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MANCHETES DE ÚLTIMA HORA

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- Brasil, Bolivia e Colombia são alvos do Hebollah e os serviços de inteligencia da América Latina elevaram seus niveis de alerta devido à detecção de uma célula do grupo terrorista libanês operando na região. O Irã seria o financiador da operação e um agente de sua Guarda Revolucionaria o facilitador na área para a realização de um atentado. A informação foi revelada pelo jornal italiano Corriere della Sera e baseia-se em fontes de alto nível do Oriente Médio.
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- Acabam de serem lançadas as ações do Facebook na bolsa eletrônica Nasdaq dos EUA. Mark Suckerberg, o jovem judeuamericano que fundou a empresa, viu as ações subirem nos primeiros minutos de negociação mais de 12% dos 38 dólares estabelecidos como preço inicial, para depois ajustarem o preço para baixo. Pelo preço de lançamento, o Facebook vale cerca de 100 bilhões de dólares como empresa.
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Milhares de pessoas se manifestaram em Teerã nesta sexta-feira para protestar contra uma proposta de união da Arábia Saudita e Bahrain , no primeiro passo em direção a relações mais estreitas entre as seis monarquias árabes todo o Golfo Pérsico. As autoridades tinham instado os cidadãos a protestar contra o que foi chamado de "plano americano para anexar Bahrein à Arábia Saudita e expressar sua raiva contra os regimes lacaio da Al-Khalifa e Al-Saud," as dinastias governando os dois países.
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- O embaixador americano em Israel, Dan Shapiro, informou para a Rádio do Exército, que os Estados Unidos está "totalmente disponível" para atacar o Irã para assim tentar impedir o avanço do programa nuclear. O diplomata garantiu que a força militar será o último recurso usado para frear as pesquisas atômicas e que seu país prefere resolver o caso diplomaticamente. "Seria preferível resolver isso diplomaticamente e por meio do uso da pressão em vez do uso da força militar", disse Shapiro que garantiu que todo o planejamento de um possível ataque já está pronto.
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- Seis países latinoamericanos enviaram observadores para a Missão de Supervisão das Nações Unidas na Síria (UNSMIS), que tem cerca de 257 militares desarmados, segundo os últimos dados difundidos pela ONU. Os observadores latinoamericanos procedem da Argentina, Brasil, Equador, Guatemala, Paraguai e Uruguai.
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Osias Wurman
Jornalista
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O ANIVERSÁRIO DE JERUSALÉM
20 DE MAIO
A todos que praticam a fé monoteísta, sejam judeus, católicos ou muçulmanos, a cidade de Jerusalém, lembrada e cantada como sagrada, eterna, de ouro e da paz, é um dos maiores e mais antigos tesouros da religiosidade, tendo sido palco dos mais importantes eventos para estas religiões.
Para os judeus, a capital do Reino de David, que conquistou Jerusalém há mais de três mil anos, abriga as ruínas do templo do Rei Salomão, considerado o local mais sagrado do judaísmo.
Segundo a tradição judaica, foi deste local que o Criador coletou o pó da terra para fazer surgir o primeiro ser humano a sua semelhança: Adão. Foi, também, onde seu filho Caim matou por inveja seu irmão Abel.
O local também foi palco de uma das mais importantes passagens bíblicas que relata a lealdade do patriarca Abraão a Deus, quando levou seu filho Isaac para sacrificá-lo em louvor ao Senhor.
Para os muçulmanos, a Mesquita de Omar, construída sob o espaço outrora ocupado pelo Grande Templo, representa o terceiro mais sagrado local depois de Meca e Medina. Conta a tradição muçulmana que o profeta Maomé teria subido deste local para os céus.
Para a fé cristã, a Igreja do Santo Sepulcro marca o local onde Jesus foi crucificado e ressuscitou. Na população atual da cidade encontramos uma acentuada predominância de judeus.

Ao longo de três milênios, os judeus foram o único povo a considerar esta cidade como sua capital política e espiritual. Mesmo durante os 2.000 anos de exílio judaico, sempre existiram grupos de seguidores das leis mosaicas morando em Jerusalém.
Para comprovar textualmente a importância de Jerusalém para os judeus, comparada com as coirmãs monoteístas, basta contar as 657 vezes em que é citada no Velho Testamento, 154 vezes no Novo Testamento e sem menção no Corão.
Independentemente da notória prevalência judaica nas raízes desta sagrada cidade, cabe às três religiões o mesmo direito de livre acesso e de auto-administração de seus locais sagrados, seguindo rigorosamente os ditames, de suas crenças.
É para garantir este estado de liberdade de acesso e segurança total que o Governo de Israel insiste em manter a soberania política sobre a totalidade da região. Vale lembrar que até julho de 1967, quando a Cidade Velha foi liberada do domínio jordaniano, durante a Guerra dos Seis Dias, os locais sagrados para os judeus, como o Muro das Lamentações, eram mantidos em péssimas condições de manutenção e proibido o acesso de israelenses a estes locais. Até sanitários existiam defronte às ruínas do Grande Templo de Salomão.
Um episódio histórico serve para ilustrar, com clareza, a filosofia dos governantes de Israel com relação às outras religiões da região. Durante os ferozes combates na Velha Jerusalém, em 1967, o comandante-em-chefe das tropas israelenses, general Moshé Dayan, considerado o maior herói militar do Estado de Israel, ao chegar ao Muro das Lamentações com suas tropas, avistou uma bandeira com a estrela de David tremulando no topo da Mesquita de Omar. Imediatamente chamou seu ajudante de ordens e ordenou a retirada sumária da bandeira de Israel, alegando tratar-se de um desrespeito aos muçulmanos.
Esta vem sendo a postura da unanimidade dos governantes israelenses que lhe sucederam nos anos que se passaram. Predominância do respeito a todas as religiões.
Todos os locais sagrados estão situados na Cidade Velha de Jerusalém, que, atualmente, representa menos de 1% da área total da cidade.
A proposta de dividir ou internacionalizar a cidade é, portanto, absolutamente desnecessária e inaceitável para Israel, que ali mantém sua capital, e que vem garantindo o livre acesso e a ordem interna.
A importância desta cidade para o povo judeu já era cantada nos Salmos que dizem: “Se eu te esquecer, Jerusalém, que minha mão direita esqueça sua perícia.”
Indiscutivelmente a Cidade Velha de Jerusalém, pela sua história de fé e devoção — conta hoje com mais de dois bilhões de seguidores em todo o mundo — pertence a todos os povos amantes da paz e deve permanecer eternamente sob a custódia dos que sabem respeitá-la: os descendentes da religião do Rei David.
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COMUNICADO AOS LEITORES

A direção editorial da Rua judaica deseja esclarecer qe todas as opiniões ou juízo de valor, emitidas por seus colunistas ou colaboradores, são de exclusiva responsabilidade dos autores, não representando, necessariamente, a opinião editorial do veículo, de entidades a que pertençam os articulistas, nem às entidades ou países a que possam representar.
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Rapper judeu convertido "Y Love" assume publicamente ser Gay após estudar em seminário religioso

O rapper JordanYitz, mais conhecido como "Y-Love" considerado "o primeiro MC negro judeu" admitiu publicamente ser gay: "Eu sinto que perdi anos da minha vida achando que a" reputação pública" seria impactante negativamente pela minha identidade", disse Jordan em um comunicado. "Agora que estou com mais de 30 anos eu simplesmente não posso me importar sobre o que as pessoas pensam, apesar da perspectiva de alienar a comunidade que eu dediquei a minha vida como artista e homem. Minha esperança é que minha decisão abra os olhos e os corações de todos." Embora, tenha falado publicamente, Jordan disse a revista Out, que ele "nunca teve conflito sobre sua sexualidade": " Qualquer conflito que surja na minha vida vem por causa da homofobia de outras pessoas".

Jordan é de Porto Rico e se converteu ao judaísmo em 2000, antes de estudar na Yeshivá Ohr Jerusalém Somayach. O artista juntou o estilo hip-hop com o que ele chama de "valores judaicos", levando uma base de fãs de "mentalidade conservadora” a se tornarem adeptos do estilo hip-hop, disse.
Esses mesmos fãs "me ouviram como sua voz... voz dos valores judaicos” . "O que não vai mudar é a minha arte. Minhas rimas serão como sempre 20% hebraico e cheio de citações judaicas. Eu espero que essas pessoas, que não conseguem mais me aceitar apropriado, sejam substituídos por fãs que apreciam o verdadeiro eu - com uma ênfase particular nas pessoas LGBT e fãs de hip-hop, que serão capazes de se identificar com a minha luta e triunfo ".
Jordan espera que seu novo álbum, "Foco no Foco," ofereça aos fãs de hip-hop uma nova voz." "Eu estou pronto para encontrar um marido", afirmou Jordan. "Eu estou pronto para viver sem o estresse de me manter em segredo. Eu esperei muito tempo para fazer isso."
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Natalie Portman se destaca no Ballet de Gala

Natalie Portman's do filme "Black Swan" ( Cisnei Negro) ainda era a mais atraente no Ballet de Gala de Nova Iorque no ultimo dia 10 de maio .

Não mais que um ano após o nascimento de seu filho Aleph , Portman , estava esbelta e elegante em um vestido Christian Dior de cor azul marinho. Em seu braço direito é claro o lindo bailarino Benjamin Millepied. Esta foi a sua primeira aparição desde o tapete vermelho do Oscar , quando houve a discreta estreia como um casal . O vestido vermelho da Dior que Portman usava naquela noite, foi vendido por 50 mil dólares.
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Por Daniela Kresch
Jornalista
direto de Tel-Aviv |
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UM PROBLEMA PARA O QUAL ISRAEL NÃO SE PREPAROU
Uma guerra interna está em ritmo cada vez mais acelerado, em Israel. Ela diz respeito ao crescente número de refugiados africanos que têm cruzado as fronteiras com o Estado Judeu para fugir de conflitos em seus países, da fome e do atraso. São milhares e milhares de homens, mulheres e crianças de países como Sudão e Eritréia, que, sem permissão para trabalhar no país, acabam vagando pelas ruas. Certos lugares já viraram centros de refugiados legais ou ilegais, como o Sul de Tel Aviv, principalmente a área da antiga rodoviária, Eilat e Arad.
Diante desse fenômeno, os israelenses se dividem entre os que apóiam a entrada de refugiados em perigo de vida e apelam para que o governo lhes conceda asilo político ou humanitário; e os que são contra a infiltração de milhares de imigrantes ilegais e exigem que o governo os deporte para seus países de origem e evite que mais e mais deles cruzem a fronteira. Os dois lados têm seus motivos e explicações.

Para os que são anti-refugiados, Israel precisa se recordar do objetivo para o qual o país foi criado – para ser a pátria de judeus perseguidos – e evitar que centenas de milhares de pessoas que não se encaixam nessa definição entrem no país, ocupem vagas de emprego de israelenses e aumentem a violência interna. Para os pró-refugiados, Israel precisa se lembrar justamente das agruras vividas por judeus perseguidos de diversas partes do mundo durante toda a História – expulsões, ameaças, racismo, xenofobia, genocídio – e ajudar os que, hoje, sofrem dessas mesmas agruras.
São dois pontos de vista que não conseguem se conciliar e que começam a causar tensão interna. Principalmente depois que diversos crimes começam a ser cometidos pelos refugiados africanos, sem emprego e sem inclusão social. Há duas semanas, por exemplo, foram presos dois cidadãos da Eritréia em Tel Aviv, acusados de violar uma menina de 15 anos no Dia da Independência. Outro refugiado é suspeito de ter segurado o namorado da garota enquanto ela era violada, além de ter roubado dinheiro e jóias do casal. Na semana passada, outros quatro africanos foram detidos por suspeita de terem atacado sexualmente uma jovem de 19 anos.

O clima ficou ainda mais pesado depois que morador do sul de Tel Aviv jogou uma bomba caseira contra uma casa onde moram africanos em busca de asilo político. No Facebook, dezenas de páginas foram abertas com títulos como “Não há vergonha em dizer: não queremos refugiados por aqui”, “Eilat sem refugiados”, “2400 imigrantes ilegais por mês, precisamos parar com isso agora”, “Fora, refugiados”, “Imigrante? Não no meu lar”, “Cidadãos contra infiltradores” e etc. Um abaixo assinado contra a infiltração de africanos, que chama de “bomba-relógio”, foi aberta na internet em 22 de abril e já conta com quase mil assinaturas.
Diante dessa reação de israelenses que se sentem ameaçados, o ONG Centro de Ajuda para Trabalhadores Estrangeiros (http://www.hotline.org.il/hebrew/index.htm) criou um vídeo no qual tenta passar uma mensagem de conciliação e de aceitação das diferenças. Em pouco mais de dois minutos, o famoso ator Eli Finish diz, em hebraico:
“Sob os nossos narizes acontece algo que não podemos ignorar. Pedintes de asilo chegam do deserto fugindo de guerras e do perigo de vida. Eles fogem para proteger suas vidas e passam por jornadas terríveis com histórias de quebrar o coração. Mas, a partir de agora, quando chegarem a Israel, uma surpresa os esperará. Neste momento, o governo consolida a Lei de Inibição de Infiltração, segundo a qual todos que entrarem no país sem permissão, serão enviados para a prisão por pelo menos 3 anos. E quem vier de um lugar considerado inimigo, como Darfur, será preso por um período ilimitado que pode durar toda a vida. Imagino que o governo queira prevenir que eles cheguem, mas acho que uma pessoa que está em perigo de vida vai fugir e chegar mesmo que saiba que pode ir para a prisão. Essa é a solução? Prisões cheias de milhares de coitados?”
Não sei qual é a solução. Se eu soubesse, correria para sugerir a alguém. Mas com certeza esse é um problema moderno que Israel não pensou que um dia se depararia. Quem imaginava, há 40, 50 anos, que o Estado Judeu se consolidaria como o mais “seguro” do Oriente Médio, o lugar para o qual milhares de africanos, mesmo os muçulmanos, sonham em chegar para fugir de genocídios e da fome? A situação merece consideração profunda diante dos prós e dos contras. Mas, principalmente, diante de cada um dos refugiados e da consciência coletiva de todo um país.
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Khamenei disse que Israel "deve ser queimado até o chão"

O ex-primeiro-ministro espanhol José Maria Aznar disse a multidão em Jerusalém que, durante uma reunião com o líder supremo do Irã, em 2000, o aiatolá Ali Khamenei, disse: "A guerra contra os Estados Unidos e Israel é inevitável."
Israel, durante anos, advertiu as intenções do Irã e os perigos de suas ambições nucleares mas, na quarta-feira passada, o ex-primeiro-ministro espanhol José Maria Aznar falou ao mundo mais um motivo para se prestar atenção a estas advertências. Aznar, falou perante a multidão em Jerusalém, sobre um encontro com o líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei em que ele expressou sua intenção de destruir Israel.
"Em uma conversa particular que aconteceu em Teerã em outubro de 2000, Ali Khamenei disse que Israel deve ser queimado até o chão e desaparecer da face da Terra". O ex-primeiro-ministro espanhol chegou a dizer que o líder espiritual do Irã também afirmou que "a guerra do Irã contra os Estados Unidos e Israel é inevitável."

Jose Maria Aznar esteve em Israel como convidado do Centro de Jerusalém para Assuntos Públicos, atualmente liderado pelo ex-embaixador israelense nas Nações Unidas Dr. Dore Gold.
Gold lhe perguntou: "Quando Khamenei estava falando sobre varrer Israel do mapa, ele estava se referindo a um processo gradual histórico envolvendo a destruição do Estado sionista, ou melhor, a sua aniquilação físico-militar?" Aznar respondeu: "Ele quis dizer exterminar o fisico através da força militar."
O ex-líder espanhol falou que Khamenei descreveu Israel como "câncer historico, uma anomalia" e disse ainda que “o Irã trabalha para derrotar os Estados Unidos e Israel, numa guerra inevitável contra eles." Jose Aznar se reuniu com o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu na quarta-feira e discutiu o assunto com ele.
Enquanto isso, um relatório confidencial apresentado por um painel de especialistas da ONU e que vazou para a Reuters mostra que as sanções contra o Irã estão adiantadas, mas que a República Islâmica prossegue com esforços para o enriquecimento de urânio
Diplomatas ocidentais dizem que o Irã está instalando centrífugas em terrenos subterrâneos, mas ainda não estão usando para expandir em alto grau o enriquecimento de urânio o que poderia levá-los o mais próximo de material para produção de bomba atômica. Eles alegam que a produção urânio pelo Irã a uma concentração de 20 por cento, que começou há dois anos atras, parece ter permanecido estável nos últimos meses depois de uma grande escalada de trabalho no final de 2011. Teerã deu um grande passo em direção à capacidade de fazer armas nucleares quando a diplomacia fracassou, desprezando as exigências da ONU para suspender todo o enriquecimento de Urânio. Isso provocou o Ocidente a impor sanções e a suspensão das exportações de petróleo.
Um relatório da ONU que foi publicado em fevereiro, mostrou que o Irã triplicou a fabricação de urânio desde o final de 2011, após iniciar a produção na fábrica subterrânea perto da cidade sagrada xiita de Qom. Um outro diplomata afirmou que não espera ver uma "expansão tão significativa" deste trabalho no próximo relatório trimestral feito pela Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) sobre o programa nuclear do Irã no final deste mês.
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COI nega minuto de silêncio em homenagem a vítimas de Munique 72

O Comitê Olímpico Internacional (COI) rejeitou pedido israelense de homenagear as vítimas do atentado terrorista de Munique 1972, que completa 40 anos, com minuto de silêncio durante os Jogos de Londres, segundo informou o jornal inglês The Guardian.

Uma carta do comitê do presidente do COI, Jacques Rogge, ignorou o pedido pelo minuto de silêncio, afirmando apenas que Rogge comparecerá em comemoração no Guildhall de Londres, e que o COI estará representado em outros possíveis eventos organizados por Israel.
O pedido, feito em apoio à campanha de duas viúvas de vítimas do atentado, foi enviado ao COI em abril pelo chanceler israelense, Danny Ayalon. Segundo ele, o minuto de silêncio passaria a clara mensagem de que os "terríveis acontecimentos" de Munique não serão esquecidos.

Yigal Palmor, porta-voz do Ministério de Relações Exteriores de Israel, disse que a resposta do COI foi uma educada, porém clara, rejeição. Palmor afirmou que o COI trata a questão como algo interno de Israel, e que talvez a entidade considere tudo relacionado ao país controverso.
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HOLLANDE PROMETE COMBATER RACISMO NA FRANÇA

O socialista François Hollande assumiu na terça-feira a presidência da França com a promessa de lutar contra todas as discriminações no país, além da proposta de um "novo caminho na Europa". François Hollande tomou posse oficialmente como presidente da República Francesa durante uma cerimônia no palácio presidencial do Eliseu.
"A partir deste dia, você encarna a França, você simboliza a República e você representa o conjunto dos franceses", afirmou o presidente do Conselho Constitucional, Jean Louis Debré.

No discurso pronunciado em seguida, Hollande afirmou que deseja abrir "um novo caminho na Europa". "Dirijo aos franceses uma mensagem de confiança. Somos um grande país que sempre soube superar os desafios", declarou.
"Meço o peso dos problemas que devemos enfrentar: uma grande dívida, um crescimento frágil, um desemprego elevado, uma competitividade degradada, uma Europa que sofre para sair da crise", disse, antes de ressaltar que "não há fatalidade".
Na política interna, Hollande defendeu a imparcialidade do Estado e a necessária unidade dos franceses. Ao citar os valores da República, prometeu lutar "contra o racismo, contra o antissemitismo e contra todas as discriminações".
A cerimônia de posse respeitou o protocolo tradicional. Hollande chegou durante a manhã ao palácio presidencial e caminhou pelo tapete vermelho no pátio de honra do edifício. O agora ex-presidente Nicolas Sarkozy desceu as escadas para receber o socialista.
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VÍDEO EMOCIONA COM DEPOIMENTOS DE JOVENS ISRAELENSES

Mais de 1000 crianças e jovens são atendidos atualmente nas Aldeias Educacionais mantidas pelo Keren Hayesod / Fundo Comunitário, em Israel. Metade deles vêm de famílias de novos imigrantes e a outra metade é de famílias com problemas sociais. Nas aldeias, os alunos recebem a educação e o carinho necessários a tornarem-se adultos independentes e produtivos. Esta é uma história de sucesso que começou há 70 anos e já beneficiou mais de 350 mil alunos.
O Fundo Comunitário está chamando todos os judeus do Rio para apoiarem este projeto vitorioso. A Aldeia Educacional Ramat Hadassah precisa de recursos para reformar cinco salas e transforma-las em Salas de Aula Inteligentes. O Fundo comprometeu-se a ajudar a escola a fazer as obras e adquirir os modernos equipamentos educacionais necessários. Se você acredita no potencial da juventude israelense, junte-se ao Fundo neste projeto. São três passos simples para participar:

1) Assista ao vídeo de 5 minutos sobre a Aldeia Educacional Ramat Hadassah, saiba mais sobre a escola e emocione-se com os depoimentos de seus ex-alunos: http://youtu.be/VON6aFMkOM8
2) Ligue para o Fundo Comunitário em horário comercial e informe-se sobre a melhor opção de contribuição para você: 21-2257-2556.
3) Contribua! Você pode utilizar seu cartão de crédito e, dependendo do valor, sua contribuição pode ser parcelada e ainda dar direito a uma placa com seu nome ou de sua família nas dependências da escola.
Ajude o Fundo a garantir um futuro brilhante para Israel. As crianças e jovens israelenses agradecem.
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LEITOR BRASILEIRO QUE IMIGROU PARA ISRAEL


Prezado Osias
A data aqui em Ashkelon, foi comemorada de maneira muito comovente e linda. Para acreditar, só vendo. O israelense realmente é muito patriota, na véspera de "Yom Hatzmaut", não dava para passar nas ruas, de tanta gente que andava no retorno de um espetáculo oferecido pela prefeitura. Não imaginei que havia tanta gente e tantos carros nesta cidade.
No dia seguinte, chamado também de "Dia Nacional do Churrasco", as praças que são muitas na cidade, estavam tomadas por famílias que montaram suas cadeiras, mesas, barracas e naturalmente suas churrasqueiras para comemorarem a data.
Era lindo e comovente, pena você não estar aqui para ver e participar. É minha cidade, é meu pais, dos quais me orgulho muito e, há um ano adotei como meus.
Shalom
Israel Ostroscki
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A comida judaica está na moda em New York

Por toda a cidade, a culinária judaica está se renovando, com pratos clássicos judaicos sendo preparados em novos restaurantes e delis.
Sopa de matzoballs no novo café Nolita? Kreplach no mais novo restaurante em Tribeca e mencionado pelo New York Times? Varenishkes de Kashe pelo icônico chef Jean-Georges Vongerichten naUnion Square? Você pode parar de esfregar seus olhos: a comida judaica está realmente em moda numa Nova Iorque renovada.
Depois de anos assistindo outros ícones de culinárias imigrantes sendo polidas por uma nova geração (e até mesmo vendo pratos israelenses-mediterrâneo sem lugares como o Einat Admony Balebooste), um grupo de jovens chefs, donos de restaurantes e amantes da gastronomia estão transformando os tradicionais pratos judaicos para que agradem os paladares modernos de todos os quadrantes.

É a ascensão da comida haute-haimishum mero flash que sai da frigideira, ou há algo mais profundo em jogo? Alguns estão chamando-a de uma moda efêmera, enquanto que outros creditam um significado social e divino mais profundo, sugerindo que a força motriz é o desejo de se conectar com o passado de uma forma significativa. Uma coisa é certa: Não importa de que lado você está neste debate, o gefiltefish nunca mais será o mesmo.
"É o nosso item de cardápio mais controverso" disse Zach Kutsher da versão que ele oferece no seu Tribeca Kutsher, o restaurante inspirado pelo lendário resort da sua família no Belt Borscht (Cinturão do Borscht) com o mesmo nome. Nas mãos do chef Mark Spangenthal, este prato que é familiar para a maioria dos judeus americanos tem sido reinventado com cubos de peixe de água salgada enrolados com cenoura e cebola e moldados em pequenos discos que o chef envolve em papel pergaminho e são suavemente cozidos em caldo caseiro de peixe. Servido com um delicado tartare de beterraba-e-rábano (rrhein), é um destaque do cardápio que representa a interação da nostalgia e de elevados padrões culinários.
"Gefiltefishe quenelles (bolinhos franceses cozidos em caldo) estão juntos e parecem gostar um do outro" afirmou Clark Wolf, que é consultor de restaurantes e que vem acompanhando as tendências do setor há 30 anos. "Com o devido respeito aos meus ancestrais, qualquer um destes chefs é melhor cozinheiro do que a minha bobbe".
Muitas vezes as comidas judaicas de conforto recuperam técnicas que pularam uma ou duas gerações de filhos de imigrantes que perderam a ligação com as comidas que exigiam muito trabalho dos seus antepassados. No Kutsher, o kreplach e a massa dos Knish são preparados lá mesmo, assim como o pastrami, língua de boi e fígado picado (coberto com uma fatia crocante de griveles (gordura frita de galinha) no prato estiloso de embutidos kasher. No East Village Zuckerque é proprietário da Padaria Zohar Zohar passou anos trabalhando em cozinhas francesas tradicionais de chefs renomados como Daniel Boulud e David Bouley, somente nas sexta-feiras preparam chalás e babkas influenciado por receitas da sua avó.

Também no East Village, em Joe Doe, Joe Dobias e sua companheira Jill Schulster têm servido "comidas agressivas norte-americanas", algumas com um pedigree decididamente judeu, há quase quatro anos. Para impressionar os pais judeus de Shulster, Dobias que é irlandês-americano começou fazendo assados. Agora, seus menus incluem pratos como matzá com coentro e mel forte, e knaidlech em molho de tomate-tomatillo. Na esquina a sua nova lanchonete, cuja pedida mais popular é o sanduiche de fígado de frango, cebola numa chalá feita lá mesmo.
Até mesmo o premiado restaurante greenmarket-centric, ABC Kitchen, está entrando no jogo. Antes da sua inauguração, em 2010, o chef/proprietário Jean-Georges Vongerichten encarregou o seu chef executivo Dan Klugerpara a atualização de um prato que ele uma vez provou: varnishkes com kashe. A nova versão apresenta almôndegas de vitela num leito de macarrão de ovos feito em casa, pontuado com grãos torrados de trigo sarraceno. É agora um prato assinado que Kluger admite que será difícil de retirar do menu.
O recém-aberto restaurante Jack’s Wife Freda proporcionou aos proprietários Dean e sua esposa Maya Jankelowitz a oportunidade de traduzir a herança judaica sul-africana (dele) e israelense ashkenazi (dela) para o prato composto de peixe (de novo), porém desta vez como croquetes preparados com peixe branco defumado, que é mais comumente servido em canapés, que se tornou um prato apetitoso enrolado em panko, e em seguida, frito para surgir uma crocância surpreendente; matzoballs deliciosas enriquecidas com gordura de pato e flutuando num caldo resplandecente, e miúdos de frango crocantes com o molho levemente picante pirriprri.
"No final, todos estamos voltando para as comidas da nossa infância" afirmou Jankelowitz. "Eu amo o restaurante Katz como qualquer um, mas era necessária uma nova versão da comida".
Noah Bernamoff concorda. Nasuadeli e restaurante Mile End no Brooklyn, Bernamoff ganhou reconhecimento pelos seus sanduíches. Quando ele pesquisava expandir-se para servir também o jantar, ele testou as versões originais de pratos padrões de delis como frango assado e pães doces, que foram analisados ??e alterados. "Você também tem que ser crítico" disse Bernamoff. O resultado são pratos como repolho macio recheado com cordeiro, cevada e um molho pesto de menta e pistache,ao invés do costumeiro arroz e carne.

Ainda assim, há limites para a inovação. Embora Bernamoff não seja nem religioso, nem kasher"... nós não vamos embrulhar com bacon as matzoballs" disse ele.
A especialista em cultura judaica e colunista da Forward JennaWeisman Joselit vê o retorno do schmaltz com a expressão dos anos 60 zeitgeist que aparecem em programas como "Mad Men". "É quase uma falsa nostalgia por algo que nunca experimentamos" disse Joselit, que também cita o desejo de uma geração mais nova de expressar a identidade judaica sem se comprometerem com a prática religiosa.
Às vezes, a tendência é para a slowfood (comida lenta). No início de março jovens gourmets do Brooklyn se reuniram para celebrarem um novo tipo de negócio, a Gefilteria, que procura recriar a estética "carpa-na-banheira" de outros tempos. Em uma sala lotada tomaram uma bebida de cor rosa brilhante com vodca, gengibre e kvass picante, uma espécie de beterraba fermentada kombucha, enquanto mordiscavam chucrute, biscoitos preto-e-branco em tiras e gefiltefish preparado com peixe branco, salmão e pique. Os três fundadores, todos com 20 e poucos anos, estão planejando vender seus pratos em um artefato móvel que percorrerá feiras modernas de alimentos como a Brooklyn Flea e a Smorgasburg.
O empresário de tapas Alex Raij (Tia Pol, Txikito, El Quinto Pino) ??estará utilizando o seu novo estabelecimento no Brooklyn, La Vara, para explorar a intersecção de culturas que definiu como comida moura: judaica, muçulmana e cristã. "Eu posso ver facilmente onde os judeus e os mouros deixaram uma marca distinta na cozinha espanhola" disse Raij, cujo menu inclui o cozido de grão de bico, um dos pratos nacionais da Espanha cuja origem pode chegar ao Hanub, um prato que exige um longo tempo de cozimento, ou o cozido de sábado - embora a versão de Raijirá omitir os tradicionais ovos cozidos sefardita sem a carne de porco encontrada nas versões espanholas mais recentes.
Como a maioria da nova safra de chefs e gourmets, Raij está abraçando um instinto sem remorso para misturar as raízes judaicas humildes de tempos de outrora com empreendimentos mais atuais. "Para as novas gerações de cozinheiros e consumidores, não é mais sobre a modernagem ou manter a velha maneira de fazer as coisas" afirmou o consultor para restaurantes Wolf. "Nós estamos seguindo a nossa herança, mas de uma maneira que a minha geração possa relacionar-se" acrescentou o cofundador da Gefilteria Jeffrey Yoskowitz.
Adeena Sussman é crítica de restaurantes da revista Manhattan. Sua reportagem apareceu no FoodandWine, Gourmet, Fodors, Sunset e Hadassah.
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Este livro será lançando no dia 4 de junho, às 19,00 h, na Livraria da Travessa no Shopping Leblon- Rio.
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Dia de Israel é comemorado na Hebraica Rio

O Dia de Israel, 14 de maio, data criada no calendário do município do Rio de Janeiro por iniciativa do vereador Marcelo Arar, foi festejado no último sábado, na Hebraica que ficou lotada com a presença das escolas judaicas, convidados e representantes das diversas instituições judaicas.

A abertura do evento foi emocionante com alunos da escola Eliezer-Max tocando o hino Hatikvah com flautas tipo chalil.

O presidente da Hebraica Rio, Luiz Mairovitch, Osias Wurman, Consul Honorario de Israel, David Schipper, vice-presidente da Hebraica, Marcelo Arar. Fabio rymer, Daniel Kaplan, Osias Wurman, Marcelo Arar, Sarita Schaffel, presidente da FIERJ, Paulo Maltz, vice-presidente da FIERJ e da CONIB e Waldemar Schaffel.
Na programação, concurso literário, dança israeli e apresentação do menino Dani Flomin que cantou Yerushalaim shel Zahav emocionando a todos.
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Mila Kunis vítima de perseguição religiosa

Atriz judia de 28 anos conta fuga da família da Ucrânia para os EUA, de modo a escapar à perseguição religiosa.
Kunis acaba de ser eleita, pelos leitores do jornal The Sun, "a mulher mais sensual do mundo". Porém, a beldade de 28 anos, nascida na Ucrânia, correu sérios riscos de ter um destino bastante menos risonho do que aquele que a sua cada vez mais sólida carreira em Hollywood deixa prever.

Na infância, Mila, nascida Milena, teve de esconder o fato de ser judia tal era o medo de ser perseguida. “Toda a minha família esteve no Holocausto. Os meus avós faleceram e muitos outros não sobreviveram”, conta. “Após o Holocausto, na Rússia não era permitido ser-se religioso. Por isso os meus pais criaram-me com a convicção de que era judia. Sabemos quem somos no nosso íntimo.”
Durante a ocupação nazi na Ucrânia foram assassinados cerca de 900 mil judeus. Hoje, o preconceito continua, frisa quem assistiu a situações de humilhação entre colegas de escola. Quando a atriz tinha 7 anos, o pai Mark, engenheiro mecânico, e a mãe Elvira, professora de Física, mudaram-se com os filhos Mila e Michael para os EUA. Mila não sabia falar inglês. “Chorava todos os dias. Não entendia a cultura e as pessoas.”
O pai trabalhou como taxista e a mãe arranjou emprego numa farmácia. Preocupados com a adaptação da filha à língua inglesa, aos 9 anos inscreveram-na em aulas de representação. Dois anos depois, debutava na TV, na novela Days of Our Lives. Era o princípio de tudo...
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PROCURA-SE


Ele pouco fala, mas, disse se chamar Abraão. Ele foi encontrado em Caxias e está no Getsemani há quase um ano, se alguém souber quem é ele, conhecer a família, ajude!
Asilo Getsemani que fica na Av.: Marques de Barbacena, 88 - Capivari - Duque de Caxias - Rio de Janeiro
TELEFONES 21-2773-9777(asilo) 21- 8862-7284(diretora)
Quem souber se é conhecido, avisar a familiares.....Estamos tentando localizar parentes dele por todo o Brasil.
By: Tania Schinazi Kligerman
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ASOCIACIÓN DE CÓNSULES HONORARIOS DE ISRAEL

(ISRAEL HONORARY CONSULS ASSOCIATION)
América Latina y Caribe – Latin America and Caribbean
Texto em Espanhol

En el año 2006, el Ministerio de Asuntos Exteriores del Estado de Israel invitó a los Cónsules Honorarios de Israel en América Latina y Caribe a reunirse en Jerusalem. Durante el Seminario y atento al éxito obtenido, se resolvió constituir la Asociación de Cónsules Honorarios de Israel que residen en esa área geográfica, lo que constituye una iniciativa inédita para Representantes del Estado judío e inclusive de otros países.
Algunas de las funciones de los Cónsules Honorarios (según la Convención de Viena de 1967) consisten en representar y proteger los intereses del Estado que personifican, así como el de sus nacionales; fomentar el desarrollo de las relaciones políticas, culturales, comerciales, académicas, científicas, etc.; propender al intercambio y conocimiento recíproco en todos los campos, entre otras múltiples actividades. Israel tiene la convicción que el diálogo y el conocimiento recíproco contribuyen a desmitificar prejuicios, esclarecer informaciones distorsionadas y cooperar en el desarrollo.

Los Cónsules Honorarios desarrollan su función por el inmenso honor que implica representar al país, sin remuneración económica o contribución para gastos. El honor que se nos dispensa al designarnos y desempeñar nuestra función supera sin duda todo otro reconocimiento. Nos sentimos orgullosos de contribuir al esclarecimiento de situaciones cuya imagen es reiteradamente distorsionada, esclarecer que el objetivo fundamental de Israel es obtener la paz con sus vecinos y que el enemigo no es Israel sino la ausencia de democracia, de igualdad de derechos, la pobreza y la carencia de educación.
A partir de su constitución, la Asociación conjuntamente con el Ministerio de Asuntos Exteriores, organizó todos los años Seminarios en Argentina, Panamá, Israel y Estados Unidos, con la colaboración de las Embajadas o Consulados de cada lugar. En 2011 se realizó en Jerusalem una Conferencia Internacional para Cónsules Honorarios de Israel en todo el mundo.
En esos eventos se realizan presentaciones por parte de expertos, Embajadores, otros Diplomáticos y funcionarios del Ministerio respecto de diversos aspectos de actualidad relacionados con Israel y con la función de sus representantes Honorarios. El conocimiento recíproco permite estrechar relaciones personales, adquirir experiencias e intercambiar ideas respecto de comunes objetivos.

La realización de emprendimientos en beneficio de países de América Latina y Caribe, especialmente en las áreas de la más avanzada tecnología generada por Israel (agricultura, medicina, energía solar, riego, educación, software, seguridad, capacitación mediante becas y cursos dictados por expertos en los países que lo solicitan), así como el fomento de relaciones con Gobiernos e Instituciones representativas de todas las áreas, son sólo algunas de diversas y numerosas actividades que realizan los Cónsules Honorarios, en colaboración con las Embajadas de Israel.
El próximo Encuentro tendrá lugar en Buenos Aires, ascendiendo a 32 el número de Cónsules Honorarios que representan a Israel en América Latina y Caribe.
Todos sus integrantes participan en las actividades de la Asociación, que es encabezada por un Presidente y dos Vice Presidentes.
Alejandro Orchansky, Cónsul Honorario de Israel en Córdoba, Argentina. Electo Presidente al constituirse la Asociación (2006) y reelecto anualmente hasta la actualidad.
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TRIBUNAL AMERICANO CONDENA IRÃ E SIRIA

Um tribunal norte-americano resolveu condenar o Irã e a Síria a pagarem uma multa de 323 milhões de dólares por terem apoiado os palestinos do movimento Jihad Islâmica num atentado realizado por um terrorista suicida em Tel-Aviv, capital de Israel, no ano de 2006. Um adolescente estado-unidense e outras dez crianças morreram no local.

O juiz de Washington, Royce Lamberth, declarou que “quando um Estado – neste caso, Irã e Síria - decide utilizar o terrorismo como instrumento político, ele perde a sua imunidade soberana e merece uma condenação sem piedade”.
Além da morte de 11 pessoas, outras dezenas ficaram feridas no atentado realizado em meio à comemoração da páscoa judaica, o Pessach (termo que significa “passagem”, significando a passagem do anjo da morte pelo arraial dos hebreus – onde apenas os primogênitos dos egípcios morreram, pois o sangue do cordeiro nos umbrais das portas trouxe proteção para todo o povo de Israel, como relata o livro bíblico de Êxodo).
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POLANSKI FILMARÁ O "CASO DREYFUS"

O cineasta Roman Polanski ("O Pianista) irá dirigir um filme sobre o famoso "Caso Dreyfus" – um militar francês judeu condenado injustamente à prisão perpétua por espionagem no século 19. O filme é um antigo sonho de Polanski, que também é francês e judeu. "Faz tempo que quero rodar este filme sobre o 'caso Dreyfus', mas não como um drama tradicionalista. Seria algo próximo de uma história de espionagem", revelou ele em entrevista à revista Le Film Français. O filme deve ser intitulado simplesmente "D".

O “caso Dreyfus” foi uma farsa jurídica que incriminou um inocente, o militar judeu Alfred Dreyfus, por espionagem, condenando-o à prisão perpétua na Ilha do Diabo. O caso virou comoção nacional na França do século 19, após o escritor Émile Zola escrever um dos mais célebres editoriais jornalísticos de todos os tempos, “J’Accuse!”, uma carta aberta ao presidente francês, que atacou o sistema judiciário e desnudou o antissemitismo do país – após a condenação, houve passeatas em Paris em que os franceses gritavam “Morte aos judeus!”. A união de intelectuais contra a decisão judicial é considerada a única oportunidade em que artistas influenciaram factualmente a História, culminando na libertação do prisioneiro após cinco anos. Zola foi morto antes da libertação em circunstâncias misteriosas e Dreyfus foi forçado a pedir baixa do exército francês, mesmo sendo vítima de uma grande injustiça. Ele ainda sofreu uma tentativa de assassinato dois anos após voltar à França.
Robert Harris, que já trabalhou com Polanski no roteiro do suspense “O Escritor Fanstasma” (2010), escreverá a adaptação histórica. Ainda não há nomes confirmados no elenco, mas as filmagens devem começar até o final do ano. Enquanto “D” não sai do papel, o público brasileiro finalmente poderá ver o mais recente trabalho do diretor. Lançado no ano passado no exterior, “Deus da Carnificina” (Carnage) estreia aqui em 1º de junho.
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SABEDORIA DO REBE


"SER GENTIL é mais importante do que ser certo. Muitas vezes, o que as pessoas precisam NÃO é uma mente brilhante que fala, mas sim um CORAÇÃO ESPECIAL que OUVE."
Lubavitcher Rebe
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Linguista lança livro sobre idioma falado por judeus na Amazônia

Em sua mais nova obra, Álvaro Cunha mostra fatos curiosos sobre os judeus descendentes de marroquinos que vivem no Pará e no Amazonas
"Hakitía, o judeu-árabe da Amazônia" descreve a história do povo judaico-marroquino que mora nos rincões dum verde e vago mundo chamado floresta amazônica.

Um idioma oculto conhecido como idioma de ocultação falado por judeus descendentes de marroquinos que vivem em Belém , Manaus e cidades do interior da Amazônia. A saga dos judeus marroquinos que moram nesta região do Brasil com a particularidade de um idioma com suas peculiaridades é narrada no livro “Hakitía, o judeu-árabe da Amazônia”.
“Hakitía é o nome do idioma que essa comunidade fala, porém, alguns ou confundem com o ladino ( uma língua também judaica) ou dizem se tratar de um falar morto antes mesmo de os seus falantes terem ido a óbito”, brinca o autor.
Álvaro Cunha é linguista e narratólogo paraense radicado em São Paulo e conta que descreveu e documentou quais elementos fonético-fonológicos ainda resistem neste falar. O autor fez uma contextualização histórica da hakitía voltado à sua origem, na “Hispânia Medieval”que culminou na expulsão do judeus em1492, assim com suas rotas de exílio, dentre elas , o Marrocos , e a partir daí até ‘Eretz (terra,país) Amazônia`.
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CARTA DE LEITORA (EM LADINO)

Bom dia Osias, é com muito orgulho que acabei de ver no grupo que faço parte, tradução do teu artigo ao Ladino, Kol a kavod a Sharope, que o nosso Ladino, o Yidish nunca morram, AM ISRAEL AM para a eternidade
Um cordial Shalom
Stella Garber ( Sefaradimuestro@yahoogroups.com )

64 ANYOS DE INDEPENDENCIA DEL ESTADO DE ISRAEL
Posted by: "sb" sharope.blanco@gmail.com sharope.blanco
Sun May 13, 2012 11:06 pm (PDT)
64 ANYOS PASARON DESDE LA DEKLARASYON DEL ESTADO D'ISRAEL , OY, EL 14 DE MAYO, 2012
Komemoramos la Deklarasyon de la Independensya del Estado de Israel por David Ben Gurion, este diya en 1948.
Pasaron 64 anyos de muncha sudor, de sangre i de lagrimas vazyadas por el puevlo de Israel.
Munchos dizen ke el Estado egziste grasya a la ayuda finansiera de los Judyos dispersados en el mundo. Esto es verdad a mitad solo.
Otros dizen ke es la fuersa de los Judyos en la politika Amerikana ke garantiso la egzistensya del Estado Judyo. Esto es tambien verdad a mitad solo.
Israel egziste pormodo de las fuersas pozitivas de todos endjuntos ke realizaron el suenyo de 2000 anyos del retorno a la Patria.
El pilar ke sostiene este suenyo, oy una realidad, es el PUEVLO DE ISRAEL .
Dinguna ayuda, dingun lobbi i dinguna kampanya de relasyon publikas, malgrado los multiplos applozos resividos, puediyan lograr este sonyo, si los mansevos no riskavan sus vidas dias i noches para guadrar las frontieras de Israel.
Mos akodramos del Diya de la Independensya i de akeyos ke kayeron para ke mozotros puedamos selebrar este Diya :
Serka de 23 000 Israelyanos entre 18-23 anyos ke desharon en dolyo mas de 10 000 famiyas.
Las komunidades Judeo-Brezilyanas selebran de manera grandioza la fiesta del Yom Atzmaut en Sao Paulo, en Rio, en Porto Alegre, en BeloHorizonte i munchas otras sivdades
Biva Israel !
Biva el Puevlo Judyo !
AM ISRAEL HAI !
Traduizido del Portuguez por Sharope Blanco
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Ator Sean Pean visita Israel


Em reunião realizada em Los Angeles entre o vice-chanceler Danny Ayalon e o ator Sean Penn, foi definido que o Estado de Israel irá colaborar com o ator e diretor americano nos esforços de ajuda em zonas de desastre em todo o mundo. Na reunião com Penn, Ayalon convidou o renomado ator para visitar Israel. Penn aceitou o convite. O ator fará uma visita a MASHAV - Agência Israelense para a Cooperação de Desenvolvimento Internacional e na sede da Magen David Adom.
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Mais um ataque de Ahmadinejad ao chamar Israel de "mosquito"


O presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, disse que Israel é um 'mosquito' e atacou a 'retórica belicista' do país durante um ato público na província de Khorasan Razavi, informou a agência local 'Fars'. "Israel não é mais que um mosquito que não pode enxergar todo o horizonte da nação iraniana", afirmou Ahmadinejad.
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Empresários israelenses demonstram interesse em fechar parcerias com o Pará


O governador Simão Jatene recebeu representantes da empresa israelense Mitrelli Group. Os empresários pretendem criar parcerias com o Estado do Pará, principalmente nas questões voltadas para o desenvolvimento sustentável. "O Pará nos chamou atenção porque é um Estado que está crescendo muito e possui projetos muito interessantes na área ambiental e sustentável", afirmou o presidente da empresa israelense Haim Taib.
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CARTA DE LEITOR

Prezado colega, me orgulha comungar da mesma profissão que V.Sa.
Fiquei muito emocionado com o seu discurso no "Dia de Israel", foi preciso e certeiro, como de costume. Meu pai é Judeu, mas deixou o lar muito cedo, de maneira que fui criado longe da tradição judaica. Mesmo não sendo Judeu Halachicamente, me sinto disposto para, se preciso, morrer pelo Estado de Israel.
Hoje incentivo meus amigos de todo tipo de fé a respeitarem o direito de Israel existir! Seu trabalho me inspira muito! Obrigado!
Lucas S. F. Ricardo
Analista de Comunicação Social
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Moscou terá Museu Russo de História Judaica


Será inaugurado, no dia 4 de novembro de 2012, em Moscou, o Museu Russo de História Judaica e Centro de Tolerância, informou a assessoria de imprensa do rabino chefe da Rússia, Berel Lazar. Segundo o comunicado serão montados equipamentos de informática especial e exposições. De acordo com o chefe do Departamento de Relações Públicas de Comunidades Judaicas da Federação Russa, Borukh Gorin, o espaço será o primeiro grande museu desse tipo na Rússia. "É uma ideia absolutamente nova de um museu interativo. Esperamos que o centro de tolerância desfrute de popularidade com crianças em idade escolar. Nós já temos um acordo com o Ministério da Educação para que os alunos de Moscou visitem este centro."
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Volta da "tribo perdida de Israel" é cumprimento de profecia bíblica


Depois de uma parada de cinco anos no fluxo de imigração o governo do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu deu permissão para uma comunidade de cidadãos indianos mudarem para Israel. Acredita-se que eles são uma das “tribos perdidas de Israel”. “Tivemos um grande avanço, e graças a Deus, a Aliya está certa. Esperamos e oramos para que o primeiro grupo de 50 famílias, ou cerca de 250-300 imigrantes Bnei Menashe, venha para Israel até o final de agosto”, disse Michael Freund, presidente da Shavei Israel, fundação que está por trás da iniciativa.
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Museu do Holocausto participa da Semana Nacional de Museus


O Museu do Holocausto de Curitiba participa da 10ª Semana Nacional de Museus, que acontece anualmente para comemorar o Dia Internacional de Museus . A edição vai até domingo e reúne instituições museológicas de todo o país, que promovem eventos em torno do tema "Museus em um Mundo em Transformação – novos desafios, novas inspirações".
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Manifestante segura cartaz onde se lê "Os nazistas são nojentos", durante protesto em Haselbach, na Alemanha, contra a reunião de um partido de extrema direita na cidade.
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Documentário sobre músico Jorge Mautner será exibido em Paris


Apresentado recentemente no Cine PE - Festival do Audiovisual, O filho do Holocausto já começa a ganhar trajetória internacional, mesmo sem chegar às salas comerciais brasileiras. O filme será exibido no Festival do Cinema Brasileiro de Paris, no Nouveau Latina, um cineminha de arte do Marais. Foram cinco anos, consumidos entre pesquisa e preparação. O filho do Holocausto é um documentário sobre Jorge Mautner, com direção de Pedro Bial e Heitor D'Alincourt.
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Shimon Peres retorna para casa após operação de hérnia


O presidente de Israel, Shimon Peres, que completará em agosto 89 anos, recebeu alta neste domingo do hospital no qual foi operado com sucesso de uma hérnia. Peres deixou o centro médico de Tel Hashomer, perto de Tel Aviv. O presidente retornou a sua casa, onde já vai manter várias reuniões de trabalho, informou sua porta-voz, Ayelet Frish.
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Jogador Piqué está traindo Shakira com modelo israelense, garante jornal espanhol


Segundo o jornal espanhol La Razón, o jogador Gerard Piqué estaria mantendo um affair com a modelo Bar Refaeli. Os boatos tiveram início há cerca de um mês quando um programa de celebridades da 8TV, da Catalunha, divulgou a nota de uma relação entre a modelo israelense e um jogador do Barcelona.
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Exposição em São Paulo mostra as impressões de Lasar Segall sobre a guerra


A obra do pintor e mestre Lasar Segall (1891-1957) ganha espaço no Centro da Cultura Judaica. Realizada em parceria com o Museu Lasar Segall, a exposição, com abertura no dia 17, apresenta o caderno "Visões de Guerra", produzido pelo artista entre 1940 e 1943 e ainda pouco conhecido pelo público. São 75 desenhos aquarelados, deixados praticamente prontos por Lasar, que narram visualmente, como uma sequência quase cinematográfica de imagens dramáticas, um dos momentos mais tenebrosos da insensatez na história da humanidade, a guerra
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Mulçumanos vetam show de Lady Gaga


A policia da Indonésia proibiu a apresentação da cantora Lady Gaga prevista para 3 de junho em Jacarta, após queixas de islamitas que chamaram a artista de "satânica". A policia nacional recebeu uma reclamação do Conselho dos Ulemás, a maior instância religiosa islâmica na Indonésia. Todos os 50 mil ingressos para o show da popstar americana no país já haviam sido vendidos.
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Sob Supervisão Rabínica: Xarope Kasher de Bacon

Graças ao rabino Menachem Creditor que descobriu o xarope kasher de bacon.
Na terça-feira passada o rabino Menachem Creditor da Congregação Netivot Shalom em Berkeley na Califórnia, postou uma foto no seu Facebook mostrando a sua mão segurando uma garrafa da marca Toranido ‘Xarope Aromatizante de Bacon’. O seu comentário embaixo da foto era: "Este é xarope hekhshered sabor bacon. Não sei bem por onde começar".
Creditor talvez não saiba por onde começar, mas o produto em si foi lançado na primavera de 2010. De acordo com Andrea Ramirez, gerente de marketing da Torani, a empresa produz xaropes flavorizantes e decidiu produzir somente um lote de xarope com sabor de bacon por diversão, porque "bacon realmente estava na moda naquele momento". Inspirado por barmen inovadores que misturavam bebidas de cor escura, como o Bourbon com gordura processada de bacon, congelavam a mistura, e depois coavam o líquido quando o sabor do bacon havia sido absorvido pela bebida, e assim preparavam drinks com sabor de bacon, Ramirez disse que a Torani pediu a várias empresas que produzem ‘sabores’ para enviarem amostras com sabor de bacon e escolheu uma que "servia para um monte de coisas".

A Torani é uma empresa familiar com sede em San Francisco que vende seus produtos internacionalmente, e nem sequer pensava em obter a certificação kasher para o seu xarope com sabor de bacon. Além do fato de que um xarope kasher de bacon soasse paradoxal, a empresa pretendia apenas preparar um único lote da novidade e parar por aí.
Mas no dia da produção, o rabino Don Yoel Levy da Digital Kosher que certifica os xaropes vegetais kosher, coincidentemente e ironicamente estava no local. "E foi sua a ideia de dar-lhe a certificação kasher. Ele não ia deixar passar a oportunidade de finalmente poder provar o bacon", Ramirez lembrou com humor. Surpreendentemente, não houve dificuldade para que o rabino desse ohekhsher, aos xaropes da Torani - incluindo o com sabor bacon –pois eram de produtos vegetais, e quase todos são kasher. No xarope de bacon entram o milho e o trigo e nenhuma carne.
"O xarope com sabor bacon realmente tem vendido bastante, tanto no varejo como por vendas on-line". Tem sido utilizado em redes fastfood como nos milk-shakes da Jack in the Box, e também como aromatizante para café, chocolate quente e chocolate ao leite. Mas Ramirez diz que ele acha que o sabor "salgado, saudável e de defumado" é melhor para ser misturado em alimentos ricos em amido, como aveia e purê de batatas. "Ele também é usado como um vinagrete para saladas de espinafre" observou Ramirez.
Não obstante o hekhsher, Creditor disse ao ‘The Jewand the Carrot’ que, apesar de ele ter colocado o xarope de bacon na sua página no Facebook, ele não tem a intenção de colocá-lo na sua boca. "Eu não o provaria, nem se me pagassem", ele escreveu em um e-mail. "O capitalismo e o kashrut podem formar uma dupla muito estranha".
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A indústria de vinhos Kasher cresce na Argentina

No meio da área de Abasto –uma oásis urbano com uma malha apertada de restaurantes kasher, lojas, açougues e sinagogas –está localizada uma grande loja âncora da produtora de vinhos Tariag 613.
Disputando espaço nas prateleiras estão caixas de matzás, comidas kasher e vinhos da região de San Juan, uma região vinícola pouco conhecida perto da famosa região de Mendoza nas sombras da Cordilheira dos Andes.

As caixas de vinho trazem etiquetas de muitas variedades –Malbec, Torrontés, muitas combinações e vinhos espumantes. Lá está Ariel Hurtado, o jovem filho de um dos proprietários da empresa de vinhos que foi inaugurada em 2006.
Hurtado relata que ‘a ideia desta iniciativa, este negócio, é introduzir a cultura dos vinhos kasher para todo o mundo’.
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Romney namorou uma judia quando ainda era estudante

O presumível candidato presidencial republicano MittRomney namorou uma judia quando estudava no curso colegial, o Washington Post relatou no dia 10 de maio. A namorada, que Romneynamorou apenas brevemente, foi Mary Fisher, a filha de Max Fisher, conhecido como o "decano dos judeus republicanos".
Mary Fisher mais tarde se tornou uma proeminente ativista em relação à AIDS.

Segundo o Washington Post, Romney e Fisher namoraram durante um curto período, quando eram estudantes de colégios de elite em Michigan. Romney teria sido atraído pela riqueza dos Fisher, comentando com espanto para amigos sobre a sala de cinema particular da família. E Mary Fisher comentou para o Post que "só me lembro dele de ser muito gentil".
Mary Fisher ganhou destaque em 1992, quando falou sobre a sua própria condição de portadora do HIV em um discurso televisionado em frente à Convenção Nacional Republicana. Usando uma fita vermelha, ela pediu ao Partido Republicano para incluir a questão da AIDS na plataforma do partido."Não importa se você é democrata ou republicano", disse Fisher sobre o HIV / AIDS.
Fisher também elogiou muito o seu pai. "Meu pai de 84 anos de idade, que sempre batalhou pelo melhor para as nações, não aceitou que não pudesse curar a sua filha" disse Fisher. "Minha mãe se recusa a ser derrotada. Ela ainda me telefona à meia-noite para contar piadas maravilhosas que me fazem rir".
O pai da Mary, Max Fisher, que morreu em 2005, era um magnata da gasolina e líder ativista republicano judeu. Foi conselheiro não oficial de presidentes republicanos desde a década de 1950, e foi o fundador em 1985 do grupo que é agora conhecido como a Coalizão Judaica Republicana.
Fisher também liderou várias grandes organizações judaicas, incluindo o American Jewish Committee(Comitê Judaico Americano) e o Conselho das Federações Judaicas, agora as Federações Judaicas da América do Norte. Mary Fisher, agora com 64 anos, é artista e palestrante.
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Radicais mascarados atacam evento pró-Israel na Alemanha

Dirigente do grupo pró-Israel "neveragain (Nunca Mais)" diz que "não foi uma surpresa, mas mesmo assim estou chocado".
Radicais de direita atacaram um quiosque de distribuição de materiais pró-Israel no "I Like Israel", que foi organizado na cidade alemã de Siegen, ferindo duas mulheres e um homem, de acordo com a agência de notícias n- tv.
O veterano jornalista alemão Ulrich Sahm relatou no site da n-tv que o Ministério Público está investigando o ataque e relatou que um extremista de direita de 25 anos foi preso.
Roger Bückert é o chefe do grupo pró-Israel "neveragain" e um dos organizadores do quiosque falou àn-tv dizendo que "não estava surpreso, mas mesmo assim muito chocado com o ataque".
O ataque foi de quatro a cinco homens mascarados que se acredita serem ativos na cena política neonazista. "I Like Israel" é um evento anual nacional que ocorre em 64 cidades alemãs com o objetivo de promover a solidariedade em relação ao Estado judeu e comemorar o seu Dia da Independência –sendo o seu patrono o Dr. Dieter Graumann, presidente do Conselho Central Judaico da Alemanha.

De acordo com a n-tv, no passado ocorreram somente ofensas verbais contra os que apoiavam Israel no evento, mas não ataques físicos.
O relatório n-tv informou que Paul Breuer, diretor do departamento de polícia da região de Siegen-Wittgenstein, condenou o ato - chamando-o de um ato de "um ato de extrema violência física e psicológica da extrema-direita contra pessoas pacíficas".
Não está claro se o poema e as declarações anti-israelenses do ganhador alemão do prêmio Nobel Günter Grass tiveram influência no clima hostil em relação a Israel, em Siegen. Grass no início de abril atacou Israel dizendo que seria a principal ameaça à paz mundial e o seu poema anti-israelense desencadeou uma onda de
ódio nos fóruns online de notícias, conforme pesquisas.
Sacha Stawski-presidente do‘I Like Israel’, chefe da organização de acompanhamento da mídia pró-Israel com base em Frankfurt ‘Honestly Concerned (Realmente Preocupados, em tradução livre)’, e um dos mais proeminentes apoiadores de Israel na Alemanha- emitiu um comunicado no sábado criticando o ataque, bem como a polícia por não evitareste ataque."Os responsáveis foram, provavelmente, apenas advertidos e não penalizados" afirmou Stawski.
A ‘Honestly Concerced’ tem observado e monitorado um alarmante número de incidentes antissemitas e anti-judaicos na República Federal da Alemanha cujos responsáveis não sofrem quaisquer consequência legal, ele ressaltou.
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Linhas Aéreas Palestinas reiniciam suas operações

As Linhas Aéreas Palestinas, cujos voos estavam suspensos há sete anos, retornou as operações com voos entre El-Arish no Egito e Amã, Informou o seu diretor geral.
A retomada das operações foi facilitada por um acordo assinado entre o Ministério dos Transportes palestino e as autoridades do Egito e da Jordânia.A empresa aérea foi obrigada a parar com suas operações por causa de atos terroristas árabes durante a segunda Intifada o que resultou em ataques de Israel, danificando as pistas.

"Começamos ontem com Amã para El-Arish e de El-Arish para Amã" informou o diretor-geral Zeyad Albad. "Logo teremos voos de El-Arish para Jeddah na Arábia Saudita e estamos tentando criar novas rotas para a Turquia e os Emirados Árabes Unidos".
Albad disse que a retomada dos voos teve o objetivo de facilitar a vida dos "palestinos" quando quiserem viajar de Gaza através da passagem de fronteira em Rafah para o Egito. Falando sobre a retomada dos voos como um desenvolvimento positivo para a empresa aérea, ele disse "Também é para o nosso próprio benefício. Agora estamos voando com nossos dois Fokkers, que podem transportar 60 pessoas cada um e podem voar até Amã".
Fundada em 1995, as Linhas Aéreas Palestinas transportavam passageiros do Aeroporto Internacional Yasser Arafat em Gaza para vários destinos no Oriente Médio.No início de 2011 Albad disse que a empresa aérea, que foi criada em 1994 e é de propriedade integral da Autoridade Palestina, tinha muitas dívidas. Por ora, a companhia aérea irá operar dois voos por semana entre Amã e El Arish.
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Hezbollah delirante diz que poderia atingir qualquer alvo em Israel

Hassan Nasrallah, o líder do Hezbollah fez ameaças em discurso quando disse que o seu grupo terrorista tem reforçado as suas capacidades desde a Segunda Guerra do Líbano, e agora pode destruir qualquer alvo específico dentro da 'Palestina ocupada'.

Nasrallah em árabe falou aos seus partidários através de um link de vídeo que, se houver outra guerra, o grupo vai arruinar alvos em Israel para cada edifício destruído em Beirute."A era durante a qual nós estávamos com medo e eles não tinham medo terminou" disse ele. "Chegou a época para declararmos que estamos aqui para ficar, e que eles devem deixar de existir". Continuou dizendo que o Hezbollah seria "capaz de atingir alvos muito específicos, não apenas em TelAviv, mas por toda a Palestina ocupada".

Nasrallah afirmou que na Segunda Guerra do Líbano o objetivo de Israel era o de "esmagar a resistência" - e não para que o Hezbollah saísse do rio Litanino sul do Líbano, ou para libertar os soldados capturados pela organização, como o Estado judeu afirmou."A guerra não conseguiu atingir o seu objetivo", disse ele.
"O inimigo israelense tentou fazer com que nossas vidas fossem um inferno" ele acrescentou. "A questão é: por que não ficaram satisfeitos com as mortes no campo de batalha ou com o bombardeio de bases militares? Por que expandir a sua agressão contra casas e escolas? Cometeram crimes de guerra".

Em 2006 o Hezbollah e Israel travaram uma guerra de 34 dias na qual foram mortas cerca de 1.200 pessoas no Líbano e 160 em Israel, quando o Hezbollah disparou quase 4.000 mísseis e foguetes contra Israele acredita-se que desde então tenha atualizado seus armamentos, nos últimos anos.
O discurso de Nasrallahteve como objetivo a reabilitação do bairro Dahiya em Beirute, uma área que foi severamente danificada durante a guerra. "Hoje nós celebramos a vitória da restauração após a guerra" disse ele. "(...) Os proprietários insistiram na reconstrução das suas casas nos mesmos locais onde estavam anteriormente, e isso é uma mensagem de celebração que é transmitida para os israelenses. Esta é a vontade do povo".
Ele ressaltou sobre os fundos que foram alocados pelo Irã para a renovação do distrito."Sem esse dinheiro não teríamos sido capazes de completar a restauração tão rapidamente" afirmou ele.
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Medicina Preventiva do Hospital Israelita Albert Einstein lança manual de atividades físicas para prevenção de doenças

Incentivar a prática da atividade física e orientar sobre seus benefícios, principalmente para prevenção de doenças. Este é o principal objetivo do "Manual de atividade física para prevenção de doenças", publicação coordenada por José Antonio Maluf de Carvalho e Márcio Marega, da Medicina Preventiva do Hospital Israelita Albert Einstein.

“O aumento da longevidade nos leva a trabalhar na prevenção das doenças relacionadas ao sedentarismo e esta obra será um excelente instrumento de orientação para os profissionais da área”, diz Claudio Luiz Lottenberg, Presidente da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein.
O ritmo acelerado do dia-a-dia atrelado a falta de tempo e espaços para atividades físicas, contribuem para o sedentarismo, fator preponderante para o aparecimento de doenças ou condições crônicas, como por exemplo, o diabetes mellitus. O livro conta com a colaboração de diversos especialistas e seus conhecimentos estão detalhados em 17 capítulos, como por exemplo, conceitos e recomendações de atividades físicas e seus benefícios; a atividade física na infância, adolescência e idoso e sua importância na gravidez e no pós-parto.
“É fundamental que os pacientes recebam orientações corretas e que objetivam a qualidade de vida através dos exercícios físicos” explica José Antonio Maluf.
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Michaloliakos desmente câmaras de gás nazis e revela o que diria a Hitler: "Heil!"

Nikos Michaloliakos, dos neonazis do Aurora Dourada, desmentiu a História, o Holocausto e as câmaras de gás que exterminaram judeus. Numa entrevista televisiva, Michaloliakos, líder de um partido que elegeu 21 deputados no parlamento grego, revela que saudaria Hitler com um 'Heil!', se o ditador nazi estivesse vivo.
O Holocausto nunca existiu, os judeus não morreram em câmaras de gás, Hitler é uma das grandes personalidades mundiais e só não lhe diz ‘heil’, porque a expressão apenas é utilizada perante alguém que esteja vivo. Nikos Michaloliakos, líder do partido neonazi Aurora Dourada, que elegeu 21 deputados no parlamento da Grécia, contrariou a História.
Michaloliakos participava numa entrevista num canal de televisão privado daquele país e teceu elogios ao ditador nazi, ao mesmo tempo que desmentiu fatos históricos. “Auschwitz? Não estive lá. O que é que se passou? Você foi lá?”, questionou Michaloliakos nesta entrevista, onde desmente crimes do Holocausto.

“É falso que tenham existido câmaras de gás. Inúmeros livros desmentem o extermínio de seis milhões de judeus”, acrescentou o líder do Aurora Dourada. Nikos Michaloliakos é o rosto de um partido neonazi que conseguiu um enorme triuno eleitoral nas eleições da Grécia.
Apesar de não ter sido convidado a participar na reunião com o Presidente da República – encontro que tenta por cobro a um impasse político no país – o seu partido ganhou grande relevância no país, graças aos deputados que elegeu para o parlamento grego, fruto de 6,9 por cento de votos.
O líder do Aurora Dourada foi mais longe e fez uma vénia a Hitler, considerado “uma das maiores personalidades do século XX”. Nikos Michaloliakos foi mais além: “Não digo ‘heil’ apenas porque se trata de uma expressão que se usa perante alguém que esteja vivo”.
Esta entrevista surge numa altura em que a Grécia se debate com problemas políticos, com divergências que impedem a formação de um Governo (o país voltará às urnas para novas eleições legislativas).

Certo é que a crise grega provocou um crescimento de pequenos partidos extremistas, como o Aurora Dourada, que Nikos Michaloliakos desmente que tenha ideais neonazis.
Entretanto, a entrevista de Nikos Michaloliakos já mereceu o repúdio do executivo cessante, que através do seu porta-voz, Pantelis Kapsis, lamentou o que considera ser uma "distorção da História" e uma "violação brutal da memória das vítimas do Holocausto".
Kapsis lembrou Michaloliakos de que entre os "milhões de vítimas do Holocausto" estão "dezenas de milhares de cidadãos gregos", cuja "memória foi desrespeitada" nesta entrevista de veneração a Hitler e aos nazis.
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TRADUTOR LITERÁRIO JUDEU HÚNGARO QUE INSPIROU CHICO BUARQUE A ESCREVER "BUDAPESTE"


Judith Klein, de Budapeste para a Rua Judaica
Esta semana, mais precisamente no dia 8 de maio, foi comemorado o Dia da Língua Portuguesa. Com o apoio das Embaixadas do Brasil, de Portugal e de Angola, o evento reuniu professores, estudantes e outros interessados no assunto, na Universidade ELTE, em Budapeste.

Dra. Daniela Neves, Dr. Lóránt Kabdebó, Embaixador Sérgio Eduardo Moreira Lima, Prof. Pál Ferenc, orador, Dra. Agnes Szilágyi e Dr. István Rákoczi
Entre lançamento de livro, apresentação de danças folclóricas, exposição fotográfica e um sarau poético-musical, prestou-se homenagem a Paulo Rónai, que durante mais de 40 anos, além de ser um dos intelectuais mais respeitados do Brasil, foi também um dos seus tradutores mais prestigiados, reconhecido com prêmios internacionais e convites para lecionar no exterior. Até hoje, é tido como um exemplo de grande tradutor e pioneiro na luta pela profissionalização dos tradutores.

Pianista Thiago Bertoldi, Daniela Neves, Veronika Gergely, e Emõke Hevesi. Embaixadora de Angola, Dra. Lizeth Satumbo Pena, e Dra. Inocência Mata
Paulo Rónai nasceu em Budapeste, Hungria, em 13 de abril de 1907, filho de família judia. Seu pai, Miksa Rónai, era livreiro, fato que certamente influenciou o jovem Paulo Rónai em sua futura vocação para as letras.
Desde a infância, demonstrava interesse pelo estudo de idiomas. Na adolescência, nutria o desejo de aprender o maior número possível de idiomas, estimulado por um professor que lhe dissera que somente os quinze primeiros idiomas aprendidos é que são difíceis, enquanto os demais poderiam ser aprendidos sem grande esforço. Em Budapeste, lecionou latim italiano no Ginágio Judaico, além de se dedicar aos estudos acadêmicos de francês, especializando-se em Balzac com uma temporada na França em 1930-1932.

Ginásio Judaico de Budapeste
Seu interesse pela língua portuguesa surgiu a partir da leitura do livro As cem melhores poesias da Língua Portuguesa, ainda na França. Aprendeu sozinho o idioma português, ajudado pela leitura do livro Antologia de Poetas Paulistas. Em seus esforços para aprender o idioma, travou contato com o diplomata e poeta Ruy Ribeiro Couto, que lhe esclarecia dúvidas de português e cultura brasileira. Traduziu para o húngaro uma série de poemas de autores brasileiros modernos — Carlos Drummond de Andrade, Mário de Andrade, Manuel Bandeira — e publicou essas traduções em 1939.
No contexto da perseguição nazista aos judeus, Paulo Rónai e a família, que eram judeus, foram perseguidos e submetidos a trabalhos forçados. Rónai conseguiu fugir da Hungria, com a ajuda do mesmo Ribeiro Couto que o havia auxiliado nas dúvidas de português e que agora era cônsul do Brasil na Holanda. Ribeiro Couto conseguiu que Rónai obtivesse do governo brasileiro um convite para viver no Brasil, tornando-se assim um dos primeiros perseguidos a encontrar refúgio no Brasil, onde chegou no início de 1941 e naturalizou-se brasileiro em 1945.
No Rio de Janeiro, Rónai empregou-se em colégios e liceus como professor. Deu aulas de francês e latim em instituições como o Colégio Metropolitano, Liceu Francês e Colégio Pedro II. Alcançou respeito e renome como especialista em francês e fundou, já no final de sua vida, a Associação dos Professores de Francês do Rio de Janeiro.
Paralelamente, desenvolveu brilhante carreira de tradutor literário. Logo nos primeiros dias de sua estada no Rio de Janeiro, conheceu o intelectual Aurélio Buarque de Holanda, que se tornou seu amigo de muitas décadas e lhe ajudou a publicar artigos e traduções. Um de seus projetos de tradução foi Mar de histórias, uma antologia do conto mundial que foi publicada no decorrer de 44 anos. Porém, sem dúvida, um dos projetos de tradução pelos quais é mais lembrado é a tradução francês-português de A comédia humana, de Balzac. Rónai fez parte da equipe de tradução, coordenando os trabalhos e elaborando notas e prefácios para a obra monumental, composta de 17 volumes publicados de 1945 a 1955.

Paulo Rónai em sua biblioteca
Seu interesse pela tradução não estava evidente somente nos projetos dos quais participava, mas no engajamento em questões práticas do ofício da tradução. Nesse sentido, compartilhava seu conhecimento da teoria e prática da tradução com tradutores neófitos e estudantes. Um dos livros que escreveu relatando sua experiência prática com a tradução foi Escola de tradutores, publicado pela primeira vez em 1952. O livro, elaborado como uma espécie de papo aberto sobre a tradução, foi pioneiro do seu gênero no Brasil e pode, talvez, ser considerado o precursor dos atuais blogs publicados por tradutores na internet.
Um dos mais importantes feitos de Rónai foi a tradução para o português do livro “Os meninos da Rua Paulo”, do prêmio Nobel de Literatura Ferenc Molnár, leitura obrigatória nas escolas secundárias no Brasil.
Na questão da profissionalização do tradutor, Rónai também foi pioneiro no Brasil. Desde os anos 1950, esteve em contato com a Federação Internacional de Tradutores (FIT). Em 1974, criou a ABRATES (Associação Brasileira de Tradutores), da qual foi também primeiro secretário-geral.
Paulo Rónai faleceu em Nova Friburgo (RJ) em 1992, aos 85 anos de idade.

O que talvez pouca gente saiba é que o livro intitulado Budapeste, de Chico Buarque de Hollanda foi inspirado na figura de Paulo Rónai. Tamanha é sua admiração por ele, sendo húngaro de origem, que aprendeu o idioma português magistralmente, que Chico inverte as posições, e se torna alter ego de José Costa, um brasileiro que se apaixona pelo idioma húngaro, e o aprende em curto espaço de tempo.
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DEVIDO AO GRANDE NÚMERO DE MATÉRIAS, ENVIAREMOS AS CARTAS NA PRÓXIMA EDIÇÃO.
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Jornalista Responsável: Osias Wurman - MT 14.707
Colaboradores Internacionais: Jerusalém - Daniela Kresch, Budapeste - Judith Klein, Miami - Fernando Bisker, Miami - Nelson Menda
Diagramação: MarketDesign
Colaborador Especial: Jaime G. Christof
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