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MANCHETES DE ÚLTIMA HORA

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Osias Wurman
Jornalista
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“Mensagens de paz”....
Todos esperavam, nas últimas semanas, por novidades no front das negociações secretas para a troca do prisioneiro israelense, Guilad Shalit, seqüestrado pelo Hamas em território de Israel.
A oferta de 1.000 presos palestinos, alguns envolvidos em atos de guerra ou terror, em troca de apenas um soldado, parecia irrecusável.
Mas, como previsões no Oriente Médio não passam de previsões, as negociações estancaram e parecem atoladas em exigências absurdas do grupo fundamentalista.
Quando ninguém esperava por novidades além dos enfrentamentos “regulares”, eis que surge uma nova “arma” palestina, idealizada e produzida na Faixa de Gaza, com requintes de malignidade até aqui inéditos.
Trata-se de barris de madeira, carregados de dinamite embalado em sacos plásticos para evitar a umidade, lançados ao mar com intuído de serem explodidos ao lado de embarcações militares israelenses.
No interior dos barris, detonadores acionados por telefone celular, fariam o ato final do ataque.

Trator robotizado de prontidão na costa de Israel.
Após serem levados pela correnteza marinha, três barris chegaram, nos últimos dias, às costas das cidades portuárias de Ashquelon, Ashdod e Tel Aviv.
Imediatamente foi proibido o banho de mar em toda a costa israelense, desde a área limítrofe à Faixa de Gaza até Tel Aviv, e uma gigantesca busca policial/militar está em andamento.
Acredita-se que existam outros barris perdidos nas águas do Mar Mediterraneo, colocando em risco não só as embarcações militares, mas também barcos e banhistas civis.
Indiscutivelmente, os palestinos são criativos em produzir novas “mensagens de paz”.
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COMUNICADO AOS LEITORES

A direção editorial da Rua judaica deseja esclarecer que todas as opiniões ou juízo de valor, emitidas por seus colunistas ou colaboradores, são de exclusiva responsabilidade dos autores, não representando, necessariamente, a opinião editorial do veículo, de entidades a que pertençam os articulistas, nem às entidades ou países a que possam representar.
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“KADISH” DE RAVEL TOCADO NO PARLAMENTO ALEMÃO

No encerramento da cerimônia em Lembrança das Vítimas do Holocausto, realizada no Bundestag, o Parlamento alemão, um momento de grande emoção foi proporcionado pelo jovem violinista sul-africano Daniel Hope ao interpretar a melodia do “kadish” de Ravel.

Na platéia estava o Presidente de Israel Shimon Peres, visivelmente comovido com a homenagem.

ASSISTA O VÍDEO:
http://www.youtube.com/watch?v=YDFEfV1QPow
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Marais – Ex-bairro Judeu de Paris

Um famoso restaurante kosher no coração do bairro judeu de Paris reabriu suas portas como uma loja de jeans, e é a mais recente perda num distrito histórico que agora serve principalmente a parisienses de tendências modernas e turistas.
Durante décadas o restaurante Goldenberg Pletzl – mais conhecido como "Jô Goldenberg’s" – serviu latkes de batata, sopa de bolas de matzá ou sanduíches de pastrami para os judeus parisienses e turistas no distrito de Le Marais até que fechou, há quatro anos.

O estabelecimento que foi alvo em 1982 de ataque com metralhadora e granada, que matou seis pessoas, reabriu este mês como o "Temps des Cerises" (Tempo das Cerejas), uma loja de jeans com etiquetas de marcas famosas. Tudo o que restou para lembrar aos que lá passam em frente ao famoso restaurante é uma placa vermelha com letras brancas do "Goldenberg Pletzl" na Rua Rosier, que foi um ponto central durante séculos da vida judaica em Paris.
"Os sentimentos são confusos" disse uma vendedora da nova loja. "Algumas pessoas estão felizes porque há uma nova loja aqui, enquanto outros, que lembram o que havia aqui, não ficam muito felizes". Funcionários do governo de Paris tinham lutado para tornar o ‘Goldenberg’ como um local de memória, talvez abrindo lá uma pequena biblioteca, disse Dominique Bertinotti, a prefeita do distrito.
"Os novos proprietários do Goldenberg pediam preços que estavam além da razão" disse Bertinotti. "Era impossível para a cidade obter um arrendamento de longo prazo e foi impossível para a comunidade judaica local alugar o local".
Samuel Adoner Milo que é antigo morador do Marais lamentou a perda e em alguns dias ele tem dificuldade para reconhecer o seu velho bairro. "Olhe, aqui era onde a antiga biblioteca estava" disse Milo num recente passeio recente na rue des Rosiers. "Agora é uma loja da Nike". Com 84 anos de idade o ativista do bairro convenceu funcionários da administração local para colocarem placas detalhando parte da história tal como o cerco dos judeus em julho de 1942 que devastou a comunidade.
"Havia açougues kasher, uma barbearia, tudo isso mudou" disse Milo. "As famílias costumavam morar nestes prédios, mas agora é muito, muito caro morar aqui". Antigamente, um dos bairros mais pobres de Paris, Le Marais caiu vítima da modernidade com o afluxo dos "Bobos" assim chamados os burgueses – boêmios (bourgeois – bohemians) que querem viver em Paris, mas que não podem pagar para morar nas vizinhanças mais chiques. Neste meio tempo, muitas famílias judias se mudaram para os subúrbios de Paris, compraram casas grandes após obterem lucros substanciais com a venda de seus pequenos apartamentos.
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UTILIDADE PÚBLICA – PROCURA-SE


CASO I - Necessito uma informação que poderá me ajudar. Veio de Israel um pedido de uma prima cujo pai me salvou a vida durante uma noite no gueto de Stanislavov. Trata se do seguinte; ela pede que localize no Rio de Janeiro um parente cujo nome é: Sylwio ou Silvio, sobrenome; Rotstein ou Rohstein. Como não tenho a quem recorrer peço se possível a sua ajuda. Desde já agradeço uma possível resposta,
Atenciosamente,
Henrietta (Rita) Braun
INFORMAÇÕES RECEBIDAS
Seria interessante entrar em contato com Silvan Rothstein, talvez ele saiba dar informações.
Vivian Rohricht
Fui contemporâneo de Sylvain Rothstein durante a escola de engenharia da PUC-RJ nos anos 70. Dei uma olhada no Google, e encontrei informações a respeito no link http://br.linkedin.com/pub/sylvain-rothstein/6/127/374. Pode ser que seja a pessoa procurada, verifiquem.
Sergio Iokilevitc
CASO II -O senhor conhece alguém da comunidade judaica de Fortaleza? Uma congregante nossa, chamada Ruth Joseph, esta procurando a prima, chamada Doris Fishman.
E.G. – CALIFÓRNIA-EUA
INFORMAÇÕES RECEBIDAS
Prezados Senhores. Eu conhecia a Doris Fishman. Ela realmente morou em Fortaleza, mas ficou doente, voltou para São Paulo aonde veio a falecer alguns anos atrás. Atenciosamente,
Zeev Tuchmajer
CASO III - Caro Osias, peço-lhe que encaminhe este meu pedido para o departamento adequado pois não se trata de comentário ou informação. Não tive a oportunidade de escrever a respeito durante a homenagem aos judeus de Nilópolis, mas agora o faço pois estou buscando a Sra. Paulina Levin ( Paie), filha de Samuel e Cecilia Levin, ambos já falecidos. Jacob Levin, irmão de Paulina, mudou -se para o Rio bem como a própria Paulina, que hoje deve ter aproximadamente 80 anos, teve um filho Shloimele do primeiro casamento e dois filhos do segundo. Paulina era sobrinha de Ester Bulmasz, grande ativista das Pioneiras. Todos os nomes citados eram de Nilopolis. Gostaria imensamente de obter noticias desta minha amiga e parente tão querida e inesquecível. Agradeço a quem puder me enviar noticias.
Sra. Miriam Finguerman - São Paulo
INFORMAÇÕES RECEBIDAS
Aqui quem lhe fala é o Shloimele " Salomão" , infelizmente mamãe faleceu em junho passado. Jacob está bem. Eu ,meu irmão Sergio e minha irmã Sheila estamos bem. Estou casado, tenho a Shana 25 , Melissa 22 e Allan 19 , o Sergio tem um menino Felipe com 9. Caso queira se comunicar meu e-mail: bielkin@uol.com.br
Shalom ,um beijo Shloimele
RESPOSTA PARA UMA CARTA DE LEITOR
O livro em questão de interesse do Prof. Carlos Gabriel Guimarães, poderá ser comprado pela AMAZON pelo seguinte site :
http://www.amazon.ca/s/ref=nb_sb_noss?url=searchalias%3Dstripbooks&fieldkeywords=
Lucien+Wolf%2C+Essay+in+Jewish+History++with+a+memoir%2C+ed.+by+Cecil+Roth&x=15&y=16
Sylvio Band
CASO DESTA SEMANA
Buenas: Mi nombre es Eduardo Galak y estoy haciendo una investigación sobre Bela Guttman, técnico húngaro de origen judío que tengo entendido que dirigió en Argentina (6 partidos a Quilmes en el `57 y no sé si en algún otro club) y en Uruguay (en Peñarol).La investigación se basa en su historia personal, teniéndolo como ejemplo en persona de la globalización en el fútbol, pero cuyo pasado está asociado a su discriminación por judío. Quisiera saber si pueden facilitarme alguna información o indicarme quien puede o en donde puedo conseguirla. Les agradezco -- Eduardo Galak CONICET/UNLP-CIMeCS - GEEC (Grupo de Estudios en Educación Corporal)
Eduardo Galak
INFORMAÇÕES DEVEM SER ENVIADAS PARA : owurman@globo.com
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Teria o Mossad se Infiltrado no Hamas?

A morte misteriosa de Mahmoud al-Mabhouh no Dubai no mês passado provocou suspeitas no Hamas que iniciou uma investigação interna para determinar se Israel conseguiu se infiltrar nos mais altos escalões do movimento islâmico, revelou na terça-feira um funcionário sênior do Hamas na Faixa de Gaza. "O assassinato de alguém tão sênior quanto Mabhouh tocou uma campainha de alarme no Hamas" o funcionário contou ao The Jerusalem Post. "Apenas algumas pessoas na liderança do Hamas sabiam sobre as atividades secretas de Mabhouh e dos seus movimentos". O oficial disse que muitos membros do Hamas na Faixa de Gaza e na Síria estavam convencidos que o Mossad conseguiu se infiltrar nos mais altos postos do movimento. "Obviamente o assassinato de Mabhouh é uma trapalhada enorme na segurança do Hamas porque mostra que agentes israelenses sentam-se entre os nossos líderes em Damasco".

O dirigente disse que o Hamas também examinava a possibilidade que Israel tivesse se infiltrado nos serviços de segurança da Síria, que são os responsáveis pela segurança dos líderes de todos os grupos palestinos radicais baseados em Damasco, inclusive o Hamas. "Não descartamos a possibilidade que os israelenses ou outra agência de segurança que trabalha com eles recrutaram um oficial sênior da inteligência síria que fornece detalhes sobre os movimentos e localização dos representantes do Hamas e de outros grupos, particularmente o Hezbollah" disse ele. Entretanto o Hamas aparece estar dividido em relação à questão relativa se deveriam atacar alvos israelenses ou judeus em qualquer lugar no mundo para vingar a morte do seu operativo mais graduado. Alguns membros do Hamas advertiram que a "exportação" da luta contra Israel à arena internacional prejudicaria os esforços do movimento na procura do reconhecimento pelo Ocidente.

Um representante do Hamas na Cisjordânia recomendou que o movimento continuasse a seguir o procedimento de longa data de absterem-se de atacar alvos israelenses e judeus fora dos territórios palestinos e de Israel. Ele prognosticou que apesar das ameaças o Hamas não "mudaria as regras do jogo" realizando ataques terroristas no estrangeiro. O "Ministro de Relações Exteriores" do Hamas Osama Hamdan, insinuou que o seu movimento não tem nenhuma intenção de lançar ataques terroristas contra israelenses e judeus ao redor do mundo. "O Hamas não será arrastado para a arena onde os israelenses querem nos levar" disse ele. "O Hamas toma suas decisões de uma maneira equilibrada e de acordo com os interesses do povo palestino". Hamdan que é o representante do Hamas no Líbano disse que seu movimento não toma decisões apressadas baseadas em considerações "emocionais". Logo após culpar Israel pela morte de Mabhouh, diversos membros seniores do Hamas, incluindo Mahmoud Zahar, declararam que o seu movimento procuraria a vingança em outros lugares fora de Israel e dos territórios palestinos. O braço armado do Hamas, Izzadin Kassam, emitiu uma ameaça semelhante.
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Por Daniela Kresch
Jornalista
direto de Tel-Aviv |
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MAIS UMA VEZ HOLLYWOOD
Em outubro do ano passado, eu já tinha escrito neste espaço sobre o filme “Ajami”, ganhador do Prêmio Ofir, o Oscar dos israelenses. Disse que o filme – muito elogiado pelos críticos – surpreendeu ao vencer a película favorita, “Lebanon” (“Líbano”), ganhador o Leão de Ouro no Festival de Cinema de Veneza. Pois na semana passada, “Ajami” foi anunciado como um dos cinco filmes a concorrer ao Oscar deste ano de melhor filme estrangeiro.

É o terceiro ano consecutivo que Israel concorre ao Oscar de melhor filme estrangeiro, uma prova que o cinema israelense vai de vento em popa. Ano passado, o país concorreu com o ótimo “Valsa com Bashir” e, no ano anterior, com “Beaufort”.
Dirigido pelos israelenses Yaron Shani (judeu) e Scandar Copti (árabe), “Ajami” é um filme policial violento, mas com momentos de humor, que tem como cenário Jaffa, uma cidade árabe incorporada a Tel Aviv que hoje é uma espécie de microcosmo da convivência entre judeus e árabes em Israel. Os personagens principais do filme são vividos pelos próprios moradores de Ajami, um dos bairros mais tradicionais de Jaffa. Não são atores profissionais. Talvez por isso, esteja sendo comparado ao brasileiro “Cidade de Deus”.
No dia do anúncio da nomeações ao Oscar, moradores de Ajami comemoraram no Yaffa Café, um dos bares mais famosos de Jaffa (ou Yaffo, em hebraico). A uma estação de rádio, um dos “atores” do filme, já idoso, disse: “Tomara que a gente ganhe. Seria uma alegria em meio a todas as notícias ruins do dia a dia. Colocaria um sorriso nos moradores daqui”.

O filme tem pitadas de política, claro, como qualquer coisa por aqui. Até porque envolve personagens árabes e judeus no coração de Israel. Com a indicação ao Oscar, é possível que a questão política seja enfatizada, mesmo que ela não seja central na história. Na quinta-feira passada, um jornal israelense já começou a dar o tom do que vem pela frente. Parece que a embaixada israelense em Berlim reclamou da maneira como um dos produtores do flme, que é alemão, tem definido “Ajami” na Alemanha. O produtor teria afirmado que o bairro de Ajami é um “gueto palestino” em plena Tel Aviv. A embaixada pediu retratação, alegando que a palavra “gueto” pode dar a impressão de que os árabes-israelenses não têm liberdade de ir-e-vir em Israel. Nada mais longe da realidade.
“Ajami” está bem cotado para ganhar o Oscar. Um dos principais sites de crítica cinematográfica, o Rotten Tomatoes (www.rottentomatoes.com) dá ao filme israelense nada menos do que nota 92 na escala de 1 a 100. A nota, chamada de “tomatometer”, é atribuída levando-se em conta dezenas de críticas publicadas em jornais do mundo todo. Poucos filmes passam dos 90. Para o crítico Jay Weissberg, da revista Variety, por exemplo, “raramente a realidade do Oriente Médio foi tão corretamente filmada numa escala tão íntima”.
Mas, apesar de todo o otimismo, o favorito à estatueta é o alemão “The white ribbon” (“A fita branca”), que explora as raízes do nazismo nos anos pré-Segunda Guerra Mundial. O filme ganhou a Palma de Ouro em Cannes e o Globo de Ouro em Hollywood. Da lista constam também o francês “Un prophet” (“Um profeta”), o peruano “La teta asustada” (“A teta assustada”) e o argentino “El secreto de sus ojos” (“O segredo de seus olhos”).
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Governo Contesta Anulações de Conversões

O Escritório Geral da Advocacia da União arquivou a réplica no Tribunal Superior contra a questão da anulação de conversão afirmando que a decisão dos tribunais rabínicos sobre a anulação retroativa de conversões deveria ser tornada nula e sem efeito. O Estado alega que "falhas fundamentais" podem ser achadas nas decisões dos tribunais regionais rabínicos assim como na decisão do Grande Tribunal Rabínico ao negar vários recursos contra anulações de conversões. O resumo apresentado pelo Estado apontou a falta de um processo apropriado como o principal argumento para a anulação da decisão.

"Nenhuma prova (que apoiasse a afirmação de uma má conversão) foi apresentada e nenhum depoimento adequado foi programado … o tribunal regional rabínico baseou sua decisão em várias correspondências, apesar do fato que as partes não tomaram conhecimento delas e nem a elas foi dada a oportunidade para refutarem as alegações. A falta de um processo adequado e a falta da adequada informação, afirmou o Estado, "infringiu os direitos fundamentais do queixoso para a sua argumentação". O Estado também alegou que decisões de tribunais regionais rabínicos sobre conversões não têm validade real: "As declarações mencionadas nestas decisões, inclusive as referentes às conversões realizadas pelo Rabino Haim Drukman, são genéricas e não podem ser aplicadas às pessoas que não fazem parte dos processos". "Além do mais, não podem ser considerados como obrigatórias, nem legalmente nem como haláchicas".
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FUTURA LEITORA DA RUA JUDAICA NOS EUA


Gostaríamos de compartilhar com todos nossos amigos a felicidade do nascimento de nossa quinta filha- Blime Zissy Benjoya - Que nasceu, Le Mazal Tov, na última terça feira dia 26/01 aqui em Nova York.
Que possamos sempre compartilhar boas notícias,
Rachel Benjoya – Nova Iorque - EUA
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COMERCIAL DO ITAÚ INSPIRADO NO ORIENTE MÉDIO

O novo comercial do Banco Itaú, produzido pela agencia Africa, mostra uma cena típica de Jerusalém Oriental, onde árabes e judeus vivem guardando suas tradições. A mensagem do banco visa mostrar que o futebol é paixão na região e serve para unir os diferentes.

ASSISTA O VÍDEO:
http://www.youtube.com/watch?v=2ZuPk4vwNck
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DESTRUÍDOS TÚNEIS CLANDESTINOS NA FRONTEIRA DE GAZA


Palestinos caminham ao lado de um túnel para contrabando de mercadorias
destruído por um ataque aéreo de Israel. O local que fica na fronteira entre
o Egito e a faixa de Gaza
A aviação israelense atacou na noite de terça-feira os túneis de contrabando no sul da Faixa de Gaza, o que deixou pelo menos três feridos, anunciaram fontes dos serviços de segurança e médicos palestinos. Os aviões israelenses bombardearam pelo menos alvos perto da cidade de Rafah, no sul da Faix de Gaza, indicaram as fontes, que temem que outras pessoas tenham ficado soterradas nos túneis atacados. O Exército de Israel confirmou os ataques contra dois alvos: "um túnel destinado à infiltração de terroristas em Israel e um túnel de contrabando de armas". Fontes militares afirmaram que os ataques são uma "resposta às recentes tentativas de ataque por mar contra Israel e aos recentes disparos de foguetes".
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Cosméticos de Israel Lançados em Paris

Ronit Raphael lançou sua linha suíça de produtos de beleza L. Raphael no Spa do Four Seasons Hotel George V em Paris. Esta é a primeira introdução da marca no mercado francês e acontece depois de um ano de atividades no spa do Gstaad Palace Hotel no resort suíço de Gstaad, onde – de acordo com Raphael – a participação da marca é de aproximadamente 52% de todas as vendas para tratamentos em spas.

Ronit Raphael, uma marca nos campos de cosméticos e tratamentos paramédicos já existe em Israel por mais de 20 anos. A marca suíça de Raphael foi lançada com êxito em Genebra em 2005 com a abertura do "hall da beleza" na Rue du Rhône, um das ruas de compras da cidade, e até agora tem tido êxito nas vendas na Suíça, Rússia e Israel.
A linha dos produtos de beleza foi desenvolvida em laboratórios suíços sob a supervisão de Prof. Shinitzky, chefe do departamento de pesquisas e desenvolvimento da Ronit Raphael e é um bioquímico especializado no estudo das membranas da célula. A linha inclui quatro sistemas de beleza para tipos diferentes de pele e tem o objetivo de completar a série de tratamentos nos centros de beleza da Ronit Raphael em Israel e na Europa e maximizar os resultados do tratamento mesmo depois do retorno do cliente para casa.
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Ahmadinejad Prende Reféns Americanos Para Troca

O Presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad sugeriu na terça-feira numa entrevista na TV que o Irã colocaria em liberdade três turistas americanos que faziam caminhadas em troca de iranianos atualmente nas prisões americanas. O Irã também disse que estava pronto para enviar o seu urânio para outros países para enriquecimento adicional conforme foi solicitado pela ONU. Ahmadinejad disse que Irã não teria nenhum "problema" para entregar o seu urânio de baixo enriquecimento para o Oeste e recebê-lo de volta vários meses mais tarde quando estiver enriquecido a 20%. A decisão é uma importante mudança na posição iraniana sobre o assunto.

Shane Bauer, Sarah Shourd e Josh Fattal, os três turistas
americanos presos no Irã; presidente defende ação contra jovens
Ahmadinejad disse que atualmente havia negociações sobre a possibilidade da troca dos turistas que faziam caminhadas por iranianos nos Estados Unidos. Shane Bauer, Sarah Shourd e Josh Fattal caminhavam na região do Curdistão no norte do Iraque em julho quando acidentalmente cruzaram a fronteira, as suas famílias informaram. "Existem algumas conversações em andamento para uma troca, caso seja possível" informaram, explicando que havia vários iranianos presos durante anos sem acusações nas prisões dos EUA. "Recentemente eles (os EUA) enviaram recados e nós respondemos para trazerem (os iranianos), trazer estas pessoas (os caminhantes). Temos a esperança que todos os prisioneiros sejam libertados".
Ahmadinejad não mencionou qualquer caso específico, mas um dos principais promotores do país em dezembro ressaltou preocupações em relação a 11 iranianos nas prisões dos EUA. O Irã divulgou uma lista de 11 iranianos que afirmam que estão presos nos EUA, inclusive um cientista nuclear, que desapareceu na Arábia Saudita e um ex-funcionário do Ministério de Defesa que desapareceu na Turquia. A lista também inclui um iraniano preso no Canadá sob a acusação de tentar obter tecnologia nuclear. O Vice-presidente americano Joe Biden disse na terça-feira que os líderes do Irã "estavam plantando as sementes da sua própria destruição" pela dura repressão contra manifestações antigoverno. "O povo do Irã está pensando, e estas mesmas pessoas estão marchando, e pensam sobre uma mudança de regime" Biden afirmou à MSNBC quando perguntado se era o ocasião para uma "mudança de regime" no Irã depois dos esforços do Presidente Barack Obama para cativar a república Islâmica, que porém não tinham conseguido fazer progressos. "Quando agiram como fizeram, quando surgiu o primeiro protesto e as pessoas foram brutalizadas, eles perderam a credibilidade moral no seu próprio país e por toda a região" Biden afirmou.
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FESTIVAL DE FILMES JUDAICOS DE PUNTA DEL ESTE


O Documentário Novos Lares é o único filme brasileiro, entre as 22 produções da mostra oficial, do VII Festival de Filmes Judios de Punta Del Este, que acontece entre 6 e 11 de fevereiro no Balneário uruguaio.
Veja em: http://www.ficju.com/index.php?opt=peliculasEsp
Alemanha – 2 filmes, Argentina – 6 filmes, Brasil –“ Novos Lares”, Canadá – 1 filme, Espanha – 1 filme, Estados Unidos – 3 filmes, França – 3 filmes, Israel – 3 filmes, México – 2 filmes

Certificado que o filme “Novos Lares” recebeu do Festival de Ashkelon, Israel.
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UNIVERSIDADE DO CAIRO MOSTRA AVANÇO DO ISLAMISMO


As fotos dos graduados da Faculdade de Artes – Departamento de Inglês em 1959, 1978, 1995 e 2004, mostram a proporção de mulheres que usam o hijab (véu).
http://docs.google.com/View?id=dgrs242_128g3kth58q
Class of 1959

Class of 1978

Class of 1995

Class of 2004

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Cerca de Segurança de Israel

Uma estimativa atualizada das IDF indica que a cerca de segurança que circunda a Cisjordânia somente estará completa em 2020. Mas muitas das seções principais já foram concluídas o que possibilitará uma diminuição adicional dos recursos humanos posicionadas na área. Por outro lado, um número de regiões, principalmente aquelas perto da parte sul do Monte Hebron, onde ainda não tiveram inicio, poderão se tornar um campo fértil para células de terroristas.

Da perspectiva das IDF a notícia boa é que no próximo ano a cerca estará construída ao longo da rota ocidental, perto da vizinhança de Jerusalém. Até o fim de 2010 haverá uma cerca contínua de Tirat Zvi no norte, através de Ein Yael até Metzudat Yehuda. Um funcionário sênior das FDI na terça-feira informou que a cerca teve uma participação significativa na diminuição do número de tropas utilizadas para o combate do terrorismo. No próximo ano haverá uma diminuição adicional dos recursos humanos posicionados na arena que será o mais baixo da década. Isto permitirá que as IDF tenham muito mais flexibilidade no treinamento dos soldados no serviço compulsório e uma redução da mobilização operacional dos reservistas. A notícia menos animadora é que o projeto completo da cerca não será terminado até 2020 – em outras palavras, 18 anos depois que o governo de Sharon decidiu pô-lo em ação.
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Lembrança do Holocausto e futuro sem ódio

A Congregação Israelita Paulista (CIP), em conjunto com a Federação Israelita do Estado de São Paulo (Fisesp), promoveu no último dia 29/01 cerimônia alusiva ao Dia Internacional de Recordação das Vítimas do Holocausto. O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, o governador do Estado, José Serra, o secretário Geraldo Alckmin, os vereadores Floriano Pesaro e Gilberto Natalini e a deputada Celia Leão, entre outras autoridades políticas, lideranças comunitárias e sobreviventes do Holocausto, participaram do ato na sinagoga da CIP.

Alckmin e Kassab são recebidos por representantes da CIP e Fisesp
Abraham Goldstein, co-presidente nacional da B`nai B'rith esteve presente ao evento, junto com diversos membros da entidade. A cidade de São Paulo faz a sua parte ao perpetuar, através dessa lei, a lembrança de tal atrocidade. A lembrança é um importante instrumento de defesa, para que esse fato marcante e histórico jamais volte a acontecer", disse o prefeito paulistano.

José Serra com lideranças da comunidade
Para José Serra, o Dia de Recordação das Vítimas do Holocausto serve para "lembrar que o genocídio ali ocorrido agride não só uma parcela, mas toda a humanidade". O governador, em seu discurso, também rechaçou toda e qualquer forma de política que tenha o ódio como condutor.
Ao final do ato solene, foi feita uma oração em homenagem às vítimas do Holocausto e também pelas vítimas das tragédias naturais ocorridas no mundo. Discursram também Walter Feldman, Secretário de Esportes e Claudio Lottenberg, presidente da Confederação Israelita do Brasil (Conib), que destacou: "negar o Holocausto é inaceitável. Temos a obrigação de não poupar esforços para combater toda e qualquer forma de racismo e de intolerância. Devemos nos empenhar para garantir às nossas crianças um futuro sem ódio".
Fonte: Fisesp/B`nai B`rith
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Bônus de Israel Negociados em NY

O Ministro de Finanças Yuval Steinitz assinará um acordo esta semana possibilitando ao governo israelense que títulos em dólar emitidos em 2009 sejam listados para transações em Nova Iorque, informou o ministério no domingo. Steinitz assinará o acordo na terça-feira junto com o contador geral do ministério, Shuki Oren. Até agora os títulos eram negociadas somente entre bancos de investimento, o que limitava os volumes das transações.

"A inclusão dos títulos na listagem da Bolsa de Valores de Nova Iorque, que é a maior bolsa do mundo, aumentará o acesso dos títulos israelenses para todos investidores e corretores, inclusive investidores privados e desta forma aumentando o volume das transações" declarou Steinitz.
Em março de 2009 Israel emitiu US$ 1,5 bilhões de títulos em dólar com vencimento para 10 anos com a taxa de 5,19% e que foi a maior oferta de todos os tempos de Israel baseada na sua própria avaliação de crédito nos mercados internacionais. A procura atingiu US$ 12 bilhões.
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CONVITE DE LEITOR

Meu avô, Salomão Lerner nasceu em Iedenitz, na Bessarábia, em 1886 - faleceu em São Paulo em 1953, com apenas 67 anos.
Em sete de março próximo, as 11h30, junto a sua sepultura, no Campo Santo de Vila Mariana, em São Paulo, haverá a cerimônia de seu Yurtzait (57 anos). A prestigiosa presença do Professor Nelson Rozenchan como celebrante, trará muita honra a nossa família e aos nossos amigos.

O evento marcará também o centenário da chegada de Salomão Lerner ao Brasi l, a São Paulo e ao Bom Retiro - um dos primeiros (se não o primeiro) judeus a estabelecer-se nesse distrito que, anos mais tarde tornar-se-ia o "bairro judeu" da metropole paulistana. Incontáveis atos de benemerência e dedicação a comunidade fizeram dele um ícone da coletividade judaica em São Paulo!
Foi fundador da EZRA - Sociedade Beneficente Amigos dos Pobres - que cuidava de todas as etapas da vinda dos imigrantes judeus pobres da Europa ao Brasil, desde a carta de chamada, o desembarque no porto de Santos, o primeiro alojamento no bairro do Bom Retiro, o curso de português e o encaminhamento para um emprego. Ajudou na constituição e foi diretor da Cooperativa de Crédito Popular do Bom Retiro. Foi fundador também do Lar dos Velhos, depois Lar Golda Meir, hoje Residencial Albert Einstein.
Deixou um legado inconteste, apesar de ser pouco reconhecido...
Nossa família, já na 5a. geração no Brasil, pretende resgatar sua memória, fazer justiça a esse homem que deixou marcas indeléveis em nossa história!
Eduardo Berger, médico, cirurgião de aparelho digestivo e, apesar dos 65 anos de idade, tenho intensa atividade profissional e didática
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Exemplo no Cuidado das Árvores e Florestamento

Uma pesquisa contratada pelo Fundo Nacional Judaico revelou que 80% dos israelenses desejam plantar uma árvore enquanto que 71% já plantaram. Numa amostra estatística de 500 pessoas, 27% disseram que associavam o plantio das árvores com paisagens verdes; aproximadamente 25% citaram o ar puro e limpo como vantagem, ao passo que 21% disseram que o plantio lembra para eles o Tu B'Shvat. A maioria dos pesquisados percebem o Fundo Nacional Judaico como um órgão oficial que promove o plantio das árvores e a manutenção das florestas de Israel. O Jewish National Fund (JNF) tem o objetivo de plantar sete milhões de árvores nos próximos 10 anos para a absorção do dióxido de carbono e no apoio da luta contra o aquecimento global. Com este propósito criou um projeto em três centros em Israel, além de outra iniciativa cuja parte dela é o fornecimento de sementes de árvores e de plantas novas para as autoridades locais.

Também se pode encomendar online o plantio de uma árvore, no site KKL-JNF, como parte de um projeto que até aqui já possibilitou o plantio de 50.000 árvores, solicitadas por mais de 10.000 doadores de 43 países de todas partes do mundo. Effi Stenzler que é o Presidente do JNF Mundial disse que "os resultados da pesquisa demonstraram o que nós já há muito tempo suspeitamos. As pessoas desejam plantar, e, portanto este ano nós estamos embarcando numa campanha que conclama ao público para virem e plantarem árvores conosco", e assinalou que no próximo feriado de Tu B'Shvat o público será convidado para visitar os centros do JNF para plantarem árvores ou solicitarem o plantio através do site. Stenzler acrescentou que Israel é o único país no mundo que tem mais árvores agora que há 100 anos atrás. Em 1901, o ano em que o JNF foi fundado, Israel tinha somente 14.000 dunam (aproximadamente 3.500 acres) de terra com florestas. Em 1980 a área cobria 556.000 dunam e atualmente Israel tem 855.663 dunam de áreas cobertas com árvores. O JNF já plantou mais de 240 milhões de árvores em seus anos de existência. "A cada ano o JNF planta uma média de 15-20,000 dunam. A época de plantio vai de outubro até o final de março" informou Stenzler. Além das atividades de plantio o JNF também mantém estudos sobre florestamento e ecologia e recebe delegações de várias partes do mundo interessadas na aprendizagem sobre métodos de plantio em condições secas e proteção de florestas.
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Irã anuncia lançamento de terceiro foguete espacial


O Irã anunciou nesta quarta-feira o lançamento bem-sucedido de seu terceiro foguete de fabricação nacional, o Kavoshgar-3, e anunciou que vai iniciar três novos projetos para a construção de satélites de telecomunicações. O Ocidente vê com ressalvas estes lançamentos e teme que o que Teerã diz ser um programa espacial esconda intenções militares. O foguete leva uma cápsula experimental que permite enviar um ser vivo ao espaço e foi lançado nesta quarta-feira de um lugar não revelado do país. "O Irã testou com êxito o foguete espacial Kavoshgar-3, de fabricação local, que transporta uma cápsula experimental", informou o canal de televisão iraniano em língua árabe Al-Alam. A emissora exibiu imagens do interior da cápsula que teriam sido enviadas a partir do espaço. A cápsula levou vários animais, incluindo um rato, minhocas e tartarugas. Também exigiu imagens do foguete em voo feitas, ao que parece, da cápsula. As imagens mostraram a separação entre o foguete e a cápsula. O lançamento do Kavoshgar-3 faz parte de um programa espacial ambicioso do Irã, que causa preocupações entre as potências ocidentais por usar a mesma tecnologia de lançamento e cápsulas de pesquisas usadas para lançar ogivas. O ministro de Defesa, general Ahmad Vahidi, que anunciou o lançamento, não deu detalhes sobre os objetivos do lançamento. Nos últimos dois anos, o Irã lançou dois foguetes ao espaço com equipamento científico para captar informação sobre o clima. Teerã já disse ter como objetivo monitorar desastres naturais na nação suscetível a terremotos e melhorar suas telecomunicações. Autoridades iranianas também falam dos satélites utilizados pelos americanos para vigiar seus vizinhos Afeganistão e Paquistão e diz precisar de tecnologia semelhante para sua própria segurança. O Irã também revelou nesta quarta-feira a intenção de lançar um foguete de fabricação própria Simorgh, assim como três satélites de fabricação própria. Autoridades dizem que o Simorgh pode carregar um satélite de cem quilos a até 500 quilômetros da Terra.
(da Folha Online)
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Jornalista Responsável: Osias Wurman - MT 14.707
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Colaborador Especial: Jaime G. Christof
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