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  Edição 387    Diretor / Editor: Osias Wurman Sexta, 19 de dezembro de 2014

 


MANCHETES DE ÚLTIMA HORA


 

MATERIAL DE CONSTRUÇÃO DESVIADO: O Hamas está usando os materiais de construção transferidos de Israel para a Faixa de Gaza na reconstrução de seus 'túneis do terror”, apenas quatro meses depois de uma guerra de 50 dias em que Israel teve como alvo os túneis que invadiam seu território. Enquanto isto, um foguete lançado de Gaza na manhã desta sexta-feira, disparou a sirene de alerta Code Red, que foi ouvida no Conselho Regional de Eshkol, localizado perto da fronteira palestina, o que indica um foguete foi disparado contra Israel. Mais tarde, foi confirmado que o foguete tinha aterrado em território descampado israelense. Como parte de sua política, o Hamas já começou a preparação para a próxima rodada de combates com Israel. Parte desse esforço e, além de reconstruir os túneis, o Hamas também teria começado a reconstruir seus mísseis e um arsenal de foguetes a partir da "dupla utilização" de materiais como ferro, que podem ser usados para criar armas.

 

ABBAS APARECE ENFORCADO EM CARTAZES: Adeptos do deposto oficial do Fatah, Muhammad Dahlan, marcharam pelas ruas da Cidade de Gaza, entoando slogans contra o presidente da AP Mahmoud Abbas. O protesto, o primeiro de seu tipo na Faixa de Gaza, é um sinal do aumento das tensões entre Abbas e Dahlan, um ex-comandante da segurança da Autoridade Palestina que foi expulso da Fatah, há três anos, na sequência de uma acirrada disputa com o presidente da AP e seus dois filhos. As forças de segurança do Hamas não intervieram para parar a marcha pró-Dahlan. A marcha é uma indicação do apoio contínuo que Dahlan goza entre os quadros do Fatah na Faixa de Gaza. Os manifestantes carregavam fotos de Dahlan e gritavam slogans acusando Abbas de traição e afirmando ser ele o responsável pelo bloqueio contínuo em Gaza. Eles também acusaram Abbas de destruir o Fatah e comprometer os direitos dos palestinos. Gaza amanheceu com cartazes colados nos muros mostrando uma foto de Mahmoud Abbas enforcado com uma corda no pescoço.

 


NÃO PASSARÁ NA ONU: Os Estados Unidos não apoiarão um novo projeto de resolução palestino proposto ao Conselho de Segurança das Nações Unidas, disse a porta-voz do Departamento de Estado dos EUA Jen Psaki, na quinta-feira. "Não é algo que iremos apoiar", disse Psaki aos repórteres. Mais cedo, o ministro das Relações Exteriores de Israel descreveu um projeto de resolução que apela para um acordo de paz dentro de um ano e terminando a presença israelense nos territórios palestinos, em 2017, como um chamariz. Na quarta-feira à noite, a Jordânia formalmente apresentou ao Conselho de Segurança das Nações Unidas um projeto de resolução que apela para a paz entre Israel e os palestinos dentro de um ano e um fim à "ocupação" de Israel da Cisjordânia até o final de 2017. Os palestinos, no entanto, procuraram evitar um confronto com os Estados Unidos, dizendo que eles estavam abertos a negociações sobre o texto. Alguns rascunhos formalmente apresentados nunca foram considerados. Na quinta-feira, o presidente palestino Mahmoud Abbas disse que apoia a continuação das negociações sobre o projeto de resolução. Diplomatas dizem que as negociações sobre o texto poderiam levar dias ou semanas. O enviado da ONU à Jordânia, Dina Kawar, disse esperar que o Conselho possa chegar a uma decisão unânime sobre a resolução.

 


CHANUKAH NA CASA BRANCA: Cerca de 550 pessoas compareceram à Casa Branca para o evento, incluindo 20 adolescentes israelenses que trouxeram um candelabro de Chanukah feita na escola bilíngüe de Jerusalém, que foi incendiada por fundametalistas. O candelabro original foi aceso por duas alunas do nono ano da escola, Inbar Vardi e Mouran Ibrahim. Obama chegou com um sorriso alegre com sua esposa, Michelle, e também comemorou a libertação de Alan Gross, o judeu-americano que estava numa prisão cubana há cinco anos. "Disseram-me que na tradição judaica, uma grande mitzvah é “pidyon shvuyim", disse Obama, sob aplausos. "E isto é o que estamos comemorando hoje, porque depois de ser injustamente detidos em Cuba, por mais de cinco anos, o americano Alan Gross está livre. "Obviamente, os laços entre os nossos dois países (EUA e Israel) são inquebráveis, e com a ajuda dos jovens, eles só vão crescer mais forte nos próximos anos", disse Obama.

 


IMIGRAÇÃO NÃO PARA DE CRESCER: A imigração para Israel da América do Norte aumentou 7% em 2014 em relação ao ano anterior, com 3.762 olim dos Estados Unidos e do Canadá, em comparação com 3504 olim em 2013, de acordo com números divulgados pela organização Nefesh B'Nefesh. Um crescimento de 6% na aliá do Reino Unido foi registrado durante o mesmo período. O Nefesh B'Nefesh facilita aliá para Israel em parceria com o Ministério da Aliyah e Absorção de Imigrantes, a Agência Judaica para Israel, Keren Kayemeth LeIsrael (KKL) e JNF-EUA. Ao longo de 2014, a organização ajudou com 17 vôos especiais a Aliyah da América do Norte, trazendo 296 famílias com 813 crianças com idade inferior a 18 e 1703 solteiros. Estes olim chegam, com idades entre três semanas a 98 anos, principalmente a partir de New York, New Jersey, Flórida, Califórnia, Illinois, Maryland e Pensilvânia, bem como a partir de Quebec e Ontário, no Canadá. No ano passado também houve um aumento de 10% em soldados solitários que fazem aliá sem família imediata. As melhores cidades para acolher olim, em 2014, foram Jerusalém, Tel Aviv, Beit Shemesh e Ra'anana.





Osias Wurman
Jornalista


NOVO PARADIGMA ASSUSTA: HAMAS NÃO É TERROR!

Foi uma semana de absurdos onde algumas organizações internacionais entenderam que o Hamas não deve mais ser considerado um movimento terrorista.

O que teria motivado esta radical mudança em conceituar o grupo que domina Gaza?

Qual o gesto pacifista da liderança palestina em Gaza que teria motivado esta “onda de boa vontade” com a filial iraniana no Oriente Médio?

Durante a semana, o grupo terrorista Hamas realizou uma mega-parada para celebrar seus 27 anos de “lutas contra o inimigo sionista”.

Enganam-se os que pensam que os “sofridos” palestinos de Gaza demonstraram nas ruas suas iniciativas cívicas, novas ambulâncias, máquinas e tratores para reconstruir as suas cidades, projetos de saneamento básico e educação.

O que se viu foram crianças vestidas de Shahid - “mártires”- e de terroristas com o rosto pintado para a guerra.


 


 

Além desta triste apresentação, muitas armas, munições e até foguetes de médio alcance do arsenal palestino, que não foi destruído por Israel na última guerra.




Os guerrilheiros do Hamas que cobrem o rosto não merecem ser chamados de militares. São simplesmente terroristas!

Diante de jovens e crianças, a futura geração de palestinos que presenciavam as manifestações, um gesto de ódio a Israel e aos judeus: a queima de bonecos configurados como judeus ortodoxos e caixões com a bandeira de Israel representando soldados israelenses mortos.



Se este comportamento não caracteriza um movimento de ódio e terror, então ficará difícil explicar aos jovens e crianças, bem como aos amantes da paz, o que é o “amor ao próximo”!


 
 

 


COMPAREÇAM NO PRÓXIMO DOMINGO, ÀS 19,00 H, AO ACENDIMENTO DAS VELAS DE CHANUKAH NA PRAIA DE COPABANA COM MUITAS ATRAÇÕES PARA AS CRIANÇAS E NÚMEROS MUSICAIS CHASSÍDICOS.

UM EVENTO DA COMUNIDADE ABERTO PARA TODOS OS AMANTES
DA PAZ – LUZ – LIBERDADE !!!

 

 

 
 



O MILAGRE DE CHANUKAH EM NOSSOS DIAS……



“O telefone celular tinha bateria suficiente para um dia, mas durou oito dias”...


 

 

 

 

SOLDADOS DE ISRAEL PASSAM A NOITE DE CHANUKAH COM SOBREVIVENTES DO HOLOCAUSTO


Mais de mil soldados do IDF visitaram as casas de cerca de 500 sobreviventes do Holocausto, em Israel, para celebrar a primeira noite de Hanukkah com eles como parte de uma iniciativa mais ampla pela Fundação para o Benefício das Vítimas do Holocausto e do programa de Bolsa de Estudos de Impacto financiado pela Organização Amigos do IDF.

Doze soldados liberados do IDF chegaram na casa de repouso Gil Oz, em Petah Tikva, para acender a primeira vela com sobreviventes do Holocausto.

Description: Released IDF soldiers light first candle of Hanukkah at the Gil Oz retirement home in Petah Tikva. (Photo: Yaron Brenner)


Bila Lutstein, sobrevivente do Holocausto de 97 anos, disse: "Eu estou feliz com os novos amigos que vieram para celebrar a festa com a gente. É divertido sair da rotina e realizar um evento para acender as velas, ainda me excita muito comemorar o feriado em Israel e sentir a sensação do sionismo."

Shkolnik Z'non, de 79 anos da Polônia, que sobreviveu ao Holocausto, em primeiro lugar escapando para a Sibéria e depois se escondendo em uma floresta na Ucrânia, disse: "Eu me sinto incrível e me orgulho de acender a primeira vela de Hanukkah. É uma incrível oportunidade de ser feliz e é muito reconfortante ver este jovem grupo e sentir o espírito da festa que eles trazem com eles."

Description: Holocaust survivors eating traditional sufganyot at Gil Oz retirement home in Petah Tikva. (Photo: Yaron Brenner)

"É muito emocionante comemorar aqui com os sobreviventes", disse Elchi Malichi, 25, um estudante de engenharia civil. "Eu sinto a necessidade de me doar para eles, tanto quanto possível, e dar-lhes o respeito que merecem. No final do dia, nós estamos aqui graças a eles e eles continuam seu caminho."

Malichi, que serviu como um lutador e comandante Shimshon no Batalhão da Brigada Kfir, disse que : "No dia-a-dia eu não conheço essas pessoas e, infelizmente para nós, elas vão se tornar mais raras à medida que mais e mais sobreviventes morrerão. Eu estou feliz de ter tido esta oportunidade de acender a primeira vela de Hanukah com os sobreviventes, para fornecê-los amor e carinho e para reconhecê-los pelo que eles passaram e lutaram em nome da nação judaica. É uma experiência de fortalecimento e algo que eu nunca vou esquecer."

Os soldados liberados do IDF trouxeram Hanukkiot, velas, e sufganyot (sonhos) para as casas dos sobreviventes, com pelo menos dois soldados chegando em cada casa.

Os soldados escolhidos, que fazem parte do fundo de bolsas, também foram em cerca de 50 casas de repouso em todo Israel onde os sobreviventes do Holocausto vivem.

Orit Margolis, 26, que serviu no apoio ao combate do Corpo de Engenharia, disse que ela sente com um dever. "É uma oportunidade especial para se encontrar com pessoas que sobreviveram, apesar da realidade impossível que experimentaram, e aquece o meu coração visitar os sobreviventes e aprender com eles", disse Margolis, que é uma estudante de contabilidade.

Description: Candel-lighting at the Gil Oz Retirement home. (Photo: Yaron Brenner)

Margolis acrescentou que a nova geração tem a responsabilidade de "lembrar e transmitir as histórias dos sobreviventes para a próxima geração, que não terá a honra de conhecer a geração de sobreviventes do Holocausto, pessoalmente."

O CEO da Fundação para o Benefício das Vítimas do Holocausto, Rony Kalinsky, explicou que "vários sobreviventes do Holocausto sofreram sentimentos de solidão e sofrimento por muitos anos, sentimentos que são susceptíveis de aumentar durante a temporada de férias. A iniciativa permite que os sobreviventes experimentem e celebrem o feriado dos milagres com um grande grupo."

 

 

 

 

 


JUDEUS NOVAIORQUINOS DÃO NOME DRUSO A FILHO EM HOMENAGEM A HEROI DE JERUSALÉM

Zidan não é um nome normalmente ouvido em uma circuncisão judaica, mas um casal de Nova York deu ao seu filho recém-nascido o nome para homenagear um policial druso que foi morto ao responder a um ataque terrorista em uma sinagoga de Jerusalém, no mês passado.

Alexander Chester, um advogado imobiliário corporativo, disse ao jornal The Times of Israel que ele e sua esposa, Jennifer, uma médica residente no Hospital Presbiteriano de Nova York, queriam ter certeza de que o nome de Zidan Saif seria perpetuado dentro da comunidade judaica, nomeando seu filho Yaakov Zidan.

"Os quatro rabinos que foram mortos deixaram para trás muitas crianças, por isso pode-se supor que os seus nomes vão viver através de seus netos e bisnetos", disse Chester.

"Queríamos que o nome Zidan fosse chamado entre o povo judeu de todos os tempos."


Description: Alexander and Jennifer Chester with their sons Erez and Yaakov (Koby) Zidan, New York, December 12, 2014. (photo credit: Sharon Carfas)


Saif, um policial de trânsito de Jerusalém, foi postumamente condecorado com a Medalha de Serviços Distintos, a terceira maior honra da polícia. Saif foi um dos primeiros a chegar na cena em que  dois terroristas, armados com pistolas, machados e cutelos,  atacaram fiéis durante serviços de oração da manhã numa sinagoga no bairro de Har Nof, em Jerusalém.

Ele desempenhou um papel fundamental para acabar com o ataque, disparando de fora da sinagoga contra os terroristas de dentro, antes de um deles sair correndo e atirar à queima-roupa.
Saif morreu no hospital devido aos seus ferimentos.

Na cerimônia de circuncisão de seu filho, na Congregação Bnai Israel no Upper East Side de Manhattan, Chester explicou aos convidados como ele e sua esposa optaram por seguir um ensino rabínico dando a seu segundo filho o nome árabe "Zidan".

"Há uma exceção, uma circunstância quando não só é permitido nomear uma criança judia com um nome secular, mas de fato é meritório fazê-lo", disse ele.

Chester disse que o Midrash relata que nesta época do ano, há 2.327 anos atrás, foi declarado que todos os meninos nascidos de Cohanim, ou sacerdotes israelitas, no próximo ano seriam nomeados "Alexander" em honra do imperador macedônio Alexandre, o Grande que, em vez de destruir o Templo Sagrado em Jerusalém, curvou-se diante do Sumo Sacerdote Shimon Hatzadik.

"Alexander tornou-se um nome judeu até hoje - obviamente, uma vez que é o meu nome", disse Chester.


Description: http://zelmanpartisans.com/wp-content/uploads/2014/11/ZS.jpgDescription: http://cdn.timesofisrael.com/uploads/2014/11/F141119MNGPO003-e1416429868433.jpg


Chester espera que, ao nomear seu filho Zidan - que deixou uma esposa viúva e uma filha de quatro meses, juntamente com seus pais e cinco irmãos - ele e a esposa estarão honrando toda a comunidade drusa em Israel.

"Apesar de ter que lidar com a discriminação dentro da sociedade israelense, é muito impressionante como os drusos são patrióticos para o Estado de Israel", acrescentou.

Chester disse que estava orgulhoso de seu filho se chamar Zidan, a quem ele chamou de "um herói para a humanidade."

No final de seu discurso, o pai dirigiu diretamente algumas palavras a seu filho recém-nascido.

"Minha oração por você, Yaakov Zidan, é que você se esforce para fazer o máximo para a melhoria do povo judeu e toda a humanidade como Saif Zidan fez em seus momentos finais," Chester abençoou o bebê.

"Você pode ser inspirado pelo seu primeiro homônimo de ter um compromisso incansável com sua família e ao povo judeu, e pelo seu segundo xará, para ser um cidadão orgulhoso e patriota de seu país, e você estar na vanguarda dos esforços para garantir a paz e segurança de todas as pessoas em Israel e em todo o mundo, independentemente de serem ou compartilharem sua identificação religiosa ou étnica".

 

 



 

 

ESCOLA NA ÁUSTRIA FINANCIADA POR SAUDITAS ENSINAVA CRIANÇAS EM LIVROS ANTISSEMITAS

Uma escola saudita, em Viena, deverá ser fechada pela Áustria depois de alegações feitas de que foram usados livros antissemitas nas aulas.

O Conselho de Educação de Viena começou a investigar a Escola Arábia, no mês passado, depois de relatos de que as lições de história realizadas utilizavam um livro que era antissemita. De acordo com os relatos, o livro descreve a sociedade maçônica como uma "organização secreta judaica e subversiva, dedicada a garantir que os judeus dominarão o mundo."

Description: Photo: ssiv.edu.sa

O Conselho de Educação de Viena também decidiu revogar o direito da Escola Arábia operar até o final do ano letivo, no próximo verão, depois que ela ignorou o prazo de 01 de dezembro para nomear seu corpo docente, uma regra que todas as escolas privadas têm de cumprir, disse o porta-voz.

A escola, que tem 150 alunos e ensina em árabe, tem quatro semanas para recorrer da decisão e não quis comentar sobre o fato.

O conselho, que diz que a escola é financiada pela Arábia Saudita, também pediu as traduções oficiais dos textos após relatos da imprensa alegarem que a escola ensinou conteúdo antissemita. A escola se recusou a comentar.

O governo da Áustria quer avançar com a aprovação de uma lei que proíbe o financiamento estrangeiro para organizações muçulmanas e faria versões do Alcorão, em língua alemã, padronizadas obrigatoriamente.


Description: Photo: ssiv.edu.sa

 

A lei, que o governo diz que visa prevenir organizações austríacas de se transformarem em razão de recrutamento pelos jihadistas, aplica-se a instituições como mesquitas, em vez de escolas.

Mas desencadeou um debate acalorado sobre o papel de outras organizações islâmicas na Áustria, onde as preocupações sobre a violência jihadista têm ajudado ao FPO, um partido crítico do Islã, a atrair um quarto dos austríacos votantes, de acordo com pesquisas de opinião.

 

 

 

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Coluna “Gente Boa” de O Globo - por Cléo Guimarães


 

 


Jornalistas Brasileiros em Israel

Embaixador Dori Goren, diretora de jornalismo e programação da TV Boas Novas - Ana de Ava Câmara Pereira da Silva, colunista da Veja e colaborador do jornal O Globo - Rodrigo Constantino, diretora para a América Latina da organização The Face of Israel - Sandra Rejwan, correspondente da Globo News e ganhador de vários prêmios jornalísticos -  Henrique Cymerman, repórter internacional do jornal Valor Econômico - Fabio Murakawa, e editor de cultura de O Correio do Povo - Luiz Gonzaga Lopes Ferreira.


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Rodrigo Constantino no Kotel – Muro das Lamentações e Cymerman falando para o grupo em Israel.


 

 
 

VENDIDA UMA CHANUKIAH DE 100 MIL DÓLARES


Para a maioria dos judeus, a chegada de Hanukah significa que é hora de abrir o armário em busca da hanukiah da família. Afinal, você não pode comemorar o festival de oito dias de luzes, que começou na terça à noite, sem o candelabro.

Mas para Jonathan Greenstein, a hanukiah tem um significado além do cerimonial. Simplificando, é um grande colecionador.

Greenstein é um comerciante proeminente e leiloeiro especializado em artigos judaicos - ou seja, arte e antiguidades judaicas. E, como a demanda por esses itens aumentou - Greenstein diz que os preços facilmente dobraram na última década - hanukiot não são exceção. Na verdade, Greenstein vendeu uma hanukiah particularmente elaborada, feita na Ucrânia durante o século 18, por US$ 100.000 em um leilão no mês passado.

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"É tudo sobre a raridade e estética", diz Greenstein, que tem sede em Nova York. "Se ela é linda e velha, ela vai vender bem."

Ainda assim, não é nenhuma surpresa que hanukiot mais velhas altamente ornamentais são tão valiosas. Isso porque tão poucas sobreviveram a Segunda Guerra Mundial, devido à ascensão de Hitler. Durante a era nazista, famílias judias viram os seus valores confiscados, com itens como hanukiot muitas vezes sendo derretidas por causa do valor do metal (normalmente de prata). E até mesmo as famílias que foram capazes de escapar dos nazistas, muitas vezes tiveram de deixar para trás suas preciosidades.

É claro, o mercado de objetos judaicos vai muito além de hanukiot. Na semana passada, a arca da Torah que pertenceu à famosa família Rothschild foi vendida por US$ 1,5 milhão em um leilão da Christie. E no início deste ano, uma Torah do século 15 foi vendida por 3,87 milhões de dólares, também em um leilão da Christie. (A venda marcou um novo recorde para um livro em hebraico).

Ainda assim, colecionadores de hanukiot premiadas dizem que seus candelabros têm um significado especial - não apenas por causa de sua beleza inerente, mas também porque elas podem muito bem ser utilizadas para os fins a que se destinam.

 

 

 

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Como os lobos solitários substituíram os mega atentados?


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Guga Chacra – De Nova Iorque para a Rua Judaica

Os mega atentados terroristas não são mais comuns atualmente como eram na década passada. Mas os ataques cometidos por lobos solitários têm ocorrido em uma escala cada vez maior ao redor do mundo, como vimos nos últimos meses em Israel e nesta semana na Austrália. 

Sem dúvida, na terça-feira, o Taleban paquistanês matou cerca de 140 pessoas, sendo mais de cem crianças, em uma escola administrada pelos militares no Paquistão. Também vimos violentos atentados na Nigéria e no Yemen. O Iraque e a Síria são alvos constantes do terrorismo da Al Qaeda e do ISIS, também conhecido como Daesh e Grupo Estado Islâmico.

Todos estes países, porém, estão em guerra civil, com a exceção do Paquistão. Mas as zonas tribais paquistanesas ficam distantes da modernidade de Islamabad, Karashi e Lahore e possuem características mais próximas do Afeganistão. Nos últimos meses, as Forças Armadas paquistanesas levaram adiante uma ampla ação antiterrorismo nesta área, no que pode ter provocado a resposta dos terroristas do Taleban. 

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No resto do mundo, os mega ataques terroristas não são mais uma constante. Há quanto tempo não vemos um atentado como os de Londres, Madrid, Bali ou Tel Aviv, sem falar no 11 de Setembro? Faz anos. Hoje estas cidades e o Ocidente estão relativamente mais seguros do que estavam há uma década. As ações se tornaram menores, como a do biruta com antecedentes criminais no café em Sydney. O mesmo vale para os terroristas da Maratona de Boston ou para o atirador no Museu Judaico na Bélgica. Comparem estes ataques com os atentados contra as embaixadas americanas na África nos anos 1990 ou contra a AMIA em Buenos Aires para ter uma ideia da mudança. 

A redução se deveu ao sucesso de políticas de combate ao terror, como os bombardeios de Drones dos EUA e também o muro/cerca israelense na Cisjordânia. Ambos devem ser criticados em parte. No caso americano, pelo elevado número de civis mortos nos ataques. No caso israelense, por não ter levado em consideração, em alguns casos, que moradores de vilas ficariam separados de suas terras, como mostra o documentário Budrus da brasileira Julia Basha. Mas as ações israelenses e americanas de fato impediram que terroristas atacassem Nova York ou Tel Aviv. E o Congresso americano e a Suprema Corte israelense têm tentado diminuir o impacto destas ações, levando em consideração as críticas.

As ações com Drones praticamente eliminaram o alto escalão da Al Qaeda no Paquistão e no Afeganistão, que não tem mais condições de alvejar o Ocidente. A Al Qaeda na Península Arábica, também alvejada por Drones no Yemen, de fato tentou realizar atentados no avião em Detroit, cinco anos atrás, mas sem sucesso. Hoje enfrenta tanto o governo iemenita, como os rebeldes houthis apoiados pelo Irã e os Drones dos EUA. A Al Qaeda, no Norte da África, está mais preocupada em tomar o poder em Trípoli, na Líbia. A Frente Nusrah, como é conhecida a Al Qaeda na Síria, tem como prioridade lutar contra o regime de Assad, contra o Hezbollah, contra a coalizão dos EUA e contra o ISIS. Resumindo, a Al Qaeda tem, atualmente, uma agenda mais local do que global.

O Hamas, por sua vez, segue controlando Gaza e lançando foguetes contra partes do território israelense. Mas é incapaz de enviar um homem bomba para se explodir em uma boate lotada em Haifa, como na Segunda Intifada.

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O problema hoje está em impedir ataques de lobos solitários. Em alguns casos, como no dos irmãos Tsarnaev em Boston, eles não integravam grupos terroristas. O mesmo vale para ataques recentes em Jerusalém. Em outros, possuem problemas mentais, como aparentemente foi o caso de Sydney. Para completar, veteranos do ISIS no Iraque e na Síria, inspirados pelo grupo, podem nos próximos anos levar adiante ataques terroristas bem mais letais do que os que estamos vendo. Temos ainda as células silenciosas da Al Qaeda na Europa e talvez até nos EUA.

Mesmo com a relativa conquista de não vermos tantos mega atentados fora de zonas de guerra civil, como víamos no passado, acho que o cenário deva ser de ceticismo diante de um provável crescimento de ataques terroristas de lobos solitários. Não há como saber, se você estiver em um ponto de ônibus em Jerusalém, que a pessoa dirigindo um carro não irá te atropelar. E, aos poucos, os lobos solitários podem ficar mais sofisticados do que o maluco na Austrália. 

 

 
 

ARTIGO EM O GLOBO SOBRE CHANUKAH


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Leia em: http://oglobo.globo.com/opiniao/celebracao-da-liberdade-14852363

 

 

 
 



Description: Instituto Rogerio Steinberg



 
 


GRUPO PATROCINA PARTE DA VIAGEM DE RECÉM-CASADOS A ISRAEL


Uma nova organização filantrópica nos Estados Unidos tem como objetivo incentivar os recém-casados ??judeus americanos a passarem sua lua de mel em Israel.

Os casais vão pagar de US$1.500 a 9.500 dólares para alguns dias de férias na Terra Santa. Pelo menos um dos membros do casal tem que ser considerado judeu pela halachá para ser elegível ao benefício.

Os casais vão chegar ao país como parte de um grupo de 20 casais da mesma cidade. Os dois primeiros grupos vão chegar em Israel - na primavera - um de Los Angeles e um de Phoenix, Arizona.

A organização, Honeymoon Israel, que é financiada por doações de uma família judia que pediu para permanecer anônima, já levantou dinheiro suficiente para financiar os voos e alojamento para grupos, por três anos.

Description: Dealing with assimilation? 'We want to show them that they are welcome here' (Photo: Shutterstock)

A organização espera aumentar o número de casais levantando mais dinheiro. A primeira condição para a participação no programa é que um membro do casal deve ser judeu. Os fundadores da organização dizem que esta é a sua maneira de lidar com o problema de assimilação nos Estados Unidos.

"Em muitos lugares nos EUA, 50-60 por cento dos casais estão em casamentos mistos. Esta é uma maneira de trazer o cônjuge não-judeu mais próximo ao judaísmo. Queremos mostrar-lhes que eles são bem-vindos aqui.", diz o codiretor Avi Rubel de Nova York, um dos fundadores da organização.

Outra condição é que pelo menos um dos cônjuges nunca tenha visitado Israel antes. Se ambos viajaram para Israel, como parte do projeto Birthright, por exemplo, eles não vão poder participar do programa de lua de mel.

A terceira condição é que o casal tenha se casado até cinco anos atrás.

A lua de mel israelense vai incluir um Shabbat tradicional em Jerusalém e outro Shabbat em Tel Aviv, durante o qual o casal vai se hospedar na casa de uma família israelense e visitar centros de diversão noturna e de entretenimento de Tel Aviv.

"Nós não queremos que eles sejam apenas turistas, mas que se sintam em conexão pessoal com Israel e com o judaísmo", explica Rubel.

 

 

 

 

 

 


EXTREMISTAS DE DIREITA CRESCEM NA ALEMANHA COM 15 MIL NA PASSEATA EM DRESDEM


Um recorde de 15 mil pessoas marcharam, no leste da Alemanha, contra a "islamização" do país na mais recente demonstração de força de um movimento populista de extrema-direita em rápido crescimento.

A chanceler Angela Merkel advertiu anteriormente aos alemães contra a xenofobia, reagindo ao movimento nascente chamado "Europeus Patrióticos Contra a Islamização do Ocidente" ou PEGIDA.

Description: http://media1.faz.net/ppmedia/aktuell/politik/inland/3746705104/1.3322647/article_multimedia_overview/die-bewegung-gibt-sich-auf-ihren-demonstrationen-wie-hier-am-08-12-in-dresden-betont-buergerlich.jpg

"As pessoas estão com a gente!", gritou para a multidão o fundador do grupo, Lutz Bachmann, que comemora um aumento de 50 por cento no comparecimento, desde a sua última "demonstração" de uma série de manifestações que começaram em outubro.

"Em todo lugar, em cada programa de notícias, em cada talk show, eles estão debatendo, e a coisa mais importante é: os políticos não podem mais ignorar-nos" disse Bachmann à massa de pessoas, agitando a bandeira nacional.

"Nós mostramos que estamos crescendo em número, que estamos no caminho certo, e que lentamente, muito lentamente, alguma coisa está começando a mudar neste país", Bachmann berrou ao receber aplausos dos presentes.

Description: Participants in a rally entitled 'Patriotic Europeans against the Islamization of the West' (PEGIDA) hold German flags during a demonstration in Dresden, eastern Germany, Monday, Dec. 15, 2014. Pegida, a nascent anti-foreigner campaign group, is growing in stature week by week and sparking concern among German officials. For the past nine weeks, activists protesting Germany’s immigration policy and the spread of Islam in the West have been marching each Monday. (photo credit: AP Photo/Jens Meyer)

Os comícios semanais têm rapidamente crescido, de várias centenas para milhares de participantes.

Desde os protestos, que têm crescido rapidamente em tamanho, e gerado clones menores em meia dúzia de cidades, um debate sobre a imigração e refugiados tomou conta da Alemanha, um país cujo passado nazista fez gigantescas manifestações de xenofobia, o que torna o fato especialmente preocupante.

Os políticos têm sido atordoados pela emergência na cidade de Dresden, onde os nacionalistas que marcham contra o que consideram um sistema de imigração e asilo quebrado, desabafam profunda indignação perante a classe política e da mídia em geral.

As manifestações têm surgido num momento em que a Alemanha, a maior economia da Europa, tornou-se destino de topo do continente para os requerentes de asilo, e destino do mundo - o número dois para os migrantes depois dos Estados Unidos.

O afluxo de refugiados da Síria, Iraque, Afeganistão e vários países africanos e dos Balcãs vem abalando os governos locais, que têm mexido para abrigar os recém-chegados em antigas escolas, edifícios de escritórios e quartéis.

Um manifestante, Michael Stuerzenberger, disse que não se opõe ao asilo para refugiados, mas afirmou que "70 por cento das pessoas que requerem asilo político aqui são refugiados econômicos. Nós não queremos mais ficar em silêncio sobre isso."

"Nós não queremos uma enxurrada de requerentes de asilo, não queremos islamização. Queremos manter o nosso país com os nossos valores. É assim tão terrível? Isso faz-nos nazistas? É um crime ser um patriota?"

Description: Supporters of the PEGIDA movement take part in a rally in Dresden, eastern Germany, on December 15, 2014. (photo credit: AFP/DPA/Arno Burgi)

The Guardian noticiou que centenas de extremistas de direita têm participado nos últimos comícios do PEGIDA, e um funcionário federal disse ao jornal que estes foram considerados "instigadores" centrais do movimento popular.

Enquanto vários conhecidos neonazistas foram vistos no PEGIDA, multidões nos comícios foram dominados por homens usando botas e jaquetas de couro com cabeças tosquiadas, cidadãos desencantados com uma série de queixas.

"Nós somos o povo", gritavam, cooptando a frase famosa gritada um quarto de século atrás, na Alemanha Oriental, por manifestantes pró-democracia no período que antecedeu à queda do Muro de Berlim.

O ministro da Justiça Heiko Maas disse que as marchas "envergonham" o país, e que a Alemanha está enfrentando uma "escalada de agitação contra imigrantes e refugiados", uma tendência que ele rotula como "repugnante e abominável."

O líder do Conselho Central dos Muçulmanos na Alemanha, Aiman ??Mazyek, advertiu que o PEGIDA poderia dividir a sociedade alemã e que usar o canto "nós somos o povo" procurou dividir "Vocês, os maus muçulmanos e nós, os bons alemães."

Ele também culpou os políticos e os meios de comunicação por falar principalmente sobre o Islã e os muçulmanos "no contexto de segurança, ameaças e perigos", nos últimos anos.

Cem Özdemir, líder do Partido Verde da Alemanha, disse ao The Guardian que o país deve ser permanentemente vigilante para garantir que permaneça com a mente aberta, como havia se tornado nos últimos anos.


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Mais de 1.200 policiais mantiveram uma estreita vigilância sobre a multidão não-violenta e em cerca de 6.000 contra-manifestantes que estavam nas proximidades marchando sob as bandeiras "Dresden Nazi-free" e "Dresden para Todos", organizados por grupos cívicos, políticos e religiosos.

A maioria dos manifestantes alegou que não eram neonazistas, apenas patriotas.

Vários políticos conservadores têm argumentado que o governo deve "ouvir" as preocupações das pessoas sobre a imigração, enquanto o pequeno partido AfD, anti-euro, simpatizava abertamente com o PEGIDA, dizendo que a sua mensagem golpeou o governo.

Pesquisas sugerem que o partido eurocéptico encontrou um novo tema de campanha.

Uma pesquisa do site de notícias Zeit online mostrou que quase metade de todos os alemães - 49 por cento - simpatizava com preocupações manifestadas pelo PEGIDA, e 30 por cento indicaram que "totalmente" apoiavam os objetivos dos protestos.

Quase três em cada quatro - 73 por cento - disseram que eles temem que "o Islã radical" ganhe terreno, e 59 por cento disseram que a Alemanha aceita muitos requerentes de asilo.

 

 
 

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ANTIGA PEDRA CONFIRMA O REINADO DE DAVID


Uma pedra encontrada em Israel e atualmente em exposição no Museu Metropolitano de Arte de Nova Iorque oferece novas evidências que apoiam a descrição bíblica do reinado do rei David.

Tudo leva a crer que a inscrição na pedra que parece referir-se à dinastia do rei David terá sido escrita em 830 a.C., uns "meros" 150 anos após o seu reinado em Israel.


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Um artigo recentemente publicado pela "Biblical Archaeology Society" descreve a inscrição que se refere à dinastia do rei David como "extraordinária" e uma descoberta que substancia a narrativa bíblica do rei de Israel:
"A inscrição saúda Tel Dan, no Norte de Israel, e comemora as conquistas de Hazael, rei de Aram-Damasco, inimigo dos antigos reinos de Israel e Judá. Hazael reivindica ter morto tanto Jorão, rei de Israel, como Acazias, rei da "Casa de David" - ou Judá. A nação de Judá ser referida como "Casa de David" é algo de significativo porque é a única evidência arqueológica de um David histórico - uma crença que tem sido calorosamente debatida antes desta descoberta - substanciando assim parte da narrativa bíblica."

A "Agência Telegráfica Judaica" reportou na passada Segunda-Feira que esta pedra é um dos itens exibidos na exposição "Da Assíria à Ibéria no raiar da época clássica", no Museu de Nova Iorque.

O museu classificou-a como "a mais antiga referência extra-bíblica à Casa de David."

"Não há quaisquer dúvidas de que a inscrição é um dos mais importantes artefactos relacionados com a Bíblia alguma vez encontrados" - escreveu Eran Arie no catálogo da exibição. Eran é o curador dos períodos israelita e persa no Museu de Israel.

A pedra mede 13 x 16 polegadas e tem 13 linhas de texto legível.


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No catálogo do museu preparado para a exibição, Arie escreveu que a inscrição com o nome de David é "uma clara indicação de que a 'Casa de David' era conhecida em toda a região e que a reputação do rei não foi uma invenção literária de um período muito posterior."

Isto "valida claramente a descrição bíblica de uma figura de nome David que se tornou o fundador da dinastia dos reis de Judá em Jerusalém."

Segundo a "Agência Telegráfica Judaica", "o que é bem claro é que o rei aram-damasceno Hazael vangloria-se de ter morto 70 reis, incluindo os de Israel e os da 'Casa de David'". (Na opinião dos peritos, o número arredondado é provavelmente exagerado, embora Hazael tivesse uma reputação de ser cruel e bem sucedido).


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As rachadelas na pedra nem obstruem nem obscurecem a inscrição da palavra 'bytdvd' - ou 'Casa de David' - que permaneceu "absolutamente intacta e clara" - afirmou Ira Spar, professor de História e estudos antigos em Nova Jersey, e pesquisador no Museu Metropolitano.

Epigrafistas e historiadores bíblicos concordam unanimemente que as letras "bytdvd" se referem à Casa do rei David.

"Sendo claro que David foi rei de Israel, a evidência arqueológica sobre a extensão do seu reino continua por esclarecer" - afirmou Spar.

 

 
 



Por Daniela Kresch
Jornalista
direto de Israel

INTIFADA JURÍDICA CONTRA ISRAEL


TEL AVIV -  Israel vive um ataque diplomático, nos últimos dez anos. Uma espécie de “intifada jurídica internacional”. Só nos últimos dias, alguns acontecimentos na Europa e na ONU enfatizaram esse ataque. O Tribunal Geral da União Europeia, em Luxemburgo, aprovou a retirada do Hamas da lista de organizações terroristas reconhecidas pela EU, medida pedida pelo próprio Hamas. O parlamento europeu, em Salzburgo (França), aprovou uma moção que reconhece, em princípio, a existência de um Estado palestino. A Jordânia – em nome dos palestinos – enviou ao Conselho de Segurança da ONU um pedido de reconhecimento formal da Palestina, estabelecendo um prazo de dois anos para a retirada total de Israel da Cisjordânia e de Jerusalém Oriental. E representantes de 124 países reunidos em Genebra (Suíça) condenaram Israel por considerarem que o país viola os Direitos Humanos dos palestinos.

Description: C:Usersosias wurmanAppDataLocalMicrosoftWindowsTemporary Internet FilesContent.Outlook32LMZE52Conselho de Segurança da ONU - um dos palcos da batalha jurídica.jpg

Desde outubro, parlamentos de diversos países europeus reconheceram a Palestina sem pré-condições como negociações de paz com Israel. Começou com Suécia, seguida de Irlanda, França, Espanha, Portugal e Reino Unido. Em 2011, quando a Assembleia Geral da ONU reconheceu a Palestina como “Estado observador não-membro”, eu estava em Ramallah, na Cisjordânia, cobrindo o acontecimento histórico. Na época, um dominó de países latino-americanos, como o Brasil, anunciou o reconhecimento da Palestina. Isso foi visto com naturalidade. Mas ninguém acreditava que isto aconteceria com a Europa. O Velho Mundo era considerado um velho aliado de Israel e dos Estados Unidos.

Mas aconteceu. Tudo isso por causa desse ataque jurídico internacional. Cada vez que os palestinos se tornam membros de alguma instituição internacional, como Unesco, Unicef e outros, fica mais claro que a Palestina já existe. Isso “desligitimiza” a posição de Israel no conflito: a de que deve haver negociações de paz entre os dois lados para que a Palestina seja declarada um país, lado a lado com Israel. Cada vez que os palestinos acionam Israel por causa do Muro da Cisjordânia, ou cada vez que um país europeu ameaça prender um militar israelense por acusação de “crimes de guerra”, a posição de Israel é enfraquecida no cenário internacional. É como disse a especialista em Direito Internacional da Universidade Bar Ilan, Yaffa Zilbershats, ao canal 10 da TV israelense:

-- No momento em que acabaram os contatos políticos e militares (com o fim das negociações de paz, em abril, e do conflito com a Faixa de Gaza, em agosto), os palestinos se movimentam de maneira total para atuar em todas as instituições internacionais que existem, na União Europeia, na ONU, etc. Tudo isso junto constrói uma espécie de consenso-mor sobre a existência de um Estado palestino. Israel só se defende e não toma iniciativas. Há aqui uma estratégia palestina, por anos seguidos, de usar a Justiça para criar legitimidade. Mesmo que na ONU os EUA vetem a resolução no Conselho de Segurança, os olhos do mundo estarão voltados para isso, vão lidar com isto. Quer dizer: o resultado específico não importa no final das contas. Cada nova decisão, cada novo viés, cria uma realidade jurídica que parece preceder os resultados políticos – disse Yaffa Zilbershats. 

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Se há um lado bem nesse ataque jurídico palestinos no campo internacional é o fato de que a Autoridade Nacional Palestina (ANP), presidida desde 2005 por Mahmoud Abbas, concluiu que é melhor lutar pela criação da Palestina com armas jurídicas e diplomáticas, não com armas de fogo. Desde 2005, quando acabou a Segunda Intifada palestina (seguindo a morte de Yasser Arafat, em dezembro de 2004), Abbas defende a não-violência. Ele concluiu que fazer ataques terroristas só mancha a imagem dos palestinos pelo mundo e leva a destruição e mortes entre seu povo. Abbas tomou a decisão de, ao contrário de Arafat, não financiar ataques terroristas (mesmo que ainda haja incitação anti-Israel no discurso público e nos livros escolares). Então, pelo menos não vemos mais grandes ataques terroristas financiados pela ANP contra Israel, só ataques de “lobos solitários” (não se pode dizer o mesmo, claro, da Faixa de Gaza sob o controle do Hamas).

Na Cisjordânia, Abbas decidiu reunir especialistas em direito internacional para atacar Israel no Exterior, em fóruns internacionais, na ONU, na União Europeia e etc. A decisão está gerando frutos. Principalmente dada a lerdeza com a qual os israelenses conseguem se movimentar para responder. Aos olhos do mundo, Israel é cada vez mais o réu, sua posição é cada vez mais questionada. Está se tornando um país pária, me disse uma vez o escritor A.B. Yehoshua. Para responder a esse ataque, Israel deveria se movimentar mais nos fóruns internacionais, revidar fogo jurídico. Uma batalha de palavras, de leis, é melhor do que uma com tanques e blindados. E o melhor resultado seria que os dois lados saíssem ganhando depois de uma guerra jurídica limpa e justa.

 

 
 


VÍDEO NA TAILANDIA INCLUI IMAGEM DE HITLER E PROVOCA PROTESTOS


Na Tailândia, um novo vídeo promove os 12 "valores centrais" que todas as crianças tailandesas devem aprender exaltando virtudes que transcendem nacionalidade: amizade, honestidade e respeito.

O filme transmite mensagens importantes para todas as crianças exceto, é claro, a parte sobre Hitler.

O vídeo de propaganda curto encomendado pelos governantes militares do país segue duas crianças através de um dia como elas aprendem sobre a vida e lealdade. Mas, em uma cena de confusão de menos de um minuto, um dos meninos aparece orgulhoso na frente de uma pintura de Hitler, enquanto seu amigo recua com admiração e dá-lhe uma salva de palmas.

https://www.youtube.com/watch?v=mFu5whDYq-Q

O vídeo foi exibido nos principais cinemas tailandeses. Simon Roded, o embaixador de Israel na Tailândia, disse que estava "profundamente entristecido" pela "banalização e uso indevido de símbolos nazistas em um filme tailandês oficial."

Na quarta-feira, Panadda Diskul, um alto funcionário do gabinete do primeiro-ministro, disse à Associated Press que a coisa toda foi um "mal-entendido", e que na cena o menino mostrando a pintura de Hitler foi, na verdade, comparando sua mãe ao ditador - um tipo de zombaria adolescente.

A explicação de Diskul caiu como um disparate e bobagem. O filme não tem legendas para os telespectadores de língua estrangeira mas, em seguida, ele não tem diálogo também. Até mesmo o crítico de cinema mais astuto não pode pegar em um tema que não existe. Além disso, que tipo de valor faz comparar sua mãe a Hitler?

No entanto, Diskul prometeu remover a cena.

"O filme é bom, mas tem causado um ligeiro mal-entendido em nossa sociedade", disse ele à AP. "Nós não vamos parar sua projeção, mas vamos substituir essa imagem problemática por uma outra, mais adequada."

 

 
 


MULHER BOMBA DISFARÇADA DE GRÁVIDA IRIA EXPLODIR-SE EM TEL AVIV


O Shin Bet, o serviço de segurança de Israel, disse que frustrou um planejamento do terror palestino para realizar um atentado a bomba suicida em Tel Aviv.

Vários operários palestinos foram presos durante outubro e novembro em conexão com a trama segundo o Shin Bet divulgou através de um comunicado.

Segundo o plano, uma mulher palestina de Jenin iria se disfarçar como uma mulher judia grávida, adquiriria uma licença médica para entrar em Israel e utilizaria um cinto carregado de explosivos sob a roupa, de acordo com o Shin Bet.

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(Foto ilustração)


Outras quatro pessoas haviam sido instruídas sobre como lidar com os explosivos por um agente de Gaza.

A célula também tinha planejado outros ataques terroristas, de acordo com o Shin Bet.

A polícia de Israel anunciou a prisão de oito árabes de Jerusalém Oriental por usarem o Facebook como uma ferramenta para incitar ataques terroristas contra judeus.

Os suspeitos, que foram presos em um ataque na noite de domingo passado, são filiados ao Hamas e Fatah, disse a polícia. Eles divulgavam fotos e vídeos no Facebook pedindo ataques contra judeus e as forças de segurança de Israel, segundo a polícia.

 

 
 

PARLAMENTAR JUDEU-BRITÂNICO É AMEAÇADO


Um membro judeu-britânico do Parlamento Inglês pelo Partido Conservador, Lee Scott, disse à BBC de Londres que ele recebeu cinco ameaças de morte durante o ano passado por ser judeu.

Scott, eleito por Ilford Norte e sua esposa, verificam seus carros todos os dias por causa das ameaças. Ele disse que as ameaças antissemitas começaram durante a última eleição, quando ele foi chamado de "porco sujo" por duas pessoas que disseram que iriam matá-lo.

Scott, que é um membro dos Amigos Conservadores do Grupo de Israel, disse que ficou tão abalado com os incidentes que chorou quando ele voltou para casa naquele dia. Ele acrescentou: "As pessoas que dizem que vão fazer alguma coisa contra você, raramente vão fazer. Com as pessoas que não dizem que vão fazer, é que você tem que se preocupar."

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Em outro incidente, que ele revelou na terça-feira passada, durante um debate parlamentar sobre o antissemitismo, Scott disse que recebeu um telefonema no qual foi dito que ele deve ser "apedrejado até a morte."

Ele disse à BBC de Londres que seu judaísmo não justifica as ameaças contra sua vida.

"Ser judeu é a minha religião, isso é o fim de tudo. Nasci judeu, e é isto que eu escolhi para a prática", disse ele. "Eu nunca iria impor minhas crenças religiosas a ninguém então por que eu tenho que mudar minha religião? Eu faço o melhor trabalho que eu posso com o melhor de minha capacidade. Alguns vão gostar de mim, outros não, alguns vão gostar do meu partido, mas se gostam ou não de mim, não é uma razão para tentar me matar."

A BBC citou um relatório da Polícia Metropolitana de Londres afirmando que o número de incidentes antissemitas relatados na capital aumentou em 92 por cento, passando de 167 de outubro de 2012/2013, para 322 de outubro de 2013/2014. Scott disse que os seus constituintes lhe disseram que estão cada vez mais preocupados com o antissemitismo e ele incentiva as pessoas a relatar incidentes antissemitas, de modo que eles sejam incluídos nas estatísticas.

"Se alguém sofre alguma coisa e não relata em seguida, a ameaça simplesmente parece que não aconteceu", explicou ele. "Então, quando as autoridades querem resolver alguma coisa, elas vão dizer que isto é o que os números indicam e o que eles mostram, por isto é importante que todos relatem as ameaças."

 

 
 


EFEITO FRANÇA: JUDEUS FOGEM DO RACISMO NA TURQUIA


O "efeito francês" - um número crescente de judeus deixando um país por causa de assédio antissemita e hostilidade da mídia e dos políticos radicais - está agora emergindo na Turquia, onde um empresário turco-judeu, alertou, para o Istanbul- jornal judeu Salom, que um número crescente de membros da comunidade estão saindo do país.

"Estamos diante de ameaças, ataques e assédio a cada dia. A esperança está desaparecendo", escreveu Moise Gabay, um profissional na indústria do turismo, em um artigo publicado em 10 de dezembro.


No seu resumo do artigo, o diário turco Hurriyet destacou a afirmação de Gabay que "cerca de 37 por cento dos diplomados do ensino médio da comunidade judaica na Turquia preferem ir para o estrangeiro para o ensino superior ... Este número dobrou este ano em comparação com os anos anteriores."

Gabay também citou evidências de crescente mal-estar entre os judeus turcos. "Na semana passada, quando eu estava conversando com dois dos meus amigos em ocasiões separadas, a conversa voltou-se para a busca de outro país para viver. Ou seja, a minha geração também está pensando mais em deixar este país ", contou.

Na mente de Gabay, porém, é o medo da violência antissemita que prevalece.

"As leis mudaram. O discurso do ódio é agora um crime, mas quando é que um processo foi aberto sobre o discurso de ódio contra nossa comunidade? Eu não culpo só o governo por isto. A oposição, a sociedade civil, sindicatos e a esfera pública democrática deveriam ser um escudo para nós. Eles devem monitorar esses incidentes. 
Os líderes turcos tranquilizam periodicamente judeus de sua segurança e valor – sendo que o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, descreveu os judeus de seu país como "os elementos fundamentais da Turquia" em suas saudações para a festa de Chanukah - mas as palavras ocasionalmente calmantes oferecem pouca esperança em um ambiente cada vez mais hostil. Erdogn descreveu Israel como "pior que Hitler" e, mais recentemente, criticou a "ocupação" de Israel da mesquita Al Aqsa (localizada no mesmo Monte do Templo em Jerusalém onde, ironicamente, a história de Chanukah ocorreu) como "cruel e bárbara".

Tais sentimentos do líder autoritário do país, inevitavelmente traz o sentimento da comunidade para baixo. Como o Instituto de Pesquisa de Mídia do Oriente Médio (MEMRI) observou em um relatório sobre o antissemitismo turco, emitido em setembro, "incitamento antissemita por funcionários do governo turco, muitas vezes repetindo o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, com declarações de que Israel é mais bárbaro do que Hitler e acusações antissemitas e ameaças por parte da mídia que apoia e promove o partido governista da Turquia promoveram um aumento no antissemitismo no país. Uma pesquisa recente da Gonzo Insight, o instituto de pesquisas turco, constatou que em apenas 24 horas, em 17-18 julho de 2014, 27.309 usuários do Twitter turco enviaram 30.926 tweets em idioma turco apoiando o genocídio de Hitler contra os judeus".

O MEMRI citou vários artigos de jornais recentes que incitam ao ódio imediato aos judeus, dos quais um pelo colunista Ibrahim Tenekeci, no diário do pró-governo Yeni Safak, que afirmou: "É um instinto do judeu fazer o mal aos homens e à humanidade. O judeu não pode viver sem o mal e criando problemas".

Em um artigo separado para o Gatestone Institute,  publicado esta semana, o analista turco Uzay Bulut colocou no contexto histórico o anúncio feito dia 21 de novembro pelo Dursun Ali Sahin, o governador de Edirne, uma cidade perto da fronteira da Turquia com a Grécia e a Bulgária, que o seu "enorme ódio" de Israel obrigou-o a transformar a sinagoga da cidade em um museu.

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Description: Edirne Governor Dursun Ali ?ahin recently sparked an outcry by saying the a historic synagogue should only be used as a museum, as a response to Israeli policies over Jerusalem’s flashpoint Al-Aqsa Mosque. DHA Photo


"Embora esses bandidos soprem ventos de guerra dentro de al-Aqsa e matam muçulmanos, estamos construindo suas sinagogas", disse Sahin.

"Antissemitismo na Turquia e na Europa já existe, há mais de 2.000 anos", Bulut observou. "O ódio aos judeus não começou com o restabelecimento do estado de Israel. Na Turquia moderna, foi promovido sistematicamente, há mais de 90 anos."

 

 
 


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Jornalista Responsável:
Osias Wurman - MT 14.707
Colaboradores Internacionais: Jerusalém - Daniela Kresch, Budapeste - Judith Klein, Miami - Fernando Bisker, Miami - Nelson Menda
Diagramação: MarketDesign