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  Edição 403    Diretor / Editor: Osias Wurman Sexta, 17 de abril de 2015

 


MANCHETES DE ÚLTIMA HORA


 


RESPEITO AO IOM HASHOAH: Ontem, durante o minuto de silêncio observado em memória das vítimas do Holocausto, todos os funcionários da embaixada dos EUA em Israel, situada em Tel Aviv, saíram à rua em respeito à tradição judaica.




BOICOTE EUROPEU É VIOLENTAMENTE CONTESTADO: Autoridades israelenses dispararam contra a chamada por 16 Ministros dos Negócios Estrangeiros da União Europeia que pediram para marcar os produtos feitos em assentamentos da Cisjordânia, evocando comparações da era do Holocausto e reivindicando que a UE estava culpando Israel pelo impasse nas negociações de paz. "Eles podem colocar uma tarja amarela sobre os produtos da Judéia e Samaria, e Golan", disse o ministro das Relações Exteriores Lieberman, de forma desafiadora, nesta sexta-feira, durante entrevista à Rádio Kol Israel. Um funcionário do Ministério das Relações Exteriores ecoou o pedido, dizendo que "Parece que algumas nações europeias agora querem colocar uma tarja amarela sobre os produtos israelenses. Sabemos que o que começa como marcação de produtos, rapidamente se deteriora em um boicote geral aos “made in Israel."



DESESTABILIZANDO O ORIENTE MÉDIO: A Rússia suspendeu a proibição de envio ao Irã de seu sofisticado sistema de mísseis superfície-ar S-300. As armas podem ser enviadas em breve, dando a Teerã uma nova forma de se defender de qualquer campanha de bombardeio futuro. A decisão foi tomada, segundo os russos, pois o Irã continua a negociar com os Estados Unidos e cinco outras potências mundiais como reduzir seu programa nuclear em troca de um abrandamento das sanções. Acontece que o sistema de mísseis S-300 tem um sofisticadíssimo sistema de radar e é capaz de atingir vários alvos ao mesmo tempo, e é normalmente lançado da traseira de um caminhão. Os mísseis podem atingir aviões e mísseis voando a mais de 25 quilômetros de altura, de acordo com as especificações publicadas pela Federação Americana de Cientistas, uma organização sem fins lucrativos que fornece análise sobre questões de segurança nacional.




REVOLUCIONÁRIO SISTEMA ANTI-TÚNEIS: O IDF está definido a implantar um novo sistema revolucionário de detecção de túneis ao longo da fronteira da Faixa de Gaza, num esforço para proteger melhor os cidadãos israelenses de infiltração terrorista. O novo sistema já foi experimentado com sucesso nos últimos meses ao longo de partes da fronteira e, agora, está previsto ser ampliado ainda mais. Um prazo exato para sua implantação não foi informado de imediato. O primeira de seu tipo no mundo, o sistema inclui uma série de sensores que fornecem dados, decifrado por algoritmos avançados, permitindo que as forças de segurança detectem com precisão a localização das operações de escavação de túneis, disse o relatório.



ASSASSINATO DE CRISTÃOS À BORDO: A grave crise migratória da Itália assumiu uma nova reviravolta mortal, na quinta-feira passada, quando a polícia da Sicília informou que os migrantes muçulmanos tinham jogado 12 cristãos ao mar durante uma travessia recente da Líbia, e um grupo de ajuda, disse que outros 41 se afogaram em um incidente separado. Os 15 muçulmanos presos na Itália foram acusados de homicídio múltiplo agravado por ódio religioso, segundo disse a polícia em um comunicado. Os cristãos sobreviventes no barco, segundo o comunicado, só conseguiram ficar a bordo, após formarem uma "corrente humana" para resistir ao assalto.

 

 




Osias Wurman
Jornalista

LEMBREM O ENSINAMENTO DE HERZL

No próximo dia 22 de abril estaremos comemorando o dia da Independência de Israel.

Foram 67 anos de muitas lutas, suor e lágrimas, além da perda de mais de 23 mil cidadãos mortos em combate ou em atentados terroristas.

Gostaria de ressaltar, nesta oportunidade, a necessidade maior de manter viva a memória e o sonho de Theodor Herzl, o pai do sionismo político, que meio século antes do Holocausto já preconizava a necessidade da criação de um Estado Judeu, onde estes poderiam viver sem perseguições racistas.

Herzl, um jornalista judeu-húngaro morando na Áustria com vida religiosa assimilada, vivenciou em 1894 as injustiças cometidas em Paris ao judeu-francês Capitão Alfred Dreyfus, injustamente julgado culpado por traição, quando a multidão que assistia a sua degradação em praça pública gritava pelas ruas “morte aos judeus”, “judeus traidores” e não citavam, sequer, o nome Dreyfus. Em 1906 a justiça francesa admitiu o erro cometido e reintegrou Dreyfus ao exército francês.

Em 1895 Herzl publicou o livro “L’Etat Juif” (O Estado Judeu), marco da teoria do sionismo político moderno.

Os fundamentos do sionismo de Herzl não foram colocados imediatamente em prática e, cerca de meio século após, aconteceu o grande genocídio que eliminou um terço do povo judeu.

Se na década de 30 já existisse o Estado de Israel, o Holocausto certamente não teria existido.



Em nossos dias, novas ameaças racistas pairam sobre os judeus em países da Europa, e até um grave risco existencial ameaça o Estado Judeu.

São cerca de 200 mil foguetes apontados contra Israel, além de uma corrida para produzir uma bomba atômica por parte do Irã.

Na década de 30 pintavam nos muros da Europa racista “Judeus para a Palestina”. Hoje, os terroristas pintam nos muros de Gaza “Judeus fora da Palestina”. Como dizia o pai do escritor Amos Oz: “Judeus nem aqui, nem ali: judeus em nenhum lugar”!

Herzl tinha razão: é preciso existir um Estado Judeu forte e soberano, e que receba todo o apoio e solidariedade dos povos que amam a liberdade e a democracia.

Vale lembrar que, em apenas seis décadas, israelenses foram laureados com 12 prêmios Nobel.

O Estado de Israel é motivo de jubilo e orgulho para todos que amam a liberdade.

AOS 67 DE INDEPENDÊNCIA AM ISRAEL CHAI –  O POVO DE ISRAEL VIVE !!!

 


 
 

 

COMOVENTE EXPOSIÇÃO: “Crianças no Holocausto: Estrelas Sem Céu”


Eles se agarravam aos brinquedos através dos dias e das noites, nos momentos mais assustadores, nos segundos mais difíceis - ursos de pelúcia, bonecas, qualquer coisa que eles pudessem brincar. E agora, estes brinquedos, que pertenceram a crianças judias durante o Holocausto, fazem parte de uma exposição especial no Yad Vashem - e é difícil de segurar as lágrimas.

Description: http://www.haaretz.com/polopoly_fs/1.652007.1429176719!/image/799320708.jpg_gen/derivatives/landscape_780/799320708.jpg


A exposição, intitulada "Crianças no Holocausto: Estrelas Sem Céu", abre uma janela para o mundo de um milhão e meio de crianças assassinadas no Holocausto, destacando algumas das suas histórias pessoais através dos brinquedos em exposição, juntamente com jogos, trabalhos de arte, diários e poemas. Muitos dos proprietários originais dos itens não estão mais vivos.

 

Description: Teddy belonging to Rivka Bergson, who was born in the Shargorod ghetto in Ukraine

 

De acordo com Yehudit Inbar, curadora da exposição e diretora do Museu Yad Vashem, "Crianças no Holocausto: Estrelas Sem Céu" conta a história de sobrevivência, de luta das crianças para segurar a vida e tentar manter a sua infância e juventude através da criação de uma realidade diferente para si.

"A infância das crianças foi interrompida pelo Holocausto, e em muitos casos, eles encorajavam seus pais na luta desesperada pela sobrevivência", disse Inbar.

No entanto, eles ainda permaneciam crianças, e brincavam e riam e expressavam os seus medos e as suas esperanças sempre que podiam.

Description: http://www.haaretz.co.il/st/inter/Heng/news/images/child/1.jpg


"Os desenhos, diários, poemas, músicas, letras e brinquedos oferecem um comovente e fascinante olhar para a infância na sombra do Holocausto," Inbar continuou.

"Fantasia, criatividade e jogos foram as manifestações de um instinto básico de sobrevivência, um pré-requisito para a vida neste contexto."

 

 

 



 

 

 


DJ BRITÂNICO SERÁ SHOW EM ISRAEL NO IOM HATZMAUT

O Dia da Independência de Israel é geralmente dedicado a diferentes celebrações com churrasco em cada pedacinho disponível de grama. Este ano, os kebabs grelhados serão desafiados por um mega-show liderado pelo DJ britânico Carl Cox, que será realizado no Centro de Convenções de Feiras e Comércio de Tel Aviv, em 23 de abril.

Description: Independence Day celebration (Archive photo: Yaron Brener)


Cox, de 52 anos, nasceu em Barbados. Ele começou sua carreira na década de 1980, quando se apresentou para centenas de milhares de pessoas em grandes festas ao redor do mundo e foi considerado um dos djs mais populares da época.

Description: http://www.vintechmagazine.com/wp-content/uploads/2014/03/noticia-carl-cox-y-su-coleccion-de-vinilos.jpg


Ele formou duas gravadoras e foi nomeado o dj n.º 1 do mundo em 1996 e 1997 pela DJ Magazine.

Desde então, Cox tem mantido seu status como um dos principais djs da cena global. Ele fez manchetes quando se apresentou no Millennium (1999 a 2000), na véspera de Ano Novo em Sydney e, novamente, no Havaí.

A festa do Dia da Independência, intitulada Music Box, terá início às 14:00h. Ela está sendo organizada pelo Grupo Cat & Dog liderado por Ronen Maili and Club Seat. O grupo musical israelense - Balkan Beat Box também irá tocar durante o pôr do sol.

 

 

 

 

 


JUDEUS HÚNGAROS LEMBRAM O HOLOCAUSTO NA MARCHA DA VIDA EM BUDAPESTE


Budapeste - Milhares de pessoas se juntaram para o evento anual da "Marcha da Vida" que relembra o Holocausto, com o presidente do Congresso Judaico Mundial Ronald Lauder denunciado como "extremista" pelo partido de extrema direita húngaro Jobbik.

Mais de 10.000 pessoas participaram da marcha, segundo um fotógrafo da AFP no local.

"A marcha é para todas as pessoas, familiares, parentes e amigos que não sobreviveram ao Holocausto e para todos aqueles que o sobreviveram", segundo Erzsi Molnar, 50 anos, um filho de sobreviventes.

Cerca de 600 mil judeus húngaros morreram na Segunda Guerra Mundial. Apenas 100.000 sobreviveram ao Holocausto, em sua maioria em Budapeste.


Description: Participants hold a Hungarian flag during the 'March of the Living' in the center of Budapest on April 12, 2015. (Photo credit: AFP/ ATTILA KISBENEDEK)


"Além de lembrar a tragédia dos judeus húngaros, a marcha destaca que os seres humanos são todos parte de uma grande família, apesar de suas diferentes religiões, crenças, ou orientações", disse Orsolya Fekete, um voluntário no evento.

A Marcha deste ano teve lugar num contexto de crescente apoio ao Jobbik, um partido muitas vezes acusado de antissemitismo e agora o segundo maior partido da Hungria.

Em um discurso no final da procissão, o presidente do Congresso Judaico Ronald Lauder chamou Jobbik de um "partido extremista que promove o ódio."

Condenando um deputado do Jobbik, que recentemente cuspiu em um memorial do Holocausto em Budapeste, Lauder disse que a imagem da Hungria está lesada no exterior.

"Militantes do Jobbik podem pensar que são verdadeiros húngaros tentando salvar a Hungria, mas só fazem mal à Hungria", disse Lauder, um americano cujos avós eram húngaros.

"A comunidade judaica húngara não vai a lugar nenhum. Nós marchamos hoje para dizer: Nós estamos aqui. Estamos vivos. E aqui vamos permanecer", acrescentou.

O partido Jobbik teve um aumento de votos para 20,5 por cento nas eleições parlamentares do ano passado, enquanto uma pesquisa no mês passado o colocava apenas três pontos percentuais atrás de Fidesz, do atual primeiro-ministro Orban.

A próxima eleição parlamentar húngara está prevista para 2018.

 

 

 

 

 

 


VÍDEO JIHADISTA MOSTRA SIMULAÇÃO DA DECAPITAÇÃO DO PRESIDENTE BARAK OBAMA


Afiliados do grupo Estado Islâmico lançaram um vídeo animado que descreve uma decapitação jihadista do presidente dos EUA, Barack Obama.

O clipe, que foi carregado e traduzido pelo MEMRI, um grupo de mídia de vigilância do Oriente Médio baseado nos Estados Unidos, começa com as palavras "Mensagem para a América", seguido por uma cena que retrata o presidente americano de joelhos, chorando copiosamente.

Description: A frame of a cartoon produced by the Islamic State depicting the beheading of US President Barack Obama. (screen capture: MEMRI)
http://www.memritv.org/clip/en/4866.htm


A cabeça do presidente é vista nas mãos de "Jihad John" - o cidadão britânico famoso por seu papel em vídeos mostrando as execuções terríveis de cidadãos ocidentais capturados pelo grupo terrorista - que bate no presidente americano na cabeça, chamando-o de "mula" em Árabe.

"Esta faca deseja o sangue fedido(sic) de Obama, e hoje Deus nos deu o poder de captar a mula dos judeus", diz o carrasco batendo no presidente mais uma vez e exigindo que ele fale.

"Mãe! Pai Jihadista John vai me matar! Salve-me!" Obama diz em árabe antes do cartoon cortar o pescoço do comandante chefe americano.

O clipe de dois minutos conclui com Obama acordando de um cochilo em seu escritório, que tem pouca ou nenhuma semelhança com o Salão Oval da Casa Branca, soluçando sobre o que se presume ser um sonho ruim.

O Estado Islâmico ameaça regularmente os Estados Unidos e Obama por sua suposta interferência no mundo muçulmano, e o carrasco chamou o presidente norte-americano, afirmando que a cessação de ataques aéreos liderados pelos EUA contra o grupo terrorista seria a única ação que poderia salvar a América.

 

 
 

 

 

 

 
 


ISRAEL É TERCEIRO DO MUNDO EM PATENTES REGISTRADAS NOS EUA

Israel continua a ser um líder mundial quando se trata de registro de patentes nos Estados Unidos. Segundo o maior grupo de informação de negócios de Israel, BDIC, empresas e entidades israelenses registraram nada menos do que 3.555 patentes nos Estados Unidos, em 2014 - um aumento de cerca de 21 por cento em relação ao ano anterior.

Description: The Weizmann Institute (Photo: Avi Mualem)

Os números para 2014 significam que Israel permanece em terceiro lugar no mundo em termos de patentes registradas nos EUA, à frente de Suécia, Alemanha, Holanda, França, China e Coréia do Sul, e atrás apenas do Japão e Taiwan.

Os números do BDIC mostram que as principais empresas israelenses são de fato filiais locais de empresas de tecnologia americanas - Intel, IBM, Marvell, SanDisk e HP.

"O governo deve continuar a apoiar a questão através do investimento em educação tecnológica, a melhoria da infraestrutura e incentivos para as empresas globais para levarem à abertura de centros de P & D em Israel", disse Tehila Yanai, sócia-gerente da BDIC.

 

 
 

FLASH


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Jovens palestinos não gostam do Hamas nem do Fatah


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Guga Chacra – De Nova Iorque para a Rua Judaica

Existe uma ideia errada de que a Autoridade Palestina (controlada pelo Fatah) e o Hamas representem o pensamento da população palestina. Isto é, de que um palestino apoiaria o governo de Mahmoud Abbas na Cisjordânia ou o regime do Hamas na Faixa de Gaza. Na verdade, embora haja uma parcela que apoie sim uma destas organizações, muitos palestinos simplesmente não se sentem representados.


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Seria, de uma certa forma, como ocorre no Brasil com o PSDB, PT e mesmo outros partidos. Não gostam ou não concordam com nenhuma destas facções políticas. Em muitos casos, por desilusão. Nos EUA, o mesmo ocorre com o elevado índice de independentes se comparados a democratas e republicanos.

Nesta semana, me encontrei com uma amiga palestina que se mudou para Nova Iorque. Ela é cristã de Jerusalém e, embora tenha cidadania israelense, faz questão de se descrever como palestina e se irrita quando associam o que ela diz ser seu país, à Palestina, ao islamismo. Politizada, disse não gostar da Autoridade Palestina e muito menos do Hamas. Tampouco suporta a ocupação israelense dos territórios palestinos. Segundo ela, o cenário na Cisjordânia tem sido o seguinte – muçulmanos ficando mais religiosos do que uma geração anterior (a não ser por uma bolha chamada Ramallah), cristãos indo embora para o exterior e assentamentos judaicos, considerados ilegais pela ONU, EUA e União Europeia, crescendo.


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E o que os palestinos querem? Os mais velhos, segundo ela, ainda sonham com um Estado ou estão resignados ao status quo. Entre os mais novos, há uma total desilusão que pode culminar no radicalismo ou, mais provável, na defesa de um Estado único. Isto é, começarão a pedir cidadania israelense, abdicando de um Estado palestino. Inclusive, isso já começou (o próprio filho do Abbas disse ao New York Times ser a favor de um Estado binacional). Seria, claro, o fim de Israel como Estado judaico.

Entre os cristãos, há uma preocupação grande com o aumento da religiosidade dos muçulmanos e dos judeus, especialmente em Jerusalém. “Nem a parte Ocidental nem a Oriental eram tão religiosas como hoje, mesmo se você comparasse com uma década atrás”, disse. 

 

 

 

 

 

 


FIFA PEDE A PALESTINOS QUE RETIREM QUEIXA PEDINDO A EXPULSÃO DE ISRAEL

CAIRO - O presidente da Fifa, Joseph Blatter, disse que vai tentar convencer a Associação de Futebol da Palestina a retirar uma proposta para Israel ser suspenso do organismo que tutela o futebol mundial.

Blatter agendou um encontro com o presidente da associação Jibril Rajoub, no Cairo, em um esforço para convencê-lo a não colocar uma resolução sobre uma eventual suspensão israelense no Congresso da FIFA, em Zurique, no próximo mês.

"Vou tentar convencê-lo de que tal situação não deve ocorrer na FIFA", disse Blatter a jornalistas depois de participar da Confederação de Futebol (CAF) do Congresso Africano.

"A suspensão de qualquer membro afeta gravemente toda a organização", acrescentou.

Os palestinos acusam Israel de continuar a prejudicar suas atividades de futebol, frustrados por restrições e dizem que Israel controla o movimento de seus atletas na Faixa de Gaza e na Cisjordânia.


Description: FIFA president Sepp Blatter (Photo: AP)

A Associação de Futebol da Palestina também citou restrições de Israel na importação de equipamentos esportivos e em visitas de equipes estrangeiras e indivíduos.

Blatter disse que tinha sido indicado a intervir na disputa pelo comitê executivo da Fifa e, há dois anos, estabeleceu uma força-tarefa com os chefes de futebol israelenses e palestinos e os chefes das confederações europeias e asiáticas de futebol para examinar as denúncias palestinas e tentar resolvê-las.

No ano passado, ele convenceu Rajoub a cancelar um plano semelhante para o Congresso da FIFA, em São Paulo, antes da Copa do Mundo no Brasil.

No mês passado, no entanto, Rajoub disse que perdeu a paciência, e apelou à FIFA para mostrar a Israel "o cartão vermelho".

Israel cita preocupações de segurança para as restrições que impõe na Cisjordânia, onde a Autoridade Palestina exerce autogoverno limitado, e ao longo da fronteira com a Faixa de Gaza.

Os israelenses dizem que tem facilitado viagens para os atletas palestinos entre os dois territórios, o que requer passagem via Israel.

Em dezembro, Rajoub pediu à FIFA para punir Israel depois que as tropas israelenses entraram nos escritórios da Associação de Futebol da Palestina.

Um porta-voz do Exército disse que no momento os soldados estavam à procura de um indivíduo suspeito e não tinham como alvo as instalações por causa de suas ligações com o futebol.

O projeto de resolução palestino pede suspensão de Israel por causa de suas ações que "inibem a nossa capacidade de desenvolver o jogo". Ele também reclama de comportamento racista em relação a jogadores árabes por alguns fãs israelenses.

A Associação de Futebol Palestina disse que Israel estava violando o direito internacional, ao incluir cinco clubes de assentamentos judaicos na Cisjordânia em sua liga doméstica.


 
 


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ISRAEL É DESTAQUE NA FEIRA LAAD - DEFENSE E SECURITY NO RIOCENTRO


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Começou no dia 14/04 e segue até esta sexta-feira 17/04, no Rio de Janeiro (RJ), a LAAD Defence & Security 2015, maior feira dos setores de defesa e segurança da América Latina. Cerca de 700 expositores, entre eles 18 empresas israelenses vão expor no Riocentro novas tecnologias, equipamentos e serviços. A expectativa é receber 40 mil visitantes e 150 delegações de 71 países.


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Quem visitou a LAAD pode ver blindados, embarcações e até uma maquete em tamanho real do caça Gripen NG. A feira conta ainda com uma ampla mostra de armamentos, sistemas eletrônicos, fardamentos e sistemas não tripulados. No total, são mais de 600 expositores vindos de 40 países.


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Durante a solenidade de abertura, o ministro da Defesa, Jaques Wagner, ressaltou os investimentos  militares realizados pelo Brasil. "A nossa pregação da paz não nos faz descuidar da atualização e da profissionalização das nossas Forças Armadas", disse.

O investimento militar brasileiro representa 41,2% do total na América Latina. Para o ministro, isso representa um ganho para toda a economia nacional. "A indústria de defesa transborda para a indústria nacional como um todo", explicou. Ele lembrou, ainda, dos projetos que contam com transferência de tecnologia, como a aquisição dos caças Gripen NG.

A solenidade contou com a participação do Governador do Estado do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, do Chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas e dos Comandantes da Marinha, do Exército e da Força Aérea Brasileira.


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Na inauguração do stand de Israel, que englobou 18 empresas israelenses, o Embaixador Reda Mansour falou para os convidados presentes.

 

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Estiveram presentes autoridades representativas de Israel no Brasil como o Embaixador de Israel Reda Mansour, o Consul para Assuntos Econômicos no RJ, Daniel Kolbar, e o Consul Honorário de Israel no RJ, Osias Wurman.


(Fotos Isaac Markman e Rua Judaica)


 

 
 


ÚNICA DELICATESSEN KOSHER DE COPENHAGUE É ATACADA POR ANTISSEMITAS


Uma deli kosher de Copenhague foi alvejada por vândalos que quebraram a janela da frente da loja e rabiscaram mensagens antissemitas em suas paredes, incluindo "porcos judeus".

Os agentes policiais que patrulhavam a área descobriram o dano à loja.

"Todo vandalismo é grave, mas é óbvio que, quando se trata deste local específico, haverá um foco extra sobre ele", disse o investigador de polícia Kenneth Jensen ao diário dinamarquês Berlingske.

O incidente vem dois meses após dois ataques em Copenhague, que deixaram dois mortos - um deles, um guarda de segurança judeu Dan Ozan, que fazia a guarda na porta da Sinagoga em uma cerimônia de Bat Mitzvah.

Description: Only kosher deli in Copenhagen. Ant-Semitic message 'Jewish pigs' scrawled on walls


O embaixador israelense na Dinamarca, Baruch Bina, disse: "Esta não é a Dinamarca que eu conheço e admiro. Desde que ocorreu o ataque, a cidade tem feito grandes esforços para proteger a comunidade. Incidentes como estes não devem acontecer e uma mudança fundamental deve ser feita."

Bina disse que ele tinha visitado, na semana passada, o Parlamento dinamarquês. "Eu estava na frente da bandeira, que foi levada a meio mastro, para comemorar o 75º aniversário da invasão alemã da Dinamarca. Lembrei-me da viagem incrível feita pelo povo dinamarquês para resgatar a comunidade judaica das garras dos nazistas, em outubro 1943, e hoje nós estamos em frente a uma janela estilhaçada pertencente à única loja kosher em Copenhague."

 

 

 
 



SITE ISRAELENSE CORTA MODELO DE FOTO

Um site ultraortodoxo israelense cortou Kim Kardashian —uma das mulheres mais fotografadas do mundo— de uma foto quando ela estava em Jerusalém nesta semana.

A foto original de Kardashian, de seu marido, Kanye West, e do prefeito de Jerusalém, Nir Barkat, foi alterada para colocar Kardashian atrás da conta do restaurante. Kardashian foi borrada em outra imagem.


Description: No topo, imagem divulgada pela prefeitura de Jerusalém; abaixo, foto alterada por site ultraortodoxo

 

Nissim Ben Haim, um editor no site Kikar HaShabbat, disse nesta quarta-feira (15) que removeram Kardashian porque ela é um "símbolo pornográfico" que contradiz com os valores ultraortodoxos.

Em um artigo em que o prefeito foi criticado por jantar com um casal em um restaurante não kosher, Kardashian foi descrita como a "mulher de West".

Dentro da comunidade ultraortodoxa, fotos de mulheres frequentemente não são divulgadas. Em janeiro, um jornal ultraortodoxo retirou a chanceler alemã, Angela Merkel, da foto de uma marcha contra os ataques terroristas na França.

 

 

 
 



Por Daniela Kresch
Jornalista
direto de Israel

ANTISSEMITISMO PURO, PIOR DO QUE OS PROTOCOLOS!

TEL AVIV – Não é de hoje que o governo iraniano promove festivais antissemitas e anti-Holocausto no país. Em 2006, por exemplo, houve o 1° Concurso Internacional de Caricaturas sobre o Holocausto, um concurso de desenhos de negativa ao genocídio nazista que premiou, em segundo lugar, o cartunista brasileiro abertamente antissemita Carlos Latuff. Este ano, vai haver a segunda edição dessa competição, que oferece ao vencedor US$ 12 mil. Pelo que em reportagem do jornal Haaretz, deve acontecer em maio e 839 charges de 312 artistas já foram inscritas nesse festival de ódio aos judeus e a Israel.

Como eu disse, o que acontece no Irã não me choca mais. Mas o que tem acontecido na Turquia é definitivamente chocante. Há apenas uma década, a Turquia era um país que tinha relações diplomáticas e comerciais excelentes com Israel. Os turcos reconheceram Israel em 1949, antes de muitos países do mundo Ocidental. Foi a primeira nação de maioria muçulmana e aceitar Israel no panteão das nações da Terra. Centenas de milhares de israelenses passavam as férias anualmente em hotéis turcos, passeavam por Istambul com frequência, se deliciavam com as belezas e temperos da Turquia, um país que prezava a secularidade aos moldes do fundador da nação, Mustafa Kemal Ataturk.

Description: C:Usersosias wurmanAppDataLocalMicrosoftWindowsTemporary Internet FilesContent.Outlook32LMZE52'Mastermind' - imagens do documentario conspiratório.jpg

Mas tudo isso começou a mudar em 2003, quando subiu ao poder um ex-prefeito de Istambul: Recep Tayyip Erdogan (que se pronuncia, na verdade, “Erdoan”). Aos poucos, ele decidiu ser um Ataturk pelo avesso: transformar a Turquia num país religioso, no qual religião e poder andam juntos, onde a paranoia contra a oposição leva a censura da imprensa, da Internet e de quem quer que deseje falar contra o regime. Em seus 11 anos como primeiro-ministro (2003 a 2014), Erdogan decidiu, também, azedar o relacionamento com Israel. Ou mais: acabar com esse relacionamento, se alinhando ao Irã e a grupos xiitas como o Hezbollah, que lutam pela hegemonia do Islã no Oriente Médio. Agora, como presidente (desde o ano passado), ele faz de tudo para manchar o nome de Israel e, claro, dos judeus do todo o mundo (porque ser antissemita incorre automaticamente na premissa de ser anti-Israel).

A quantidade e qualidade de discursos de Erdogan contra Israel foi aumentando exponencialmente com o tempo. O auge foi o incidente do navio Mavi-Marmara, quando um navio repleto de ativistas turcos anti-Israel tentou chegar a Gaza e foi abordado por soldados israelenses. Os soldados foram atacados duramente e atiraram nos ativistas, matando nove. Pronto. Era o que o líder turco precisava para piorar sua narrativa contra Israel (que, aliás, não agiu sempre bem em relação ao governo turco, lembrando o episódio da cadeira do embaixador turco em Israel, mais baixa do que a do vice-chanceler, Dany Ayalon, em 2010).


Description: C:Usersosias wurmanAppDataLocalMicrosoftWindowsTemporary Internet FilesContent.Outlook32LMZE52'Mastermind' - Erdogan fala de um povo 'manipulador' e aparece uma Estrela de Davi ao fundo.jpg


Hoje, Erdogan e a cúpula da Turquia não têm vergonha alguma em incitar o antissemitismo e questionar a existência de Israel. Nesse contexto, a mais recente documentário antissemita que está passando na TV turca estes dias cai como uma luva. No programa intitulado “Mastermind” (Ust Akil), os judeus são acusados de tentar controlar o mundo, há 3.500 anos, desde a época de Moisés. A abertura do “documentário”, claro, traz Erdogan se referindo, num discurso, ao “mastermind”, quer dizer, ao povo que “manipula” o mundo, que o quer para si, que se considera melhor do que o resto. Quem? Erdogan não diz com clareza. Mas o documentário sim: o povo judeu, óbvio. Os criminosos que escreveram os “Protocolos dos Sábios de Sião”, um documento comprovadamente falso escrito por um bando de antissemitas russos, há mais de 100 anos, não fariam melhor.

Description: C:Usersosias wurmanAppDataLocalMicrosoftWindowsTemporary Internet FilesContent.Outlook32LMZE52'Mastermind' - a busca pelso Dez Mandamentos como motivação para a Guerra do Iraque.png


Em “Mastermind”, o documentarista começa com Moisés e o êxodo do Egito, os Dez Mandamentos e a arca da aliança (onde, segundo a lenda, estariam as tábuas da lei). Um professor turco chamado Ramazan Kurtoglu explica, do alto de seu título de “acadêmico”, que o objetivo real da invasão americana ao Iraque, em 2003, foi buscar essa arca para os judeus (que dominam os EUA, claro). Uma teoria conspiratória bêbada digna de Indiana Jones. O documentário ainda afirma que o cristão Charles Darwin era na verdade judeu e que, com sua Teoria da Evolução, tinha como objetivo afirmar que os judeus foram criados por deus enquanto todas as outras pessoas, vieram dos macacos.

Vou parar por aqui porque é besteira demais para um texto só. Vou terminar só com o que um assessor do primeiro-ministro turco Ahmed Davutoglu (queridinho na diplomacia brasileira na época que era chanceler) disse: o próprio Erdogan está “levando esses fatos à atenção do público, apelando para vejam a ‘big picture’”.

Para quem quiser ficar com mais ânsias de vômito ainda, sugiro os links: http://www.memri.org/report/en/0/0/0/0/0/0/8518.htm e http://www.al-monitor.com/pulse/originals/2015/03/turkey-zion-protocols-akp-version.html.

Quem entende turco pode ver o “documentário” no link: https://www.youtube.com/watch?v=GoeIzSxHofQ

 

 
 
EGITO DECRETA PRISÃO PERPÉTUA PARA USUÁRIOS DE TÚNEIS EM SUA FRONTEIRA COM GAZA



Description: Gaza tunnel (Photo: AP)


Pessoas que usarem os túneis transfronteiriços no Egito podem enfrentar uma pena máxima de prisão perpétua, segundo informou a agência de notícias estatal MENA, citando alterações ao código penal na área de fronteira perto da Faixa de Gaza.

Description: Egypt-Gaza border (Photo: EPA)


O Egito, recentemente, declarou o Hamas e os governantes de Gaza como organizações terroristas por seus laços com a Irmandade Muçulmana do país e reprimiu os túneis nos últimos meses.  

O Egito declarou estado de emergência na zona fronteiriça, no ano passado, depois de pelo menos 33 agentes de segurança serem mortos em ataques na Península do Sinai, uma região remota, mas estratégica na fronteira com Israel, Gaza e Canal de Suez.

Nos últimos meses, soldados egípcios destruíram praticamente todos os túneis de contrabando sob a fronteira Gaza-Egito. Em outubro, começaram a demolir partes da cidade egípcia de Rafah, na fronteira com Gaza. Moradores perto da fronteira, disseram que casas ainda estão sendo dinamitadas ou demolidas, em um ritmo constante, com a mais recente explosão ouvida na tarde de domingo passado.

Description: Egypt destroyes Gaza tunnels (Photo: AFP)


A maioria da passagem de Rafah, entre Gaza e Egito, principal porta de entrada de Gaza para o mundo, está fechada desde outubro. Este ano, foi aberta apenas por dois dias, deixando milhares de pessoas incapazes sair do território, incluindo peregrinos muçulmanos e estudantes em universidades estrangeiras. O fechamento do túnel colocou fim ao contrabando de combustível barato e cimento do Egito, prejudicando ainda mais a economia de Gaza e elevando o desemprego. Os preços dos cigarros triplicaram.

As alterações ao Código Penal foram aprovadas por decreto presidencial, disse a agencia MENA. Ela também disse que as pessoas que usaram a travessia ilegal para transferir bens ou equipamentos também poderiam enfrentar uma pena de prisão perpétua, assim como as pessoas que não relataram às autoridades o que levaram pelos túneis.

Description: Photo: AFP

Moradores egípcios do Sinai, que se queixam de terem sido por muito tempo negligenciados pelo Estado, dizem que contam com o contrabando e o comércio através de túneis para a sua vida. Autoridades egípcias veem os túneis como uma ameaça.

Em novembro, o Egito disse que iria aprofundar a sua zona de amortecimento com Gaza depois de encontrar túneis locais, num movimento que alimentou o ressentimento local.

 


 
 


FLASH



Foram encontrados 35 Torás na Polônia, da época do Holocausto,
que agora estão sendo recuperadas.

                 

 

 
 


ISRAEL CONTINUARÁ SEM TRANSPORTE PÚBLICO NO SHABAT


Insatisfeitos com a falta de transporte público no sábado e os chamados padrões duplos de funcionários no país, centenas de israelenses assinaram uma petição para proibir ministros de utilizarem os seus veículos oficiais no sábado e feriados judaicos.

Com base na lei judaica, o transporte público não está disponível em toda a Israel durante o sábado (noite de sexta-feira ao pôr do sol até sábado à noite ao pôr do sol), uma situação que irrita muitos israelenses seculares.

Mais de 1500 assinaram uma petição dizendo que "os funcionários públicos precisam dar o exemplo particular. É importante não permitir que os ministros que estão contra o transporte público no sábado e nos feriados utilizem os seus veículos de trabalho à nossa custa", continua a petição.

Description: http://www.cafetorah.com/portal/sites/default/files/styles/large/public/field/image/onibus-tel-aviv.jpg?itok=wby17vnp

Um usuário do Facebook descontente tentou virar a página pessoal do ministro dos transportes em um quadro de avisos on-line para encontrar passeios como uma forma de criticar a proibição do transporte.

Muitos manifestantes alegam que a proibição do transporte público no Shabat discrimina aqueles que não podem pagar os veículos particulares, efetivamente, restringindo sua liberdade de movimento.

O ministro Katz respondeu às mensagens de mídia social contra ele, rejeitando as críticas, dizendo que eram politicamente motivadas e "hipócritas".

"Por que você não pede a Bougie Herzog (líder da União Sionista) para se comprometer a não participar de um governo que não vai mudar o status quo (entre secular e religioso em Israel)", disse Katz. "O desfile hipócrita por você e seus amigos de esquerda, que desenham seus contracheques a partir de grupos de combate para o transporte público," foram revelados nas últimas eleições, e receberam a resposta adequada nas assembleias de voto."

À luz da indignação pública, os parlamentares de esquerda do partido Meretz apresentaram uma legislação que permitisse o transporte público no sábado e feriados. A deputada Tamar Zandberg, do partido Meretz, disse que a questão deve ser a principal prioridade do novo Knesset, porque é uma questão de justiça social, econômica e ambiental.

Description: http://www.localnomad.com/pt/blog/wp-content/uploads/2013/08/shabat-israel-telaviv-s%C3%A1bado.jpg

"Governos israelenses tomaram o direito da livre circulação de quem não possui um carro, por dois meses a cada ano", explicou Zandberg."Não ter transporte público no Shabat é o obstáculo central para ter transporte público de alta qualidade. "Katz e a recusa do governo para fornecer um serviço necessário por causa do status quo vai contra a sua posição pública", acrescentou ela.

De acordo com Zandberg, Katz e os governos passados ??"recusaram-se a prestar um serviço público necessário por causa do arcaico e irrelevante status quo" sobre religião e Estado. "Não há nenhuma ligação entre um Estado Judeu e a coerção religiosa", disse ela, acrescentando que se água e eletricidade são fornecidas no sábado, o transporte público também pode ser.

 

 
 


IRANIANOS PROTESTAM CONTRA ASSÉDIO DE JOVENS NA ARÁBIA SAUDITA


Centenas de pessoas participaram de uma manifestação em frente à embaixada saudita, em Teerã, para protestar contra o alegado assédio sexual contra jovens iranianos pela polícia saudita.

A agência oficial de notícias IRNA disse que cerca de 500 pessoas se reuniram em frente à embaixada, no nordeste de Teerã, em um protesto que não tinha sido autorizado pelas autoridades.

A mídia informou que dois adolescentes iranianos, que tinham ido em peregrinação a locais sagrados na Arábia Saudita, haviam sido assediados sexualmente pela polícia no aeroporto do Mar Vermelho de Jidá, quando se preparavam para voltar para casa.

O suposto incidente ocorreu há vários dias, informou a mídia, sem dar uma data exata.

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A televisão estatal disse que o Irã convocou os sauditas para apresentar uma queixa oficial e exigiu que o caso fosse levado aos tribunais.

O vice-chanceler Hassan Ghashghavi disse à emissora estatal que os dois policiais sauditas haviam sido presos.
Do lado de fora da embaixada saudita, manifestantes gritavam slogans hostis ao reino do Golfo sunita e exigiam que as autoridades, de maioria xiita, terminassem com a missão diplomática no Irã.

"Que vergonha. Saia do nosso solo", os manifestantes gritavam enquanto forças de segurança cercavam a embaixada.

Os manifestantes também exigiram que os policiais sauditas, que participaram no alegado assédio sexual, fossem punidos.

Os laços entre Irã e Arábia Saudita estão tensos e este incidente reforçou as relações de tensão entre as duas potências do Oriente Médio, que já estão divididas sobre o conflito na Síria e no Iêmen.

As relações têm piorado desde que a coalizão, liderada pela Arábia Saudita, lançou no mês passado uma campanha aérea contra rebeldes xiitas no Iêmen.

Teerã, que nega ter armado os rebeldes Huthi, denunciou a campanha da Arábia, com o líder supremo Ali Khamenei alertando contra o que ele chamou de "atos criminosos".

Autoridades sauditas disseram que impediram um avião que transportava 260 peregrinos iranianos de aterrar no reino, dizendo que os operadores das linhas aéreas não tinham pedido uma autorização para entrar na Arábia Saudita
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SOBREVIVENTES LEMBRAM OS 70 ANOS DO FIM DE BUCHENWALD


Um grupo de cerca de 80 sobreviventes e veteranos chegou, na semana passada, ao local do campo de concentração nazista de Buchenwald para marcar o 70º aniversário da sua libertação.

Description: American Jewish Joint Distribution Committee

O acampamento, localizado perto de Weimar, foi libertado pelas tropas norte-americanas em 11 de abril de 1945, quando 21.000 prisioneiros, muito magros e perto da exaustão, foram libertados.

Um minuto de silêncio foi realizado na praça principal do campo, após o qual os participantes - incluindo três veteranos do exército dos EUA - participaram de um evento comemorativo no Teatro Nacional de Weimar.

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Veteranos idosos declararam que o mundo nunca deve permitir que os horrores do nazismo desapareçam da memória.

"Eu vejo aqui onde era o quartel, uma pilha de cadáveres, isto está em sua memória para sempre", disse o sobrevivente de 86 anos, Henry Oster.

"Quando alguém pergunta como era Buchenwald, você vê imediatamente os corpos mortos na memória."

Cerca de 56.000 pessoas morreram em Buchenwald, inaugurado em 1937 pelos nazistas para o internamento de judeus, ciganos, homossexuais e opositores políticos. Foi o maior campo de concentração em solo alemão.

Presos morreram de frio ou de fome e milhares foram assassinados.

 

 
 

O Problema Iraniano


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Por Andre Lajst


Por razões óbvias e legítimas Israel não vê um acordo entre as potências ocidentais e o Irã com bons olhos.

Os pontos de entendimento assinados na Suíça, no mês passado, podem se transformar tanto em um acordo péssimo, como em um acordo excelente. Qualquer um dos dois resultados dependerá do que virá após muitos anos de um possível acordo.

Porém, é completamente compreensível a preocupação israelense em ver seus aliados mais próximos no mundo, negociando com o regime dos Aiatolás.

O Irã é o país que mais investe em terrorismo no mundo; é o único país na atualidade que ameaça abertamente Israel e seu direito de existir; é um dos únicos países que não somente possui grupos radicais em seu território, como também possui uma política oficial de ações de terrorismo ao redor do mundo, comandadas pela Força Al Quds das guardas revolucionarias da Revolução Islâmica. Ou seja, um Ministério do Terrorismo dentro do próprio governo.

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Estes fatos não ameaçam diretamente os países ocidentais que negociaram com o Irã recentemente, porém ameaçam Israel aberta e diretamente.

Se um acordo não for assinado em junho (tempo limite para que todos os detalhes técnicos sejam revisados e mutuamente endossados pelas partes) as seguintes opções poderiam vir à tona: um ataque militar ocidental ao programa nuclear iraniano, que atrasaria seu desenvolvimento, de 1 a 3 anos. Uma ação militar deste tipo destruiria fisicamente equipamentos e instalações, porém não destruiria o conhecimento de produção, nem tão pouco a motivação dos seus criadores. Muitos dizem que um ataque militar aceleraria o processo de desenvolvimento durante a reconstrução do programa.

Outra opção é o aumento das sanções econômicas que já chegaram a níveis altíssimos e sufocaram a economia do país persa, de 30 a 40% do seu PIB original. Mas, ainda assim, não conseguiram brecar seu programa nuclear.


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Hoje, o Irã tem mais centrífugas do que tinha há cinco anos e, há cinco anos, possuíam mais centrífugas do que possuíam há dez anos. Ou seja, em outras palavras, sanções econômicas prejudicam a população que, na teoria, pressionaria o governo a rever seus projetos e intenções. Algo que na nossa concepção é lógico mas, parece que em Teerã não se pensa assim. Os maiores avanços no programa nuclear foram feitos sob fortes sanções.

Dito isto, chegamos enfim a um entendimento do que poderá se transformar em um acordo.

Obviamente não é um acordo bom, porém, se o mesmo for cumprido de forma fidedigna e transparente, baseando-se em verificações e não em confiança mútua (se os inspetores conseguirem ter acesso a tudo que o próprio acordo diz e não houver troca de termos no meio) o programa nuclear do Irã terá efetivamente uma trava.

O que o mundo precisa agora decidir é como lidar com um Irã, teoricamente respeitoso a um acordo nuclear, porém igual e eventualmente pior no seu comportamento local em apoio a grupos terroristas, como o Hezbollah.
As potencias do mundo estão interessadas em chegar a um acordo, mas não podem fechar os olhos após o mesmo ser efetivado, para as práticas deste país. Se nos importamos com a paz na região, o problema iraniano precisa ser resolvido, e não estou me referindo somente ao problema nuclear. Falta agora, todo o resto.

Andre Lajst - Diretor Executivo – Hillel Rio e especialista em Oriente Médio e Segurança Nacional.

 

 
 


MORREU HERÓI JUDEU DA RESISTENCIA FRANCESA


Jean-Louis Cremieux-Brilhac, membro da Resistência Judaica Francesa e encarregado da propaganda durante a Segunda Guerra Mundial, morreu com 98 anos.

Ele morreu em sua casa em Paris, disse seu filho Michel Cremieux, sem especificar a causa da morte.


Description: Jean-Louis Cremieux-Brilhac (photo credit: YouTube screen cap)


Cremieux-Brilhac viveu a história como um soldado e diretor de transmissões da rádio França Livre, em tempo de guerra. Mais tarde, ele escreveu e falou sobre a história - ajudando a criar La Documentation Française, editora estatal da França, contando suas experiências de guerra. Em seus escritos históricos ele elogiou a ajuda da Grã-Bretanha em libertar a França ocupada.

Jean-Louis Cremieux nasceu no subúrbio parisiense de Colombes, em uma família judia que viveu no sudeste da França durante séculos. Seu nome de código, "Brilhac", foi acrescentado depois que ele se tornou um combatente da resistência. Ele se juntou a um movimento de intelectuais anti-fascistas na França, na década de
1930.

O gabinete do presidente francês, François Hollande, disse em um comunicado que ele era um "herói" da luta francesa contra o nazismo.

Capturado pelos nazistas e enviado para a Alemanha, Cremieux-Brilhac escapou e fugiu para a União Soviética, apenas para ser mantido como prisioneiro de guerra. A invasão nazista da União Soviética, em 1941, levou a cooperação Soviética com expatriados das forças do general Charles de Gaulle, e o lutador da resistência foi liberado para viajar a Londres, em setembro. Ele tornou-se um oficial de ligação da resistência, e de apoio com a BBC, ganhando o seu nome-código.


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"Depois de 15 meses sem um dia de liberdade, ele entrou para a França Livre, em Londres. Foi quando Jean-Louis Cremieux tornou-se 'Brilhac' - um nome que simboliza a sua resistência ao nazismo e nunca iria deixá-lo", disse o Ministério da Defesa em um comunicado. O palácio presidencial disse que ele foi uma das primeiras pessoas a falar sobre as câmaras de gás nazistas.

Como historiador, Cremieux-Brilhac rompeu com "uma certa tradição gaullista de que a França libertou-se por suas próprias forças", disse Laurent Theis, a editora de Edições Perrin. "Ele sublinhou a contribuição decisiva da Grã-Bretanha e da dívida que o nosso país teve com eles."

Em um colóquio, em novembro de 2012, Cremieux-Brilhac contou seus esforços nas campanhas de comunicação fora da Grã-Bretanha, e como foi gigante na Resistência. Jean Moulin, em 1942, convidou-o a criar um serviço secreto documentado como "um pequeno manual de sabotagem" - com as capas feitas para terem o aspecto de tabelas com os horários de trem ou livros de aniversário, na França ocupada.

"No tumulto da história, ele viveu uma vida exemplar de compromisso e dever", disse o comunicado presidencial.

Cremieux-Brilhac deixa três filhos, cinco netos e três bisnetos, disse seu filho. A cerimônia fúnebre, com a presença de Hollande, aconteceu em Invalides, museu militar da França.

 

 
 


ESPANHA PRENDE JIHADISTAS QUE PRETENDIAM PROMOVER ATENTADOS ANTISSEMITAS


Um juiz mandou prender sete jihadistas suspeitos em um caso envolvendo supostas discussões sobre como efetuar um atentado em uma livraria judaica, em Barcelona.

Outros potenciais alvos do grupo incluíam sinagogas e edifícios públicos na região da Catalunha, disse o magistrado em um relatório depois de receber informações de procuradores. 

O grupo também planejava decapitar uma pessoa em uma rua pública, semelhante a um ataque em Londres em 2013, informou a imprensa citando promotores do Tribunal Nacional.

Os membros da célula planejavam colocar a vítima em um macacão laranja, como usa o grupo militante Estado Islâmico e matar a pessoa na frente das câmeras, segundo divulgado pela agência de notícias EFE e outros meios de comunicação.

Description: Spanish Civil Guard carry evidence and effects seized from people suspected of links to Islamic

A célula espanhola, que foi liderada por um cabeleireiro, também planejou sequestrar um diretor de banco e exigir um resgate e havia recrutado militantes do Estado Islâmico na Catalunha, diziam os relatórios.

Autoridades apreenderam uma granada, facas, espingardas, munições e produtos químicos que podiam ser utilizadas para a fabricação de bombas, durante as buscas que se seguiram a 11 detenções na região de Catalunha Nordeste, segundo disse o juiz Santiago Pedraz em um relatório. 

Os suspeitos, principalmente da cidade de Terrassa, a cerca de 30 minutos de carro de Barcelona, ??tinham formado um grupo que chamaram de "Irmandade Islâmica para o Jihad" que estava ligado ideologicamente ao grupo Estado Islâmico, disse o relatório.

Três dos detidos foram libertados por Pedraz e um suspeito de 17 anos de idade, com identidade paraguaia há 8 anos, foi enviado para um centro de detenção juvenil. Seis dos sete adultos presos eram homens com cidadania espanhola; a sétima era uma mulher marroquina.

Imagens de um hotel em Barcelona, uma delegacia de polícia e um centro comercial foram encontradas no celular do homem que falou sobre a livraria.

A polícia regional da Catalunha acompanhava os membros do grupo por mais de um ano.

O ministro do Interior paraguaio Francisco de Vargas disse que as autoridades estavam preocupadas com a vivência que um jovem com raízes paraguaias tinha passado.

Não há indícios de que ele entrou em contato com grupos extremistas no Paraguai, quando era mais novo, disse Vargas. Mas as autoridades paraguaias decidiram como medida de precaução intensificar as patrulhas na chamada Tríplice Fronteira, parte do Paraguai que faz fronteira com Argentina e Brasil.

A região da Tríplice Fronteira é conhecida como um refúgio de contrabandistas com uma grande comunidade árabe. Autoridades norte-americanas disseram que é um centro para o financiamento do terrorismo, uma acusação negada pelos três países sul-americanos. 

 

 
 


Menina de 9 anos fica grávida após ser estuprada por militantes do Estado Islâmico


Ela pertence ao grupo religioso minoritário Yazidi e foi solta na semana passada pelo grupo extremista


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POR O GLOBO / COM AGÊNCIAS INTERNACIONAIS

RIO — Uma menina de 9 anos que foi mantida como escrava sexual pelo Estado Islâmico (EI) está grávida depois de ser estuprada por dez militantes, informaram trabalhadores de ajuda humanitária. A menina estava entre os 227 membros da comunidade religiosa Yazidi soltos pelo EI na semana passada no Iraque.

Ela havia sido mantida em cativeiro com outras mulheres e meninas do grupo religioso minoritário, capturadas em junho passado. Na quarta-feira, os reféns soltos chegaram ao Curdistão.

De acordo com o jornal Mirror, milhares de meninas e mulheres foram estupradas, torturadas, forçadas ao casamento e escravizadas pelos militantes.

No caso da menina de 9 anos, o voluntário Yousif Daoud afirmou em entrevista ao “Toronto Star” que a criança corre risco de morte se der à luz.

— Essa menina é tão jovem, tão pequena, que ela morrerá se tiver o filho. Mesmo com cesariana, é muito perigoso. O abuso que ela sofreu a deixou mentalmente e fisicamente traumatizada — disse Yousif.

Assim como ela, diversas moças retornaram grávidas. A maioria apresenta problemas de saúde e sinais de abuso e negligência.

A libertação em massa dos yazidis, sequestrados no ano passado, é a segunda do tipo, depois que cerca de 200 pessoas, principalmente idosos, foram libertados em janeiro.

 

 
 

 

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S

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Jornalista Responsável:
Osias Wurman - MT 14.707
Colaboradores Internacionais: Jerusalém - Daniela Kresch, Budapeste - Judith Klein, Miami - Fernando Bisker, Miami - Nelson Menda
Diagramação: MarketDesign