Nação Start-Up”. Esta viagem sensorial completa começa na entrada, onde os visitantes vão experimentar uma grande exposição de arte, cinética de telas interativas e serão expostos a inovações israelenses que mudaram a face do mundo. Uma biblioteca digital única no mundo vai proporcionar aos visitantes a oportunidade de fazer perguntas e receber respostas sobre inovações israelenses.


A história de Israel como uma “Nação Start-Up” será compartilhada com os visitantes através de exposições com base em tecnologia de ponta e compartilhamento de informações, mesas “touch” e um jogo interativo iluminando acontecimentos historicamente significativos, tais como a indústria militar israelense, o desenvolvimento de novos métodos agrícolas, lançamento do primeiro satélite ao espaço e muito mais.
 
Os visitantes vão aprender sobre as inovações israelenses que são usadas ao redor do mundo em áreas como medicina, água, alimentos, agricultura, comunicação, e mais, com um foco em invenções como o tomate cereja, ReWalk, Waze, ICQ, irrigação por gotejamento, drives flash USB, stents coronários e muito mais. Os visitantes vão aprender sobre inventores israelenses, os processos que levaram suas ideias e invenções a mudarem a vida das pessoas, tudo com o objetivo de desenvolver e enriquecer a próxima geração de inventores.
 
Como Israel tem sido e continua a ser um líder em inovação, o Centro de Inovação vai dedicar uma seção para a inovação contemporânea e tecnologia futura, apresentando empresas líderes israelenses. Esta exposição vai permitir que cada criança ou turista tente pensar de maneira criativa para encontrar soluções diferentes para os desafios do futuro e os problemas que enfrentamos ao redor do mundo.
 
Finalmente, haverá um espaço para que empresários e empreendedores se encontrem, participem de cursos, hackathons e entrem em contato com inovações israelenses, que servirão como uma ferramenta para a formação da próxima geração de líderes israelenses. Tudo será oferecido em uma variedade de idiomas para pessoas ao redor do mundo através de uma plataforma digital.
 
Com componentes educacionais para todas as crianças - cristãos, judeus e muçulmanos igualmente -, o centro será uma oportunidade para o aprendizado de tecnologia, persistência e determinação. Ao utilizar a tecnologia para construir a paz de maneira compartilhada, haverá um espaço seguro para que milhares de judeus e árabes, israelenses e palestinos, inovem - juntos.
 
Este centro é uma fonte profunda de orgulho para Peres. Ele vê a partilha da ciência com os vizinhos de Israel e a promoção da paz através da inovação como a iniciativa mais imperativa, hoje.

Aos 93 anos, Peres ainda está olhando para o futuro, e só agora está lançando a start-up de sua vida, uma iniciativa que irá reformular o modo como a construção da paz é vista e realizada no Oriente Médio, uma nova fase em sua busca pela paz - a construção da paz através da inovação.

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LÍDERES JUDEUS-FRANCESES ACREDITAM QUE ATAQUE EM NICE AUMENTARÁ A SAÍDA DE JUDEUS PARA ISRAEL

A motivação para fazer aliá não nasce do medo do terrorismo, de acordo com o rabino Moshe Sebbag da Grande Sinagoga de Paris. Ele disse que, em vez disso, a decisão de fazer aliá é o resultado da educação e da história judaica. "Todo judeu pensa que talvez um dia eles irão para Israel, e este é o resultado de um processo de pensamento muito sério", disse ele ao The Jerusalem Post, quando a França entrou em seu segundo dia de luto pelas 84 vítimas do ataque terrorista no dia da Bastilha.

Rabi Sebbag também enfatizou que o judeu frances é parte integrante da sociedade francesa, fazendo referência a comentários feitos no início deste ano pelo primeiro-ministro Manuel Valls, de que a França sem a sua comunidade judaica "não é a França". O primeiro-ministro fez estas declarações em um serviço memorial para as vítimas do ataque num supermercado kosher de Paris, em 2015.

"Os judeus sentem isto em sua alma", disse o rabino Sebbag. Ele acrescentou que “não importa a religião que se segue, todos podem ser atingidos pelo terrorismo, ele é global." Ele observou que uma perda de esperança e sentimento de desespero permeia o país durante estes tempos difíceis. Acrescentou, no entanto, que a mesma perseverança que é vista em Israel - para manter-se vivo, apesar da devastação causada pelo terrorismo - é agora evidente na França. 

"Ontem à noite, em Nice, as ruas estavam cheias", observa ele. "As pessoas estão determinadas a seguir em frente e não deixar o terrorismo influenciar o seu dia-a-dia." "Claro, não podemos ser ingênuos", apressa-se a acrescentar. "Os judeus são sempre mais sensíveis e estamos sob forte esquema de segurança, que está aumentando agora, mas eu não acho que o recente ataque vá causar uma onda de judeus mudando-se para Israel. No entanto, para aqueles judeus que querem deixar o país, o lugar mais natural para ir seria Israel."

Emissário-chefe do Chabad da Riviera Francesa, o rabino Yosef Pinson, ecoou este sentimento. "Este ataque não era contra os judeus. Foi contra a França, contra todo o país ", disse ele. 

"Em toda a França, em geral, há muita tensão por causa do recente ataque terrorista e isso pode fazer com que as pessoas queiram sair. Mas todo mundo se sente ferido. Toda a França." 

Na quarta-feira, o maior voo de aliá vindo da França este verão, pousou no aeroporto Ben-Gurion. Mais de 200 judeus franceses estavam a bordo do voo, organizado pela Agência Judaica para Israel (JAFI), em colaboração com o Ministério da Aliá e Absorção de Imigrantes e Keren Hayesod-UIA. JAFI enfatizou que o voo foi planejado meses atrás, sem qualquer ligação com os recentes acontecimentos na França.

"Judeus franceses que imigram a Israel estão saindo por escolha", afirmou o presidente da Agência Judaica Natan Sharansky. "Eles têm todo um mundo de oportunidades à sua frente e eles estão escolhendo vir para Israel. Sua escolha demonstra que Israel dá um senso de identidade judaica e apego aos judeus que desejam tomar parte ativa na história judaica."

A Ministra da Absorção Imigração e Aliá, Sofa Landver, irá juntou-se a Sharansky e acolheu os novos olim no aeroporto. "À luz do fim de semana difícil em Nice, gostaria de acolher os imigrantes da França que optaram por emigrar para Israel agora", disse ela. "A aliá francesa fortalece Israel e o governo de Israel trabalha incansavelmente para facilitar a sua absorção – “O Ministério da Aliá vai continuar a trabalhar para remover os obstáculos ao emprego e criar novas oportunidades para os jovens imigrantes da França, para demonstrar a eles que Israel é a sua casa." 

De acordo com a Agência Judaica, quase 10 por cento da comunidade judaica francesa imigrou para Israel desde o ano de 2000, metade das pessoas nos últimos cinco anos. Mais de 30.000 imigrantes chegaram a Israel, em 2015, o número mais alto em mais de uma década. Quase 8.000 vieram da França em meio a uma onda de ataques terroristas. 

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TENTATIVA DE GOLPE NA TURQUIA ADIOU VOTO GROTESCO NA UNESCO


A votação de uma resolução anti-Israel sobre o Monte do Templo de Jerusalém, que estava prevista para esta semana em uma conferência em Istambul do Comitê do Patrimônio Mundial da UNESCO, foi adiada devido ao golpe fracassado na Turquia.

Carmel Shama-Hacohen, embaixador de Israel na UNESCO explicou que a reunião da comissão foi interrompida devido à tentativa de golpe e foi decidido aceitar a posição israelense de que a votação sobre a resolução deveria ser adiada até outubro.

O Comitê do Patrimônio Mundial tinha se reunido em Istambul desde a semana passada. Um dos itens da ordem do dia era para ser uma resolução da proposta feita pela Jordânia e pelos palestinos sobre Jerusalém. O projeto de resolução incluía uma referência ao Monte do Templo, que foi apresentado como um local sagrado apenas para os muçulmanos, sem notar seu significado religioso para os judeus.


Uma resolução semelhante foi aprovada na última conferência da UNESCO, em abril, e o Ministério das Relações Exteriores lançou um esforço diplomático para afastar a resolução atual. Apesar do considerável esforço, tinha parecido no fim de semana que não seria possível impedir a votação, e que o texto anti-Israel iria atrair um amplo apoio, inclusive de membros da União Europeia representados na comissão.

Como resultado da tentativa de golpe, o secretariado da UNESCO decidiu cortar a conferência e encerrar a reunião na noite de domingo passado. Portanto, era necessário decidir qual resolução sobre a agenda seria votada na reunião atual e qual seria adiada para a próxima reunião da organização.

Na noite de sábado, Shama-Hacohen disse que ficou claro que o calendário de reuniões seria encurtado, e que a delegação israelense trabalhou para ter a resolução de Jerusalém retirada de pauta e adiou para a próxima vez a reunião da comissão, em Paris, em outubro.

Em uma reunião na manhã de domingo passado, da comissão administrativa da conferência, que é dirigida por um representante turco, o embaixador libanês exigiu que o assunto de Jerusalém continuasse na ordem do dia em Istambul. Sua sugestão foi apoiada pelos embaixadores palestinos e peruanos, que continuaram afirmando que a votação aconteceria no domingo. Mas na sequência do pedido de Israel, os embaixadores de Portugal, Polônia e Finlândia pediram que o tema da agenda e a votação fossem adiados.

A posição dos três países da União Europeia reverteu a tendência geral, segundo Shama-Hacohen, resultando no adiamento da questão de Jerusalém. "É raro que a nossa posição ganhe o apoio da maioria, vis-à-vis a posição dos palestinos e dos Estados árabes", disse ele. "Foi o resultado de uma combinação de trabalho duro, coordenada por todos os envolvidos e, claro, também sorte."

O enviado israelense disse que a alteração de circunstâncias devido ao golpe de Estado levou a uma reavaliação da situação em que uma oportunidade foi oferecida ao adiamento da votação.

Os palestinos e os países árabes vão tentar tirar proveito dos próximos meses, até outubro, para continuar a promover a resolução de Jerusalém e obter o apoio de que necessitam. O porta-voz do Ministério do Exterior Emmanuel Nahshon disse que Israel irá preparar a cabeça dos participantes do processo, até outubro, também investindo neste trabalho diplomático.    

"Eu sinto que é necessário agradecer aos turcos por sua calorosa hospitalidade e particularmente pela abordagem justa, positiva e profissional que muito contribuiu para alcançar o resultado final", disse Shama-Hacohen. E, em uma aparente referência ao acordo de reconciliação recente que Israel e Turquia chegaram para restaurar as relações normais, acrescentou. "Eu tive o benefício de uma porta aberta e um ouvido atento, tanto do embaixador turco como do presidente do Comitê de Patrimônio, que é também da Turquia, o que prova que é sempre bom uma reconciliação quando possível."

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PARTICIPANTES DE UM CAMPUS DO CHABAD ESCAPARAM DO DESASTRE EM NICE

Um grupo de participantes do acampamento Chabad escapou por pouco do ataque terrorista em Nice, França, quando seis judeus foram dados como desaparecidos ou feridos.

Duas irmãs judias ficaram feridas no ataque. Clara Bensimon, 80, e Raymonde Mamane, 77, estavam em estado crítico e em respiradores num hospital local, de acordo com o Times de Israel.

O pessoal do acampamento Gan Israel do Chabad estava no local do ataque terrorista momentos antes de um motorista de caminhão se chocar contra a multidão, matando 84 pessoas, de acordo com Chabad.org.


O grupo escapou quando eles atravessaram a rua à direita antes da carnificina.

"Eles tiveram que correr do caminhão. Foi apenas alguns metros longe deles", disse o rabino Yossef Yitschok Pinson, diretor do Chabad local.

Seis judeus foram relatados entre os desaparecidos ou feridos no ataque.

O Chabad.org listou quatro dos judeus pelos seus nomes e nomes de sua mãe em hebraico (como é o costume quando se está orando por alguém que está doente): Axel ben Yael, Moshe ben Yaakov, Clara bat Nouna e Yonathan ben Zuzy.

Também entre os judeus feridos ou desaparecidos estavam John Dray e Dominique Azan, de acordo com o site.

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DESTAQUES SOCIAIS




O clube Monte Sinai recebeu cerca de 120 jovens em um evento envolvendo 4 escolas judaicas -Liessin, Eliezer Max, TTH Barilan e ORT e os 4 GEOs (Ginásio Experimental Olímpico) do Município do RJ - Caju, Ilha do Governador, Santa Tereza e Pedra de Guaratiba. Com uma proposta de integração entre as oito escolas, professores, coordenadores e comissão organizadora foram muito felizes na montagem do torneio, que misturou todos os alunos em 16 equipes, com Futebol Soçaite para os meninos e Handebol para as meninas. Na Cerimônia de Abertura, após o Hino Nacional,  os presentes ouviram mensagens do atleta Paralímpico Jean Diniz, goleiro da seleção brasileira paralímpica de Futebol Socaite PC e da atriz e jornalista Lica Oliveira, atleta olímpica da seleção brasileira de Voleibol em Los Angeles 1984 e Seul 1988. O chefe de gabinete da presidência da Rio 2016, Leslie Kikoler e a representante da Secretaria Municipal de Educação, Catharina Baptista, também saudaram os atletas com palavras de incentivo. Este evento faz parte de um projeto maior que envolve a montagem de um livro, feito em conjunto pelas oito escolas, além de um concurso de desenhos e slogans.

 


 

 

 

 

 


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Jornalista Responsável:
Osias Wurman - MT 14.707
Colaboradores Internacionais: Jerusalém - Daniela Kresch, Budapeste - Judith Klein, Miami - Fernando Bisker, Miami - Nelson Menda
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