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  Edição 499  Diretor/Editor: Osias Wurman Sexta, 13 de Janeiro de 2017


 


MANCHETES DE ÚLTIMA HORA

 


AUTORIDADE PALESTINA VAI PAGAR PENSÃO VITALÍCIA PARA VIÚVA DE TERRORISTA

A esposa do terrorista árabe que assassinou quatro jovens israelenses e feriu mais 15 no fim de semana passado em Jerusalém, receberá um generoso subsídio vitalício da Autoridade Palestina. Aderindo à política oficial da Autoridade Palestina (PA) de incitação e apoio a terroristas, o regime vai premiar a esposa de Fadi Al Qanbar com uma bolsa ao longo da vida. Al Qanbar, 28 anos, o terrorista assassino, foi morto pelas forças de segurança durante o ataque. De acordo com a lei da AP, a família de um "mártir" recebe um pagamento base de 1.400 shekels por mês. A mulher recebe mais 400 shekels. Para cada criança, ela recebe 200 shekels, e por ser um residente de Jerusalém um adicional de 300 shekels. A família reside no bairro de Jabel Mukaber, no leste de Jerusalém, um viveiro de terrorismo. No total, a esposa de al-Qanbar receberá 2.900 shekels (US$760,00) por mês pelo resto de sua vida. Além disso, nos próximos meses, ela também receberá uma concessão única de 6.000 shekels (US$ 1580). É de importância notar que estes fundos vêm em parte de países doadores para a AP.

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ENCONTRO EM PARIS EMITIRÁ DOCUMENTO NÃO RECONHECENDO MUDANÇAS UNILATERAIS PÓS GUERRA DE 1967

Em uma forte mensagem a Israel e ao governo entrante Trump, dezenas de países são esperados neste fim de semana em Paris, para reiterar sua oposição aos assentamentos israelenses e exigir o estabelecimento de um estado palestino como "a única maneira" para garantir a paz na região. A França está hospedando mais de 70 países, no domingo, em uma cúpula da paz no Oriente Médio, na qual será a última chance para o governo Obama estabelecer suas posições para a região. De acordo com um projeto de declaração obtido pela Associated Press nesta sexta-feira, a conferência vai instar Israel e os palestinos "a reafirmar oficialmente seu compromisso com a solução de dois Estados". Afirmará também que a comunidade internacional "não reconhecerá" mudanças nas linhas de Israel anteriores a 1967 sem o acordo de ambas as partes. O projeto diz que os participantes afirmarão que "uma solução negociada com dois estados, Israel e Palestina, vivendo lado a lado em paz e segurança, é a única maneira de alcançar uma paz duradoura". Israel estabeleceu cerca de 600.000 de seus cidadãos na Cisjordânia e Jerusalém Oriental que os palestinos demandam para um futuro estado independente. Israel capturou ambas as áreas na Guerra dos Seis Dias, de 1967, depois que os exércitos árabes vizinhos atacaram Israel. A reunião surge na sequência de uma resolução do Conselho de Segurança da ONU, no mês passado, que condenou os assentamentos como ilegais. Israel unificou Jerusalém pouco depois da Guerra dos Seis Dias, quando anexou a metade oriental. O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, descartou o retorno às linhas de 1967 e muitos membros de sua coalizão se opõem à independência palestina e apoiam os assentamentos expandidos por motivos ideológicos e de segurança.

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PROTESTOS EM GAZA CONTRA O HAMAS POR FALTA DE ELETRICIDADE

A grave crise energética na Faixa de Gaza levou a um raro protesto popular e violentos confrontos entre os moradores e as forças de segurança do Hamas na noite de quinta-feira. Durante semanas, os habitantes de Gaza passaram a receber menos da metade do suprimento de eletricidade habitual - apenas algumas horas por dia - sem sinais de alívio na escassez em breve, alimentando sofrimento e frustração entre a população. Normalmente, o governo de Gaza alterna a energia, em ciclos de oito horas, com geradores fornecendo eletricidade para aqueles que podem pagá-la nos tempos de inatividade. Mas desde o final do ano passado, houve apenas três ou quatro horas de eletricidade por dia no total. Os custos de funcionamento dos geradores têm espiralado. As pessoas estão tentando acender e aquecer suas casas com velas ou queimando lenha. As famílias acordam no meio da noite, quando a eletricidade às vezes vem, para tomar banho ou lavar roupas. "Vivemos como ratos", disse Mazen Abu Reyala, um pescador desempregado e pai de cinco filhos, sentado ao redor de um fogão primitivo que ele usa para aquecer sua casa. "Eu deveria esperar até que nós fossemos queimados? Ou eu deveria esperar para voltar para casa e ver que meus filhos se queimaram porque eles acenderam velas."? A causa da escassez é por um lado simples e, por outro, complicada, com alguns cidadãos culpando o Hamas, o grupo islâmico que dirige Gaza, funcionários do Hamas culpando a Autoridade Palestina rival, com base na Cisjordânia, e ainda outros apontando o dedo para Israel. A explicação simples é que Gaza exige 450-500 megawatts de energia por dia, mas está recebendo apenas um terço disso. Cerca de 30 MW produzidos por sua própria usina envelhecida, 30 MW importados do Egito e os mais de 120 MW fornecidos por Israel. Com temperaturas caindo para quatro ou cinco graus centígrados à noite, as pessoas estão tentando usar aquecedores elétricos e radiadores, aumentando a demanda de energia.

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LEIAM NESTA EDIÇÃO DA RUA JUDAICA:

- INSTITUIÇÕES JUDAICAS NOS EUA ESTÃO EM ALERTA APÓS CHUVA DE AMEAÇAS TELEFÔNICAS

- O COMPOSITOR DO FILME “LA LA LAND” PREMIADO COM O GLOBO DE OURO É JUDEU


- POLONESES USAM KIPÁ PARA DEMONSTRAR REPÚDIO AO ANTISSEMITISMO


- CIDADE DE PALERMO TERÁ SINAGOGA APÓS 500 ANOS


- BERLIM HOMENAGEIA JOVENS ISRAELENSES MORTOS EM ATENTADO


- DUAS DAS VITIMAS DO ATAQUE TERRORISTA EM JERUSALÉM ERAM AMERICANAS


- NETANYAHU E OBAMA: O MESMO DESTINO?


 - MANIFESTO DA HIAS – A ONG JUDAICA QUE AMPARA OS REFUGIADOS


- OS 80 ANOS DO LAR DAS CRIANÇAS ROSA WAISMAN


- IMPORTANTE PROTESTO: CEMITÉRIO LITUANO


- CAIR NA REDE É COM SILVIA PERLOV




 



Osias Wurman
Jornalista

 

Os fatos sobre israelenses e palestinos

Sobre a Cisjordânia, cujo nome original é Judeia e Samaria, os israelenses só demandam que, em qualquer negociação de paz, leve-se em conta a milenar presença judaica.

Por Herry Rosenberg - presidente da Federação Israelita do Estado do Rio de Janeiro

No último dia 6 de janeiro, O GLOBO publicou nesta seção artigo do jornalista Rasheed Abou-Alsamh analisando o conflito entre israelenses e palestinos. Não nos cabe contestar as opiniões do articulista, mas, como foram acompanhadas por sérias distorções dos fatos, em respeito ao leitor é importante esclarecer tais inverdades e meias verdades. São muitas, mas, pela limitação do espaço, vamos abordar apenas algumas.

Abou-Alsamh inicia seu artigo dizendo-se emocionado pelas “muitas verdades” ditas pelo atual secretário de Estado americano, John Kerry, em seu recente discurso sobre o tema.

Não surpreende que um jornalista de origem saudita tenha aprovado um pronunciamento no qual toda a culpa pelo conflito é posta na conta dos israelenses, e nenhuma recai sobre os árabes. Surpresa mesmo foram as críticas que até mesmo grandes aliados dos EUA, como Grã-Bretanha e Austrália, fizeram à extrema parcialidade e falta de conhecimento da situação exibidas por Kerry.

O jornalista prossegue afirmando que, para o governo israelense, “os territórios ocupados da Cisjordânia e Gaza são territórios judeus que nunca serão dos palestinos”. Vamos aos fatos:

Gaza jamais foi considerada território judeu e em 2005 foi devolvida integralmente aos palestinos. Lá havia algumas colônias judaicas, também acusadas de serem obstáculos à paz. Pois bem, todas foram desmanteladas e, desde então, não há um só judeu, civil ou militar, em Gaza. Veio a paz? Infelizmente, não. O que veio de Gaza foram uma chuva de mísseis atingindo populações civis em território israelense e centenas de terroristas do Hamas tentando diariamente invadir Israel por túneis subterrâneos.

Sobre a Cisjordânia, cujo nome original é Judeia e Samaria, os israelenses apenas demandam que, em qualquer negociação de paz, seja levada em conta a milenar presença judaica nessa região e que seja permitido aos judeus continuarem morando nos locais onde viveram grande parte de sua história.

Há várias opções na mesa, entre elas a troca dos territórios onde hoje há comunidades judaicas por outros de igual tamanho e qualidade, ou até mesmo a manutenção destas comunidades sob bandeira palestina. Mas os palestinos e seus aliados são intransigentes. Afirmam que, apesar de quase dois milhões de árabes viverem como cidadãos com plenos direitos em Israel, um futuro Estado palestino deve ser absolutamente livre de qualquer judeu.

Abou-Alsamh então recorre a um instrumento comum aos detratores de Israel, que é a simples supressão de partes da História. Critica as barreiras de proteção que prejudicam o fluxo de palestinos ao território israelense. Mas omite propositadamente que o trânsito era livre até que os palestinos passaram a aproveitar esta liberdade para enviar dezenas de homens-bomba para explodirem-se em ônibus, restaurantes e universidades de Israel. Menciona apenas “ataques frustrados” de palestinos contra israelenses, sem citar as dezenas de atentados infelizmente bem-sucedidos, como o que matou três mulheres e um homem agora mesmo neste domingo, dia 8.

Ciente da aversão atual do mundo a todas as formas de terrorismo, o jornalista tenta mostrar certa empatia, afirmando que “israelenses têm o direito de se defender de ataques vindos de palestinos”, mas ressaltando que “o problema não é esse”. Sim, senhor Abou-Alsamh. O problema é exatamente esse.

Enquanto os israelenses não estiverem seguros de que um futuro Estado palestino não será usado como plataforma para ataques a Israel, como já acontece em Gaza, não haverá chance de acordo.

No dia em que o Egito assegurou a Israel seu compromisso com a paz, recebeu em troca um território gigantesco. Quando os palestinos abandonarem seu discurso de ódio e sentarem-se com boa-fé à mesa de negociações, verão que seu sonho de um Estado próprio está mais perto do que imaginam de se tornar realidade.


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INSTITUIÇÕES JUDAICAS NOS EUA ESTÃO EM ALERTA APÓS CHUVA DE AMEAÇAS TELEFÔNICAS

O FBI e o Departamento de Segurança Interna estarão ajudando centros comunitários judaicos americanos no reforço da segurança após receber 16 ameaças de bombas no mesmo dia.

Na quarta-feira, funcionários do FBI e da Homeland Security realizaram uma teleconferência com líderes comunais judeus dos EUA para discutir os incidentes de segunda-feira, e como elaborar protocolos para lidar com tais incidentes no futuro. Algumas comunidades já recebem subsídios federais para prover segurança.

As ameaças de bomba, nenhuma das quais parece credível, atingiram centros judaicos acima e abaixo da Costa Leste, além de dois centros no Reino Unido, levando a evacuações de edifícios e campus. De acordo com autoridades de segurança comunais judaicas, as ameaças de bomba vieram tanto de “robocalls” quanto de telefonemas ao vivo. Ainda não está claro se uma pessoa ou um grupo estava por trás de todas as ameaças.


Os centros americanos afetados variaram de um no norte de New Jersey a vários no sudeste - incluindo Flórida, Geórgia, Carolina do Norte e Carolina do Sul. Além disso, centros em Maryland, Delaware, Tennessee e Pensilvânia também receberam ameaças. Várias instituições judaicas também receberam ameaças de bomba, na semana passada.

As ameaças simultâneas não tinham precedentes, de acordo com Paul Goldenberg, diretor da Secure Community Network, um grupo afiliado às Federações Judaicas da América do Norte que coordena a segurança para a comunidade judaica.

"Estamos em um mundo completamente diferente do que há dois anos atrás", disse Goldenberg. "O ocorrido é sem precedentes e no período mais curto de tempo que recebemos um número substancial de ameaças à bomba. Esses criminosos estão alavancando a tecnologia para intimidar e / ou aterrorizar as comunidades".

O FBI está investigando as ameaças, de acordo com Goldenberg.

Uma das comunidades ameaçadas, em Wilmington, Delaware, recebeu uma ameaça de bomba às 11h45 de segunda-feira e evacuou cerca de 200 pessoas de um complexo que abrigava quatro organizações judaicas. Todo mundo, desde crianças em idade pré-escolar em uma escola judaica, até um edifício onde era servido almoço para idosos, saíram em poucos minutos. Eles retornaram cerca de 90 minutos depois.

Seth Katzen, CEO da Federação Judaica de Delaware, disse que funcionários comunais estavam em contato com o FBI local e a polícia, que responderam imediatamente, e que a evacuação foi concluída sem pânico.




"Houve um susto, mas um desconforto manejável", disse ele. "Todos se moveram muito bem. Foi para criar pânico e inconveniência. Essa é a nossa nova realidade."

Nem Goldenberg nem a Liga Anti-Difamação ligaram explicitamente as ameaças de bomba à ascensão de ataques antissemitas durante e após a campanha presidencial de 2016. Goldenberg disse que fazer tal ligação pode ser tentador, mas seria prematuro dado que o ofensor não foi identificado.

O Departamento de Polícia de Nova York, bem como o Southern Poverty Law Center, divulgaram relatos de um aumento nos crimes de ódio após as eleições. Goldenberg espera que mais ataques contra instituições religiosas ocorram em 2017.

"Nos últimos 16 meses, vimos um aumento no assédio e intimidação como resultado direto de alguma retórica e uso por extremistas das mídias sociais", disse Goldenberg. "É fácil amarrar isso pela eleição. Acho que a situação atual nos EUA e no exterior permitiu que alguns extremistas tivessem uma metodologia".

Nos últimos dois anos, as federações judaicas nas principais áreas urbanas contrataram coordenadores - na maioria antigos oficiais federais - para garantir que todas as instituições judaicas locais estivessem seguras e preparadas para enfrentar ameaças. Mais de 20 desses coordenadores de segurança foram contratados.

Brenda Moxley, diretora de segurança comunitária da Federação Judaica da grande Miami, foi contratada no ano passado, depois de atuar como assistente de agente especial encarregada do ramo criminal do FBI em Miami. Ela assegura que mais de 120 instituições judaicas estão preparadas para incidentes como os de segunda-feira, além de estar em contato com autoridades policiais.

Moxley disse que a necessidade de tal procedimento surgiu depois dos atentados de 11 de setembro de 2001, e que as instituições judaicas agora estão começando a ser pró-ativas na resposta às ameaças.

"Todos os dias é importante estar vigilante", disse ela à JTA. "Não se trata de ser paranoico; E sim de estar preparado."

Outros apontam que as instituições judaicas começaram a "endurecer" a sua segurança após o ataque na North Valley Community Jewish Center, perto de Los Angeles, quando um membro da Supremacia Branca abriu fogo no saguão e feriu cinco pessoas.

Em abril de 2014, um neo-nazista de 73 anos abriu fogo no Centro da Comunidade Judaica da Grande Kansas City, Kansas, uma comunidade de aposentados judeus nas proximidades, matando três pessoas.


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O COMPOSITOR DO FILME “LA LA LAND” PREMIADO COM O GLOBO DE OURO É JUDEU

Embora muitos dos candidatos judeus ao Globo de Ouro  tenham voltado para casa de mãos vazias, alguns atores e cineastas com ascendência judaica - e um jovem diretor que poderia ser classificado como um judeu "honorário" - chegaram ao pódio como vencedores.

Os musicais de Justin Hurwitz contribuíram imensamente para o sucesso de "La La Land", que ganhou sete prêmios na categoria musical ou comédia, na cerimônia de domingo passado. Ele foi recompensado com Globos de Ouro pela pontuação original e canção original "City of Stars" (pela qual ele compartilhou o prêmio com co-autores Benj Pasek, que é judeu, e Justin Paul).

Hurwitz tem 31 anos, assim como Damien Chazelle, o diretor do filme, e eram companheiros de quarto quando estudantes de graduação em Harvard. Chazelle, que ganhou os Globos de Ouro como diretor e roteirista de "La La Land", foi criado por pais católicos.


 

Mas, como Chazelle disse ao Jewish Journal of Greater Los Angeles no ano passado, os pais ficaram insatisfeitos com a educação de seu filho em uma escola dominical da igreja e o matricularam numa escola judaica de uma sinagoga liberal.

Durante os quatro anos seguintes, Chazelle lembrou: "Eu tive aquele período da minha vida onde eu estudava muito, muito o hebraico e o Velho Testamento e então fui com a minha classe para Israel quando estávamos na sexta série. Eu não acho que eles sabiam que eu não era judeu; Eu estava tipo, passando por".

A veterana estrela de cinema francesa Isabelle Huppert venceu como melhor atriz em um drama por seu papel no filme francês "Elle", que também recebeu um Globo de Ouro de melhor filme de língua estrangeira.

Huppert, que interpreta uma empresária bem-sucedida que traça uma elaborada vingança contra o intruso que a violou, é filha de um pai judeu e de uma mãe católica. Seus pais se casaram enquanto a França estava sob ocupação nazista, com o pai escondendo suas raízes judaicas.

Tracee Ellis Ross ganhou o prêmio de melhor atriz em uma série de TV musical ou de comédia por seu retrato de um anestesiologista biracial no sitcom "Blackish", que segue a vida de uma classe afro-americana de classe média alta. Ela é filha do executivo de música judaica Robert Ellis Silberstein e da cantora de Motown Diana Ross.

A cerimônia de premiação contou com uma montagem homenageando a atriz Carrie Fisher e sua mãe, a atriz Debbie Reynolds, que morreram no final do mês passado com um dia de intervalo.



O presidente eleito Donald Trump foi o alvo de uma série de chiados e denúncias, embora seu nome nunca tenha sido mencionado. Meryl Streep, que recebeu o Cecil B. DeMille Award por contribuições destacadas para o mundo do entretenimento, foi a mais franca.

Streep denunciou Trump por zombar de um repórter incapacitado do New York Times, e depois pediu à plateia que apoiasse o Comitê de Apoio a Jornalistas, terminando com uma forte advertência.

"Desrespeito convida desrespeito, violência incita violência", disse ela. "E quando os poderosos usam sua posição para intimidar os outros, todos nós perdemos."

Trump respondeu imediatamente dizendo ao The New York Times que tais palavras não teriam impacto sobre o comparecimento em sua posse.

"Nós vamos ter uma participação inacreditável, talvez recorde em uma posse, e haverá muitas estrelas de cinema e entretenimento", disse Trump. "Todas as lojas de roupas estão com seus estoques esgotados em Washington. É difícil encontrar um ótimo vestido para esta posse."

Streep dissera anteriormente que a imprensa estrangeira de Hollywood e a multidão na mão "pertencem aos segmentos mais vilipendiados, agora, da sociedade americana".

"Mas quem somos nós, e o que é Hollywood de qualquer maneira? É apenas um bando de pessoas de outros lugares", disse ela, destacando vários atores e atrizes e dizendo onde eles cresceram, incluindo a atriz Natalie Portman, que nasceu em Jerusalém.

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POLONESES USAM KIPÁ PARA DEMONSTRAR REPÚDIO AO ANTISSEMITISMO

Em uma tranquila noite de quinta-feira, o Café Foksal, no centro de Varsóvia, de repente encheu com cerca de 50 pessoas vestindo kipot.

O evento era incomum para uma cidade com poucos judeus observantes e um número insignificante de turistas israelenses. O que era excepcional é que quase nenhum dos usuários das kipot era judeu.



Foi a última reviravolta em uma tempestade de mídia que se desenvolveu em torno do Café Foksal, desde que um barman foi acusado de comportamento antissemita em relação a dois clientes, que foram retirados alegadamente por discutir sobre Israel.

O incidente no dia do ano novo, que surgiu inicialmente em um post assinado pela Gburrek  blog, foi amplificado na mídia e nas redes sociais. Em meio a contestações de que os queixosos provocaram o barman com retórica anti-cristã, o caso destacou a polarização entre liberais e conservadores que está dividindo a sociedade polonesa. Também foi a mais recente rejeição pública por uma massa crítica de pessoas, de qualquer forma de discurso de ódio, antissemita ou de outra forma qualquer de discriminação.

Dirigidos por Ryszard Schnepf, antigo embaixador da Polônia nos Estados Unidos, os usuários de kipá - jornalistas, ativistas e outros - chegaram ao Café Foksal com o objetivo de acalmar as tensões causadas pela publicação das alegações pelos meios de comunicação.

Antes da chegada da delegação, centenas de pessoas se juntaram a um grupo do Facebook pedindo um boicote ao café sobre as acusações de antissemitismo não verificadas - e calorosamente contestadas.



Centenas de pessoas mais se juntaram a um grupo rival do Facebook que prometeu apoiar o Café Foksal, cuja administração negou categoricamente as acusações de antissemitismo. Eles alegaram que os clientes foram retirados por se engajar em discurso de ódio anti-cristão sobre a Virgem Maria, quando se encontravam alcoolizados.

Os meios de comunicação, incluindo o prestigioso jornal Gazeta Wyborcza, foram sugados para o debate que se seguiu. Foi isso que levou Schnepf a organizar o evento onde todos usavam kipá para mostrar que os judeus eram bem-vindos no Café Foksal e que o antissemitismo não é tolerado na sociedade polonesa.

"Foi simpático e divertido", escreveu Schnepf no Facebook sobre sua visita ao café controverso, onde ele foi fotografado usando uma kipá. "É assim que você faz, por tolerância e amizade."

A administração do Café Foksal também expressou sua satisfação com o evento, compartilhando uma foto dele em sua página no Facebook.


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CIDADE DE PALERMO TERÁ SINAGOGA APÓS 500 ANOS

A Igreja Católica Romana em Palermo está cedendo à propriedade judaica o uso de parte de um complexo da igreja e mosteiro construído sobre as ruínas de uma sinagoga medieval.

O movimento está sendo visto como um gesto de reconciliação, após mais de 500 anos da expulsão dos judeus da Sicília.

A igreja financiará renovações no espaço para criar uma nova sinagoga e centro de patrimônio judaico para as dezenas de judeus que agora vivem na cidade.

O espaço doado é o Oratório de Santa Maria del Sabato, na parte inferior do edifício sob o complexo da igreja de San Nicola da Tolentino, disse o Rabino Pierpaolo Pinhas Punturello.

Punturello é o emissário da Sicília de Shavei Israel, uma organização que se concentra no alcance dos judeus que perderam a conexão com suas raízes e identidades judaicas, incluindo "bnei anusim", ou os descendentes de judeus forçados a se converter ao catolicismo sob o domínio espanhol. Baseado em Israel, trabalha como rabino de Palermo, viajando uma vez por mês para a cidade.



A entrega teve lugar durante uma conferência em 12 de janeiro - o aniversário da expulsão de judeus da Sicília pelos governantes espanhóis em 1493. O fundador e presidente da organização Shavei, Michael Freund, que desempenhou um papel fundamental na organização da doação do espaço, foi um dos palestrantes da conferência.

O arcebispo de Palermo, Corrado Lorefice, está transferindo a propriedade do espaço sob os termos do italiano "comodato d'uso gratuito", um arranjo comparável a um arrendamento gratuito. Não há uma comunidade judaica formal em Palermo; Os proprietários do espaço serão uma organização cultural e educacional local, o Instituto Siciliano de Estudos Judaicos - o Istituto Siciliano di Studi Ebraici, ou ISSE, que é afiliado a Shavei Israel.

Punturello, que atua no conselho do ISSE, disse que Shavei Israel, que trabalha em parceria com a União das Comunidades Judaicas Italianas, ou UCEI, e a comunidade judaica em Nápoles, será a principal responsável pelas operações do novo centro, grande parte devido a seus papéis como rabino de Palermo e emissário de Shavei Israel.

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BERLIM HOMENAGEIA JOVENS ISRAELENSES MORTOS EM ATENTADO

O famoso Portão de Brandenburgo em Berlim foi iluminado pelas cores da bandeira de Israel em solidariedade às vítimas do ataque terrorista de domingo em Jerusalém, que tirou a vida de quatro soldados israelenses.

O gesto simbólico pelo Senado de Berlim surgiu em parte devido aos esforços do Partido Verde, por um membro do Bundestag - Volker Beck -  e uma petição iniciada por um membro da comunidade judaica.

Beck escreveu em uma carta ao prefeito de Berlim, Michael Müller, no domingo que "temos que mostrar nossa solidariedade com as vítimas e todos os afetados" pelo ataque em Israel, como foi feito após ataques terroristas na França, na Turquia, nos EUA e em outros lugares, quando as cores nacionais foram projetadas no portão icônico de Berlim.


Enquanto isso, a campanha on-line no "change.org " recebeu mais de 4.000 assinaturas.

A projeção foi programada para permanecer até às 22:00 horas de segunda-feira. Os transeuntes pararam para prestar homenagem, ajoelhados para colocar velas ou pequenas bandeiras israelenses na praça coberta de neve perto do portão e posando para selfies.

Avraham Nir-Feldklein, vice-chefe da embaixada de Israel em Berlim, disse em um comunicado divulgado na página do Facebook de Israel que os israelenses ficaram agradecidos pelo apoio do governo e do povo de Berlim.

Os soldados, com idades entre 20 e 22 anos,  foram mortos  quando um suicida palestino jogou seu caminhão em um grupo de soldados na avenida de um bairro de Jerusalém Oriental. Dois dos soldados mortos tinham cidadania americana. O motorista do caminhão foi morto a tiros no local.

 

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DUAS DAS VITIMAS DO ATAQUE TERRORISTA EM JERUSALÉM ERAM AMERICANAS

Dois dos quatro soldados israelenses mortos no ataque do caminhão em Jerusalém Oriental eram cidadãos americanos.



Erez Orbach, de 20 anos, de Alon Shvut, no bairro de Etzion, ao sul de Jerusalém, era um cidadão americano, segundo o jornal Haaretz. Ele detém a cidadania americana através de sua mãe, de acordo com o jornal, citando um membro da família. Orbach era o mais velho de seis irmãos.

Shira Tzur, 20, de Haifa, tinha pais nascidos na América, de acordo com Haaretz, que citou um soldado em sua unidade.


Os outros mortos foram Yael Yekutiel, de Givatayim, e Shir Hajaj, 22, de Maale Adumim.

Os soldados estavam em uma viagem educacional junto com vários outros grupos. Eles tinham acabado de sair de um ônibus na calçada quando o motorista do caminhão, um morador do bairro de Jabel Mukaber, no leste de Jerusalém, dirigiu-se contra eles, retrocedendo sobre os corpos depois que ele os atingiu.

 

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Por Daniela Kresch
Jornalista
direto de Israel


NETANYAHU E OBAMA: O MESMO DESTINO?

TEL AVIV – Coincidência ou não, parece que os destinos de dois líderes mundiais estão ligados. No dia 20 de janeiro de 2009, Barack Obama tomou posse como presidente dos Estados Unidos. Dois meses depois, em 31 de março de 2009, foi a vez de Benjamin “Bibi” Netanyahu tomar posse como primeiro-ministro de Israel. Obama e Netanyahu passaram oito anos “discutindo” (para usar uma palavra suave). Em novembro do ano passado, quando Donald Trump foi eleito para ocupar a Casa Branca, Netanyahu deve ter ficado mais feliz por ver Obama ir, do que ver Trump chegar.

Mas, quis o destino que Bibi não aproveitasse a retirada de desafeto fumando um charuto e bebendo espumante. Justamente dois meses depois das eleições nos Estados Unidos – e poucos dias antes do fim oficial do mandato de Obama –, o primeiro-ministro de Israel enfrenta um dos maiores escândalos desde 2009. Será que será forçado a deixar o governo pouco depois de Obama?

Netanyahu é acusado de negociatas com dois empresários. Numa delas, teria recebido “mesadas” de milhares de dólares em charutos e álcool do produtor de cinema Arnon Milchan (conhecido pelo blockbuster “Pretty Woman”). Se fosse só isso, imagino que conseguiria, de alguma forma, mostrar que recebeu os presentes de um grande amigo e não se trata de corrupção.

Mas o outro caso pode se tornar um pesadelo para Netanyahu. Se trata de uma gravação entre ele e o dono do maior jornal do país, Yedioth Aharonoth, o magnata Arnon “Noni” Mozes, no que parece ser uma troca de favores entre os dois. Segundo as informações que foram liberadas até agora (podem não ser corretas), Netanyahu e Mozes estariam negociando que o Yedioth adotasse uma linha editorial pró-Bibi. Em troca, o primeiro-ministro faria com que o jornal competidor, o Israel Hayom (que é gratuito, financiado inteiramente pelo bilionário Sheldon Adelson, aliado próximo de Bibi) não lançasse uma edição de fim de semana.

A negociação não deu certo. Algo aconteceu, porque o Israel Hayom lançou a edição de fim de semana (publicada às sextas-feiras), afetando diretamente as assinaturas do Yedioth Aharonoth. Afinal, quem vai pagar por um jornal quando um outro – que parece tão bom (ou ruim...) quanto – é distribuindo gratuitamente? E, nos últimos anos, Bibi e Noni não perdem a oportunidade de reclamar um do outro, numa briga de peixe grande que só agora está sendo explicada. Uma briga que, sem dúvida, foi espelhada nas manchetes de Yedioth contra Bibi.

Não entendi até agora quem tentou corromper quem. Qual dos dois gigantes – Netanyahu ou Mozes – sugeriu o troca-troca. Se ficar provado que foi o primeiro-ministro que iniciou a negociata, seria, ao meu ver, muito complicado para ele se manter no cargo. Isso porque não só tentou comprar favores de um jornal (Yedioth Aharonoth) como mostrou que influencia diretamente nas decisões editoriais de outro jornal (Israel Hayom), ao contrário do que ele sempre sustentou.

A imprensa israelense está em polvorosa. Seria esse o fim da carreira política de Netanyahu, que conseguiu superar o mitológico David Ben Gurion como líder do país em anos de governo, com 11 anos no poder (somando os oito anos desde 2009 com os três de seu primeiro mandato, de 1996 a 1999)? Já há políticos do próprio Likud pensando no “day after” da política israelense sem Bibi. Quem poderia sucedê-lo? Seriam convocadas novas eleições ou alguém do Likud poderia simplesmente entrar em seu lugar? Quem seria o novo premiê? Gilad Erdan? Israel Katz? Esses são nomes conhecidos em Israel, mas sem o carisma e o pedigree familiar de Benjamin Netanyahu.

Eu não apostaria tão cedo assim no fim da carreira de Netanyahu. Ele já demonstrou diversas vezes que consegue se desvencilhar, fugir de problemas, dar a volta por cima. Por outro lado, a oposição tem uma oportunidade de ouro de tentar mudar os rumos de Israel. Pode ser que Netanyahu siga o caminho de Obama rumo à aposentadoria. Será?

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MANIFESTO DA HIAS – A ONG JUDAICA QUE AMPARA OS REFUGIADOS

Guiados por mais de 135 anos ajudando refugiados a encontrar segurança e liberdade, a HIAS e a comunidade judaica americana estão trabalhando em conjunto para proteger e acolher refugiados e requerentes de asilo.

Por um longo tempo, ajudamos os refugiados porque eles eram judeus; hoje nós ajudamos os refugiados, porque nós somos judeus. Como judeus americanos, nossos valores exigem que asseguremos que os Estados Unidos permaneçam num lugar onde as famílias que fogem à guerra e à perseguição possam encontrar segurança e dignidade. Muitas de nossas famílias e ancestrais vieram a este país para reconstruir suas vidas em segurança e cabe a todos nós ajudar a mostrar que esta grande tradição americana está viva e bem.

Comunidades em todos os Estados Unidos e as comunidades judaicas, em particular, estão ajudando os mais novos americanos. Através de nossa rede de milhares de rabinos e centenas de sinagogas, nós vimos esses esforços em primeira mão. Durante a semana de Ação de Graças, os membros das comunidades, incluindo San Diego, Filadélfia e Nova York, ajudaram os refugiados a celebrar o feriado pela primeira vez. E ao longo do ano passado, as congregações locais em todo o país se ofereceram para fornecer apartamentos para recém-chegados refugiados, organizaram jantares mensais e ofereceram formação linguística e de trabalho.

Desde a eleição, milhares de nossos apoiantes assinaram a nota de boas-vindas do HIAS, permitindo que os refugiados recentemente chegados soubessem que podiam viver com segurança e dignidade aqui. Estamos agora no processo de traduzir e entregar esta nota.



A comunidade judaica é dedicada a estas iniciativas porque sabemos muito bem o perigo de permitir que a retórica míope e xenófoba apresente atitudes em relação às minorias e aos recém-chegados. Judeus americanos e HIAS sabem disso melhor do que ninguém.

No futuro, a HIAS continuará a trabalhar com os nossos parceiros na comunidade de defensores de refugiados, a nossa rede de agências locais, todos os níveis de governo e, sobretudo, os milhares de refugiados que ajudamos todos os anos a defender a tradição dos Estados Unidos de acolher e proteger refugiados.


Vamos continuar tentando lutar contra a escuridão com a luz,
e com boas-vindas. Você vai se juntar a nós?


Mark Hetfield é o presidente e CEO da
 HIAS, a organização judaica mundial sem fins lucrativos que protege refugiados.

 

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OS 80 ANOS DO LAR DAS CRIANÇAS ROSA WAISMAN

Em noite de plateia lotada da peça " Forever Young", o Lar da Criança Israelita Rosa Waisman abriu as comemorações dos 80 anos do Lar recebendo as netas de Rosa Waisman , Gisela Schenker Wajnberg e Miriam Schenker, que falaram para o público sobre Rosa Waisman, além da dedicação das ativistas que mantém a instituição .


Além das netas, estavam presentes os bisnetos de Rosa Waisman representados por um dos bisnetos, Mateus Solano que por estar ausente do país, gravou um vídeo parabenizando o Lar e conclamando todos a participarem das comemorações no decorrer do ano.



As netas de Rosa Waisman foram homenageadas com uma placa de agradecimento.

 

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IMPORTANTE PROTESTO: Cemitério lituano

Este é um assunto que exige nosso protesto contra a profanação maciça que está prestes a ocorrer.

O governo Lituano anunciou planos para construir um novo centro de convenções sobre o antigo cemitério Judaico de Vilna. Embora os restos do Gaon de Vilna tenham sido removidos do Cemitério Judaico Velho, os restos de centenas, talvez milhares de judeus ainda estão enterrados no cemitério judaico Velho.

Estes incluem os restos de alguns dos maiores rabinos, mártires judeus e mulheres piedosas através dos séculos, incluindo R. Moshe Rivkes (1671-2), autor do Be'er Ha-Golah no Shulchan Aruch; R. Zelmele (isto é, R. Shlomo Zalman, 1788), irmão de R. Hayim de Volozhin e discípulo favorito do Gaon de Vilna; R. Shmuel b. R. Avigdor (1793), último rabino-chefe de Vilna; R. Avraham b. Ha-Gra (cerca de 1809); O Ger Zedek de Vilna (d. 1749), cujos restos não foram removidos do cemitério judaico Velho (apesar de alguns dizerem o contrário); E Traina (data de morte desconhecida), mãe do Gaon de Vilna; Chanah, primeira esposa do Gaon de Vilna (d., 1782); e Gitel, segunda esposa do Gaon de Vilna, que aparentemente sobreviveu ao Gaon (data precisa da morte desconhecida). Praticamente todos os judeus que morreram em Vilna antes do ano de 1831 foram, de fato, enterrados no Cemitério Judaico Velho.

A petição não pede ao governo lituano que cancele planos para a construção de um novo centro de convenções (financiado em grande parte pela UE). Ele simplesmente pede que seja construído em um local diferente em Vilnius (Vilna)- o que pode ser feito facilmente.

Uma maravilhosa residente de Vilna, Ruta Bloshtein, que é Shomer Shabat e que faz o challah para membros da  kehillah Vilna todo erev Shabat, tomou sobre si a responsabilidade de liderar esta campanha. Ela começou, há cerca de três semanas, e tem cerca de 250 signatários até agora. Se obtivermos 15.000 assinaturas, as autoridades políticas terão pouca escolha, talvez levem a petição em consideração antes de tomar qualquer decisão precipitada. Ela precisa, e merece, a nossa ajuda.

Os dois Rabinos principais na Lituânia hoje, o rabino Krelin (rabino principal de Lithuania) e o Rabino Krinsky (chefe de Chabad) estão entre os primeiros 250 signatários. Parece-me que este é um caso de Mitzvá em mais de um sentido. *Tudo o que você  precisa fazer é clicar no link abaixo, preencher o formulário eletrônico, e eletronicamente assinar seu nome.* Por favor, envie a outros, para que eles também possam participar desta mitzvá.

Não é hora de ficar de braços cruzados.


https://www.change.org/p/hon-dalia-grybauskaite-please-
move-new-vilnius-convention-center-project-away-from-
the-old-jewish-cemetery

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CAIR NA REDE É COM SILVIA PERLOV


Silvia Perlov com a filha de Nelson Mandela, Zenani Mandela,
embaixadora da África do Sul na Argentina.

Silvia Perlov inicia 2017 com força total. Além de se dedicar a assessoria de imprensa e elaboração de livros biográficos ( familiares e de empresas), estendeu sua expertise à produção de conteúdo para redes sociais. Para informações: mailto:arperlov@uol.com.br


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Jornalista Responsável:
Osias Wurman - MT 14.707
Colaboradores Internacionais: Jerusalém - Daniela Kresch, Budapeste - Judith Klein, Miami - Fernando Bisker, Miami - Nelson Menda
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