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  Edição 458  Diretor/Editor: Osias Wurman Quarta, 20 de Abril de 2016

 


MANCHETES DE ÚLTIMA HORA


 

   

TUMULTO DURANTE DEMOLIÇÃO CONTRA TERROR

Dois soldados israelenses ficaram feridos, na madrugada desta quarta-feira, em um campo de refugiados na Cisjordânia durante a demolição da casa de um palestino que matou uma mulher israelense há três meses. Os soldados ficaram levemente feridos, segundo o Exército, após o lançamento de pedras e de um dispositivo explosivo improvisado que foram atirados neles por palestinos. O Crescente Vermelho informou que oito palestinos foram feridos por balas de borracha disparadas por forças israelenses. Um dos palestinos feridos foi levado pelas forças israelenses em custódia. As forças israelenses demoliram a casa de Mohammed Hassin Hassin Abu Puxa durante a madrugada, no campo de refugiados de Qalandiyah. Durante a demolição da casa, ocorreram distúrbios e os militares responderam com medidas de dispersão de choque e posteriormente utilizado fogo vivo. A demolição da casa foi realizada em retaliação a um ataque de esfaqueamento no assentamento de Beit Horon, situado na Cisjordânia na Rota 443, em 25 de janeiro, quando Shlomit Krigman (foto), 24 anos, foi morta e outra mulher israelense foi ferida no ataque realizado por dois assaltantes palestinos.

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MANIFESTAÇÃO REÚNE 2.000 EM TEL AVIV

Cerca de 2.000 israelenses se reuniram no centro de Tel Aviv, na terça-feira à noite, em apoio ao soldado Elor Azaria que matou a tiros um terrorista neutralizado, em Hebron. O sargento Azaria, 20 anos, de Ramla, foi acusado na segunda-feira passada por homicídio culposo pela morte de Abed al Fatah a-Sharif, que estava deitado no chão gravemente ferido, depois que ele e outro palestino atacaram soldados israelenses. Os manifestantes agitavam sinais de apoio e bandeiras, alguns envolvendo a bandeira de Israel em torno de si. Muitos pediram a libertação de Azaria, enquanto alguns fizeram manifestações racistas. Entre os slogans cantados pelos participantes da reunião ouvia-se "Elor o herói", "Os terroristas não devem ser neutralizados - eles devem ser mortos" e "matar ou ser morto". Os pais de Azaria, Charlie e Oshra, e sua irmã Etti, falaram no comício, bem como o jornalista Sharon Gal, que foi um dos organizadores do rali. Familiares de vítimas do terrorismo também falaram no comício, incluindo Dvora Gonen, que perdeu seu filho Danny Gonen, e Ruit Hasano, que perdeu o marido Avraham Asher Hasano. Enquanto isso, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu comentou sobre o assunto na terça-feira, dizendo que "Como o pai de um soldado e como primeiro-ministro, eu gostaria de reiterar: O IDF dá suporte a seus soldados. Estou convencido de que um exame do evento em Hebron será feito de forma responsável e sagaz." O primeiro-ministro também expressou sua confiança nos tribunais, dizendo que "na minha familiaridade com o sistema de justiça militar, estou convencido de que o tribunal vai considerar todas as circunstâncias sobre o incidente. Nossos soldados não são assassinos. Eles agem contra os assassinos e espero que de alguma maneira será encontrado um equilíbrio entre a ação e o contexto geral do evento. Enquanto isso, eu sugiro que todos abaixem as chamas ".

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CHEFE EXECUTIVO DA FÓRMULA UM ELOGIA HITLER

Em uma única entrevista nesta semana, o executivo-chefe da Fórmula Um Bernie Ecclestone conseguiu elogiar Adolf Hitler, ofender as mulheres e afirmar que Vladimir Putin deve comandar a Europa. Falando em uma conferência em Londres, na terça-feira passada, com o diretor da F1 Martin Sorrell, Ecclestone declarou que os comentários que tinha feito em louvor de métodos de liderança de Adolf Hitler, numa entrevista de 2009, foram tomados fora do contexto, mas reiterou que o líder nazista "teve seu trabalho concluído." Na entrevista de 2009, ele havia dito: "De muitas maneiras, terrível de dizer isso, eu suponho, que apesar do fato de que Hitler foi eliminado, e persuadido a fazer coisas que eu não tenho idéia se ele queria fazer ou não, ele estava no caminho em que ele poderia comandar um monte de gente, capazes de fazer as coisas ". Na época, um porta-voz para do Conselho de Deputados Britânicos Judeus, disse: "Os comentários do Sr. Ecclestone sobre Hitler, mulheres, pretos e judeus pilotos são bastante bizarros. Nas observações desta semana, Ecclestone também abordou a questão dos pilotos do sexo feminino na Fórmula Um e afirmou que elas não são fisicamente capazes de conduzir com rapidez suficiente. "Eu não sei se uma mulher seria fisicamente capaz de dirigir um carro de F1 rapidamente e elas não seriam levadas a sério", disse o executivo de 85 anos a uma audiência na Advertising Week Europa. Mas ele previu um aumento dos principais executivos do sexo feminino, dizendo: "As mulheres são mais competentes e elas não têm egos enormes." Ecclestone também disse durante a entrevista que o presidente russo Putin "deveria dirigir toda a Europa." "Ele deve apenas estar no comando", disse Ecclestone. "Ele faz o que ele diz que vai fazer, ele começa o trabalho e vai at;e o fim. Quero dizer, as pessoas não entendem exatamente o que ele quer fazer ... Ele quer colocar a Rússia de volta no que era. "

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CAUSA POLÊMICA CAMPANHA DA PARADA GAY ISRAELENSE

A Parada Gay de Tel Aviv surgiu com uma campanha publicitária levantando polêmica nas capitais europeias. Os painéis eletrônicos em Londres dizem: "Imagine Londres sem Gays .... Em breve!". "Você seria perdoado por pensar" que esse anuncio "pode ser algo homofóbico", escreveu o jornal Metro. Mas a história continua, citando o proprietário da agência JCDecaux negando que os anuncios são homofóbicos ou originais para Londres, existindo versões deles sendo planejadas para Berlim e Madrid. JCDecaux disse ao PinkNews que os anúncios eram "parte de uma campanha para a Tel Aviv Pride Parade 2016, que acontece no dia 3 de Junho. Este ano, o desfile já causou controvérsia com ativistas do LGBT locais ameaçando boicotá-lo se o governo não alocar recursos para a comunidade iguais aos cerca de US$ 3 milhões investidos numa campanha para promover o turismo gay, antes do desfile em Tel Aviv, marcado para 3 de Junho.

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PARADA DO REBE INTERROMPE TRÂNSITO EM MANHATTAN

O tráfego em Manhattan não parou totalmente como prometido pelos organizadores do evento, mas os 66 “Mitzvah Tanks” provocaram muita curiosidade e problemas no trânsito enquanto celebravam os 114 anos do nascimento do Lubavitcher Rebe. O comboio de trucks partiu do “quartel-general” do Chabad em Crown Heights – Brooklyn – na terça-feira pela manhã, cruzaram a Ponte Manhattan subindo pela 6a Avenida até o Central Park e retornaram pela 5a Avenida. Os 66 veículos marcam os 66 anos desde que o Rebe Menachem Mendel Schneerson sucedeu seu sogro na liderança do movimento. O Rebe faleceu no ano de 1992, mas continua reverenciado por seus seguidores em todo o mundo. Após a parade, os trucks distribuíram matzot e agadot de Pessach para os judeus novaiorquinos.

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Osias Wurman
Jornalista

Pessach - O milagre da redenção não é um evento do passado

A chegada de Yaacov e sua família no Egito foi uma marcha triunfal. Assim foi também a partida, 210 anos depois, de seus filhos, os filhos de Israel, do Egito. Esta era a diferença: a pequena família de setenta pessoas havia se tornado uma nação grandiosa e unificada de três milhões de almas, das quais, 600.000 homens adultos.

Em cada geração uma pessoa é obrigada a considerar-se como tendo realmente saído do Egito. A redenção do Egito e a subsequente experiência da entrega da Torá estabelece a identidade do povo judeu como "servos de D'us", e não "servos de servos".

Após deixarem o Egito, eles jamais poderiam estar sujeitos a este tipo de servidão. Um grande sábio, conhecido como o Maharal de Praga explica exaustivamente como a liberdade adquirida pelo êxodo transformou a natureza essencial de nosso povo. Apesar das conquistas e escravidão impostas por outras nações, a natureza fundamental do povo judeu nunca mudou.

Com o Êxodo, adquirimos a natureza e qualidades de homens livres. Esta natureza é mantida apenas porque D'us está constantemente nos libertando do Egito. O milagre da redenção não é um evento do passado, mas um fato constante em nossas vidas.

Chag Pessach Sameach Vê Kasher !


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REPERCUTE EM ISRAEL E NOS EUA A INAUGURAÇÃO NO RIO DA ESCOLA EM HOMENAGEM A ALEKSANDER LAKS


 



http://www.haaretz.com/jewish/news/1.714868

 

http://www.timesofisrael.com/liveblog_entry/rio-school-
named-for-brazilian-jewish-leader-who-survived-holocaust/

 

http://forward.com/news/breaking-news/338787/rio-school-
named-after-iconic-brazilian-holocaust-survivor/

 

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Por que Adolf Hitler odiava os judeus?




Mesmo que a maior parte do manifesto político de Adolf Hitler, através do livro "Mein Kampf", fosse dedicada a explicar o seu ódio, investigadores continuam procurando uma explicação mais pessoal sobre este assunto.

David B. Green – Jornal Haaretz


Adolf Hitler
Adolf Hitler - AP

Não se pode estudar o Holocausto sem estudar sobre a fonte do ódio de Adolf Hitler para com os judeus. Embora que a maior parte do seu manifesto político, "Mein Kampf" fosse dedicada a explicar o seu ódio, que foi claramente aceito e partilhado por uma entusiasmada nação alemã, as ações efetuadas contra os judeus da Europa foram tão monstruosas no tipo e na sua gigantesca escala que se tornou inevitável que os pesquisadores procurassem por uma explicação mais pessoal. E, portanto, os estudiosos examinam e analisam cada fato e aspecto disponíveis para provar uma existência de lesão psicológica profundamente pessoal que explicasse os atos de Hitler.

Pai Ilegítimo

Mesmo antes de Hitler chegar ao poder, havia rumores de que ele era de descendência judaica, um detalhe da sua história pessoal que lhe seria muito prejudicial e até mesmo humilhante, e que ele teria negado sempre. Estes rumores se baseavam no fato – e isto não era segredo - que o seu pai, Alois Hitler, era filho ilegítimo. Embora a avó paterna de Hitler, Maria Anna Schicklgruber, ter casado com Johann Georg Hiedler e ter adotado o seu sobrenome, na época, Alois já tinha cinco anos de idade, e ela nunca revelou quem era realmente o seu pai, se é que ela sabia.

Naturalmente, houve muita especulação sobre a identidade do avô de Hitler - a maior parte dela centrada em Johann Nepomuk Hiedler e no seu irmão, Johann Georg Hiedler, que se tornou o padrasto de Alois, e que para ele deixou parte da sua herança quando morreu.

No entanto, o aspecto judaico para a especulação dizia respeito a um terceiro candidato a pai de Alois Hitler, um judeu chamado Leopold Frankenberg, que de acordo com o advogado pessoal de Hitler, Hans Frank, era o jovem filho de um casal que empregava Maria Schicklgruber como cozinheira quando ela ficou grávida de Alois. Segundo o depoimento dado por Hans Frank no Julgamento de Nuremberg, em 1945-1946, ele havia ouvido falar do próprio Hitler, em 1930, sobre esta ascendência judaica. No entanto, jamais foi encontrada qualquer prova que apoiasse esta tese, nem foi encontrada qualquer evidência de que Leopold Frankenberger realmente existiu

Em qualquer caso, a relação entre ter um antepassado embaraçoso na sua árvore genealógica e o de ter um ódio patológico ao grupo étnico do seu ancestral não é tão óbvia.

O Médico

Outra teoria bem conhecida diz respeito ao médico judeu, Eduard Bloch, que cuidou da amada mãe de Adolf Hitler, Klara Hitler, antes da sua morte por câncer de mama, em 1907, aos 47 anos. Quando a condição de Klara foi diagnosticada já era incurável, mas o Dr. Bloch, por insistência do seu filho, a tratou por mais de um mês com uma medicação quase-experimental chamada iodoform. Porém, esta medicação lhe causou uma dor insuportável sem, no entanto, estender a sua vida.

Poderia então o Holocausto ter sido a vingança de Adolf Hitler sobre o Dr. Bloch pela sua incapacidade de salvar a vida da sua mãe Klara?

Certamente, no nível consciente, Hitler não culpava Bloch como o responsável pelo sofrimento da sua mãe. Depois da morte, ele escreveu ao Dr. Bloch, agradecendo a sua dedicada atenção para com a sua mãe. Três décadas mais tarde, na época pós-Anschluss na Áustria, em 1938, o Dr. Bloch escreveu a Adolf Hitler quando este já era chanceler, pedindo ajuda, e Hitler providenciou para que ele fosse poupado das duras medidas que estavam sendo tomadas contra os judeus até que ele pudesse emigrar para os Estados Unidos, onde morreu em 1945.

A ideia de Mufti?

No outono passado, o primeiro-ministro de Israel sugeriu que Hitler inspirou-se sobre a ideia do genocídio vinda do líder político e religioso palestino Amin al-Husseini, que era o grande mufti de Jerusalém, de 1921 a 1937. De acordo com Benjamin Netanyahu, para Hitler a expulsão dos judeus da Alemanha seria o suficiente, mas Husseini argumentou de que, se ele fizesse isto, os judeus simplesmente iriam para a Palestina (Israel). Foi quando Hitler perguntou a Husseini o que ele quis dizer, e o clérigo árabe afirmou "para queimá-los".

A teoria de Netanyahu não foi amplamente aceita, para dizer o mínimo, e ele mesmo voltou atrás sobre ela, admitindo que "a responsabilidade de Hitler e dos nazistas no extermínio de 6 milhões de judeus era clara".

Verdade Seja Dita


Adolf Hitler's 'Mein Kampf.'
Adolf Hitler's 'Mein Kampf.' - AP

Em "Mein Kampf", publicado em dois volumes, em 1925 e 1926, o próprio Hitler explica que ele não tinha sentimentos especiais em relação aos judeus antes da sua mudança para Viena em 1908, e que, mesmo assim, inicialmente, tinha opinião favorável sobre eles. Mas somente enxergou a luz quando a Alemanha perdeu a Primeira Guerra Mundial, e então passou a culpar os judeus como sendo os responsáveis.

Durante a segunda metade do século 19, a emancipação dos judeus na maior parte da Europa conduziu a uma crescente integração na sociedade e também na economia moderna, o que provocou uma reação antissemita, em alguns casos bastante violenta, e que se espalhava por todo o continente europeu, incluindo a Alemanha. Enquanto os judeus eram mantidos separados em guetos, e limitados a exercerem apenas algumas profissões, era possível acusá-los de agrupamentos fechados, e eventuais reclamações sobre juros cobrados de empréstimos. Mas, quando saíram dos guetos e tornaram-se pessoas importantes no comércio, indústria e finanças, e projetaram-se social e intelectualmente, apareceu todo um novo conjunto de motivos para odiá-los. O sucesso dos judeus emancipados incomodou muito mais do que a pobreza e a degradação dos judeus marginalizados – o que deu origem a teorias raciais que pregavam que haveria uma diferença biológica essencial neles.

Quando a Alemanha imperial foi derrotada, em 1918, e o Kaiser Wilhelm, o imperador alemão, foi forçado a abdicar, apareceu uma teoria popular de que a Alemanha tinha sido "apunhalada pelas costas" pelos judeus. Ao mesmo tempo, por um lado a participação de judeus nos movimentos socialistas e comunistas que promoveram revoluções na Alemanha e na Rússia, e por outro lado, a proeminência nas finanças internacionais, produziram teorias obscuras e difamatórias sobre a falta de lealdade nacional, a traição e a sua degeneração.

Na cabeça de Hitler, todos os grupos que ele considerava como prejudiciais para a Alemanha - bolcheviques, socialistas, social-democratas – estavam relacionados com os judeus porque, de fato, os judeus ocupavam posições importantes em cada um deles. Então juntou as suas teorias políticas com teorias raciais supostamente cada vez mais técnicas que consideravam os judeus, juntamente com outros grupos étnicos como os eslavos e os ciganos, como sendo biologicamente inferiores aos arianos, que era a ‘raça’ branca do norte da Europa de quem os alemães puros julgavam que pertenciam.

No entanto, estas ideias absurdas, teorias ultrajantes e pensamentos pervertidos, assim como quaisquer que fossem as experiências pessoais que tinha contra os judeus, Adolf Hitler teve o apoio de todos os níveis da sociedade alemã por pessoas que visualizavam o seu país voltar à grandeza que sentiam que lhes havia sido negada, e também acreditar que os judeus fossem os responsáveis ??por isto.

 

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ISRAELENSES VIAJAM EM MASSA NO FERIADO DE PESSACH


Saindo de Israel para a Páscoa? Domingo passado, dia 17/04, e as duas quintas seguintes, além de 1º de maio, serão os dias mais movimentados durante o feriado no aeroporto Ben Gurion. De acordo com informações fornecidas pelas agências de viagens, mais de 350.000 viajantes sairão de férias para o exterior para a Páscoa.
Os principais destinos são as Ilhas Gregas, os EUA, Itália e França. A maior multidão irá para a Turquia.

De acordo com dados das autoridades israelenses, mais de 1,1 milhões de passageiros passarão pelo Aeroporto Ben Gurion durante a Páscoa; a soma inclui israelenses e turistas em voos dentro e fora do país. Este é um aumento de 13% em relação à Páscoa do ano passado. Durante o feriado, 6.900 aeronaves vão pousar e decolar do aeroporto.

A autoridade recomenda que os viajantes façam check-in online em casa para economizar tempo no aeroporto.

 


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Vamos discordar, debater, mas vale a pena destruir uma amizade?



Guga Chacra – De Nova Iorque para a Rua Judaica

O Irã é inimigo do ISIS, também conhecido como Grupo Estado Islâmico ou Daesh.

Eu e praticamente 100% das pessoas que eu conheço são contra o ISIS. Mas isso não significa que sejamos a favor do Irã, que também desrespeita os direitos humanos. Isto é, ser contra o ISIS não significa ser a favor do regime de Teerã. Significa apenas ser contra o ISIS. Normalmente, as pessoas são contra o ISIS e contra o regime do Irã.

Nós que debatemos Oriente Médio já nos acostumamos a estas discussões.

Imagino que, no Pessach, aqui nos EUA, em Israel ou no Brasil, haverá muita briga sobre o destino do conflito entre israelenses e palestinos. É normal. Eu nunca encontrei uma pessoa que concorde 100% comigo nesta questão. Mas fiz muitos amigos que discordam muito de mim, incluindo o Osias e a Betty Steinberg – e ela me convida anualmente para o Seder na casa dela em Connecticut. E gosto deles porque aprendo muito ao ouvir pontos de vista diferente.

No Brasil, tenho visto brigas entre amigos meus. Os que são a favor do impeachment são acusados de serem defensores de políticos populistas defensores da tortura do regime militar brasileiro ou do Chile de Pinochet. E os que são contra o impeachment são associados à tortura dos regimes de Cuba e da Coreia do Norte.

No fundo, todos foram ditaduras e estas acusações são completamente absurdas. Há sim deputados que votaram a favor do impeachment que deram declarações repugnantes sobre a tortura. E há sim deputados que votaram contra e são entusiastas de Cuba. Mas não dá para generalizar. Muitas pessoas que eu conheço, dos dois lados na discussão, não suportam a Dilma nem o Cunha e criticam o Chile de Pinochet e a Cuba de Fidel. Apenas divergem sobre qual o melhor remédio para a crise. Nada de anormal divergir em uma sociedade democrática.

No Reino Unido, divergem se o país deve sair ou não da União Europeia, por exemplo.

Vamos discordar, debater, mas vale a pena destruir uma amizade por causa da Dilma, do Cunha, do Temer?

Eu acho que não. Nunca destruí uma amizade por causa de Arafat, Sharon, Netanyahu ou Abbas.

 

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ANUNCIO ELEITORAL DE BIBI GANHA PRÊMIO INTERNACIONAL


Um anúncio produzido para o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu durante a preparação para as eleições nacionais, no ano passado, ganhou um prêmio internacional.

O anúncio do Likud, um comercial de TV que mostrava Netanyahu como uma babá qualificada, ou "Bibi-sitter", uma brincadeira com o apelido frequentemente utilizado, ganhou o Prêmio POLLIE entregue pela Associação Americana de Consultores Políticos (AAPC) para a melhor campanha política de 2015.

O conselheiro político de Netanyahu, Aron Shaviv, também ganhou um Prêmio POLLIE por melhor estrategista político. O prêmio foi entregue a Shaviv por Mark Mellman, presidente da AAPC e um estrategista político para o líder Yair Lapid do Yesh Atid, que se senta na oposição.



https://www.youtube.com/watch?v=Cmac71R5Br8


No anúncio Netanyahu chega primeiro na porta de uma mãe e um pai a espera de uma babá.

"Você pediu uma babá, você tem um Bibi-sitter," Netanyahu diz, fazendo a luz de seu apelido.

"Onde estão as crianças?", diz ele e então olha ao redor.

O jovem casal, que está chocado com a presença de Netanyahu, pergunta ao primeiro-ministro por que ele iria cuidar de seus filhos.

"Pode ser tanto eu, como Tzipi e Bougie", responde Netanyahu, usando o apelido dos seus rivais Tzipi Livni e Isaac Herzog. Os pais assustados recusam imediatamente, dizendo que os outros dois não são confiáveis.

Herzog, eles riem, precisa cuidar de si mesmo. E Livni? "No momento em que você voltar ela provavelmente vai estar com os vizinhos," brinca Netanyahu, numa referência a Livni ter alternado entre quatro partidos políticos nos últimos anos.



Zombando de si mesmo, o primeiro-ministro é então visto assistindo a um anúncio anterior que causou polêmica pela inclusão de crianças (e posteriormente foi banido) com os pais retornando de sua noitada fora. "Shalom", eles dizem alegremente.

"Não de forma imprudente!", Brinca Netanyahu.

O clipe anterior, que mostrava Netanyahu como um adulto responsável numa classe do jardim de infância cheia de crianças bagunceiras, foi proibido pelo Comitê de Eleições Central.

O vídeo foi vetado por violar regulamentos de campanha por ter usando crianças com menos de 15 anos de idade em anúncios.


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ROLA NA INTERNET


Se a Turquia conseguir entrar para a Comunidade Européia….

 

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EMOCIONADA MENSAGEM DE PESSACH POR HILLARY CLINTON

Hillary Clinton

Eu não cresci celebrando Pessach. Mas ao longo dos anos, eu já assisti Sedarim onde eu ficava inspirada pela história notável contada na Hagadá - um conto de um povo que, sustentado pela força e fé, escapou da escravidão e chegou a sua liberdade.

Como o povo judeu em todo o mundo se prepara para esta festa, eu queria oferecer alguns dos meus próprios pensamentos sobre as lições antigas que ainda mantêm a sabedoria para o mundo de hoje.

O primeiro é a importância da liberdade religiosa. O Livro do Êxodo recorda como o Faraó negou aos israelitas o direito de orar como eles escolheram. Hoje, há novas ameaças à liberdade religiosa e um aumento alarmante do antissemitismo. Em muitas partes da Europa, temos visto sinagogas vandalizadas e cemitérios profanados. Os esforços internacionais para difamar e isolar o povo judeu - como o movimento alarmante "BDS" - estão ganhando força.

Devemos enfrentar essas forças de intolerância. Como senadora de Nova Iorque, patrocino leis para apoiar a indenização para as vítimas do Holocausto. E eu me juntei à Comissão de Helsinque para ajudar a proteger e preservar cemitérios judaicos na Europa Oriental. Como secretária de Estado, levantei-me para as minorias religiosas oprimidas na China, Irã e ao redor do mundo. Se eu tiver sorte o suficiente para ser eleita Presidente, gostaria de assegurar que a América continuará a luta contra o antissemitismo. E assim como os judeus sempre se levantaram em suporte a outras comunidades, nós devemos ir contra a tendência de crescimento do sentimento antirreligioso em qualquer forma que se apresente.

A segunda lição é a importância de cuidar um do outro. Depois de uma partida precipitada do Egito, quando os israelitas vagaram por quarenta longos anos no Sinai, eles desenvolveram um pacto com Deus e uns com os outros para que ninguém, nas futuras gerações, ficasse de fora ou fosse deixado para trás.

Eu acredito que este mesmo tipo de contrato social existe na América. Devemos lutar contra qualquer esforço para enfraquecer ou privatizar o Seguro Saúde e a Seguridade Social e devemos, finalmente, ampliar os benefícios para as viúvas. Temos de melhorar a habitação para famílias de baixa renda; habitação pública e acessível, dando às famílias esta chance, pagar outros itens essenciais, e dar aos filhos um lugar seguro e saudável para crescer. Devemos fornecer US$ 25 bilhões para construir habitação mais acessíveis, e até US$ 10.000 em liberação à vista para as famílias comprarem sua primeira casa.

A terceira e mais importante lição do Livro do Êxodo vem no final. De modo que eles nunca mais sejam subjugados, o povo judeu está definido para chegar à sua própria terra natal. Eu orgulhosamente fiquei com o Estado de Israel por toda a minha carreira, certificando-me que sempre tenha os recursos de que necessita para manter sua vantagem militar qualitativa. Eu também trabalhei para garantir o financiamento do sistema de defesa antimísseis Iron Dome e vi a sua eficácia em primeira mão quando eu trabalhava com o primeiro-ministro Netanyahu para negociar um cessar-fogo em Gaza. Desde a sua instalação, esta tecnologia salvou inúmeras vidas.

Proteger aliados e parceiros como Israel é um dos deveres mais solenes de qualquer comandante chefe. No entanto, outros nesta corrida sugerem que devem permanecer "neutros", a fim de negociar. Mas a segurança de Israel simplesmente não é negociável. E seria um erro grave para os Estados Unidos ceder o manto da liderança no processo de paz para outra nação. Para a segurança de Israel e do mundo, precisamos que a América continue a ser um líder mundial respeitado, e estar pronto e capaz de bloquear qualquer esforço internacional para isolar ou atacar Israel.

Há uma lição final na história do Êxodo: o lembrete para manter-se contando a sua história. Para conectar o passado com o presente, os participantes em cada Seder são ensinados a imaginar que eles mesmos ainda estavam escravizados no Egito.

No mundo de hoje, muitos nem precisam imaginar. Todos os anos, mais de 20 milhões de pessoas são traficadas ou vendidas como escravas por déspotas modernos e faraós. Em minhas viagens como secretária de Estado, eu conheci muitos que têm escapado das formas contemporâneas de escravidão que continuam a flagelar o nosso planeta. E eu acredito que nossas tradições compartilhadas - judeus e americanos – nos dão uma obrigação moral de levar ajuda e esperança para aqueles que precisam.

Num abrigo do tráfico de Kolkata, Índia, conheci mulheres e meninas que sofreram abusos horríveis e estavam recebendo suas vidas de volta nos padrões normais. Eu nunca vou esquecer que conheci uma jovem que nasceu na escravidão de um bordel, mas conseguiu escapar com sua mãe. A vida dela nunca seria fácil, mas com a ajuda dos outros, elas foram definitivamente para fora do caminho do mal e foram capazes de chegar ao seu potencial dado por Deus.  

Neste Pessach, vamos continuar a lutar contra todas as formas de opressão, desigualdade e injustiça. Vamos ler uma página sobre Moisés e Arão, e falar por aqueles que não podem falar por si. E nunca vamos esquecer de manter a atenção para a situação de milhões de pessoas que ainda tem necessidade de sua própria forma de libertação.

Elas estão lá fora, esperando por nós.

 

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HAMAS CONTINUA A PROVOCAR A REAÇÃO DE ISRAEL COM TÚNEIS SUBTERRÂNEOS


As forças de segurança descobriram um "túnel do terror" dentro do território israelense, saindo da Faixa de Gaza, há pouco mais de uma semana e meia, segundo o divulgado pelas Forças de Defesa de Israel.

O túnel totalmente revestido já foi "neutralizado", segundo um porta-voz do Exército, acrescentando que não entraria em detalhes sobre se ele foi destruído ou simplesmente selado.



A sua localização exata ainda está sob sigilo pela censura militar, embora não pareça que o túnel levava diretamente para Holit ou Sufa, as comunidades israelenses mais próximas à Faixa de Gaza.

O IDF identificou a organização terrorista Hamas como o grupo por trás da construção do túnel, "a fim de realizar ataques contra civis", disse um porta-voz, embora ele disse que não iria discutir como a inteligência específica chegou a essa conclusão.

É o primeiro túnel descoberto dentro do território israelense desde o fim da guerra na Faixa de Gaza, no verão de 2014. Durante essa operação, batizada de Operação Borda de Proteção em Israel, pelo menos 34 túneis foram descobertos e destruídos pelas forças israelenses.

Após a operação, o Hamas prometeu continuar usando túneis e foguetes para atacar o Estado judeu. Falando em um comício na Faixa de Gaza, na semana passada, o líder do Hamas Ismail Haniyeh disse novamente a residentes: "Nossa mensagem aos prisioneiros é uma mensagem coberta de sangue. O rifle o túnel são os nossos compromissos."

Em resposta à descoberta, o Hamas afirmou que o túnel era "velho", que tinha sido construído antes do conflito de 2014, de acordo com a mídia palestina.

O IDF, no entanto, negou essa alegação, dizendo que era "um novo túnel que tinha sido construído recentemente."



O túnel foi localizado a cerca de 30 metros abaixo do solo e estendido por "dezenas de metros dentro de Israel." Ele tinha sido enriquecido com lajes de concreto e contava com linhas elétricas de um sistema ferroviário, disse o porta-voz tenente-coronel do IDF, Peter Lerner.

Ele foi descoberto perto da cerca da fronteira, acrescentou.

Após o conflito de 51 dias com o Hamas na Faixa de Gaza, no verão de 2014, Israel investiu cerca de um bilhão de NIS (cerca de US$ 250 milhões) para o desenvolvimento de um sistema de detecção para localizar esses túneis.

O exército usou um sistema deste tipo para descobrir este túnel, embora funcionários do IDF salientaram que a tecnologia não foi o único aspecto da operação para a descoberta, que também incluiu a coleta de informações extensa e trabalhos de campo.

"A busca por túneis tem estado no topo das prioridades da rede de defesa e do IDF, e nós não medimos nossos esforços. Lidar com a questão dos túneis é muito complicado, e o Estado de Israel é o líder mundial no campo", disse o ministro da Defesa, Moshe Ya'alon.



"Nos últimos meses, o Hamas tem experimentado uma série de casos de colapsos de túneis, escavadores que morrem no trabalho e agora também esta descoberta", disse ele, presumivelmente aludindo a sistemas de detecção de túnel e destruição de Israel.
Em fevereiro, o Chefe do Estado Maior do IDF, tenente-general Gadi Eisenkot insinuou esta tecnologia, dizendo que o exército tinha "recursos avançados" para encontrar túneis do Hamas.

"Estamos fazendo um monte de verificações, mas muitas das coisas que fazemos são escondidas do público. Temos dezenas, se não centenas, de engenheiros e veículos na fronteira de Gaza", Eisenkot acrescentou.

A mídia palestina anunciou que Israel tinha começado apreendido um agente do Hamas que estava envolvido no projeto dos túneis. Mahmoud Awad Jasser Atawna, 29 anos, que ajudou a supervisionar a construção dos túneis, foi dado como desaparecido pelo Hamas, há alguns dias, depois que os moradores da Faixa perderam contato com ele, segundo agências de notícias locais relataram.

No entanto, não ficou claro se Atawna tinha sido capturado por Israel.



"A descoberta deste túnel nos últimos dias é o resultado do trabalho em curso", disse o chefe do Comando Sul, Maj. Gen. Eyal Zamir, em um comunicado na segunda-feira passada. "O IDF continuará usando todas as ferramentas à nossa disposição, acima e abaixo do solo, para frustrar qualquer tentativa de prejudicar o povo do Estado de Israel ou os soldados do IDF."

Autoridades de defesa estimam que a maior parte do túnel foi escavado antes da guerra de 2014, noticiou a Rádio do Exército nesta segunda-feira.

Ya'alon disse mais tarde que parte do túnel é datado de 2014, e que novas adições haviam sido acrescentadas, informou o canal 2 da TV.

"A hipótese de trabalho é que o Hamas continua a construir esses túneis. Nosso trabalho é evitar ataques contra civis inocentes", disse um porta-voz do exército.

Embora o túnel tenha sido encontrado, há pouco mais de uma semana atrás, a notícia de sua descoberta foi proibida de publicação pela censura militar.

O IDF trabalhou ao lado de outros equipamentos de inteligência israelenses para localizar o túnel, disse Ya'alon.

"O melhor das forças de Israel estava envolvido na missão de descoberta do túnel, a maioria dos quais foi realizado longe dos olhos do público, incluindo o IDF, o Shin Bet e a indústria de defesa", disse ele.


Na semana passada, a mídia palestina relatou a presença de pelo menos quatro escavadeiras D9 israelenses que operavam na Faixa de Gaza, achatando terras perto da fronteira.

De acordo com a agência de notícias Ma'an, essas escavadeiras estavam dentro da Faixa, nos 10 dias precedentes, trabalhando sob o olhar atento de drones israelenses.

Na quinta-feira passada, um oficial superior do IDF disse a repórteres que o Hamas tem recrutado combatentes e está recolhendo material em um ritmo "surpreendentemente" rápido, apesar de o grupo ainda não estar preparado para um novo conflito com Israel.

No entanto, ele declarou que a organização terrorista não voltaria a arrastar Israel para uma guerra, e insistiu que qualquer conflito futuro seria executado por iniciativa do Estado judeu.

Segundo a avaliação do oficial, o Hamas agora tem cerca de 5.000 combatentes em suas forças especiais e tem também preenchido suas fileiras de categoria média e alta com 25 batalhões, disse o funcionário.



O grupo também tem trabalhado incansavelmente para substituir os milhares de foguetes, morteiros e mísseis disparados contra alvos israelenses durante a Operação Borda de Proteção.

Em meio a crescentes tensões ao longo da fronteira com Gaza, Israel no início da semana realizou a maior manobra civil perto do enclave palestino, desde a guerra de 2014 contra o Hamas.

Médicos, o corpo de bombeiros e equipes de resposta civil simularam uma incursão do Hamas contra o território israelense, incluindo um ataque a um kibbutz israelense perto da fronteira, com a tomada de reféns pelos terroristas. O exercício, que realizou a simulação no Kibbutz Erez, contou com tropas dominando os terroristas no salão de jantar da comunidade.


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Por Daniela Kresch
Jornalista
direto de Israel


QUATORZE ANOS DEPOIS DE JENIN

TEL AVIV – Nunca vou esquecer este dia. Era 7 de abril de 2002, em meio a uma das semanas mais violentas da Segunda Intifada palestina contra Israel. Eu era editora de Internacional do Jornal do Brasil. De repente, na CNN, o político palestino Saeb Erekat soltou uma bomba tão devastadora quanto às dos suicidas palestinos em ônibus e cafés de Tel Aviv e Jerusalém: Israel teria massacrado 500 palestinos no campo de refugiados de Jenin, cidade no Norte da Cisjordânia.

Assim que Erekat disse isso, começaram a chover reportagens de agências de notícias com números semelhantes: 400 mortos, 450 mortos... Teve uma agência que chutou 1000 mortos. Todos estavam certos de suas informações baseadas em “testemunhas”. O secretário geral da Autoridade Palestina começou a chamar o caso de “genocídio”.

Para quem não se lembra, depois os números foram verificados pela ONU. No final das contas, morreram 52 palestinos (alguns dizem 44, metade militantes de grupos armados) e 23 soldados israelenses. Esse foi o “genocídio”, o “massacre”. Incrível como pessoas como Saeb Erekat ainda são ouvidos pela imprensa como se emitisse informações corretas.

Na época, no entanto, como eu não tinha como verificar os números, tive que encarar os relatos como próximos da verdade, mesmo intuitivamente pensando que Israel não mataria, de uma vez só, 500 num campo de refugiados, mesmo que Jenin fosse o coração dos suicidas naquela Intifada (que matou cerca de mil israelenses em cinco anos).

A operação militar em Jenin, que os israelenses chamam de “Chomat Magen” (Parede de Proteção) e os palestinos de “Batalha de Jenin”, havia começado no dia 1º de abril e durou mais de duas semanas. Naquele dia 7, quando o número de 500 mortos apareceu, o exército já tinha passado alguns dias enfrentando a resistência dos militantes palestinos. Aí passou a usar tanques para entrar no campo de refugiados, onde um dos principais líderes, Zakaria Zubeide, se escondia.

Foram dias terríveis para mim. Israel era o vilão (como passou a ser, desde então, a cada explosão de conflito com os palestinos). Na redação do jornal, pessoas que eu considerava amigas soltavam gritinhos anti-Israel. Certa vez, quando um ônibus explodiu em Jerusalém fazendo dezenas de vítimas israelenses, uma repórter veterana gritou: “É isso mesmo! Tem que matar todos esses bastardos!” Fui ao banheiro chorar. Só uma pessoa notou. E me disse algo que eu temia em ignorar: “Isso é antissemitismo”. Foi a primeira vez que senti essa doença de perto.

Há alguns dias, fui ao campo de refugiados de Jenin pela primeira vez (já tinha ido à cidade, mas não ao campo, aliás um bairro com ruelas estreitas, mas com prédios de concreto e ruas pavimentadas, muito melhor do que as favelas cariocas). Escutei de um palestino sobre como, até hoje, os palestinos têm orgulho da resistência na “Batalha de Jenin”. Em Israel, a operação “Chomat Magen” é vista como exemplar: o momento em que a Intifada começou a ser debelada.

O mesmo incidente, duas narrativas. Como sempre por aqui, a verdade não existe, ninguém quer saber dela. Tudo só serve para aprimorar ou fortalecer as narrativas. Mal comparando, é como a polarização entre os petistas e os anti-Dilma obcecados: não importam os fatos contra ou a favor quando você já tem uma ideia pronta na cabeça. Em Israel se diz: “Não me incomode com os fatos”.


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NETANYAHU GARANTE QUE O GOLAN SERÁ DE ISRAEL

O Golan permanecerá para sempre parte de Israel, declarou o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, num sinal para a Rússia e os Estados Unidos que o planalto estratégico deve ser excluído de qualquer acordo sobre o futuro da Síria.
Israel capturou as Colinas de Golan na Guerra dos Seis Dias, em 1967, e anexou oficialmente em 1981, num movimento que não ganhou reconhecimento internacional.

"Nos 19 anos, que o Golan esteva sob ocupação síria, foi usado para bunkers, cercas de arame farpado, minas terrestres e agressão. Ele foi usado para a guerra. Nos 49 anos, que tem estado sob domínio israelense, tem sido utilizado para a agricultura, turismo, iniciativas econômicas, construção. Ele está sendo usado para a paz", disse Netanyahu durante uma reunião especial do governo nas Colinas de Golan.

"Eu escolhi realizar esta reunião especial do governo nas colinas de Golan para enviar uma mensagem clara. O Golan permanecerá para sempre nas mãos de Israel", declarou o primeiro-ministro.

A população de Golan, disse ele, foi crescendo a cada ano, com cerca de 50.000 pessoas atualmente residindo lá e "milhares de famílias que supostamente irão se juntar a eles nos próximos anos."

Netanyahu prometeu continuar apoiando e fortalecendo os moradores do Golan, suas vilas e cidades, indústria, agricultura e muito mais. "Incluindo as decisões que vamos tomar nesta reunião de governo", acrescentou.

O primeiro-ministro apelou à comunidade internacional "a reconhecer, finalmente, que o Golan ficará permanentemente sob soberania israelense."

Ele observou que o Golan era uma parte integral da Terra de Israel nos tempos antigos, "como evidenciado pelas dezenas de sinagogas antigas em nosso redor", o Golan é também parte integrante de Israel nos tempos atuais.

Ele falou da guerra e da destruição no Golan sírio, dizendo que ele disse ao secretário de Estado John Kerry que ele "duvidava que a Síria vá voltar ao que era antes."

O primeiro-ministro disse a Kerry que Israel não colocaria objeções a qualquer acordo diplomático na Síria, desde que não comprometa a segurança de Israel. "Ou seja, no final do dia, as forças do Irã, Hezbollah e ISIS devem ser expulsas do território sírio."

O Irã, um dos principais inimigos de Israel, bem como o procurador libanês de Teerã, o Hezbollah, têm apoiado o presidente sírio, Bashar Assad, no conflito contra as forças rebeldes e militantes do Estado Islâmico.
  
A ministra da Justiça Ayelet Shaked reiterou declarações do primeiro-ministro, dizendo que "um dos objetivos desta reunião é realmente declarar publicamente que esperamos que as nações do mundo reconheçam também a fronteira norte de Israel como uma fronteira internacional, incluindo as Colinas de Golan, é claro." 

Faisal Miqdad, vice-chanceler da Síria, rejeitou os comentários de Netanyahu, dizendo: "O Golan ocupado é terra árabe de acordo com as resoluções do Conselho de Segurança da ONU. Estamos preparados para fazer tudo para restaurar o Golan empregando todos os meios necessários, incluindo meios militares", acrescentou. 

Oficialmente, o Golan foi escolhido como o local para a sessão de gabinete como uma forma de marcar o aniversário da vitória eleitoral de Netanyahu, de um ano atrás.

Mas o momento era visto por alguns comentaristas políticos como ligados às negociações que Netanyahu deve realizar com o presidente russo Vladimir Putin, onde a força militar de Moscou e intervenções diplomáticas são cruciais.

Embora formalmente neutro na guerra civil ao lado, Israel prevê que a partição sectária da Síria seja inevitável.

Os últimos esforços de paz apoiados pelos EUA, israelenses e sírios se baseavam em um retorno do Golan, onde cerca de 23 mil israelenses vivem agora ao lado de aproximadamente o mesmo número de drusos árabes leais a Damasco.

 

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CARTA DE LEITOR

Foi-se o tempo em que o Brasil era um paraíso e recebia à nós, polacos, romenos, europeus em geral. Eu sou um judeu filho de romenos, (Bessarabia na época, e poloneses. Hoje eu sou especialista em passaportes europeus de todas as nações da Comunidade europeia, e faço por aqui via advogados europeus ( sou fluente em inglês, PASSAPORTES EUROPEUS PARA QUE OS FILHOS E NETOS DAQUELES QUE VIERAM PARA O PARAÍSO, QUE ERA O BRASIL, PARA QUE ELES POSSAM ESCOLHER SE QUEREM VIVER NO BRASIL OU NA EUROPA ( que hoje conta com qualidade de vida muito superior do que no Brasil, sem perseguições, muito menos do que na época. Excelentes médicos e Hospitais praticamente gratuitos. Enquanto aqui,...  conversar comigo por e-mail não tem custo e nem compromisso algum.

DENIS SCHWARTZ.  E-mail:passaporteseuropeus@gmail.com

 

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NETANYAHU E LAPID ACUSAM UNESCO DE TENTAR REESCREVER A HISTÓRIA DO MONTE DO TEMPLO

O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu criticou a UNESCO pela condenação unilateral de "agressão israelense no Monte do Templo", dizendo que o órgão da ONU ignorou completamente o fato de que lá também é um local sagrado para os judeus.

A resolução foi aprovada, na sexta-feira passada, com 33 votos a favor, seis contra e 17 abstenções. França, Espanha, Suécia, Rússia e Eslovênia estavam entre as nações não-árabes que apoiaram a resolução, enquanto a Estônia, Alemanha, Lituânia, Países Baixos, Reino Unido e Estados Unidos se opuseram.

A resolução não faz referência ao "Monte do Templo", e em vez disso o chama por seu nome árabe "al-Haram al-Sharif", ou a "Mesquita de al-Aqsa", enquanto repetidamente se refere a Israel como "a potência ocupante".

A resolução ainda "lamenta profundamente o fracasso de Israel, a potência ocupante, a cessar as escavações persistentes e trabalhos em Jerusalém Oriental, particularmente e no entorno da Cidade Velha, e reitera o seu pedido a Israel, a potência ocupante, de proibir todas essas obras em conformidade com a suas obrigações nos termos das disposições relevantes da UNESCO, suas convenções, resoluções e decisões". 

A resolução também solicita a Israel que "permita a restauração do  “status quo” que prevaleceu até setembro de 2000" e condena "agressões israelenses e medidas ilegais contra a liberdade de culto e de acesso dos muçulmanos ao seu lugar santo Al-Aqsa / Al -Haram Al Sharif."

Além disso, a resolução acusa Israel de "proibir os muçulmanos de enterrar seus mortos em alguns locais" e de "plantar túmulos falsos de judeus em outros espaços dos cemitérios muçulmanos."

"Esta é mais uma decisão absurda da ONU. A UNESCO ignora a conexão histórica única do judaísmo com o Monte do Templo, onde os dois templos ficaram por mil anos e para o qual todos os judeus no mundo tem orado por milhares de anos", disse Netanyahu.

"A ONU está reescrevendo uma parte fundamental da história humana".

Enquanto isso, Yair Lapid, presidente do partido Yesh Atid, chamou a decisão da UNESCO de uma "mancha na ONU" e exortou a organização a anular a condenação.

Lapid disse que "esta decisão é uma oportunidade preocupante de reescrever a história e a realidade como parte de um ataque político contínuo sobre o Estado de Israel e sobre o judaísmo."

Em seguida, ele acrescentou que a "incitação palestina sobre o Monte do Templo - já levou à morte de dezenas de israelenses nesta atual onda de terrorismo e a decisão (da UNESCO) alimenta e prolonga essa onda de terror."

 

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IRÃ FAZ DESFILE MILITAR MOSTRANDO BATERIAS ANTIMÍSSEIS RUSSOS

O Irã, no domingo, desfilou o que alegou serem partes de seu sistema de defesa aérea S-300 de fabricação russa, recém-recebido, depois de meses de especulação sobre se Moscou iria entregar a arma avançada.

Vários caminhões carregados com o que o Irã disse que eram partes do sistema, incluindo veículos e mísseis, desfilaram através de Teerã durante um evento para marcar o dia anual do exército do país, dias depois de um funcionário iraniano dizer que a Rússia tinha começado a cumprir a sua parte do negócio, após anos de negociações anda e para.

Fotos de partes do S-300 apresentado no desfile foram publicadas em sites de notícias iranianos e publicadas em mídias sociais.

De acordo com a Fars de notícias semi-oficial, as partes não incluíam os próprios mísseis.


Falando na parada no mausoléu do aiatolá Ruhollah Khomeini, o Presidente Hassan Rouhani elogiou a capacidade do exército iraniano como a razão pela qual "potências regionais arrogantes" não poderiam voltar seus olhos "gananciosos e maliciosos" ao Irã.

Rouhani disse que aqueles que dizem que o Irã não precisa de poder absoluto eram "ingênuos", e aqueles que dizem que a República Islâmica não precisa de poder leve são "míopes", um repórter da agência de notícias Tasnim informou.

Ele também disse que Teerã poderia vir em auxílio dos países que procuram combater terroristas ou Israel.

"Se amanhã as suas capitais enfrentarem o perigo do terrorismo ou do sionismo, o poder que lhe dará uma resposta positiva é a República Islâmica do Irã", disse ele. Mas ele acrescentou que o Irã só iria ajudar se países muçulmanos pedirem, e dissessem que seu poder militar era puramente para fins defensivos e dissuasivos.

"O poder das nossas forças armadas não é contra nossos vizinhos do sul, norte, leste ou oeste", disse ele.

Ele parecia estar se referindo a estados árabes do Golfo, que há muito tempo viram o Irã como destinado a dominar a região. A Arábia Saudita e o Irã são rivais de longa data que apoiam lados opostos nas guerras civis sírias e iemenitas.



No mês passado, o líder supremo Ali Khamenei, disse que os iranianos que colocam a diplomacia antes do desenvolvimento militar foram mal direcionados.

O sistema de defesa contra mísseis de fabricação russa é um dos mais avançados de seu tipo no mundo, oferecendo proteção a longo prazo contra aviões ou mísseis.

Israel tem procurado bloquear a venda ao Irã do sistema S-300, que analistas dizem que poderia impedir um potencial ataque israelense às instalações nucleares do Teerã. Outras autoridades manifestaram preocupação de que os sistemas poderiam chegar a Síria e ao Hezbollah, diluindo a supremacia aérea de Israel na região.

Na semana passada, o Irã afirmou que começou a receber o sistema de defesa de mísseis S-300 da Rússia, mas rapidamente retirou a alegação, dizendo apenas que a Rússia tinha começado a realizar o acordo para vender armas ao Irã.

A Força Aérea israelense tem treinado para um cenário em que teria de realizar ataques na Síria ou no Irã em instalações defendidas pelo sistema de fabricação russa de defesa aérea S-300.

Numa entrevista no ano passado, o comandante do IAF Maj. Gen. Amir Eshel disse que o S-300 foi um "desafio significativo mas não insuperável" para o IAF.

 

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HOMENAGEM A HAMAOUI

O fundador e editor da Revista Shalom, Nessim Hamaoui, recebeu uma homenagem na Sede pelos 18 anos da publicação. A apresentação ficou por conta da jornalista Tania Tarandach, que fez uma rápida entrevista com Nessim, na qual ele falou da sua infância no Egito, a importância dos movimentos juvenis e a comunicação comunitária.

Para o futuro, o editor revelou que pretende se dedicar à divulgação da história da comunidade judaica egípcia, que pouca gente conhece, apesar de sua importância. O rabino Michel Schlesinger, da Congregação Israelita Paulista, foi o responsável pela entrega da homenagem. Para completar a tarde, a cantora Margot Lohn Kullock e o tecladista Marcello Frenkiel foram responsáveis pela parte musical. Mais fotos e informações no site.

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Vinte entidades comemorarão em SP os 68 anos de existência de Israel

O evento União em Yom Haatzmaut vem ganhando mais força e maior participação comunitária a cada ano.   Vinte entidades judaicas se uniram para comemorar os 68 anos da Independência do Estado de Israel, com atividades que ocorrerão entre os dias 12 e 15 de maio, e prometem marcar esta importante data com uma programação cultural e festiva.

O evento União em Yom Ha’atzmaut resulta de uma parceria daA Hebraica, Agência Judaica, Beth-El, B´nai B´rith do Brasil, Congregação Israelita Paulista/ Lar das Crianças, Confederação Israelita do Brasil, Consulado Geral de Israel, El Al, Federação Israelita do Estado de São Paulo,  Fundo Comunitário, Israel Bonds, Keren Kayemet LeIsrael/ KKL Brasil,  Masa, Museu Judaico de São Paulo/Arquivo Histórico Judaico, Na´amat Pioneiras São Paulo, Residencial Israelita Albert Einstein, Sinagoga do Colégio Renascença, Unibes e WIZO São Paulo.

No dia 12 de maio, às 20h, o Iom Haatzmaut in Concert - “Shalom al Israel” abrirá as comemorações, na Sinagoga do Colégio Renascença.

No dia 13, haverá uma cerimônia de Shabat na Comunidade Shalom,

No dia 14, atividades culturais e recreativas acontecerão durante todo o dia na A Hebraica, além da III Maratona de Harkadá (dança judaica) que acontecerá às 19h na Cip. A noite terminará em grande estilo com o “Jantar do Azul e Branco”, a partir das 20h30 no Salão Adolpho Bloch de A Hebraica. 

No dia 15, a diversão continua na A Hebraica, com muitas atividades e Harkadá  na Praça Carmel. Às 10h30 da
manhã, um Mega Coral  da Comunidade Judaica se apresentará na escadaria do Teatro Municipal.

Também fará parte das comemorações a 35ª Feira da Comunidade da Na´amat Pioneiras São Paulo, que acontecerá das 10 às 18h, no Salão Marc Chagall, de A Hebraica, com cerca de 100 expositores das mais diversas áreas e uma completa Praça de Alimentação .

Às 17h, o Mega Coral da Comunidade Judaica, com mais de duzentas vozes e que resulta da união dos corais da A Hebraica, Associação Religiosa Israelita de Santo André, Centro Cultural Israelita Brasileiro de Santos, Cip,  ICIB – Casa do Povo,  Comunidade Shalom, Unibes, Wizo  e do  Coral de Boca em Boca,  se apresentará novamente durante o  Ato Oficial de Yom Haatzmaut, no Teatro Arthur Rubinstein, de A Hebraica,  sob regência do Maestro León Halegua,  Sima Halpern ao piano, chazan  Gerson Herszkowicz, solo de Regis Karlik e participação especial de Margot Lohn Kullock,

O Ato encerrará as comemorações oficiais, com discursos do cônsul de Israel em São Paulo e dos presidentes da Hebraica, Confederação Israelita do Brasil  e Federação Israelita do Estado de São Paulo.

Completando a programação acontecerá a Exposição dos quadros vencedores do Concurso WIZO de Pintura e Desenho Brasil – Israel, das fotos da Campanha “Eu Me Amarro em Israel” do Fundo Comunitário,  dos 80 anos da CIP, além da Exposição Israel Tecnologia,  da Wizo.

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MACABEUS SE REÚNEM NO FUTSAL INFANTIL

Começou mais uma Copinha de Futsal da Macabi Rio, este ano em sua nona edição. O evento, que está sendo realizado nos clubes Hebraica e Monte Sinai, reúne cerca de 1000 participantes por dia entre os atletas, familiares e equipe técnica da entidade esportiva.

 


No último Domingo, 17 de abril, foram 12 jogos em três diferentes categorias - Sub 07, Sub 09 e Sub 11. As torcidas mostraram muita animação nas arquibancadas dos clubes e assistiram partidas bastante disputadas. O evento continua sua fase de classificação nos dias 21/04 e 1/05, e terá suas finais no dia 15 de maio.    

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Giorgio Armani lançou nova coleção com renda revertida para AMEM

Na quarta-feira passada, dia 13/04, Giorgio Armani lançou a coleção Spring Summer 2016, no Shopping Cidade Jardim, com parte da renda revertida para AMEM (Associação dos Amigos da Criança pelo Esporte Maior).




Pela AMEM, estiveram presentes Bete Arbaitman e Nidia Duek, respectivamente presidente do Conselho e presidente do Executivo da entidade, que acolhe mais de 1600 crianças. 

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Destaques Sociais


 

A Sociedade  Beneficiente Polônia do Rio de Janeiro realizou uma homenagem aos heróis do Gueto de Varsóvia. In Memoriam dos heróis e mártires do Holocausto foram acesas 6 velas recordatórias, pelos sobreviventes da Shoá Freddy Glatt, Presidente da Sherit Hapleitá, Freddy Sobotka, Cônsul Honorário da Republica Tcheca, antigos combatentes poloneses do Levante de Varsovia, Krzystof Gluchowski e J. Kobielka, antigos presos politicos e deportados, Tomasz Lychowski, Liliana Sirkis e Marianna Brockie, pelo Presidente da Sociedade Polonia, Dr Stefan Janczukowicz e Vice-Presidentes da FIERJ, Herry Rosenberg e Evelyn Milsztajn. A  Proclamação dos Combatentes do Gueto ao Mundo Livre foi lida pelo Prof, Rodrigo Lychowski, da UERJ. O Orador da Noite foi o Prof Israel Blajberg, Diretor de Cidadania da FIERJ, que fez uma palestra sobre “A Epopéia do Gueto”, seguindo-se um depoimento do Sr. Tomasz Lychowski sobre a sua passagem e de sua familia pela prisão de Pawiak em Varsóvia, e o Campo de Extermínio de Auschwitz.

 

Sessão Solene em homenagem as vítimas do Holocausto aconteceu em Niterói no dia 18/04 na Câmara Municipal de Niterói. Esta sessão que já acontece há 10 anos, organizada pela comunidade judaica de Niterói, ADAF- Associação David Frischman de Cultura e Recreação, CIN- Centro Israelita de Niteroi, HEBRAICA – Sociedade Hebraica de Niteroi, Wizo de Niterói e Memorial Judaico de Vassouras, foi muito emocionante, pois pode contar mais uma vez com a presença de autoridades da comunidade judaica do Rio de Janeiro, de pastores evangélicos e pela primeira vez com a presença dos arcebispos católicos de Niterói e do Rio de Janeiro, consagrando num encontro inter-religioso. O Hino dos Partisans cantado pelo Coral da ADAF, sob a regência de Fátima Mendonça, as velas acendidas ao som do violino de Nelson Abramento e a exposição em homenagem ao Alexander Laks montada pelo Luiz Benyosef(Memorial Judaico) foram pontos marcantes desta sessão.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


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COMUNICADO AOS LEITORE
S

A direção editorial da Rua judaica deseja esclarecer qe todas as opiniões ou juízo de valor, emitidas por seus colunistas ou colaboradores, são de exclusiva responsabilidade dos autores, não representando, necessariamente, a opinião editorial do veículo, de entidades a que pertençam os articulistas, nem às entidades ou países a que possam representar.

 
     

 


Jornalista Responsável:
Osias Wurman - MT 14.707
Colaboradores Internacionais: Jerusalém - Daniela Kresch, Budapeste - Judith Klein, Miami - Fernando Bisker, Miami - Nelson Menda
Diagramação: MarketDesign