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  Edição 418   Diretor / Editor: Osias Wurman Sexta, 31 de julho de 2015

 




Osias Wurman
Jornalista

NÃO É COMPATÍVEL COM O JUDAISMO

É com profundo sentimento de pesar que escrevo estas linhas que ocupam minha opinião e o espaço reservado às manchetes de fechamento desta edição da Rua Judaica.

Milito diariamente, há mais de três décadas, em favor do judaísmo e do sionismo.

Acho que ajudei a combater, com vigor, os estereótipos antissemitas que tantas tragédias provocaram ao longo da história.

Hoje, quero enfatizar que o crime de ontem, perpetrado contra os inocentes participantes da Parada Gay, em Jerusalém, e o incêndio criminoso de duas casas na Cisjordânia, nesta sexta-feira, merecem o nosso total e absoluto repúdio e partem nosso coração.

Nas casas, supostamente incendiadas por extremistas judeus, um bebê palestino de 18 meses morreu, seu irmão de quatro anos e seus pais estão internados em estado crítico.

Ontem, seis pessoas foram esfaqueadas da forma mais brutal e animalesca, a maioria pelas costas, na rua da sagrada Jerusalém.

O argumento usado pelo criminoso reincidente foi baseado em fanatismo religioso.
Hoje, pelo que foi anunciado até agora, o argumento deixado grafitado no local do crime, volta a ser baseado em conteúdo religioso, acrescido de fanatismo nacionalista.

O povo de Israel, bem como o governo israelense, já manifestaram em alto e bom som o total repúdio, em ambos acontecimentos.

Autoridades religiosas israelenses de alto escalão foram as primeiras a criticar o ocorrido e lamentar as vítimas civis.

O mundo judaico assiste envergonhado o fruto do irracional – radical – criminoso - fundamentalista e racista.

No judaísmo, quando salvamos uma vida é como se tivéssemos salvo toda a Humanidade.

Mataram e feriram inocentes; isto não é judaísmo, nem religião!

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JERUSALÉM GANHARÁ UMA MODERNA TORRE COMERCIAL E RESIDENCIAL


A construção de um arranha-céu em Jerusalém foi aprovada por uma comissão municipal.

O projeto "Freedom Pyramid", concebido pelo famoso arquiteto de origem polonesa Daniel Libeskind, será construído no centro da movimentada capital como parte dos esforços para rejuvenescer o centro da cidade, de acordo com o relatório.


Ele ficará localizado ao lado do mercado Mahane Yehuda, no topo das ruínas do antigo teatro Éden.

Libeskind, que é responsável pelo Museu Judaico de Berlim e do New York City World Trade Center Memorial 9/11, irá trabalhar com o arquiteto israelense Yigal Levi, que concebeu a torre de multi-usos para incluir uma área comercial, além de unidades residenciais.

Com 200 apartamentos de luxo, um hotel, restaurante no último piso, lojas de varejo, uma praça pública ao ar livre e pontos de vigia, a torre vai incluir também motivos judaicos por toda parte.

A estrutura de pedra e vidro terá 105 metros de altura e incluirá 35.000 metros quadrados de espaço no interior.

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GUINNESS WORLD RECORDS RECUSOU COMPARECER A ISRAEL PARA REGISTRAR RECORD

Funcionários do Guinness World Records disseram que não iriam enviar um juiz a Israel, a fim de examinar uma tentativa de quebrar o recorde da maior bacia de hummus na história, segundo o site de notícias Ynet .

O cineasta israelense Oren Rosenfeld, que está em fase final de edição de seu filme "Homus", disse ao Ynet que ele queria criar um prato com 15 toneladas de hummus e têm todos os personagens do filme para participar do evento.

"Como parte da propaganda do filme, eu queria quebrar o recorde do Guinness", disse Rosenfeld aoYnet . "Eu organizei um orçamento, nós organizamos uma data, mas quando chamamos o Guinness World Records e pedimos para enviarem um juiz, alegaram que era demasiado perigoso enviar um juiz para Israel."

De acordo com o Ynet, o cineasta deu aos britânicos do Guinness World Records algumas opções de locais de eventos em Israel, incluindo em Tel Aviv e Jerusalém, mas eles acabaram negando a oportunidade de quebrar o recorde.

Em 2010, o Líbano derrubou o recorde mundial de Israel do maior prato de húmus. Cerca de 300 cozinheiros libaneses prepararam um lote de hummus que pesava cerca de 11,5 toneladas e um juiz do Guinness World Records confirmou que o Líbano recuperou o registro de Israel.

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Por Daniela Kresch
Jornalista
direto de Israel


CAETANO E OS TONS DE CINZA DE ISRAEL

TEL AVIV – A visita-relâmpago de Gilberto Gil e Caetano Veloso a Israel, entre 26 e 29 de julho, tomou proporções gigantescas no Brasil. Os jornais e as TVs deram espaço para a discussão sobre a decisão dos dois baianos de manter o maravilhoso show em Tel Aviv, que aconteceu no dia 28, apesar das pressões de ativistas pró-palestinos (só no Brasil, porque em Israel, quase não se falou dos músicos e desse assunto). Mas, minha humilde impressão é a de que nem Caetano nem Gil estavam interessado na polêmica. Principalmente Gil, que não deixou de demonstrar seu amor a Israel.

-- Essa é a minha oitava ou nona vez em Israel, um lugar que eu aprendi a gostar e amar. Viemos para cantar, para tocar nossa música para vocês. Na primeira vez que estive em Israel, fiquei surpreso em descobrir um lugar onde a música brasileira era tão popular, tão bem-recebida, fazendo as pessoas felizes. Desde então, todas as vezes que eu venho a Israel, confirmo esse sentimento que nossa música e algo significativo para vocês – disse Gil no Centro Peres para a Paz, durante a entrevista coletiva com Caetano e o ex-presidente Shimon Peres.

Durante o show, Gil gritou “Viva Tel Aviv!” e “Canta, Tel Aviv!” diversas vezes. No final, enquanto o público batia palmas desesperadamente na esperança de mais um bis, ele gritou “toda rabá” (muito obrigada) duas vezes. Antes e depois da apresentação, Gil e sua produtora, Flora Gil, postaram diversas mensagens no Twitter e no Instagram demonstrando seu apreço ao país.

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Já o caso de Caetano foi diferente. O autor de “Terra” desembarcou em Israel com um pé atrás. Ele levou a sério a carta que o ex-cantor do Pink Floyd, Roger Waters, pedindo o cancelamento do show em nome do movimento Boicote, Desinvestimento e Sanções contra Israel (BDS). Tanto que respondeu a Waters. Não gostou da tréplica do ex-Pink Floyd, que o chamou de “ingênuo”, mas fez questão de entrar em contato com ONGs locais e visitar a Cisjordânia (num passeio que o abalou e também à produtora Paula Lavigne). Caetano mostrou se preocupar com o conflito entre israelenses e palestinos, mesmo continuando a achar – pelo menos ao que parece – que boicotar Israel não é a resposta.

Mas até mesmo Caetano não quis muito falar sobre isso aos jornalistas, um dia antes do show. Na coletiva com Peres, se resumiu, timidamente a dizer: “Só viemos aqui para cantar e aqui estamos, vamos cantar amanhã e estamos honrados em estar sendo bem recebidos por pessoas que lutam pela paz”, disse.

O cantor, humildemente, ainda afirmou, a jornalistas brasileiros, que não caberia a ele intervir ou opinar sobre nada: “Eu não sou ninguém, tenho que ser modesto, sou um visitante. Os problemas são dos israelenses”.

Mas, sob os olhares atentos dos jornalistas e após discursos anti-Ocupação de ativistas de ONGs de direitos-humanos que atuam sob o guarda-chuva do New Israeli Fund, Caetano foi aos poucos se abrindo e falando mais. A impressão é a de que se sentiu quase que pressionado a mostrar solidariedade com a luta dessas ONGs, com os discursos e músicas de David Broza e Mira Awad, conhecidos ativistas da esquerda israelense.

No final das contas, depois de horas em que hesitou a ser mais enfático, Caetano acabou dizendo: “Abaixo a ocupação, abaixo a segregação, abaixo a opressão!”.

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Caetano, que veio a Israel querendo saber mais, acabou se posicionando. Tem todo o direito a isso, a tomar uma posição que é, também, a de muitos israelenses. Mas, ao meu ver, ficou faltando que ele escutasse todos os lados da moeda (em Israel, cada moeda tem mil lados...). Enquanto esteve por aqui, foi abraçado por ONGs de esquerda como “Quebrando o Silêncio” (que o levou à Cisjordânia) e pelo New Israeli Fund (incluindo a ONG “Alternative”, do brasileiro Davi Windholz, que faz um trabalho de convivência incrível).

Mas Caetano não foi abraçado por outros setores, outros tipos de ideias, de ONGs, de pensamentos. O governo israelense ignorou a presença deles. A chamada “hasbará” dormiu. E, ao invés de sair daqui entendendo que se trata de um lugar complexo, onde todos têm alguma razão, acabou tomando uma posição com base em apenas três dias de presença em Israel.

Humildemente, posso dizer que sabia que isso aconteceria. Sabia que Caetano – muito querido pelos amantes da música brasileira em Israel – iria ser procurado por quem critica as ações do país. Mas iria ser ignorado por quem tenta defender (justificadamente ou não). Israel perdeu a oportunidade de mostrar ao grande Caetano Veloso que o conflito daqui não é preto no branco. Como ele é um dos artistas mais inteligentes do Brasil – e do mundo – certamente vai entender que há muitos tons de cinza em Israel. Mas talvez tenha perdido a oportunidade de ver alguns desses tons.

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CARTAS DE LEITORES DE O GLOBO EM PROTESTO A ARTIGO DIFAMADOR ESCRITO POR DOIS SABRAS DO BDS

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ISRAEL DESENVOLVEU RADAR QUE DÁ MAIS TEMPO PARA PROCURAR ABRIGOS ANTI-FOGUETES

As Forças de Defesa de Israel (IDF) estão programando lançar um novo sistema de radar que visa proporcionar aos israelenses significativamente mais tempo para se esconder quando um morteiro é disparado, a partir da Faixa de Gaza.

Seguindo o conflito de 50 dias do verão passado com o grupo islâmico Hamas, o Comando Sul de Israel está em processo de refinar os sistemas de defesa do país.

De acordo com um oficial sênior do Comando Sul, uma das melhorias será vista pelos moradores de comunidades que fazem fronteira com Gaza, com o ganho de segundos cruciais para correr para se esconderem quando forem disparados morteiros sobre eles.

É esperado que o tempo de aviso vá dos 3-5 segundos para 15 segundos, segundo o informe, acrescentando que as empresas do IDF e de defesa encontraram uma solução técnica para aumentar o tempo de aviso.

"No momento, o sistema foi instalado em vários locais diferentes na fronteira de Gaza, mas ele ainda está em fase experimental e nós acreditamos que podemos resolver a questão nos próximos meses", disse um oficial do exército. "O sistema vem ganhando muitas melhorias e fizemos progressos significativos, não estamos na mesma situação em que estávamos antes de Operação Borda de Proteção."

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“MINISTRO” PALESTINO DISSE EM PLENO “TISHA BE AV QUE NUNCA EXISTIRAM TEMPLOS JUDAICOS EM JERUSALÉM

Judeus ao redor do mundo lamentaram a destruição dos antigos templos judaicos com a observância de Tisha B'Av, no domingo passado, mas o ministro palestino de Assuntos Religiosos, Mahmoud Al-Habbash, disse ao NRG  que um templo israelita nunca esteve no topo do Monte do Templo.

"A mesquita de Al-Aqsa está localizada no topo do Monte do Templo, e não do Templo. Olhem para o seu Templo Sagrado em outro lugar ", disse Al-Habbash.

Al-Habbash também ameaçou os visitantes judeus que visitavam o local sagrado, no domingo, dizendo que "não há espaço para o pluralismo religioso" no Monte do Templo.

https://m.youtube.com/watch?v=4KkanV0YA1Q

Al-Habbash acrescentou que, "este é um local sagrado para o Islã, e apenas para o Islã. Al-Aqsa é um site muçulmano, e nós não reconhecemos como legítima qualquer história sobre o Templo."

Na verdade, toda a plataforma, conhecida como o Monte do Templo, no topo onde a Mesquita de Al-Aqsa está agora, foi construído por Herodes, o Grande, e anteriormente alojava dois templos judaicos: o primeiro templo construído por Salomão em 957 aC, e do Segundo Templo construído pelo profeta Esdras, em 538 aC e melhorado pelo rei Herodes.

Al-Habbash alegou que a rejeição da história judaica no Monte do Templo foi política e não religiosa. "Nós rejeitamos a alegação israelense de que uma vez havia um Templo Sagrado no local da Mesquita de Aqsa", disse ele. "Se você abrir a questão do Templo, você está abrindo uma guerra religiosa", acrescentou.

"Nós não olhamos para esta questão como uma questão religiosa, mas apenas como um conflito político", disse ele. "As reivindicações históricas não são o problema. A ocupação é o problema. Estamos falando de uma situação em que um estado tem ocupado um outro estado ".

Ele acrescentou que a Autoridade Palestina "não permitirá qualquer presença israelense na Mesquita Sagrada. Este é um tabu para nós ... Nem um único israelense tem o direito de orar na nossa Mesquita. Esta é uma mesquita e nós não reconhecemos regra de ninguém neste lugar ".

As afirmações de Al-Habbash não eram inéditas dentre a Autoridade Palestina. A sua posição de longa data, repetida por numerosos funcionários palestinos, tem sido de que o judaísmo não tem nenhuma reivindicação histórica ou religiosa ao Monte do Templo e que a história dos templos judaicos é mítica.

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HAMAS TREINA 25 MIL PARA A GUERRA EM “ACAMPAMENTO DE VERÃO”


A ala militar do Hamas abriu seu acampamento de verão em Gaza, que visa proporcionar treinamento básico de combate para 25 mil palestinos da Faixa.

Hamas, o poder de fato em Gaza, está atualmente envolvido em contatos indiretos com Israel para tentar chegar a uma trégua de longo prazo, mas um ano depois da devastadora guerra de 50 dias do verão passado, o movimento militante manteve a conversa de luta.

"O objetivo desses campos de treinamento militar é treinar a vanguarda para a libertação - espiritualmente, intelectualmente e fisicamente - para estar pronto e capaz de desempenhar o seu papel na libertação", disse um comunicado pelas Brigadas Ezzedine al-Qassam, da ala militar do Hamas.

Ele disse que os participantes, com idades entre 15-60, irão passar duas semanas sendo "treinados em técnicas militares para disparar com balas reais", bem como "técnicas de primeiros socorros e de salvamento."

Como sempre acontece com todas as atividades das Brigadas, os acampamentos serão realizados fora da vista do público e da mídia.

O Hamas tem, há muito tempo, acampamentos de verão dedicados ao esporte e estudo do Corão em Gaza, mas durante o inverno, as brigadas al-Qassam lançaram um novo tipo de acampamento dando treinamento militar para jovens, a partir de 15 anos.

Ativistas de direitos humanos condenam essas ações como uma militarização forçada da sociedade de Gaza e uma violação dos direitos das crianças.

Varrendo para fora as críticas, as brigadas estão repetindo o exercício com o acampamento de verão, enquanto elevam o limite de idade para acima de 60 anos.

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ALEKSANDER HENRYK LAKS SERÁ NOME DE ESCOLA POR INICIATIVA DO VEREADOR MARCELO ARAR


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Coluna Ancelmo Gois em O Globo


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Vereador Marcelo Arar com a Secretária Municipal de Educação Helena Bomeny


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A TERRA DO LEITE E DO MEL VIRA VEGAN


Nana Shrier, proprietária do elegante restaurante georgiano Nanuchka, no centro de Tel Aviv, chocou o mundo da culinária de Israel quando ela retirou todos os produtos de origem animal do menu. Um ano depois, o negócio está prosperando, desafiando aqueles que previam sua morte.

Nanuchka é parte de uma tendência crescente que tem transformado o centro financeiro de Israel em um refúgio para quem não coloca carne na cozinha. Cerca de 400 estabelecimentos do setor alimentício tem o certificado de "vegan amigável", incluindo a Dominos Pizza, a primeira na cadeia global a vender pizzas veganas cobertas com queijo não lácteo.

"Há uma boa multidão para elas, e é um público muito leal", disse o vice-presidente de marketing Ido Fridman, notando que a Dominos de Israel vendeu mais de meio milhão de pizzas veganas no ano passado.

O veganismo ganhou popularidade, juntamente com o aumento da consciência da nutrição, em todo o mundo. Mas o rápido crescimento em Israel, que vai além de iniciativas como "Meatless Mondays", pode sinalizar mais destas lojas em outros lugares.

Como os vegetarianos, veganos não comem carne, mas eles também evitam produtos de origem animal, incluindo ovos, leite e mel.

Tel Aviv bateu Berlim, Nova York, Índia e Estados Unidos com sites de alimentos para viajantes veganos. O site elogiou o falafel vegan, encontrado em muitos cantos das ruas.

Mesmo o exército israelense começou a oferecer refeições veganas em suas bases e forneceram aos soldados vegan botas e boinas livre de lã.

Um estudo preparado para o Canal Dois da TV de Israel encontrou cinco por cento dos israelenses identificados como veganos e 8 por cento como vegetarianos, enquanto 13 por cento estão pensando em ser veganos ou vegetarianos. Em 2010, apenas 2,6 por cento eram vegetarianos ou veganos.

Shrier foi fortemente aconselhada a não converter seu restaurante para vegan.

"Meus trabalhadores, contadores, advogados, conselheiros financeiros, amigos, até mesmo o meu psicólogo disse que o restaurante de sucesso precisa ser deixado em paz", disse ela em uma entrevista ao ar livre sobre o Nanuchka."Mas eu entendi que tenho o privilégio de influenciar através do restaurante."

Shrier disse que o volume de negócios subiu, com pratos de delírio, incluindo uma massa georgiana recheada com cogumelos e espinafre e nozes.

Mas o bem-abastecido bar popular viu uma queda nos clientes, que Shrier atribui a uma "multidão hedonista que não consegue entender como eles podem cozinhar sem carne."

Omri Paz, chefe do grupo sem fins lucrativos Vegan Friendly, trabalha com cafés e restaurantes israelenses para oferecer pratos vegetarianos ao lado de sua tarifa habitual e estima que cerca de 700 pontos de venda tem o certificado vegan amigável.

Ele atribuiu o recente aumento do veganismo, em parte, a uma palestra que se encontra no YouTube do ativista americano dos direitos dos animais Gary Yourofsky que tem cerca de 1,5 milhões de visualizações em Israel.

"A palestra ajuda a Israel que é um país pequeno, onde as coisas rapidamente se tornam virais", disse ele.


A televisão israelense mostrou várias investigações sobre o abuso de animais na indústria de carne e produtos lácteos. Os ativistas israelenses dos direitos dos animais são muito vocais - apenas na semana passada eles se acorrentaram ao portão de uma fábrica de processamento de carne.

Uma dessas ativistas era Tal Gilboa, vencedora do popular reality show "Big Brother" do ano passado, cuja agenda vegan ajudou a converter milhares, de acordo com Paz.

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JORDANIA PROTESTA CONTRA NOVO AEROPORTO EM EILAT

A Jordânia entrou com uma queixa junto da Organização da Aviação Civil Internacional das Nações Unidas sobre a construção de um novo aeroporto de Israel em Timna, norte de Eilat, no sul de Israel.

A ministra dos transportes da Jordânia, Lina Shabib, anunciou que o passo estava sendo levado depois que Israel ignorou as preocupações da Jordânia sobre o projeto, de acordo com o Haaretz .

Shabib disse que se opunha à construção do aeroporto, porque não só está em estreita proximidade com a cidade resort jordaniana de Aqaba, mas também porque ele compartilha um nome com outro aeroporto da Jordânia. Os jordanianos acreditam que isso poderia causar problemas de comunicação com aviões.

"Estamos pressionando uma resposta acelerada para a nossa queixa, porque estamos preocupados com os nossos voos, a fim de evitar eventuais rupturas nos horários de voos e de proteger o espaço aéreo da Jordânia", disse Shabib.

Em junho, o gabinete de segurança de Israel aprovou a construção de um muro fortificado em sua fronteira com a Jordânia. Uma das razões dadas para a construção planejada, foi ajudar a proteger o futuro aeroporto em Timna, que foi anunciado como uma alternativa para os tempos de guerra quando o aeroporto de Tel Aviv Ben-Gurion fica sob ataque de foguetes.

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PRESIDENTE RIVLIN RECEBE TODAS AS CORRENTES JUDAICAS RELIGIOSAS EM SUA RESIDENCIA


Rabinos e líderes de vários movimentos judaicos - ortodoxos, conservadores, e reformistas - participaram de um evento organizado pelo presidente Reuven Rivlin em sua residência antes do jejum de Tishá Be Av.

Os participantes discutiram a destruição de Jerusalém e a unidade de Israel, e no espírito dos tempos expressaram o compromisso de uma conversa tolerante, justa e respeitosa - mesmo sobre questões controversas.

Entre aqueles que falaram na conferência, que foi organizada com o Instituto de Política Judaica, estavam o rabino Benny Lau da comunidade Ramban ortodoxa em Jerusalém; Rabino Chaya Rowen-Baker da congregação conservadora Ramot Sião, em Jerusalém; Rabino Meir Azari da sinagoga reformista Beit Daniel em Tel Aviv; Dr. Moti Zeira de HaMidrasha em Oranim; e outros.

"Como família, uma sociedade também precisa de solidariedade e fraternidade", disse o presidente Rivlin aos participantes. "Uma sociedade sem isto - como o Talmud nos ensina, é destinada à destruição. A noção de família é intrínseca a uma sociedade saudável. Em uma sociedade saudável existe unidade e ética, leniência sobre a lei ao lado da letra da lei."

O presidente passou a enfatizar: "Temos de lembrar e garantir a existência da unidade, do amor de Israel simples dentro de nós, dentro do povo judeu ... Não devemos esquecer, nem por um momento, que os debates ferozes são expressões genuínas e sinceras de uma preocupação de todos nós - ortodoxos, reformistas, conservadores, e secularistas - para os dias de hoje, e para o futuro do povo judeu".

Rivlin disse que "pode-se discordar das posições e opiniões dos membros reformistas ou de movimentos conservadores, mas não podia negar sua dedicação, ou a voz clara com a qual eles falam, em apoio ao Estado de Israel aqui e ao redor do mundo. Podia debater com a comunidade sionista religiosa, ou com o movimento Kibbutz, mas não podia negar a contribuição desses movimentos para a construção do Estado de Israel, para o seu bem-estar e segurança.

Rivlin enfatizou seu compromisso de garantir que a residência do presidente continue a agir como uma casa para todos os setores da sociedade israelense. "Isto certamente não é uma tarefa fácil. Especificamente por causa das graves divergências que incide entre nós sobre a questão de quem tem o direito de ser representado e onde. E, no entanto, esta é uma missão em que estou determinado a ter sucesso, fora da compreensão de que a busca da unidade sem desfocar opiniões, de criar solidariedade sem excluir identidades e de se esforçar para desenvolver uma linguagem comum, mesmo para os desacordos - é a tarefa deste escritório e é minha tarefa ".


As recentes declarações do ministro de serviços religiosos David Azoulay, sugerindo que os judeus reformistas não eram verdadeiramente judeus, lançaram uma sombra sobre o evento, assim como um incidente no mês passado em que o próprio Rivlin recusou a permitir que um rabino conservador oficializasse um bar mitzvah programado para ocorrer em sua residência.

"Uma das coisas que o povo judeu deve ter é uma memória coletiva e símbolos compartilhados", disse Moti Zeira. "A missão que todos nós compartilhamos pode mudar a israelidade e a hostilidade e a ignorância na sociedade ... Para lidar com a ignorância, devemos criar um diálogo compartilhado."

"Eu sou judeu conservador que nem sempre concordo com muitos judeus reformistas, mas posso celebrar o que eles fazem", disse o rabino Chaya Rowen-Baker. "Eu preciso deles para servir aqueles a quem eu não posso servir."

"Sabemos como morrer juntos, mas hoje eu pergunto: nós sabemos como viver juntos?" perguntou o rabino Benny Lau. "Nós temos uma grande responsabilidade, porque a cada geração é dada a oportunidade de construir uma casa. As gerações antes de nós não tiveram a oportunidade que faze-lo. Esta casa não é temporária."

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Como Israel e o Hamas explicam a Turquia e o PKK?

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Guga Chacra – De Nova Iorque para a Rua Judaica

Parece ser confusa a relação da Turquia com os curdos, pois o governo turco possui boas relações com o Curdistão iraquiano, tem partidos curdos com representação no Parlamento em Ancara ao mesmo tempo que bombardeia o PKK, outra facção curda. Por que tantas diferenças na forma de lidar com os curdos? Porque cada um é visto de uma forma diferente pela Turquia. Dá para entender se fizermos uma analogia com Israel e os palestinos, embora, que fique claro, com enormes nuances e diferenças.

 

Os partidos curdos com representação no Parlamento da Turquia seriam como os partidos árabes-israelenses no Knesset. Possuem agendas próprias, mas estão integrados ao sistema democrático e não buscam independência. Em um caso, são curdos, mas são cidadãos da Turquia; do outro, são árabes, mas são cidadãos de Israel.

O Curdistão iraquiano seria uma espécie de Autoridade Palestina ou até mesmo uma Jordânia. Possui relações com a Turquia, assim como a AP e a Jordânia possuem com Israel. Há divergências, mas ambos mantêm um bom comércio e estão interessados no desenvolvimento econômico do outro.

Por último, o PKK seria o Hamas, uma organização considerada terrorista. Isto é, o PKK tem uma luta armada contra o governo turco e já realizou terrorismo, assim como o grupo palestino da Faixa de Gaza contra Israel.

Obviamente, não é exato. Estas comparações visam apenas exemplificar caso a caso. O Hamas prega ainda em seu estatuto a destruição de Israel, apesar de alguns de seus líderes já terem indicado que aceitariam o as fronteiras de 1967. O PKK não prega a destruição da Turquia, querendo apenas o estabelecimento de um Estado nas áreas curdas.

Seria como dizer que o Botofogo do Rio é como o Torino da Itália – dois times gigantes  no passado, de enorme tradição, que se enfraqueceram no presente. Claro que não é algo exato, visto que o Torino está na primeira divisão da Itália e o alvinegro carioca na Série B. Mas dá para entender que nem um nem outro disputa títulos nacionais, diferentemente do que ocorria nos anos 1960.

Outra comparação seria dizer que o Botafogo do Rio é como a Argélia - falava-se muito nos anos 1960, mas hoje caiu no esquecimento. 

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Casos de antissemitismo crescem 53% no Reino Unido em 2015



Grupo acredita em fatores como ataques terroristas no início do ano e coragem para denunciar motivações religiosas

LONDRES - No primeiro semestre de 2015, o número de incidentes antissemitas no Reino Unido cresceu 53% em relação ao período equivalente de 2014, indicou uma organização judaica. De acordo com a Community Security Trust, foram registrados 473 casos, incluindo dois de “extrema violência”.

Entre os incidentes, estão citadas agressões, ameaças e ataques motivados pela crença das vítimas. De acordo com a CST, os números dispararam em função dos recentes ataques de extremistas islâmicos, como o sequestro no mercado kosher de Paris que se seguiu ao atentado ao “Charlie Hebdo”.

A organização acredita que o aumento se deve principalmente à coragem das vítimas de se expor e denunciar motivações religiosas nos ataques.

— Os ataques terroristas contra judeus europeus no início do ano, seguindo os altos níveis de antissemitismo em 2014, foram uma experiência difícil e desestabilizante para a comunidade. Apreciamos que so relatos aumentem por coragem, mas tememos que haja uma ansiedade maior provocada pelo fenômeno antissemita — avaliou o CEO David Delew.

Parlamentares britânicos têm tentado acalmar a comunidade judaica no país com medidas pontuais, como estimular a polícia a patrulhar sinagogas e outros espaços.

— Sei que muitos judeus estão preocupados, e estamos ouvindo seus receios — garantiu a ministra do Interior, Theresa May.

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Diálogo no Escuro™: Unibes Cultural recebe exposição visitada por mais de 8 milhões de pessoas em 32 países diferentes


Realizada em parceria com a Dialogue Social Enterprise e a Calina Projetos, a partir do dia 22 de Agosto o público poderá conhecer uma exibição que mexe com todos os sentidos.

A Unibes Cultural e a Calina Projetos apresentam, pela primeira vez em São Paulo, uma exibição multissensorial que rompe a barreira do desconhecido e desafia o público a conhecer o mundo com outros olhos: Diálogo no Escuro. Em quatro ambientes especialmente construídos, parque, cidade, mercearia e bar, totalmente sem luz e guiados por deficientes visuais, o publico passará por uma intensa experiência explorando todos os demais sentidos como o tato, olfato e a audição. Poderá apreciar sons da natureza, das ruas, relevos dos objetos, cheiro de frutas e folhas, comprar, receber o troco, se alimentar e atravessar a rua.

As visitas acontecem em grupos de até oito pessoas, mediante agendamento pelo site compreingressos.com.br, e duram entre 45 e 60 minutos. Após percorrer todos os espaços, os visitantes são convidados a compartilhar a sua experiência com os outros participantes e dialogar com o seu guia, tendo a oportunidade de tirar suas dúvidas sobre a exibição e, mais ainda, sobre a vida cotidiana dele. Mais do que conscientizar a população sobre a condição das pessoas cegas ou com baixa visão, o objetivo da mostra é fazer com que o público explore outros sentidos, além da visão, mostrando que nós é que determinamos os nossos próprios limites e diminuindo a distância entre “nós” e “eles”. Aqui, a deficiência se torna uma habilidade.

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Realizada com apoio das Leis Rouanet e ProAC, de incentivo à cultura, e com patrocínio da Cielo, Apex, Drogaraia, Drogasil e Açaí Frooty, a mostra foi licenciada pela Dialogue Social Enterprise, uma empresa com sede na Alemanha e que atua no mundo todo facilitando a inclusão social das pessoas com deficiência, desfavorecidas e idosas.

A primeira versão da exibição foi inaugurada em 1989, quando Andreas Heinecke, diretor da Dialogue Social Enterprise, foi convidado a desenvolver um programa de reabilitação para um colega deficiente visual. Assim surgiu a mostra Diálogo no Escuro que, nos últimos 25 anos, percorreu mais de 32 países como Alemanha, Argentina, Áustria, China, Coreia do Sul, Índia, Israel, Itália, Japão, Rússia entre outros.

Mais do que uma exibição: um projeto de inclusão social

Outro grande destaque da mostra Diálogo no Escuro é a participação de pessoas cegas e/ou com baixa visão na realização do projeto. Ao longo de dois meses, a Fundação Dorina Nowill e a Consolidar Dorina, em conjunto com a Dialogue Social Enterprise, selecionaram 16 guias sensoriais para a exposição. Os grupos receberam um treinamento completo para lidar com as dificuldades do público e ao mesmo tempo foram preparados para que pudessem trabalhar com confiança e sensibilidade. Desde a primeira exibição da mostra até hoje, mais de sete mil deficientes visuais de todo o mundo tiveram a oportunidade de serem reinseridos no mercado de trabalho. Diálogo no Escuro vai além das fronteiras visuais, promovendo inclusão e reflexão de todas as pessoas da sociedade.



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CARTA DE LEITOR



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Marcos Messer e Simão Brayer Z’L

Um dia Adolpho Bloch me ligou: "Vem almoçar comigo que eu chamo o Simão"

Simão era Simão Brayer, uma das principais figuras da comunidade, homem notável, inventor da Loteria Esportiva, empresário de sucesso e grande contador de piadas, a quem eu conhecia desde menino. Após o almoço, iniciamos uma conversa sobre o terreno e o clube. Nem se passaram cinco minutos quando Simão, passando a mão sobre a cabeça de Adolpho Bloch, lhe disse : "Estou contigo e vou entrar em contato com o Messer".
Com um trio como Adolpho, Simão e Messer nascia o que viria a ser o Centro Adolpho Bloch na Barra da Tijuca.
Simão Brayer partiu esta semana.

Viva para sempre Simão!!!

José Oksenberg

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Demétrio Magnoli fala em Curitiba sobre futuro e cenário político com a “Lava Jato”


UniBrasil e B’nai B’rith participam do “Pensando o Brasil II”, no Graciosa Country Clube, que discute os rumos da economia, política, sociedade e cultura na atualidade

 Demétrio Magnoli, colunista dos jornais Folha de S. Paulo e O Globo, e comentarista de Política Internacional do Jornal das Dez, da Globo News, estará em Curitiba dia 20 de agosto, no Graciosa Country Clube, às 19h30, para a palestra “Há futuro? Cenários políticos na hora da Lava Jato”. Logo após, haverá o lançamento nacional de seu novo livro, "A Hora e a História". O evento conta com o apoio da Loja Chaim Weizman da B’nai B’rith do Paraná e do Centro Universitário UniBrasil.

Uma das vozes mais significativas do jornalismo atual, e considerado por alguns polêmico, e corajoso e lúcido por outros, Magnoli é também sociólogo e doutor em Geografia Humana pela USP, além de integrar o Grupo de Análises da Conjuntura Internacional da USP (Gacint). Semanalmente, o jornal Gazeta do Povo publica seus artigos que envolvem desde críticas ao governo e aos partidos que o sustentam até preocupações com temas emergentes da sociedade brasileira. O ingresso à palestra é franqueado ao público e o objetivo é discutir sobre os caminhos da política, da economia e do comportamento brasileiros nesse início de século.

EVENTO
O evento “Pensando o Brasil” é um projeto que pretende trazer ao Graciosa Country Club uma série de intelectuais, poetas, escritores, polemistas, artistas, pensadores de todas as vertentes que tenham algo a dizer para enriquecer o debate sobre o país, com a finalidade de se ouvir e discutir opiniões distintas sobre as principais tendências da política, economia, artes, filosofia, educação, e tudo que venha somar ao aprendizado e ao exercício da cidadania.

Dessa forma, a nova diretora Cultural do Graciosa Country Club, Liana Leão, decidida a promover eventos que favoreçam a reflexão sobre o Brasil e o mundo atual, junto com Departamento da Biblioteca idealizaram o projeto cultural denominado “Pensando o Brasil”. E para esta edição contam o apoio, além da B’nai B’rith, uma das mais antigas organizações de direitos humanos do mundo, também do Centro Universitário UniBrasil, considerado uma das melhores instituições de ensino superior do Paraná, nascido do ideal de professores da UFPR e cuja meta é não só a formação de qualidade, como a promoção de atividades culturais e palestras abrangendo as várias áreas do conhecimento, incluindo teatro universitário e popularização de óperas.

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'EI' executa gays jogando-os de prédios


Só em 2015, grupo diz ter executado 23 homossexuais em áreas sob seu controle na Síria e no Iraque.



Diversos vídeos e fotos compartilhados por simpatizantes do grupo autodenominado 'Estado Islâmico' ('EI') vêm divulgando a punição que os extremistas reservam aos gays - o lançamento à morte do topo de prédios altos.

Aqueles que sobrevivem ao martírio são apedrejados em praça pública, sob aplausos das multidões que acompanham o evento. Veja o vídeo.

Só neste ano, o 'EI' diz ter morto 23 gays em áreas controladas pelo grupo na Síria e no Iraque.

Taim, um estudante de Medicina de 24 anos, contou à BBC como escapou desse destino numa fuga do Iraque ao Líbano.

"Na nossa sociedade (iraquiana), ser gay é igual a uma sentença de morte. Quando o 'EI' mata gays, muitos ficam felizes porque pensam que somos doentes."

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INDUSTRIA ISRAELENSE TEVA COMPRA IRLANDESA ALLERGAN POR 40 BILHÕES DE DÓLARES


A Teva Pharmaceutical Industries de Israel está comprando a indústria de produtos farmacêuticos genéricos da Allergan, com sede em Dublin, por 40,5 bilhões de dólares, no que analistas israelenses chamam de a maior aquisição por uma empresa israelense na história.

A gigante farmacêutica israelense é o maior laboratório farmacêutico genérico do mundo. Ela disse num comunicado que a aquisição irá fornecer aos pacientes mais acesso aos medicamentos a preços acessíveis.

"Através da nossa aquisição da Allergan Generics, vamos estabelecer uma base sólida para o longo prazo, o crescimento sustentável, ancorado pelo líder de genéricos, o que irá acelerar nossa capacidade de construir um portfólio excepcional de produtos - tanto em genéricos como em especialidade, bem como a interseção dos dois", segundo disse Erez Vigodman, presidente e CEO da Teva.

Brent Saunders, CEO e presidente da Allergan, disse em comunicado que a venda iria ajudar sua empresa a melhorar o seu "negócio farmacêutico com a marca global e fortalecer nossa posição financeira".

A Teva é a maior empresa farmacêutica de Israel e tem sido uma fonte de orgulho para os israelenses. A empresa remonta a 1901, quando seus fundadores eram um pequeno importador de medicamentos, de acordo com o site da empresa que iniciou a produção de drogas, na década de 1930.

Seu CEO, Eli Hurwitz, dirigiu a empresa nos anos de 1976-2002 e recebeu o maior prêmio de Israel pelo conjunto da obra. A expansão agressiva da Teva incluiu aquisições em torno dos desafios do globo e de patentes.

A aquisição da Ivax Corp., em 2005, e da Barr Pharmaceuticals, em 2008, por cerca de 7,4 bilhões de dólares americanos cada foram as maiores compras feitas por uma empresa israelense na época, e cimentou a posição da Teva como o maior produtor mundial de medicamentos genéricos.

A empresa também se ramificou em desenvolvimento de medicamentos de marca, incluindo Copaxone, desenvolvido em Israel para o tratamento de esclerose múltipla. Ela também tem uma patente sobre Azilect, um tratamento para a doença de Parkinson.

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EGITO FAZ TESTES NO NOVO CANAL DE SUEZ


Os primeiros navios de carga passaram pelo Novo Canal de Suez do Egito, num teste que antecede a abertura no próximo mês, 11 meses depois de o exército começar a construir o canal de 8 bilhões de dólares, ao lado do já existente Canal de Suez de 145 anos de idade.

A nova via fluvial, que o presidente Abdel Fattah al-Sisi espera que irá ajudar a expandir o comércio ao longo da rota de navegação mais rápida entre a Europa e a Ásia, será inaugurada oficialmente em 6 de agosto.

Sisi quer que o canal se torne um símbolo de orgulho nacional e ajude a combater o desemprego de dois dígitos do Egito. O antigo Canal de Suez já é uma fonte vital de divisas para o Egito, que tem visto o turismo e o investimento estrangeiro se afastando nos anos de turbulência, desde a revolta de 2011.

Três navios porta-containers cruzaram a nova via fluvial, informou a agência de notícias estatal MENA. Um deles era um navio americano, outro era um navio dinamarquês indo para os Estados Unidos, tendo saído de Singapura, e o outro, um navio do Bahrein indo para a Itália, a partir da Arábia Saudita.


O exercício ocorreu em meio a um forte esquema de segurança. Uma insurgência baseada na península do Sinai, que faz fronteira com o Canal de Suez, já matou centenas de soldados e policiais desde 2013. A televisão estatal disse que havia helicópteros circulando e mostrou embarcações navais escoltando os navios.

Mohab Mameesh, presidente da Autoridade do Canal do Suez, e superintendente do projeto, disse à televisão estatal que este teste de gerência tinha sido um sucesso e que outros viriam a seguir.

Numa entrevista coletiva, Mameesh disse que a construção de um outro canal, perto do porto Leste Port Said, no Mar Mediterrâneo, começaria assim que o Novo Canal de Suez for inaugurado.

O canal existente faz com que o Egito ganhe cerca de US$ 5 bilhões por ano. O Novo Canal de Suez, que permitirá o tráfego de mão dupla de navios de maior porte, aumentará as receitas em 2023 para US$ 15 bilhões.

Também deverá reduzir o tempo de navegação para navios em até 11 horas, tornando-se a mais rápida via navegável do mundo.

O governo também planeja construir um centro industrial e de logística internacional nas proximidades, que espera se tornar responsável por cerca de um terço da economia egípcia.

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NASRALLAH DIZ QUE IRÃ NÃO ABANDONARÁ O HEZBOLLAH


O grupo Hezbollah acredita que ainda pode contar com o apoio do Irã mesmo depois do acordo nuclear de Teerã com potências mundiais, disse o líder Sayyed Hassan Nasrallah.

Em suas primeiras declarações públicas desde que o acordo foi alcançado este mês em Viena, Nasrallah disse que tinha certeza de que Teerã iria confundir os críticos que dizem que o apoio ao Hezbollah terminaria.

"Nós lidamos com confiança e garantia total", disse Nasrallah, na cerimônia para homenagear filhos e filhas de combatentes mortos do Hezbollah.

As sanções dos EUA contra três líderes militares do Hezbollah que estão envolvidos em operações na Síria não teriam qualquer impacto sobre o grupo, disse Nasrallah.

As novas sanções, na sequência do acordo nuclear, e a designação continuada de Washington do Hezbollah como um grupo terrorista, mostraram que as políticas dos EUA não mudaram em direção ao Hezbollah, disse ele.

"Os Estados Unidos são o Grande Satã, antes e após o negócio", disse ele.

O Presidente dos EUA, Barack Obama, e o secretário de Estado John Kerry disseram que estão preocupados com o apoio do Irã a grupos regionais beligerantes, como o Hezbollah.

Nasrallah disse que seu grupo estava orgulhoso do apoio financeiro de Teerã, o que lhe permitiu resistir às políticas de Israel e dos EUA na região.

O apoio do Hezbollah tem sido crucial para o presidente da Síria, Bashar al-Assad, no conflito sírio de quatro anos de duração.

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DESTAQUES SOCIAIS
 

 

 

 


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S

A direção editorial da Rua judaica deseja esclarecer qe todas as opiniões ou juízo de valor, emitidas por seus colunistas ou colaboradores, são de exclusiva responsabilidade dos autores, não representando, necessariamente, a opinião editorial do veículo, de entidades a que pertençam os articulistas, nem às entidades ou países a que possam representar.

 
     

 


Jornalista Responsável:
Osias Wurman - MT 14.707
Colaboradores Internacionais: Jerusalém - Daniela Kresch, Budapeste - Judith Klein, Miami - Fernando Bisker, Miami - Nelson Menda
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