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  Edição 372    Diretor / Editor: Osias Wurman Sexta, 29 de agosto de 2014

 

MANCHETES DE ÚLTIMA HORA

 

A organização terrorista al-Qeada lançou uma cartilha para seus agentes jihadistas detalhando como fazer bombas caseiras e recomendando alvos ocidentais para atacar, segundo o Instituto MEMRI relatou. Entre as metas recomendadas estão o Times Square, em Nova York, cassinos e casas noturnas em Las Vegas, os petroleiros ocidentais, trens lotados e bases da Força Aérea dos EUA. Na Grã-Bretanha, o guia recomenda atacar a gigante do varejo Marks & Spencer - mas apenas às sextas-feiras, quando os muçulmanos rezam e, portanto, não compram na loja. Outros alvos britânicos recomendados incluem a Academia Real Militar e a sede londrina do MI5. Em todo o mundo, o livreto recomenda como alvo empresas israelenses, britânicos e americanos, bem como estâncias turísticas mais populares entre os israelenses, britânicos e norte-americanos. A brochura inclui uma longa lista de ataques terroristas do passado, com elogios aos autores. Entre outros, a lista inclui o assassinato de Meir Kahane, em 1990, o ataque terrorista ao World Trade Center (9/11), em 2001, o ataque em 2002 em Mombasa, no Quênia, o tiroteio de Fort Hood, a tentativa de atentado no Times Square e o bombardeio do ano passado na maratona de Boston.


Uma pesquisa realizada na Alemanha, Reino Unido e na França descobriu  preocupantemente que o Estado Islâmico pode ser mais popular na Europa Ocidental do que se pensava originalmente. A pesquisa , conduzida pela ICM Research, em nome da agência de notícias russa Rossiya Segodnya, informou que 2% dos alemães, junto com 7% dos britânicos e 16% dos inquiridos franceses, afirmou ter "muito favoráveis" ou "um pouco favoráveis" visualizações do califado islâmico. Os governos europeus acham a crescente popularidade alarmante, como um número sem precedentes de seus cidadãos deixando o continente para se juntar a grupos extremistas no Iraque e na Síria. Especialistas em segurança já manifestaram a preocupação de que os jihadistas caseiros podem voltar para casa mais radicalizados e ansiosos para realizar ataques terroristas em seu próprio solo.

 


O exilado chefe político do Hamas, Khaled Mashaal ameaçou retomar a luta contra Israel se as exigências dos palestinos não foram cumpridas e disse que Gaza nunca vai desarmar suas armas "sagradas". "Existem os foguetes e túneis; se as negociações fracassarem e houver necessidade, vamos voltar à resistência até que alcancemos nossos objetivos", disse em conferência de imprensa, no Qatar. O acordo de cessar-fogo teria sido imposto à Mashaal pelos líderes do grupo terrorista baseados na Faixa de Gaza, que insistiam em chegar a um acordo.



O governo dos EUA está supostamente trabalhando para apresentar ao Conselho de Segurança da ONU uma proposta global sobre a desmilitarização da Faixa de Gaza, segundo a imprensa libanesa. Fontes diplomáticas na ONU disseram a repórteres do jornal libanês An-Nahar que a proposta prevê o desarmamento de todos os grupos militantes e terroristas no enclave controlado pelo Hamas, deixando a Autoridade Palestina como a única força armada. Nos termos da proposta, todos os túneis entre a Faixa de Gaza e Israel e Egito serão destruídos, segundo a Radio Kol Israel relatou. A proposta será apresentada ao Conselho de Segurança após negociações sobre questões-chave entre representantes israelenses e palestinos, que estão marcadas para o próximo mês, no Cairo, segundo a Rádio Kol Israel. As questões incluem exigências do Hamas para um levantamento mais amplo do bloqueio à Faixa de Gaza - imposto por Israel e Egito, para impedir que o Hamas traga armamentos -, bem como para a construção de um porto e um aeroporto, e a libertação de prisioneiros palestinos.




Osias Wurman
Jornalista


TÓPICOS ANALÍTICOS DO CONFLITO EM GAZA

- O sistema Iron Dome funcionou esplendidamente e foi o grande “herói” deste conflito;  3 dos 4 civis israelenses e a maioria dos soldados que morreram, foram atingidos por morteiros, que tem um alcance máximo de 8 km; os foguetes e mísseis do Hamas falharam dramaticamente em seu intento terrorista de destruição material e de provocar perdas humanas.

- A liderança de Israel optou, desde o inicio, e continua implementando gradualmente, o objetivo de reestabelecer a “deterrence” (dissuasão) por muito tempo, sem reocupar Gaza – o que só poderia ser conseguido quando as perdas da população de Gaza provocar uma revolta contra o Hamas, e quando a liderança do Hamas, que vive no exterior, resolver refletir a realidade de Gaza ao invés do conforto e luxo em que vive Kaled Mashaal no Qatar.  O Qatar é hoje um estado patrocinador do terrorismo, cujos governantes estão muito infiltrados pela Irmandade Muçulmana.

- A rede de terroristas do Hamas, que se preparava para derrubar a Autoridade Palestina na Cisjordânia e foi desbaratada pela segurança de Israel, foi organizada e financiada pela liderança do Hamas na Turquia, numa situação escandalosa em que um membro da OTAN dava cobertura a uma organização que os EUA e a Europa consideram terrorista.

- Quando os EUA e os aliados enfrentaram a ameaça das tiranias totalitárias, no século XX, usaram os dois métodos possíveis para conter o inimigo: (1) destruição total – como foi o caso da Alemanha nazista, e (2) contenção e eventual implosão (por dentro) – como no caso da antiga União Soviética.  Israel optou, no caso de Gaza, pelo segundo método, que é o que causa menos perdas humanas na luta contra o terror que usou escudos humanos para maquiar o lançamento de foguetes.

- Cabe enfatizar a importância de Israel continuar prestigiando e potencializando o Egito como o único caminho para um eventual cessar-fogo permanente e capaz de limitar o rearmamento do terror em Gaza.

- Embora a mídia internacional tenha ignorado totalmente esta evidencia histórica, foi o Hamas que iniciou esta guerra e continua enganando o povo palestino ao promover manifestações pela “vitória” alcançada.

- Após 50 dias de perdas e sofrimentos da população palestina, o Hamas aceitou uma trégua baseada nos mesmos princípios da negociada em 2012.

 

 

 

 

Assista ao vídeo do jornalista Henrique Cymerman
e saiba quem é o sócio real e aliado de sangue de Israel

 

 


ROLA NA INTERNET



Este texto é autoexplicativo para os americanos e torna mais fácil de entender os conflitos...

Você está confuso com o que está acontecendo no Oriente Médio?


É realmente simples. Deixe-me explicar:

Apoiamos o governo iraquiano na luta contra o ISIS. Nós não gostamos do ISIS, mas o ISIS é apoiado pela Arábia Saudita, que nós gostamos.

Nós não gostamos de Assad na Síria. Apoiamos a luta contra ele, mas ISIS também está lutando contra ele.

Nós não gostamos do Irã, mas o Irã apoia o governo iraquiano em sua luta contra o ISIS.

Então, alguns de nossos amigos apoiam os nossos inimigos, alguns inimigos agora são nossos amigos, e alguns dos nossos inimigos estão lutando contra os outros inimigos, que queremos que percam, mas nós não queremos que os nossos inimigos, que estão lutando contra os nossos inimigos, venham a ganhar.

Se as pessoas que queremos derrotar são derrotadas, elas poderiam vir a ser substituídas por pessoas que gostamos menos ainda.

E tudo isso foi iniciado por invadirmos um país para expulsar os terroristas que não estão atualmente lá, até que entramos para conduzi-los para fora.

Agora você entende?

 

 

 
 


METRÔ DE SUPERFICIE DE JERUSALÉM FOI VANDALIZADO POR ÁRABES-ISRAELENSES

Apenas 15, dos 23 trens do metrô de Jerusalém, permanecem em operação, desde terça-feira passada. O sistema de transporte público tem enfrentado interrupções como resultado da violência que continua, esporadicamente, por dois meses.

O metrô ligeiro foi confrontado por ocorrências frequentes de bombas lançadas, danificando muitos carros e deixando-os impróprios para uso. Vários moradores de Jerusalém Oriental foram presos durante os incidentes de destruição.

Algumas estações, incluindo a de Shuafat no norte de Jerusalém, foram danificadas várias vezes.


Graffiti reading 'Price Tag. Death to Jews' is seen spray-painted on what remains of a Light Rail station which has been vandalized by Palestinians in the Arab neighborhood of Shuafat, Jerusalem, July 2014. (photo credit: Sliman Khader/Flash90)

No bairro árabe de Jerusalém, a estação que foi de luxo, agora depredada e com
a inscrição: Morte aos Judeus !


A violência vem em sequência da morte de um adolescente árabe, no início de julho, supostamente por terroristas judeus vingando as mortes de três adolescentes na Cisjordânia, no mês anterior.
CityPass, a empresa que administra o metrô ligeiro de Jerusalém, alertou os passageiros por atrasos no serviço devido à violência e danos.

"Isso significa que menos trens estão disponíveis do que o necessário, e que vai reduzir a frequência de trens em toda a linha", disse em um comunicado.

Jerusalém é a primeira cidade de Israel a ter um trilho de luz. O metrô ligeiro antes era visto como um farol de vida em comum, porque ele conecta bairros árabes e judeus na cidade. O sistema foi projetado para auxiliar a população diversificada de Jerusalém, incluindo "os moradores de diferentes bairros, estudantes, visitantes e turistas", segundo o site da CityPass.



 

 

 

 

 

RARAS FOTOS DA VIDA JUDAICA PRÉ-HOLOCAUSTO ESTARÃO NA INTERNET

Um arquivo grande de fotografias da vida judaica da Europa Oriental pré-Holocausto está sendo disponibilizado ao público e aos pesquisadores nos Estados Unidos.

O International Center of Photography, em Nova Iorque, e a United States Holocaust Memorial Museum, em Washington DC, anunciaram a criação conjunta de um banco de dados digital para facilitar o acesso ao arquivo do fotógrafo Roman Vishniac.

A German family, late 1920s or early 1930s in Berlin.

Vishniac era um judeu de origem russa que se mudou para Berlim, em 1920. Ele documentou a ascensão do poder nazista e seu efeito sobre a vida judaica na Europa Central e Oriental. 

A base de dados inclui todos os 9.000 negativos de Vishniac, a maioria dos quais nunca antes foi impressa ou publicada.

O Núcleo de Fotografia do museu está pedindo a estudiosos e ao público para ajudar a identificar as pessoas e lugares retratados nas imagens.

 

 

 
 


CHARGE

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CHOCANTE ABSURDO COM CRIANÇA DECEPANDO UMA BONECA

Duas fotos perturbadoras de uma criança violentamente decapitando uma boneca foram enviadas para o Twitter por apoiantes do grupo terrorista Estado Islâmico, em aparente tributo à decapitação horrível do jornalista americano James Foley por membros da organização islâmica, na semana passada.

Em uma das imagens, a criança mascarada e empunhando uma faca, pode ser vista segurando uma boneca vestida com um macacão laranja que lembra o usado por Foley durante sua execução. Uma bandeira preta do Estado islâmico é vista pendurada no fundo.

An image of a child holding up a doll which was uploaded to Twitter Monday is reminiscent of the beheading of US journalist James Foley by Islamic State fighters (photo credit: Twitter)


"Ensine seus filhos a cortar pescoços, amanhã haverá um monte de cabeças podres", afirmou a legenda que acompanha a foto.

Uma segunda foto mostra a boneca sobre o solo, a sua cabeça cortada, juntamente com a lâmina que se encontra no topo de seu corpo.

A identidade da criança não estava imediatamente clara, nem a origem da foto.

Um vídeo horrível lançado online, na última terça-feira, mostrando a decapitação de Foley por um homem que parece ser um cidadão britânico, provocou indignação internacional e está alimentando temores sobre o crescente número de combatentes estrangeiros ingressando nas fileiras do Estado islâmico.

Foley, um jornalista americano de 40 anos sequestrado na Síria em 2012, foi mostrado ajoelhado ao lado de um militante vestido de preto, com uma faca em sua garganta, entregando o que era, provavelmente, uma mensagem condenando os ataques a alvos do IS no Iraque, que leu antes de ser decapitado.

No início deste mês, uma fotografia de um menino de 7 anos de idade, nascido em Sydney, segurando a cabeça decepada de um soldado sírio foi postada no Twitter pelo condenado terrorista pai do menino, Khaled Sharrouf, um lutador do Estado islâmico. A imagem foi feita na cidade síria de Raqqa.

An edited photograph of a Sydney-born 7-year-old boy clutching the severed head of a Syrian soldier, presumably in Raqqa, Syria (photo credit: Twitter)

"Esta imagem, talvez até seja uma fotografia icônica ... realmente uma das mais perturbadoras, uma das fotografias mais grotescas já apresentadas," disse o secretário de Estado dos EUA John Kerry sobre a imagem de Raqqa.

"É uma criança de 7 anos de idade, segurando uma cabeça decepada com orgulho e com o apoio e incentivo de um pai. Essa criança deve estar na escola, o que essa criança deve estar aprendendo sobre o futuro? Essa criança deveria estar brincando com outras crianças, e não segurando uma cabeça decepada num campo de combate", acrescentou Kerry.

 

 



 

 


 

 

 

 

PRESIDENTE DE ISRAEL EMOCIONA-SE AO RECONHECER CRIANÇA MORTA POR QASSAM

Depois de assistir ao funeral do falecido Daniel Tregerman, de apenas 4 anos, o presidente Reuven (Ruby) Rivlin descobriu que há duas semanas o pequeno Daniel foi um dos convidados na residência do presidente, para um dia de diversão, realizado especialmente para as crianças do sul.

"Hoje estive no funeral de Daniel", disse Rivlin em sua página no Facebook. "Quando eu vim para o funeral, Gila, a mãe de Daniel, me lembrou que Daniel foi um dos convidados na residência presidencial há apenas duas semanas atrás."

Daniel Tregerman in the President's home

Rivlin postou uma foto de Daniel fazendo um desenho em sua residência. "Meu coração não está acreditando", disse Rivlin. "Que sua memória seja abençoada."

"Eu vi você ontem vestindo o uniforme da equipe Argentina, cheio de vida", Rivlin elogiou Daniel durante seu funeral, que se realizou pela manhã. "Uma criança que tinha um pátio exterior, mas jogava em uma barraca dentro de casa e precisava estar em um espaço protegido. Uma criança que ainda ficava confusa entre letras e números, mas podia dizer a diferença entre um espaço protegido e um morteiro, entre o som de uma interceptação e de queda de foguetes, entre o assobio de pássaros cantando e o assobio das conchas."

Rivlin spoke at the funeral of Daniel

"Ficamos com muito medo deste momento. Nós vimos imagens de casas destruídas e playgrounds infantis abandonados. Esperávamos que terminaria assim, mas estávamos errados", continuou Rivlin. "Daniel, você é o filho de todos nós. Nós acompanhamos a criança por quem lutamos, o menino que paga o preço mais alto de todos para viver aqui em nosso país e em nossa pátria. Você pagou com sangue que não tem preço, você está protegendo o Estado de Israel com o seu corpo. Ninguém tem o direito de pedir-lhe para ficar aqui, mas podemos assegurar-lhe que você não está sozinho. Um país inteiro te abraça."

Peres consoling family

Não só o atual presidente deu suas condolências à família de Tregerman. Também o ex-presidente Shimon Peres visitou os pais de Daniel em sua casa, no sul. Peres, que veio para confortar a família, sentou-se longamente com os pais, avós, avôs e primos e ouviu sobre a vida de Daniel.

"A história do pequeno Daniel é de partir o coração e nos deixa sem palavras", disse Peres à família. "Eu sei o quanto dói a vocês, eu vim para fortalecê-los."

 

 
 

CARTA DE ILUSTRE LEITORA

Caro Osias

Em setembro o meu livro Cidadão do Mundo: O Brasil diante do Holocausto e dos Refugiados do Nazismo (Ed. Perspectiva), será lançado na Alemanha, traduzido para o alemão pela historiadora Marlen Eckl.

Sai publicado pela Editora Lit Verlag com o título:

„Weltbürger – Brasilien und die jüdischen Flüchtlinge 1933-1948“

 


Vários eventos estão sendo organizados para apresentação do livro pela Associação Brasil-Alemanha.

11.09: na sede da Embaixada do Brasil em Berlim.

16.09: em parceria com o no Arquivo de Literatura Alemã, em Marbach, Distrirto de Baden-Wütermberg.

18.09: em Munique, em Seidvilla.


Aproveito para parabenizar a você e toda equipe pelas importantes publicações em nível de excelência, da Rua Judaica.

Grande abraço

Maria Luiza Tucci Carneiro


Data: Quinta-feira, 11 de setembro de 2014, às 19h00
Local: Embaixada do Brasil em Berlim, Wallstraße 57, 10179 Berlim-Mitte
Entrada livre – favor confirmar presença pelo e-mail dbg.berlin@topicos.de ou pelo tel: 030- 224 881 44 ou fax: 030-224 881 45

Evento da Sociedade Brasil – Alemanha em cooperação com a Embaixada do Brasil em Berlim.

 

 

 
 



Por Daniela Kresch
Jornalista
direto de Israel

O CALOR DE JULHO E AGOSTO, COMO NA MÚSICA DE SHLOMO ARTZI

TEL AVIV – Só quem esteve em Israel nos últimos meses consegue entender a maluquice que foi o dia a dia do país. O clima da Copa do Mundo foi arrasado com o sequestro dos três jovens na Cisjordânia e, depois, com o começo do conflito-confronto-guerra contra o Hamas e demais grupos terroristas da Faixa de Gaza. As férias escolares (julho e agosto) sofrerem com a chuva de mísseis, foguetes e morteiros. Quem estava no Sul, é claro, sofreu mais. Mas o resto do país prendeu a respiração enquanto o conflito se tornava mais intenso. Lembrou aquela música do Shlomo Artzi: “o calor de julho e agosto foi realmente muito pesado”.  

Durante todo o conflito, soluções tecnológicas foram sendo desenvolvidas para alertar a população sobre a média de 100 mísseis por dia que caíram em Israel em 50 dias (cerca de 4.600 em todo o período, incluindo os 12 dias de trégua temporária no meio). Assim, ficaram todos, o tempo todo, ligados e nervosos. Nas TVs, o exército desenvolveu um sistema no qual, toda vez que soasse um alerta, apareceria nas telas dos canais abertos tarjas laranjas com o número de regiões do país.

Petah Tikva, onde eu moro, por exemplo, era “Dan 162”. Toda vez que aparecia “Dan 162” na TV, eu sabia que soaria uma sirene no meu bairro ou que um míssil seria interceptado no ar pelo sistema antiaéreo Domo de Ferro em cima da minha casa. Diversos estilhaços caíram perto do meu prédio. No caso de comunidades em volta de Gaza, aparecia nas telas o aviso “Cor vermelha”, um código de anos para queda de foguetes naquela região, que dá apenas alguns segundos de alerta antes da queda de um morteiro.

As TVs também cancelaram suas programações normais e promoveram painéis de discussão sem fim, com entrevistados de todos os tipos, principalmente especialistas em Oriente Médio e em Hamas e analistas militares. Nada de “The Voice” ou “Big Brother”. Só entrevistas com especialistas, notícias, discussões sobre atualidades (confesso que, nesse ponto, eu achei ver TV muito mais interessante, mas imagino como muita gente tenha se sentido órfãos de seus programas de realidades e besteróis).

Nas rádios, locutores interrompiam a qualquer momento entrevistas, propagandas ou reportagens para informar sobre ataques. “Alerta em Ashkelon e arredores!”, “alerta em Yad Mordechai e Netiv Haasará!”, “alerta em Beer Sheva!”. Imaginem isso 100 vezes a cada 24 horas. Algumas entrevistas não chegavam ao fim por causa das interrupções seguidas. Aprendi o nome de um monte de kibutzim e moshavim que não conhecia.

Nos celulares, aplicações especiais e alertas de jornais online também avisavam todo o momento para ataque e novidades, como mortos e feridos, danos a casas e a prédios. Quer dizer: ninguém conseguiu passar os últimos meses desconectado do mundo. Pelo contrário, estavam todos hiperconectados, hipernervosos, hiperestressados.

Agora, com o cessar-fogo, recomeçam as aulas no dia 1º de setembro sem que alunos e professores tenham realmente descansado. Em cidades como Sderot, Ashkelon, Ashdod e Beer Sheva, as crianças estão traumatizadas. Nos kibutzim e moshavim em volta da fronteira com Gaza, o clima é de funeral depois da morte de três pessoas – incluindo uma criança de 4 anos. Mas, nesse caso, voltar a estudar será mais divertido aos alunos do que passar o dia inteiro em casa, do lado do quarto reforçado, sem poder ir à praia, a festas ou etc. Será a volta à normalidade, finalmente. Ou, quem sabe, apenas temporariamente.

 


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CELEBRIDADES ARTÍSTICAS EM APOIO A ISRAEL

Depois de muitas semanas, quando apenas um punhado de astros de Hollywood falavam em nome de Israel, uma petição foi publicada no domingo em apoio a Israel e uma resolução pacífica do conflito com o Hamas.

A petição, exibida nas revistas Billboard , Variety e Hollywood Reporter , foi finalmente publicada em alguns dos principais jornais dos Estados Unidos.

Os signatários incluem atores como Sarah Silverman, Seth Rogen, Arnold Schwarzenegger, Sylvester Stallone, Kelsey Grammer, Benji Madden, bem como o diretor Ivan Reitman, o escritor Aaron Sorkin, os produtores Michael Rotenberg e Avi Lerner, o compositor Michael Nyman, o gerente de talentos Danny Sussman e o produtor Haim Saban.

Roseanne Barr e Mayim Bialik, as duas estrelas de Hollywood que têm sido mais francas com seus pontos de vista pró-Israel nas últimas semanas, também assinaram a petição.

A petição vem depois de muitas estrelas de Hollywood expressaram críticas a Israel, incluindo Penélope Cruz e o marido Javier Bardem. Muitas outras estrelas expressaram solidariedade com os palestinos, incluindo Rihanna, Jonathan Demme, Wallace Shawn e Selena Gomez.

A petição está sendo patrocinada pela Comunidade Criativa para a Paz, um grupo de oposição a boicotes econômicos e artísticos de Israel.


A publicação diz o seguinte:

Nós, abaixo assinados, estamos tristes com a perda devastadora de vidas enfrentadas por israelenses e palestinos na Faixa de Gaza. Sentimos a dor pelo sofrimento de ambos os lados do conflito e esperança para uma solução que traga a paz para a região, diz a carta.

Enquanto nos mantivermos firmes em nosso compromisso com a paz e a justiça, também devemos permanecer firmes contra as ideologias de ódio e genocídio que se refletem na carta do Hamas, onde no artigo 7 se lê: "Não há judeu se escondendo atrás de mim, venha e mate ele!" O filho de um dos fundadores do Hamas também comentou sobre a verdadeira natureza do Hamas.

Não pode ser permitido ao Hamas promover a chuva de foguetes contra cidades israelenses, nem pode ser autorizada a realização de seu próprio povo como refém. Os hospitais são para a cura, não para esconder armas. As escolas são para aprender, não para lançar mísseis. As crianças são a nossa esperança, não nossos escudos humanos.

Unir-nos em apoio aos valores democráticos, que todos nós apreciamos, e na esperança de que a cura e o poder transformador das artes possa ser usado para construir pontes de paz.

 

 

 

 

REDE DE LOJAS LANÇA LINGERIE STILO ISIS


A rede varejista Ann Summers se desculpou, após o lançamento de uma coleção de lingerie chamada Isis, mas disse que não apoiou os jihadistas no Iraque e na Síria e não tinha planos para retirar a linha.

A coleção Isis Ann Summers inclui rendados preto e branco, tangas e suspensórios e está à venda online e em suas lojas, que somam mais de 100 em toda a Grã-Bretanha.

A loja compartilha seu nome com o Estado Islâmico do Iraque e da Síria (ISIS), o grupo jihadista agora conhecido como Estado Islâmico (IS).

Um porta-voz da Ann Summers disse que os nomes para as suas coleções são escolhidos meses antes de seu lançamento.

"Nós reconhecemos o momento infeliz deste lançamento de produto em nossas vitrines, no entanto, em nenhum momento toleramos qualquer ato de terrorismo ou violência", disse ela.

"Pedimos desculpas por qualquer ofensa causada."

Os Estados Unidos tem empreendido ataques aéreos contra militantes do IS, em meio a temores de que o território na Síria e no Iraque poderia tornar-se uma plataforma de lançamento para ataques terroristas globais.

 

 
 

Maxim Vengerov encanta São Paulo e toca dia 1º no Rio


Após encantar a platéia que lotou sua apresentação em São Paulo, no último domingo, o violinista Maxim Vengerov fará um concerto único na próxima segunda-feira, dia 1º, no Teatro Municipal do Rio. Vengerov é considerado um dos melhores violinistas da atualidade e um virtuoso no instrumento.

No concerto que fará no Rio, Maxim Vengerov será acompanhado pelo pianista Vag Papian e pela Orquestra Sinfônica Brasileira. No programa, obras de Tchaikovsky e César Frank.

Trata-se de uma oportunidade rara de assistir a um concerto de classe mundial e, ao mesmo tempo, auxiliar os idosos e mais necessitados da comunidade judaica. Toda a renda será destinada às obras sociais do Lar da Esperança e do Froien Farain.

Informações e convites: (21) 3543-3751 / 96742-3985 (Vivo)
97920-6244 (TIM) / 7815-9056 (Nextel) / eventos@beitlubavitch.org.br

 

 
 

CASAL DE JUDEUS TURCOS É ASSASSINADO EM CASA


Um proeminente empresário judeu turco e sua mulher foram esfaqueados até a morte em seu apartamento no bairro nobre Ortakoy, em Istambul.

O zelador das duas vítimas - que foram nomeadas como Jak Karako, 77, e Georgia Karako, 69 - é considerado o principal suspeito dos assassinatos. A polícia lançou uma caçada por ele.

Scene outside the Karokos apartment building in Istanbul, Turkey, where the couple was found stabbed to death, August 22, 2014. (Screenshot from Hurriyet TV/DHA)

Karako é dono da Ören Bayan, uma das marcas têxteis mais famosas da Turquia. Seus filhos mais tarde assumiram o negócio, mas já não era de propriedade da família.

Uma fonte não identificada da Turquia disse ao site Algemeiner que há tanta desconfiança entre os membros da comunidade judaica turca e o governo turco de que a verdade sobre o assassinato do casal nunca será revelada. "Vai ser uma versão manipulada do que  aconteceu", disse a fonte.

"Houve vários assassinatos relatados de empresários judeus turcos ao longo dos últimos anos, mas estes incidentes nunca foram resolvidos ou foram atribuídos a algumas pequenas disputas locais que a comunidade sempre olhou com desconfiança", acrescentou a fonte.

A polícia foi chamada à casa do casal, o Daily Sabah informou. A polícia cercou o prédio e interrogou moradores, disse Hurriyet.

 

 

 

 

 


MENSAGEM ENVIADA À CANDIDATA LUCIANA GENRO

SHALOM LUCIANA.

Sei que esta saudação não é a mais adequada para o seu temperamento.

Primeiro, porque ela significa PAZ , ao contrário da sua trajetória política onde procurou sempre o confronto.
Segundo, porque apesar da sua ascendência judaica, e mesmo tendo sido professora no Colégio Israelita de Porto Alegre, passou a maior parte da existência negando as próprias origens e condenando o Estado de Israel.
Ajudou a fundar um partido político nitidamente antissemita, onde edis de atuação obscura e que se enquadram no perfil de vereadores inúteis, apresentaram uma "moção" destilando o costumeiro ódio contra o povo de Israel.

O que nos causa estranheza, Luciana, é o fato de que grupos terroristas estão decapitando inocentes no Iraque e na Síria, já causaram mais de 1500 assassinatos em jovens de forma covarde e sem chances de defesa, forçando conversões na população cristã.  Já foram mortos milhares e milhares de pessoas inocentes juntos com suas crianças, por não aceitarem a conversão ao islamismo.

Porque você ou alguém do seu partido não se lembrou de condenar as atrocidades em Alepo e Mosul? Nem mesmo uma palavrinha contra a decapitação do jornalista norte-americano? Nenhuma indignação pelas crueldades da ISIS e dos radicais assassinos?

Gostando ou não, corre em suas veias um pouco de sangue hebreu e o partido a que você pertence se preocupa muito em instilar o ódio contra a sua própria origem. 

Saiba então, Luciana que, com o crescente aumento do antissemitismo no mundo, com o qual você, ingenuamente, colabora, se um dia voltarem os crematórios e as câmaras de gás, e pertencendo à terceira geração, essas mesmas pessoas que a rodeiam, por miopia e interesses pouco confessáveis, serão as primeiras a denunciar sua origem judaica, assim como lhe colocar um pijama listrado com uma Estrela de David amarela. 

Você já pensou nisso?

ATENCIOSAMENTE,

Dr. Moisés Eli Magrisso
Médico - RGS

 

 
 

 

CASAL JUDEU AGREDIDO EM MANHATTAN


Uma gangue de bandidos antissemitas agrediu um homem judeu e sua esposa, no Upper East Side, na segunda-feira passada à noite, antes de fugir em carros com bandeiras palestinas, relataram fontes policiais.

Dois carros e várias motocicletas puxaram o casal na East 63rd Street, perto da Third Avenue, logo após 20,00 h, e os assaltantes começaram a gritar "declarações anti-judeus", disseram as fontes.

Um dos capangas jogou uma garrafa de água que atingiu a mulher, e o marido foi atingido por um soco na cabeça quando ele veio em sua defesa, segundo fontes policiais.

Fontes policiais disseram que, em seguida, o bando correu de volta para seus veículos, alguns dos quais levavam bandeiras palestinas e fugiram.

As vítimas, que moram na região, mas não foram identificados pelas autoridades, não ficaram gravemente feridas e recusaram atendimento médico no local.

A força-tarefa de crimes de ódio está investigando o assalto, e fontes policiais disseram que as vítimas podem ter sido atacadas porque o homem estava usava uma kipá.

Não houve prisões e uma descrição dos suspeitos ainda não estava disponível.

 

 
 

ROLA NA INTERNET


Quando uma mosca cai na xícara de café:

1 - O italiano atira com toda força a xícara no chão, grita cheio de raiva e vai tomar o café em outro lugar.

2 - O francês tira a mosca com os dedos e toma o café.

3 - O chinês come a mosca e joga fora o café.

4 - O russo toma o café com a mosca, contanto que não cobrem pela mesma.

5 - O israelense vende o café para o francês, a mosca para o chinês e compra uma nova xícara de café, com o saldo da venda, desenvolve um aparelho que evita que moscas entrem em cafés.

6 - O palestino do Hamas olha bem para sua xícara, põe a culpa no israelense porque a mosca caiu no seu café, protesta junto às Nações Unidas pela agressão feita, pega um empréstimo da União Europeia para comprar outro café, usa o dinheiro e compra explosivos e, na volta,  explode a cafeteria.

7 - Enquanto isso, o italiano, o francês, o chinês e o russo, ficam tentando convencer o israelense de que tem obrigação moral de dar uma nova xícara de café ao palestino.

 

 
 

 

LOJAS ZARA VOLTAM A ERRAR  


Por apenas US$ 25,00 a cadeia de lojas Zara estava vendendo uma camisa branca com listras horizontais escuras ostentando uma estrela de David amarela em seu peito esquerdo. Era chamada de "xerife", e com um olhar mais atento revela que a palavra é de fato levemente gravada em cima da estrela.

No gigante de mídia social Reddit, um comentarista escreveu: "parece o uniforme que o povo judeu foi obrigado a usar durante o holocausto. provavelmente não intencional, mas um movimento muito desajeitado, especialmente para uma empresa europeia." Outro disse sem rodeios: "Idiota ... alguém, obviamente, não prestou atenção nisso".

International fashion chain Zara's new 'sheriff' shirt. (screenshot)

Segundo o site 972mag.com, a camisa é produzida na Turquia e estava disponível para israelenses, franceses, albaneses e suecos nas lojas online da Zara. Devido à pressão da opinião pública, ela foi retirada das lojas da cadeia no Reino Unido.

A Zara, fundada em 1975, na Espanha, tem agora cerca de 5.500 lojas em todo o mundo. É famosa e promove o conceito de "fast fashion" e supostamente pode produzir novos estilos em duas semanas, em oposição à média de seis meses entre os seus concorrentes.

Organizações judaicas tomaram imediatas providencias.

Uma organização sem fins lucrativos que trabalha para preservar túmulos sem identificação e lápides reaproveitadas de judeus mortos na Polônia, postou uma condenação no Twitter e enviou à empresa uma carta com palavras fortes e, posteriormente, falou com a gestão por telefone.
Em conversa por telefone, foi prometido ao líder da ONG, Jonny Daniels, que a venda da camisa terminaria imediatamente.

Esta não é a primeira coleção da Zara com estilos inadequados e potencialmente antissemitas. Em um incidente amplamente divulgado, que remonta a setembro de 2007, a empresa enfrentou pushback da comunidade judaica no Reino Unido pelas bolsas decoradas com suásticas nazistas. Também neste caso, eles tiraram o estoque de venda.

Israel Business Daily Globes relata que a Zara retirou do estoque a camisa xerife de seus armazéns e os planos são de destruí-las. 

"Expressamos nossas sinceras desculpas por qualquer dano aos sentimentos dos nossos clientes", disse a empresa em um comunicado.

 

 
 

Chapa Chai, encabeçada por Paulo Maltz, vence as eleições na FIERJ


A eleição da FIERJ foi ganha pela chapa 1 encabeçada por Paulo Maltz, com os vices Herry Rosenberg e Evelyn Milsztajn. Composta por líderes dos ramos liberal e ortodoxo do judaísmo, a chapa pretende implementar métodos modernos de gerenciamento comunitário e de captação de recursos.

Com grande presença de candidatos ao conselho e eleitores jovens, o número de votantes ultrapassou 4.000, igualando a participação em 2002/2004/2006.

Estes são os resultados oficiais:
Chapa Chai - 2.399 votos ; Chapa Hatikva - 1.487 votos
Nulos / Brancos - 128 votos ; Total - 4.014 votos

Paulo Maltz é também diretor da Conib. Leia mensagem escrita por ele após a confirmação do resultado:

“Como primeira ação, pretendemos implantar na FIERJ uma gestão profissional, aproveitando o grupo renovado do Conselho, cheio de jovens dispostos a trabalhar e fazer acontecer. Vamos trazer de volta o espírito comunitário de trabalho de todos, para o bem comum.

A formação de Grupos Setoriais para debater a melhoria e o aperfeiçoamento das nossas instituições é uma das prioridades. Trabalharemos por meio de projetos específicos e queremos investir na área de comunicação, para que possamos atingir o maior número possível de pessoas e cumprir nossa missão de informar a comunidade e formar novos líderes capazes de disseminar o judaísmo e combater o antissemitismo.

O aprendizado que obtive nestes últimos anos na CONIB e a colaboração que desejamos promover entre Federação e Confederação certamente serão de grande valia nessa nova missão”.(Fonte:CONIB)

 

 
 

Fantástico - Estado Islâmico: conheça o grupo radical que espalha terror pela Síria e Iraque





http://g1.globo.com/fantastico/noticia/2014/08/estado-islamico-conheca-o-grupo-
radical-que-espalha-terror-pela-siria-e-iraque.html

 

 
 

Xeque e rabino debatem em São Paulo Paz e Jihad

Com lotação esgotada, o Teatro Eva Herz, da Livraria Cultura, em São Paulo, recebeu na noite da terça, 26 de agosto, muçulmanos e judeus para um debate entre Michel Schlesinger, rabino da Congregação Israelita Paulista (CIP) e representante da Conib para o diálogo inter-religioso, e o xeque Houssam Ahmad El Boustani, que ensina no Brasil islamismo e língua árabe, sob os auspícios do Movimento Futuro, do Líbano. O evento, promovido pela CIP e pela Conib, teve mediação do sociólogo Demetrio Magnoli.

O tema central, “Ensinamentos de islamismo e judaísmo para a paz”, evoluiu para a discussão de questões políticas e históricas, com grande participação do público e visível entusiasmo do xeque, por poder falar também para os judeus.

Boustani iniciou lembrando a “qualidade e o caráter” de todos os profetas, com Maomé sendo o último mensageiro na corrente. Ele notou que no Corão a paz é a regra; a guerra, exceção. “A paz aparece 42 vezes; a guerra, apenas duas. O mais honrado perante Deus é o mais piedoso”.

Schlesinger observou que a palavra mais conhecida da língua hebraica é “Shalom” [Paz], dita quando se chega e quando se sai. E lembrou que no Tratado de Shabat, no Talmud, Deus é chamado de paz.

Para ele, há uma evolução, no Tanach [Velho Testamento], no sentido da paz. “A relação entre irmãos, desde Caim e Abel, é complicada em todo o Tanach, mas o Deus ‘militar’ do Gênesis vai se transformando no Deus do diálogo. Para os profetas, a paz é o principal objetivo de Deus. A conclusão: a paz é construção, conquista”.

Magnoli perguntou a ambos se há algum obstáculo legítimo para a paz no Oriente Médio situado no campo da religião.

Schlesinger respondeu que os fanáticos fazem “uma leitura possível” dos textos sagrados, mas não há barreiras religiosas para a paz.

Para Boustani, o Corão é dogmático apenas para os “interesseiros”: “a paz é para pessoas sinceras, sem sinceridade, não há paz”. Ele ressaltou: o problema é o uso “partidário” da religião.

Em pergunta específica a Schlesinger, Magnoli citou o escritor israelense David Grossman, para quem a ocupação dos territórios é um veneno para a sociedade israelense. Michel disse que entende a colocação, mas lembrou que Israel desocupou Gaza em 2005, e teve grande decepção com os resultados.

Para Boustani, a pergunta simétrica: “O antissemitismo no mundo islâmico é um veneno?”. Magnoli lembrou da negação do Holocausto, por Ahmadinejad, e a venda livre do panfleto antissemita “Protocolos dos Sábios de Sião”. O xeque disse que há duas correntes no mundo árabe: uma reconhece o Holocausto; outra não reconhece o número de mortos. “Mas basta ser neutro; Ahmadinejad fazia provocação”.

Magnoli referiu-se ao livro “Secret Landscape”, de Meron Benvenisti, que aborda a mudança de nomes de localidades árabes em Israel, após a Guerra de 1948, denotando o uso da linguagem como “exercício de poder”. Schlesinger respondeu que as narrativas dos dois lados têm verdades e “não é relevante saber quem chegou lá primeiro, mas sim o que fazer hoje”.

Para Boustani, nova pergunta: “O Islã é hoje associado à Jihad, ao atraso. O que o Islã moderno tem a dizer sobre liberdades políticas, individuais, das mulheres, etc?”. O xeque respondeu com outras perguntas: “Quem está por trás disso? Quem quer a guerra? Por que a comunidade internacional não reagiu ao crescimento do ISIS?” Ele acrescentou que Al-Qaeda e Talibã são partidos que usam o nome do Islã e levam a um mau entendimento da palavra Jihad.

O público perguntou sobre a “falta de direitos das mulheres, em ambas as religiões”. O xeque disse que há governos, mas não há um Estado islâmico. “Os governos religiosos não entendem o respeito ao outro. Eu sou favorável a um Estado laico. O Corão tem capítulos específicos dedicados às mulheres, mas os direitos delas são ignorados por muçulmanos ignorantes”. Ele se referiu à Arábia Saudita, onde as mulheres são impedidas de dirigir: “Nos tempos de Maomé, as mulheres andavam a cavalo! A proibição não tem qualquer base, o governo saudita está errado!”.

Schlesinger observou que a maior parte das linhas do judaísmo é igualitária, incluindo correntes dentro da ortodoxia.

Uma questão política vinda do público causou a maior oposição entre xeque e rabino: Schlesinger é a favor da solução de dois Estados para a paz; Boustani prefere um Estado binacional.

Perguntado sobre a posição de partidos religiosos em Israel que defendem a ocupação de territórios pela “antiguidade judaica” na região – um cemitério judaico de 3.000 anos foi citado -, Schlesinger foi taxativo: “Para os fanáticos, a expansão é mais importante que a vida humana. Não podemos nos preocupar com os cemitérios e sim com aqueles que estão vivos”.

O público pediu a Boustani que abordasse o caso da Turquia, país muçulmano de Estado laico. O xeque comparou-a com a Arábia Saudita. Na primeira, há modernidade; na segunda, tradições e costumes. É o primeiro modelo que o agrada – ele citou também Malásia e Indonésia como exemplos.

Uma pergunta simples levou à resposta mais longa da noite: “O que significa Jihad?”. Boustani veio preparado. Ele abriu uma pasta especial e tirou suas anotações.

“Há um grande engano! Jihad significa ‘esforço’. Não é luta, não é guerra. A palavra é citada quatro vezes no Corão, com dois significados: debate e caminho de Deus”.

Com relação ao primeiro: “O esforço é mental, de estudo, para combater adversários no campo das ideias, mostrando a riqueza na divergência”.

“E o caminho de Deus? Será a luta armada? Há uma Jihad menor, que é o esforço no campo de batalha, e uma Jihad maior, que é a luta espiritual contra os inimigos invisíveis (ganância, inveja, ódio, etc.) e pela conciliação. Rabino, fazemos Jihad agora!”.

Magnoli fez a última pergunta: “Nas redes sociais, notamos que os dois lados querem a paz e ato contínuo, criticam o outro. Não poderiam também criticar a si mesmos?”.

Schlesinger afirmou que somos muito eloquentes com relação ao outro; e pouco, com relação a nós mesmos. “As mídias sociais demonizam o outro. Eu mesmo recebi mensagens pouco simpáticas em minha página pessoal, por promover este debate”.

Magnoli resumiu o espírito da noite: “Na guerra, os covardes ficam nas trincheiras. Os corajosos saem e podem tanto levar tiros do inimigo como vaias dos seus. Rabino e xeque são pessoas de coragem”.
Houssam comemorou: “Parabéns, Michel. Nossos filhos nos estão vendo aqui!”.


 

 
 

 

SENSACIONAL PRONUNCIAMENTO: EMBAIXADOR DE ISRAEL RON PROSOR NA ONU


https://www.youtube.com/watch?v=u59xm8WXfxs&sns=em


 
 


MAIS UMA “PÉROLA” DA ESQUERDA MARXISTA NO BRASIL

• Solidariedade à causa palestina! Abaixo o Sionismo! Não à Ofensiva Israelense! Pelo direito de retorno de todos os refugiados! Por um Estado laico sobre todo o território histórico da Palestina, onde todos tenham os mesmos direitos, independente da religião, ascendência, etc.    Que a Presidente Dilma rompa imediatamente todas as relações políticas, comerciais e diplomáticas do Estado brasileiro com o Estado de Israel e empresas israelenses!    Junte-se a nós nesta campanha por um Deputado Federal Marxista para o Brasil e conheça melhor a Esquerda Marxista (www.marxismo.org.br).


Caio Dezorzi 1366 - Um Deputado Federal Marxista para o Brasil

• Solidariedade à causa palestina! Abaixo o Sionismo! Não à Ofensiva Israelense! Pelo direito de retorno de todos os refugiados! Por um Estado laico sobre todo o território histórico da Palestina, onde todos tenham os mesmos direitos, independente da religião, ascendência, etc.

Que a Presidente Dilma rompa imediatamente todas as relações políticas, comerciais e diplomáticas do Estado brasileiro com o Estado de Israel e empresas israelenses!

Junte-se a nós nesta campanha por um Deputado Federal Marxista para o Brasil e conheça melhor a Esquerda Marxista (www.marxismo.org.br).

 

 
 

RYANAIR QUE TORNAR ISRAEL CENTRO DE CONEXÃO PARA DIVERSOS PAÍSES


A companhia aérea de baixo custo Ryanair quer lançar uma "versão israelense" da empresa irlandesa e transformar Israel em um de seus centros de conexões, segundo Michael O'Leary CEO da empresa disse ao jornal Irish Independent.

Ryanair é a maior companhia aérea de baixo custo da Europa, e já disse que pretende começar a voar de, e para Israel. O'Leary disse que a empresa tem grandes aspirações para Israel, e prometeu ao ministro do Turismo de Israel que a empresa traria a Israel 4-5.000.000 turistas por ano.

Aparentemente, a última rodada de combates na região não mudou os planos da Ryanair.

A Ryanair jet

No entanto, em uma entrevista ao The Independent, publicada segunda-feira passada, O'Leary expressou desapontamento com as autoridades reguladoras de Israel e as culpou pelo atraso na entrada da Ryanair no mercado de Israel. Ryanair ainda está determinada a lançar voos de, e para Israel, mas as autoridades estão se esforçando para proteger a El Al da competição, observou.

A empresa tem grandes aspirações para Israel, acrescentou - ele espera transformar Israel em um de seus centros de conexões. De Israel iriam voar para a Rússia, Europa Central, Grã-Bretanha, Alemanha e muitos outros destinos,  disse ele ao jornal irlandês.

Ryanair, fundada em 1985, opera voos em 737-800 em toda a Europa, em geral, e faz seu desembarque em aeroportos secundários, a fim de reduzir custos.

O Ministério dos Transportes afirmou em resposta que a Ryanair ainda tem que solicitar uma licença de exploração de uma companhia aérea em Israel.

 

 
 


ISRAEL PESQUISA DETECTOR DE TÚNEIS


Or Yehuda, Israel (JTA) - Algo que se parece com uma lata de refrigerante pode ser a resposta de alta tecnologia de Israel para a rede de túneis que o Hamas criou sob a fronteira entre Gaza.

Um sensor conhecido como geofone pode detectar movimento subterrâneo baseado no som gerado pelo movimento, segundo a empresa de defesa israelense que fabrica o dispositivo. A empresa, Elpam Electronics, disse que o geofone é capaz de encontrar a localização de uma pessoa rastejando, até 10 metros abaixo da terra.

Israel tem lutado com o perigo dos túneis de Gaza, há anos, mas a ameaça ganhou maior urgência nos últimos tempos. A invasão terrestre de Gaza, que começou há cinco semanas, teve o objetivo declarado de neutralizar os túneis, dos quais 32 foram posteriormente destruídos, segundo o Exército israelense.

Agora, a missão continua nos laboratórios de empresas de defesa israelenses de pesquisa. A Rafael Sistemas Avançados de Defesa e, de acordo com vários relatórios israelenses, a Elbit Systems, estão trabalhando em sistemas para detectar túneis. Nenhuma das empresas quis comentar sobre suas pesquisas.

Iky Koenig, diretor-presidente da Elpam, quer que Israel enterre centenas de sensores em uma constelação em torno da fronteira de Gaza. No próximo ano, a empresa espera ter desenvolvido um sistema de monitoramento que permitirá localizar a atividade de um túnel e diferenciá-la de outro ruído subterrâneo.

"Vamos dizer que há uma suspeita de atividade de inteligência militar ou o som das pás de escavação", disse Koenig. "Você coloca estas coisas no chão e se alguém ouve, vamos ouvir também como um trator."

Em 1988, a Elpam criou seus sensores para auxiliar nas operações de busca e salvamento. Os sensores foram projetados para detectar freqüências sonoras nas ruínas de edifícios destruídos. As equipes de resgate podiam ouvir as pessoas presas sob os escombros e o preso podia responder. Dezenas de kits, que podem caber dentro de um colete leve, foram vendidos para as Forças de Defesa de Israel.

Elpam também desenvolveu e vendeu dois sistemas de detecção de túneis para o IDF, em 2005 e 2006, um foi destinado a detectar túneis ao longo do Corredor Philadelphi na fronteira entre Egito e Gaza, mas a empresa não pode dizer se o sistema já foi implantado. 

O IDF disse que tinha considerado dois sistemas de detecção de túneis, em 2005 e 2006, que não foram eficazes. O IDF disse que está combinando agora esses sistemas e preparando-os para testes de campo.

É esperado que a implantação do sistema leve um ano e custe entre US$ 424,000,000 a US$565,000.000. O IDF não confirmou se esses sistemas foram desenvolvidos pela Elpam. 

Yiftah Shapir, um especialista em tecnologia militar no Instituto da Universidade de Tel Aviv para Estudos de Segurança Nacional, disse que as linhas de sensores não podem detectar túneis que ligam ou cruzamentos entre vários túneis. Shapir também disse que os sensores não têm a capacidade de detectar aberturas dos túneis, que estava entre os objetivos fundamentais da invasão terrestre.

"Você acha que um túnel começa em um lugar e termina em outro", disse ele. "Há três ou quatro entradas. No meio há cruzamentos. Nunca é apenas em um só lugar. O IDF foi essencialmente olhar para onde as outras aberturas vão".

Atai Shelach, CEO da empresa de defesa Grupo de Soluções de Engenharia, disse que os sensores também terão problemas para localizar túneis que estão a apenas alguns metros de altura. Na melhor das hipóteses, disse ele, a tecnologia só irá complementar as operações de inteligência das forças armadas, e não substituí-las.

"Se o sensor vai ser eficaz em um ponto de grande profundidade, só resolve uma pequena parte do problema", disse Shelach, ex-comandante do IDF na Engenharia Corps. "Se ele só encontra um túnel, isso não significa que não há outros túneis. Até que haja uma solução ampla, não haverá uma escolha a não ser confiar na inteligência."

 

 
 


O BALANÇO DA GUERRA PELA IMPRENSA ISRAELENSE


Após 50 dias de intenso combate na fronteira de Israel por terroristas de Gaza e os ataques de retaliação pesados ??em Gaza pelo IDF e IAF, um cessar-fogo foi finalmente alcançado. Ynet dá uma olhada para trás na operação, e contabiliza os foguetes, e os custos da operação.

Desde o início da operação, em 8 de julho, 4564 foguetes e morteiros foram disparados contra Israel da Faixa de Gaza.

Over 4,500 rockets launched (Photo: AFP)

A maioria mostrou-se inofensivo já que dos 3641 que explodiram em território israelense, apenas 224 atingiram áreas residenciais, e o restante caiu em áreas abertas; o Iron Dome interceptou mais de 735.

Mortar in Eshkol (Photo: Motti Kimchi)

1300 foguetes atingiram o Conselho Regional de Eshkol, 175 apenas nos últimos dois dias de conflito.

Iron Dome hits rocket (Photo: Motti Kimchi)

O IDF disse que atacou 5.263 alvos em toda a Faixa de Gaza, atingindo a infraestrutura de terror, ou seja, locais de lançamento de foguetes, armas e munições, fábricas e armazéns, bem como as casas e escritórios do Hamas no local. Mais de 34 túneis também foram destruídos.

Over 30 tunnels destroyed (Photo: AP)

Funcionários de saúde palestinos dizem que 2.139 pessoas,  incluindo mais de 490 crianças, foram mortas no enclave desde que a operação começou, enquanto mais de 11 mil ficaram feridas.

O Centro Palestino para os Direitos Humanos disse que 540 mil pessoas foram desalojadas na Faixa de Gaza e cerca de 100 mil estão desabrigadas.

IDF hit over 3,000 targets (Photo: Reuters) (?????: ??????)

Israel disse que o Hamas é responsável pela morte de civis porque opera entre civis e usa escolas e mesquitas como locais de lançamento de foguetes e para armazenar armas.

Over 100,000 homeless in Gaza (Photo: Reuters)

O número de mortos de Israel chegou a 64 soldados e seis civis - um era um menino de 4 anos de idade e outro morreu terça-feira, após o cessar-fogo entrar em vigor.

Enquanto isso, cerca de 3.000 pedidos de danos foram apresentados à Autoridade Tributária de Israel, que até agora pagou cerca de US$ 20 milhões para danos diretos e outros 21 milhões de dólares pelos dias de trabalho perdidos e outros danos indiretos.

Damage to Gaza mosque (Photo: AFP)

De acordo com a legislação em vigor, aos trabalhadores em empresas localizadas a 40 quilômetros da fronteira com a Faixa de Gaza são pago os dias em que estiveram ausentes do trabalho, e os empregadores são elegíveis para compensação total por parte do governo para estes salários.

Funeral for 4-year-old Daniel Tregerman (Photo: Gettyimages)

O Ministério do Turismo de Israel relata que o turismo em julho caiu 26 por cento em relação ao mesmo período do ano passado. O setor, que compreende cerca de 7 por cento da economia israelense, perdeu pelo menos 566 milhões de dólares, de acordo com os números revelados.

Ben Gurion Airport (Photo: AFP)

A associação de Fabricantes de Israel estimou o impacto econômico total sobre os fabricantes de Israel para a primeira rodada do conflito, em cerca de 1,2 bilhões de shekels, com fábricas respondendo por 40 por cento deste valor ao sul, e instalações em Haifa e do centro do país incorrendo em metade das perdas.

O setor agrícola também sofreu danos físicos significativos com projéteis caindo.

Tanks near border (Photo: Roei Idan)

A última guerra com o Hamas veio num momento em que a economia israelense já estava em desaceleração, com o forte shekel em queda com as exportações, e o crescimento para o segundo trimestre de 2014 com queda de 1,7 por cento contra 2,8 por cento no primeiro trimestre.

Cattle killed by rocket in Be'er Tuvia (Photo: AP)

Em resposta, o Banco de Israel decidiu, em 28 de julho, cortar sua taxa básica de juros para 0,5 por cento.

 

 
 

CONEXÃO RIO-MIAMI

Por Nelson Menda – Miami - EUA

CONGRESSO SEFARADI

Ao entardecer do dia 13 de setembro o Hazan Nelson Zeitune estará entoando no CIB - Clube Israelita Brasileiro, em Copacabana, o milenar canto litúrgico de Havdalá, que assinala o fim de mais um Shabat. A seguir, serão interpretados  os hinos de Israel e do Brasil, para marcar a abertura oficial  do 10º Confarad,  Congresso Sefaradi, que estará acontecendo naquela tradicional instituição comunitária dias 13, 14 e 15 de setembro.  O evento já se firmou como uma  referência nacional e internacional tanto no resgate quanto na preservação e difusão da cultura e tradição do judaísmo ibérico e oriental.

O Conselho Sefaradi, entidade que congrega dirigentes e ativistas de diferentes instituições judaicas do Estado do Rio de Janeiro caprichou no programa mais uma vez.  Sob a Presidência de Samuel Benoliel, seus membros estiveram reunidos durante vários meses buscando elaborar um rol de temas da maior relevância, assim como convidar palestrantes que agregassem ao elevado nível de conhecimento a capacidade de transmiti-los ao público da maneira mais didática possível.  A missão do Confarad, nesses anos todos, tem sido a de procurar divulgar informações sobre as inúmeras facetas que compõem o fascinante universo do mundo judaico sefaradi, assim como abordar a realidade das coletividades israelitas de Israel e da diáspora.



Grupo Angeles y Malahines de Cultura Sefaradi


Ao lado do novo Embaixador de Israel no Brasil, Reda Mansour e do Cônsul Honorário de Israel no Rio de Janeiro, Osias Wurman, o público terá a oportunidade de assistir conferências ministradas por nomes da mais alta envergadura nos campos da história, da cultura, da política e da própria filosofia  judaicas, além de encantadoras melodias do cancioneiro sefaradi em ladino. São tantos e tão importante os palestrantes e os temas selecionados para o Confarad que o mais recomendado é abrir o anexo, acessar seu conteúdo e imprimir o programa completo. E para os que residem ou planejam estar no Rio durante os três dias do encontro, é recomendável chegar cedo para garantir seu lugar no salão nobre do CIB, pois o número de interessados em assistir o Confarad é sempre muito grande. 


Salão Nobre do CIB durante o Confarad


O melhor de tudo é que o ingresso para assistir às palestras e apresentações musicais deste 10º  Confarad não será cobrado, ou seja, é um evento imperdível e a custo zero. Uma justa homenagem do Conselho Sefaradi, do CIB e de seus patrocinadores ao público que sempre prestigiou, com sua presença, os encontros anteriores. Além do mais, já está comprovado que, além do privilégio de poder ampliar os horizontes sobre a cultura e a tradição judaicas, o Confarad  é uma oportunidade de ouro não só para rever amigos como também estabelecer novos contatos e elaborar planos comunitários para o futuro. Por essa razão, amigos leitores, espero ter o prazer de encontrá-los, mais uma vez, no CIB, durante o Confarad. Até lá.


nmenda@hotmail.com

 

 

 
 


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COMUNICADO AOS LEITORE
S

A direção editorial da Rua judaica deseja esclarecer qe todas as opiniões ou juízo de valor, emitidas por seus colunistas ou colaboradores, são de exclusiva responsabilidade dos autores, não representando, necessariamente, a opinião editorial do veículo, de entidades a que pertençam os articulistas, nem às entidades ou países a que possam representar.

 
     

 


Jornalista Responsável:
Osias Wurman - MT 14.707
Colaboradores Internacionais: Jerusalém - Daniela Kresch, Budapeste - Judith Klein, Miami - Fernando Bisker, Miami - Nelson Menda
Diagramação: MarketDesign