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  Edição 508  Diretor/Editor: Osias Wurman Segunda, 20 de Março de 2017


 


MANCHETES DE ÚLTIMA HORA

 

 

NETANYAHU CHEGA EM PEQUIM PARA CONVERSAÇÕES

A China é o maior parceiro comercial de Israel na Ásia e a terceira maior do mundo, com um valor estimado de comércio bilateral superior a US$ 11 bilhões anuais. Netanyahu tem procurado aumentar ainda mais este valor, pressionando por um acordo de livre-comércio muito procurado, para o qual uma nova rodada de negociações será aberta em julho. O primeiro-ministro disse que vai discutir as perspectivas do pacto comercial durante esta visita e na quinta-feira promoveu reuniões programadas com os empresários da China. "Quando dizemos as maiores corporações da China, às vezes dizemos as maiores corporações do mundo, ou que estão rapidamente se tornando as maiores do mundo", disse Netanyahu, prevendo a viagem durante uma reunião semanal do gabinete. O gabinete do primeiro-ministro disse que Netanyahu vai se reunir com líderes empresariais que lideram empresas "com volumes de dezenas de bilhões de dólares". A visita de Netanyahu à China ocorre em meio a uma crise de coalizão em casa durante uma disputa pública com o ministro das Finanças, Moshe Kahlon, sobre o futuro de um novo serviço nacional de radiodifusão. O primeiro-ministro israelense, cujo partido Likud faz parte de uma minoria parlamentar, abordou a questão na manhã de domingo, levantando a possibilidade de eleições rápidas se a disputa sobre a Autoridade Israelense de Radiodifusão (IBA) – a qual Netanyahu se opõe - não for resolvida. Kahlon, que preside o partido Kulanu, disse no sábado que discutiu a possibilidade de formar um governo alternativo com o líder da Oposição Isaac Herzog, ao propor um voto de desconfiança contra a atual coalizão, uma medida que poderia derrubar o governo de Netanyahu.

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POSTER COMPARANDO GAZA A AUSCHWITZ ESPALHADOS NUM CAMPUS EM ILLINOIS - EUA

Um estudante da Universidade de Illinois descobriu pilhas de vários cartazes antissemitas na biblioteca, depois que um folheto pedindo o fim do "privilégio judeu" fez ondas de agitação no campus, na semana passada.  Uma delas, encontrada presa a uma parede, repetiu a acusação do cartaz anterior, que dizia: "O fim do privilégio branco ... intercepte o fim do privilégio judeu". Uma tabela mostrando a alta porcentagem de judeus que freqüentam várias universidades norte-americanas foi impressa sob as palavras "Por que eles recebem um privilégio especial quando se trata de universidades de topo?" Na parte inferior do cartaz estavam as hashtags # Black-LivesMatter, #WeAreAllMuslim e #WhitePrivilege. Um segundo cartaz desafiou leis em todo o mundo contra a negação do Holocausto e questionou a influência das doações judaicas para a universidade. Outro cartaz dessa série comparou o sionismo ao nazismo, chamando a Faixa de Gaza de "maior campo de concentração do mundo". Cada cartaz terminou com a afirmação de que seu conteúdo não é antissemita, com variações na seguinte declaração para o último panfleto: Levantar-se em favor da Palestina não é ser antissemita. Não é difamatório. Não insulta ninguém. É justiça social. "

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MEL GIBSON ESTAVA DOANDO SECRETAMENTE PARA SOBREVIVENTES DO HOLOCAUSTO

O ator e diretor de Hollywood, Mel Gibson, tem doado secretamente a sobreviventes do Holocausto por quase uma década, de acordo com um relatório do site Extratv. Gibson sofre violenta reação pública, na última década, devido a um comentário antissemita que fez ao estar embebedado, em 2006. Zane Buzby, atriz e fundadora do Survivor Mitzvah Project, que fornece ajuda financeira a idosos sobreviventes do Holocausto em áreas isoladas da Europa, disse que "Mel Gibson está ajudando sobreviventes do Holocausto em oito países, e que isto é notável. Tenho um grande respeito pelas pessoas que mudam o rumo de sua vida", acrescentou. "E eu acho que todo mundo comete erros na vida e acho que a prova real de que tipo de ser humano você é, depende do que você faz com este erro. Ele já fez o trabalho filantrópico e acho que as ações falam muito, em voz alta ... e suas ações ajudaram muitas pessoas. " Em julho de 2006, Gibson foi preso por uma blitz em Malibu, Califórnia, onde foi gravado posteriormente fazendo comentários antissemitas. Durante o interrogatório, Gibson teria dito a um dos oficiais: "F ** rei os judeus ... Os judeus são responsáveis por todas as guerras do mundo ... Você é judeu?" O diretor da "Paixão de Cristo" reconheceu que ele já havia pedido desculpas pelo comportamento e que as pessoas deveriam se esquecer do incidente. Gibson também disse que não se considera uma pessoa odiosa, e que suas ações foram resultado da copiosa quantidade de álcool que ele consumiu naquela noite.

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RARAS MOEDAS COM 1400 ANOS DO PERÍODO BIZANTINO FORAM ACHADAS PERTO DE JERUSALÉM

Um tesouro enterrado, contendo nove moedas de bronze bem preservadas, foi encontrado por arqueólogos durante uma escavação perto da Rota 1, e serve como evidência da invasão persa de Jerusalém, no final do período bizantino, anunciou a Autoridade de Antiguidades de Israel no domingo. De acordo com a Autoridade de Antiguidades, as moedas, do século VII dC, com as imagens de imperadores bizantinos, foram descobertas em junho durante escavações de salvamento conduzidas pela autoridade como parte do alargamento da estrada perto de Ein Hemed, a cerca de 7 quilômetros a oeste de Jerusalém. Annette Landes-Naggar, diretora da escavação em nome da Autoridade de Antiguidades, disse que as moedas foram encontradas empacotadas em uma bolsa de pano no fundo da parede de um antigo tonel de vinho. "O tesouro foi enterrado junto a uma área de pedras grandes derrubadas", disse ela. "Parece que o proprietário as escondeu quando havia perigo, na esperança de voltar a buscá-las. Mas agora sabemos que ele não conseguiu. Aparentemente, isto foi durante a época da invasão persa de Sassânida, por volta de 614 dC ", acrescentou, observando que a invasão estava entre os fatores que terminaram o reinado dos imperadores bizantinos em Israel.  "Temendo a invasão, os moradores da área que sentiram suas vidas estarem em perigo, enterraram seu dinheiro contra a parede de um tonel", disse Landes-Naggar. No entanto, "o local foi abandonado e destruído." O edifício, disse ela, pertencia a um local maior que se estende através do que é hoje a Rota 1, perto de uma igreja bizantina. "Este local está situado ao lado da estrada principal da entrada de Jerusalém e foi usado por peregrinos cristãos para entrar na cidade", disse Landes-Naggar. "Os assentamentos foram desenvolvidos ao longo da estrada."

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Por – Claudio Lottenberg, direto de Israel onde acompanha a visita do ministro da Saúde do Brasil Ricardo Barros.

DIA NACIONAL DA IMIGRAÇÃO JUDAICA – Lei Marcelo Itagiba

O dia Nacional da Imigração Judaica, criado pelo deputado federal Marcelo Itagiba, comemora o movimento da vinda de uma comunidade integrada, dedicada e sobretudo edificadora de nosso pais.

A bem da verdade, esta comunidade aqui se estabeleceu desde o nosso descobrimento, mas ganha maior relevo a partir do século XIX com a vinda dos judeus marroquinos que se estabeleceram no Norte de nosso pais.

Posteriormente, esta comunidade, agora vinda de muitos lugares do mundo, ganham um campo fértil e ela busca outros centros, particularmente São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre onde suas contribuições são mais que conhecidas.

Marcelo Itagiba, sensível e atento, registra de forma adequada este momento e deu a esta comunidade o reconhecimento que lhe é devido.  

Graças a isto, todo dia 18 de março os judeus do Brasil se sentem reconhecidos e nosso pais mais engrandecido pela presença do “Povo do Livro”.

Estamos todos de parabéns!


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Seminário "Jerusalém e o povo judeu"

No dia 15/03, ocorreu no Rio o seminário "Jerusalém e o povo judeu: unidades e divisões", promovido pelo Jewish People Policy Institute (JPPI), com apoio da FIERJ, CONIB e FISESP e exposições de Socrates Nolasco (FIERJ), Osias Wurman (Consulado Honorário de Israel), Sergio Napchan (CONIB) e Alberto Milkewitz (FISESP). O JPPI é um "think tank" israelense que promove debates nas comunidades judaicas ao redor do mundo para auxiliar o governo de Israel na formulação de políticas em relação à Diáspora. O encontro ocorreu no Hillel Rio e as discussões do tema serão incluídos em um documento a ser entregue ao governo israelense.

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RABINOS EUROPEUS SE OPÕEM AO BANIMENTO DE SÍMBOLOS RELIGIOSOS

O rabino-chefe Goldschmidt, presidente da Conferência dos Rabinos Europeus, emitiu uma declaração mordaz onde critica a primeira decisão do Tribunal Superior da União Europeia sobre a questão das mulheres usarem lenços islâmicos no trabalho.

De acordo com a decisão de criação de precedentes, os empregadores podem impedir o pessoal de usar símbolos religiosos visíveis.

"Esta decisão envia sinais para todos os grupos religiosos na Europa. Com o surgimento de incidentes motivados por motivos raciais e a decisão de hoje, a Europa está enviando uma mensagem clara; suas comunidades de fé não são mais bem-vindas", dizia a declaração.

"Os líderes políticos precisam agir para garantir que a Europa não isole as minorias religiosas e continue a ser um continente diverso e aberto".

Na véspera de uma eleição holandesa em que a imigração muçulmana foi uma questão-chave e um indicador para as atitudes em relação às políticas migratórias e de refugiados em toda a Europa, o Tribunal de Justiça proferiu um julgamento conjunto nos casos de duas mulheres, na França e na Bélgica, que foram demitidas por se recusarem a retirar o manto.

"Uma regra interna de uma empresa que proíbe o uso visível de qualquer sinal político, filosófico ou religioso não constitui discriminação direta", afirmou o Tribunal em um comunicado.

"No entanto, na ausência de tal regra, a vontade de um empregador de ter em conta os desejos de um cliente de deixar de ter os serviços do empregador prestados por um trabalhador usando um lenço islâmico não pode ser considerada um requisito profissional que poderia excluir discriminação."

A Anistia Internacional emitiu uma resposta condenando a decisão, particularmente devido ao clima político e social sensível que envolve a identificação religiosa.

"As decisões decepcionantes de hoje dão maior margem de manobra aos empregadores para discriminar as mulheres - e os homens - com base na crença religiosa", disse a declaração. "Numa época em que a identidade e a aparência se tornaram um campo de batalha político, as pessoas precisam de mais proteção contra o preconceito e não menos como foi decidido".

O Open Society Justice Initiative, que apresentou um breve apoio às mulheres, também expressou decepção.

A responsável pela política do grupo, Maryam Hmadoum, afirmou que a decisão "enfraquece a garantia de igualdade que está no cerne da diretiva anti-discriminação da UE", que o Tribunal de Justiça citou ao ponderar os casos.

O Tribunal de Justiça Europeu tomou decisões separadas sobre os casos, mas os ligou no final das contas.

No caso belga, Samira Achbita, recepcionista de uma empresa de segurança, foi demitida em junho de 2006 por usar um lenço islâmico, proibido por um novo conjunto de regras internas de sua empresa que proibiam sinais visíveis de suas crenças políticas, religiosas ou filosóficas. O Tribunal de Cassação da Bélgica pediu orientação ao Tribunal Europeu, com sede em Luxemburgo, que se pronuncia sobre os casos que envolvem o direito da UE, e que se aplica a todos os membros.

Enquanto os casos foram ligados pelo Tribunal Europeu, o caso francês difere e oferece a Asma Bougnaoui motivo de otimismo, porque as razões para sua demissão, como engenheira de design, foram baseadas não em regras internas, mas na queixa de um cliente infeliz com ela por usar o lenço islâmico.

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SINAGOGA DE SEATTLE GRAFITADA COM FRASE “HOLOCAUSTO É HISTÓRIA FALSA”

A polícia disse que uma sinagoga de Seattle, no bairro de Capitol Hill, foi vandalizada com graffiti antissemita negando o Holocausto. 

O Seattle Times informou que um policial descobriu a mensagem pintada com spray, na sexta-feira pela manhã, numa parede externa do Templo De Hirsch Sinai.

O rabino Daniel Weiner diz que a mensagem era: "o Holocausto é história falsificada." Os carácteres s ($) nos graffitis são sinais de dólar.

Weiner diz que "realmente é uma mistura tóxica de negação do Holocausto, a acusação estereotipada de que os judeus estão obcecados com o dinheiro e a noção que vem da administração (do Presidente Trump) de que todos os fatos são fungíveis. Fatos falsos, história falsa".

Weiner disse que por um tempo, uma folha de papel dizendo "Love Wins" (O amor vence) estava pendurada sobre o graffiti mas que, embora fosse um gesto tocante, ele acha importante para as pessoas verem o que foi feito.


Cemitério judaico vandalizado em Saint Louis

A polícia de Seattle está investigando o incidente como um crime de ódio.

O governador Jay Inslee disse num comunicado que ele continua em parceria com a comunidade judaica como ele tem estado com todos os washingtonianos.

A vandalizada sinagoga de Seattle é a mais recente de uma crescente linha de ataques e ameaças antissemitas visando instituições judaicas dos EUA. O vice-presidente dos EUA, Mike Pence, ajudou no trabalho de limpeza. O presidente dos EUA, Donald Trump, repetidamente desautorizou esses ataques.

 

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Um novo tipo de hotel pop-up: em uma torre de salva-vidas na Praia de Tel Aviv

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O “pop-up” hotel na praia de Tel Aviv (Crédito: Guy Yehieli)

Abriu as portas em Tel Aviv, o primeiro “pop-up” hotel do mundo em uma torre salva-vidas na praia.

A abertura do hotel faz parte de uma campanha internacional #TAKEME2TELAVIV, do Ministério do Turismo de Israel e da prefeitura de Tel Aviv-Yafo, que convida os turistas a desfrutar de uma experiência única na cidade. A torre de salva-vidas, localizada na praia de Frishman, foi inaugurada pelo prefeito de Tel Aviv-Yafo, Ron Huldai, e pelo diretor-geral do Ministério do Turismo, Amir Halevi.

No último mês, sob a direção de Aline Langlieb, designer-chefe da rede "Brown Hotels", e do grafiteiro Edgar Rafael, a torre de salva-vidas foi transformada em uma suíte de hotel à beira-mar única, completa com um espaço luxuoso e um chuveiro farto, além de mordomo pessoal, café da manhã e serviço de quarto.

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O interior do “pop-up” hotel (Crédito: Guy Yehieli)

De 14 de março a 4 de abril, o hotel da torre de salva-vidas receberá hóspedes influentes e vencedores da competição internacional que foi realizada em cooperação com o site hotels.com. Os participantes da competição foram convidados a enviar uma foto de si mesmos em suas cidades, vestindo a roupa de praia que eles iriam trazer para Tel Aviv e com um cartaz dizendo #TAKEME2TELAVIV.

As primeiras hóspedes do Lifeguard Tower são as blogueiras Sandra Lechner e Izabella Meczykowska, do site https://www.beach-inspector.com/en/

Os vencedores da competição ganharão passagens e estadia gratuitas por quatro dias no pop-up hotel e em um hotel da rede Brown Hotels, em Tel Aviv.

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As blogueiras Sandra Lechner e Izabella Meczykowsk com o
prefeito de Tel Aviv (camisa azul), Ron Huldai (Crédito: Guy Yehieli)

"Tal como acontece com outras áreas, o turismo na cidade de Tel Aviv-Yafo foi e sempre será criativo e inovador”, disse o prefeito de Tel Aviv-Yafo, Ron Huldai. “Esta torre de salva-vidas é uma oportunidade incrível para vir e desfrutar da cidade e da nossa maravilhosa praia. Estou certo de que os hóspedes na torre salva-vidas irão compartilhar as suas impressões da cidade com os seus amigos em todo o mundo".

"Nos últimos anos, o Ministério do Turismo passou por uma transformação no marketing e hoje estamos trabalhando em novos nichos de mercado e usando ideias muito criativas por entender que a criatividade é o nome do jogo no mundo do marketing”, disse o diretor-geral do Ministério do Turismo, Amir Halevi. “A campanha torre de salva-vidas recebeu mais de 300 milhões de visualizações e mais de um milhão de cliques desde que a campanha começou”.

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FILME HOMENAGEIA CASAL QUE SALVOU JUDEUS NA POLÔNIA

A atriz de Hollywood Jessica Chastain e a diretora do seu novo filme estão celebrando a força e a ternura das mulheres.

Chastain e a diretora Niki Caro, além de outros atores, estiveram em Varsóvia para uma exibição de gala do filme The Zookeeper's Wife.

O filme conta a história da vida real do ex-diretor do zoológico de Varsóvia, Jan Zabinski, e de sua esposa, Antonina, que juntos salvaram mais de 300 judeus, escondendo-os em sua casa e no jardim zoológico e em jaulas de animais, durante a Segunda Guerra Mundial.

Filmado em Praga, na República Tcheca, o filme estreia nos cinemas em 31 de março. Ele é baseado em um livro de 2007 da escritora americana Diane Ackerman, que revelou a emocionante história ao mundo.

Chastain, que interpreta Antonina Zabinska, disse em entrevista coletiva que ela se sentiu "tão inspirada" pela história de bondade humana por ser "o que precisamos tanto em nossos dias".

Ela disse que era emocionante interpretar Antonina, inicialmente insegura de si mesma, "é deixada sozinha em casa e assumiu toda essa responsabilidade por cuidar de todas essas pessoas e para protegê-las, ela cresce por si só". Até o final do filme, ela fica igual a seu marido.

A parte mais agradável, entretanto, foi trabalhar com os animais, Chastain disse, recordando um "jogo pequeno de maçãs" que fez com uma elefanta fêmea.

"Eu escondia as maçãs em volta do conjunto e ela, com o tronco, vinha e tentava encontrar as maçãs em mim", disse Chastain. "Essa era a melhor parte, jogar com os animais."



Teresa Zabinska, filha de Jan e Antonina, disse na exibição de gala que estava feliz em ver a coragem de seus pais honrada desta maneira, especialmente sua mãe, que carregou o peso do esforço humanista.

Caro disse que o filme acabou sendo muito contemporâneo, com uma mensagem importante para todos.

Os Zabinskis fizeram a "coisa certa", arriscando suas próprias vidas e as de seus dois filhos, para "levantar-se, agindo da mais alta visão de nós mesmos", disse a diretora.

Ela disse que gostaria de ver mais heróis femininos que sejam genuinamente femininos e complexos, ao invés de “personagens com corpos sexy".

Ambas as mulheres participaram de uma marcha para marcar o Dia Internacional da Mulher em Varsóvia. Os atores Daniel Bruhl e Johan Heldenbergh, que também protagonizam o filme, se juntaram a elas.

No começo do dia, a equipe do filme visitou a Villa dos Zabinskis.


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ITAMARATY HOMENAGEIA O SAUDOSO EMBAIXADOR SERGIO CORRÊA DA COSTA

Por – Desembargadora Denise Levy Tredler

Penso que foi muito honroso participar deste evento, que homenageia a memória do brilhante e culto embaixador Sergio Corrêa da Costa, poliglota e imortal da Academia Brasileira de Letras.

A exposição, que permanecerá no Palácio Itamaraty até 14 de abril próximo, exibe, em especial, a premiada obra "Mots Sans Frontières" (Palavras Sem Fronteiras).

Sergio da Costa foi, também, um amigo de Israel e dos judeus.

Em 2016, fui convidada a prestar um depoimento, na ABL, sobre a obra “Segredo de Estado”, na qual ele narra sua participação na Assembleia Geral da ONU, presidida, com maestria, pelo embaixador Oswaldo Aranha, e quando foi votada a criação do Estado de Israel.




A folha de votação ficou em mãos do embaixador Sergio, por anos. Ao verificar que esquecera de devolvê-la à ONU, ele decidiu colocá-la em um grande bloco de acrílico e doá-la a Israel, mais precisamente ao kibutz brasileiro Bror Chail, onde se encontra tal documento, que ele denominou "a certidão de nascimento de Israel".


A exposição em Brasília exibe o vídeo com este depoimento, em tela ali exposta, e onde pode ser ouvido sob uma instalação de som. Os demais depoimentos são de embaixadores, da família e de imortais da ABL. Foram selecionados para exibição em diferentes telas, sendo continuamente transmitidos.

Sergio Corrêa da Costa escreveu outras obras que calam fundo aos judeus, como é o caso de "O Nazismo de Peron", minucioso levantamento feito em sigilo e a prol dos aliados, no curso da Segunda Guerra Mundial, no qual demonstra os planos de Peron para a implantação do nazismo em toda a América Latina.



Sua viúva, Sra. Michèle Sursock da Costa, muito empenhada na organização do evento, é ex-funcionária da ONU e, igualmente, uma amiga dos judeus.


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CHEGOU O DIA QUE ALBERT EINSTEIN MAIS TEMIA 


Planejando a lua de mel....


 

Um dia na praia…


Jantando com amigos…


Conversando com a melhor amiga…


Visitando um museu…


“Eu temo pelo dia em que a tecnologia superará a nossa interatividade humana.
O mundo terá uma geração de idiotas.” Albert Einstein


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25 anos do atentado contra a embaixada de Israel em Buenos Aires


“O terrorismo nasce do ódio, se baseia no desprezo pela vida do homem e é um autêntico crime contra a humanidade” – João Paulo II

No dia 17 de março de 1992, às 14h50, a Argentina ingressava, pela primeira vez, na agenda do terrorismo mundial. Em pleno centro de Buenos Aires. Em meio ao ruído da rotina da grande cidade, se escutou um ruído diferente, pela primeira vez: o ruído estrondoso e aterrador do atentado contra a embaixada de Israel, na esquina das ruas Arroyo e Suipacha, que se refletiu em uma longa coluna de fumaça de quase 60 metros  de altura e que surpreendeu e paralisou os cidadãos portenhos. O estalo do ódio assassino e cruel calou o ruído da vida portenha. O silêncio do morte substituiu os sons da vida.

A tremenda explosão destruiu totalmente a embaixada de Israel e alcançou também uma escola e um asilo de velhos, com o lamentável e doloroso saldo de 29 mortos e 242 feridos.

De imediato, o bradar das sirenes das equipes de bombeiros e das ambulâncias cobriu o centro portenho e, assim que chegaram as primeiras imagens através da televisão, era difícil acreditar que, efetivamente, se tratava de Buenos Aires. Não, não pode ser…Esas coisas acontecem longe, muito longe daqui... Deve ser no Líbano…Mas não, desta vez ocorria em Buenos Aires. Pouco depois seria conhecida a principal hipótese da investigação do atentado, a qual indicava como culpada a organização terrorista Hezbollah, com base no Líbano e apoiada pela República Islâmica do Irã.

Como o atentado foi perpetrado contra uma representação diplomática estrangeira, a investigação ficou a cargo da Suprema Corte de Justiça que, em 24 de março daquele ano, abriu o processo 143/1992.

A investigação foi entregue à Delegacia 15 da Polícia Federal. Um dado curioso e significativo é que a Corte rechaçou o pedido dos queixosos de convocar os vigias da Polícia Federal, que se retiraram da porta da embaixada pouco antes da explosão, para testemunhar. Só quatro anos depois do atentado é que foram chamados a testemunhar diante do titular da Delegacia 15.

No decorrer dos anos, a investigação foi perdendo a nitidez, quase que apostando que o tempo faria sua parte e desgastaria o espírito da reivindicação de justiça, minando a capacidade das pessoas de evocar o passado.

Hoje, 25 anos depois, a justiça continua sendo um assunto pendente, os responsáveis e culpados ainda estão sem o merecido castigo e as 29 vítimas ainda não podem descansar em paz…Enquanto isso, o terrorismo se expandiu e ramificou, se convertendo em uma ameaça latente e constante em todo o mundo.


Hoje, 25 anos depois, a Assembleia Legislativa da Cidade de Buenos Aires realizou uma homenagem às vítimas do atentado, entregando uma bandeja ao embaixador de Israel em Argentina, Ilan Sztulman, para honrar a memória de todos os mortos, homenagear os parentes dos falecidos e os sobrevivientes. As vítimas de um atentado não são um número. Por trás de cada uma, há uma família, uma história, uma vida que foi truncada.

Hoje, 25 anos depois, na praça erguida no local do atentado, seguem ecoando as declarações do então embaixador de Israel em Argentina, ItzhakShefi. Um jornalista perguntou a ele se havia algum parente seu dentro da embaixada no momento do atentado. Shefi, ainda comovido pelo acontecido, respondeu:

“Todos os que trabalham na embaixada são minha família”.

“Se queremos realmente vencer a guerra contra o terrorismo, as pessoas devem estar preparadas para aguentar o sacrifício e, no caso da perda de uma pessoa amada, essa dor incomensurável” – Benjamin Netanyahu

No Estado de Israel, seguiremos pregando um mundo em PAZ e SEM TERROR!

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IVANKA TRUMP MOSTRA SEU LADO JUDAICO NAS REDES SOCIAIS


Ivanka Trump, a esposa do conselheiro sênior e filha do presidente dos Estados Unidos, Jared Kushner, postou fotos em redes sociais mostrando sua confecção de doces tradicionais de Purim, com seus dois filhos, antes do passado feriado judaico.

Ivanka Trump converteu-se ao judaísmo, em julho de 2009, antes de seu casamento com Kushner, para ser da mesma religião. 

Ela escolheu o nome hebraico de Yael, o que significa "cabra montesa", uma espécie de cabra da montanha.

Dois dias antes de postar a foto dela fazendo “hamentaschen” com seus filhos, Trump postou no Instagram uma citação da falecida primeira-ministra israelense, Golda Meir. 


 

O post foi uma citação para o Dia Internacional da Mulher, que dizia: "Aproveite o máximo de si mesmo, transformando as minúsculas faíscas internas da possibilidade em chamas de realização".



Em novembro, dois dias antes das eleições presidenciais dos EUA, Ivanka visitou o túmulo do Rebe de Lubavitch, em Queens, onde fez uma oração.


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"A vida passa, mas o que toca, eterniza, cria vida em outro lugar."

Por Tânia Gorodniuk
 
Desde que me conheço por gente aprendi a olhar o mundo de maneira diferente.

Via a vida acontecer de um jeito estranho, cinza e sem vida.

Mas isto não me fazia descolorida. Entrava em meu cantinho e fazia daquele instante algo inesquecível, vibrante, do jeito que eu gostaria de ver o mundo muito mais colorido.

Enquanto crescia percebia que todos enalteciam a dor e o amor coitado nem sequer uma menção merecia.

O tempo passou, a vida mudou e hoje depois de quase trinta anos, tudo continua como antes.

A notícia que impera é a da guerra, do massacre, sejam nos filmes vencedores pela sua imensa bilheteria, seja no desejo de saber a vida do outro, de viver no jardim alheio, esquecendo que o seu se deteriora a cada hora.

O mundo grita pelos muros da cidade "mais amor por favor" e mesmo assim apenas o terror é notícia.

Ninguém comemora a vida, ninguém enaltece o presente de estar de vivo, de ter um amigo, de ter com quer compartilhar algo conquistado, de vencer o que a vida trouxe como obstáculo.

Ao estudar a Torá e se aprofundar no livro de Tanya a gente entende que o corpo é uma mera carruagem que leva a nossa essência nesta breve viagem. A bagagem é o que toca, o que nos faz, o que transcende e eleva a alma.

A nossa missão é florescer onde hashem nos colocou, é fazer valer o amor, é vibrar a cada olhar, a cada laço que um abraço se faz.

Tudo bem, se passamos por provações, momentos de aprendizado de fé e coragem, mais um motivo para sermos plena luz em forma de um sorriso.

O que vejo? Rostos tristes que vagam pela rua em plena procura de algo maior.

Acredito que há momentos de choro, instantes de dor e a nossa função é transformá-los em amor, fortalecendo assim a união. Sozinhos somos apenas gotas pequeninas, mas juntos somos o oceano infinito...

É hora de mudar o olhar, de focar no amor, de vencer as limitações descobrindo na fé a coragem de ser e viver espalhando luz a cada passo neste mundo passageiro.

Tânia Gorodniuk – é educadora comportamental.


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Jorge Paulo Lemann lidera ranking de reputação de líderes

Um levantamento realizado pela consultoria espanhola Merco aponta os 100 líderes de negócios com melhor reputação no Brasil

Por Marina Filippe

São Paulo — Um amplo levantamento obtido com exclusividade por EXAME, realizado pela consultoria espanhola Merco, aponta os 100 líderes de negócios com melhor reputação no Brasil.  Para o levantamento, foram consultados quase 2.000 entrevistados, divididos em três principais grupos: executivos, especialistas (como analistas financeiros) e consumidores.

Alguns nomes do topo são bem conhecidos como Jorge Paulo Lemann, um dos donos da AB Inbev, maior cervejaria do mundo, e Luiza Helena Trajano, a frente do Magazine Luiza. Outros como Fábio Coelho, do Google, alcançaram mais prestígio desde a última publicação do ranking em 2014. Confira abaixo a lista completa.
(Editado para os 20 primeiros, mais os nomes judaicos)

 

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DIRETORA DE CINEMA PALESTINA É CONDENADA POR DECRETO RELIGIOSO (Fatwa)


Enquanto o Oscar chamou muita atenção, há alguns dias, Maysaloun Hamoud, a diretora árabe e escritora do filme In Between (Bar Bahr), recebeu recentemente um tipo diferente de reconhecimento, do tipo negativo, pelo seu trabalho cinematográfico. A diretora de cinema, de 35 anos, teve uma Fatwa emitida contra seu primeiro filme, In Between, lançado em cinemas israelenses, em janeiro.

O filme conta a história de Nur, uma muçulmana conservadora de Umm al-Fahm, que se muda com duas companheiras árabes seculares para Tel Aviv e se rebela contra suas tradições. Após a sua exibição, o filme foi fortemente criticado em Umm al-Fahm, incluindo críticas pelo prefeito da cidade.

Localizado no norte de Israel, Umm al-Fahm é uma das maiores cidades árabes do país com cerca de 50.000 habitantes e serve como um baluarte para o Movimento Islâmico. O filme foi proibido de ser exibido na cidade.

Logo após o filme ter sido exibido pela primeira vez em Israel, o prefeito de Umm al-Fahm, o xeque Khaled Hamdan, chamou Hamoud de herege, durante um discurso proferido em uma mesquita, em janeiro. Logo depois, o Conselho Islâmico Superior emitiu uma Fatwa, uma decisão religiosa islâmica que determinou que Hamoud estava prejudicando o Islã e que o filme era pecaminoso.

"Nas duas primeiras semanas houve muita loucura. Não estou dizendo que estava assustada, mas a violência que estava no ar dos fundamentalistas era tão forte ", disse Mahmoud ao The Hollywood Reporter, que relatou que Hamoud e as atrizes do filme foram alvo de várias ameaças de morte.

A prefeitura de Umm al-Fahm também buscou uma proibição de In Between entre os países, e escreveu uma carta ao Ministério da Cultura israelense exigindo que o filme fosse removido de todos os cinemas israelenses, descrevendo-o como "ofensivo à religião do Islã e aos moradores de Umm al-Fahm em particular. "

"Eu não sabia desde o início ou mesmo durante a produção que teria essa repercussão. Mas é claro que eu sabia que íamos pisar em ovos. Acho que era um dos propósitos, abalar o sistema", comentou Hamoud ao The Hollywood Reporter.

Hamoud nasceu em Budapeste e retornou à sua aldeia nativa na Galiléia, Deir Hanna, quando ela tinha dois anos. Ela estudou Cinema na Minshar Film School, na Universidade de Tel Aviv.

In Between, foi produzido pelo ator Shlomi Elkabetz, que já recebeu prêmios em festivais de cinema ao redor do mundo.

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HOSPITAIS ISRAELENSES TRATAM CRIANÇAS ÁRABES E PALESTINAS COM PROBLEMAS CARDÍACOS


Num Oriente Médio atingido por um caos político, Israel tornou-se nos últimos anos um destino desejável para o tratamento médico de residentes de países que não têm relações diplomáticas oficiais com o país – e o número de pacientes tem crescido ao longo dos anos.

Hospitais no norte de Israel, até agora, trataram cerca de 1.320 feridos sírios, incluindo 150 crianças, de acordo com estatísticas do Ministério da Saúde recentemente divulgadas.



O Wolfson Medical Center, em Holon, admitiu 4.100 crianças de fora de Israel nas últimas duas décadas, a maioria das quais sofrendo de doenças cardíacas, e que foram tratadas sem qualquer tipo de pagamento. Cerca de metade das crianças eram palestinas e centenas eram de países árabes - a maioria do Iraque, bem como várias crianças sírias e duas do Afeganistão, enquanto o restante chegou com parte das delegações médicas que trabalharam com 53 nações em desenvolvimento, ao redor do mundo.



Todas as terças-feiras, uma clínica especial para palestinos admite crianças da Cisjordânia e Faixa de Gaza. O Dr. Akiva Tamir, diretor de Save a Child's Heart, no Wolfson Medical Center, disse que a maioria dos pacientes que recebe vem da Palestina, tanto de Gaza como da Cisjordânia.

"Desde que o projeto começou, há 20 anos, tratamos cerca de 4.100 crianças de 53 países em desenvolvimento, metade delas palestinas, e por anos tratamos crianças árabes da Síria e do Iraque", disse ele. "Nós também realizamos cursos para médicos especializados em doenças cardíacas nesses países para complementar o tratamento em sua terra natal."

O Dr. Tamir acrescenta: "20 crianças chegam da Cisjordânia e Gaza, todas as terças-feiras. Examinamos sua condição e realizamos os testes necessários para descobrir o tipo de tratamento que devem receber. Quer sejam da Cisjordânia ou da Faixa de Gaza, tentamos tratar os casos graves, tanto quanto possível, assim como aqueles que necessitam de cuidados intensivos e que chegam dentro de duas ou três horas".

A Dra. Alona Raucher, cardiologista sênior do Centro Médico Wolfson, lembra com entusiasmo a condição de Dareen, uma palestina de cinco anos, de Hebron. "Dareen chegou ao hospital, em 2012, após uma cirurgia cardíaca sem sucesso que a levou a sofrer sérias complicações quando ela chegou. Sua recuperação foi um milagre", diz ela, acrescentando que a menina ainda precisa de mais operações.

A Dra. Raucher enfatiza que o tratamento em curso é extremamente importante e que os médicos estão empenhados em tratar as crianças durante toda a sua recuperação e continuam a acompanha-las pós-recuperação. "Crianças da Cisjordânia e Gaza chegam semanalmente para os testes necessários", diz ela. "As outras crianças, de países em desenvolvimento, visitam o centro médico através das delegações médicas que realizam testes, cada vez em um determinado país".



Tamar Shapira, da Save Child's Heart, enfatiza fortemente a assistência do Ministério de Cooperação Regional de Israel, liderado pelo legislador Ayoob Kara.

"A estatística global mostra que uma criança em cada cem sofre um problema cardíaco", diz Shapira. "Um terço delas necessita de tratamento médico que salva vidas, o que nos mostra como esse tratamento é necessário para as salas de emergência pediátricas".



A organização fundada pelo cirurgião Dr. Amram Cohen, há 21 anos, tratou crianças provenientes da Etiópia, Vietnã, Jordânia, Moldávia, Tanzânia, Rússia, Filipinas, Nigéria, Gana, Quênia, Angola, Iraque, Haiti, São Vicente e Trinidad e Tobago, Equador, Mauritânia, Senegal, Costa do Marfim, Serra Leoa, Uganda, Zimbábue, Somália, China, Romênia, Ucrânia e outros.

A organização leva crianças a Israel, em grupos de quatro a sete de cada vez, acompanhadas por um adulto do seu local de origem. Um pai ou um parente acompanha crianças menores de três anos.

As crianças são levadas pela primeira vez para a casa das crianças da organização em Holon, onde se hospedam, antes e depois da cirurgia. O tempo médio de permanência é de 6-8 semanas, dependendo da condição da criança, do tempo de recuperação e da capacidade do adulto acompanhante de viajar de volta com a criança. A casa das crianças pode acolher 24 crianças a qualquer momento, bem como três voluntários internacionais e dois médicos em formação no programa.



A organização Achim Yachdav traz as crianças através da Jordânia. Yosef, coordenador da fundação, diz: "É uma organização cristã de caridade que traz crianças com problemas cardíacos da Síria, do Curdistão e do Iraque. Tudo começa em Gaza e se expande para a Síria.

Uma vez tentamos trazer uma criança de Argel, mas quando ela chegou à Jordânia e teve que atravessar para Israel, no último minuto, ela mudou de ideia e voltou para seu país de origem. A maioria dos casos vem do Iraque, do Curdistão, áreas iraquianas de Dohuk, Mosul e Sulaymaniyah.



Jaouad Kashkish, um palestino da aldeia de Halhul, perto de Hebron, que acompanha o seu filho de três anos Mohammed, diz: "Foi-me dito sobre o nascimento de Mohammed - que ele não podia respirar. Depois que eu completei os procedimentos oficiais, uma ambulância foi até o Wolfson e a cirurgia foi bem-sucedida e suas artérias ficaram normais. Nós viemos aqui, uma vez por ano, e agora meu filho vive uma vida normal."

Na abertura de uma nova enfermaria de cuidados intensivos, Juma Ahmed, do Curdistão, que acompanha sua filha Nian, que vive há mais de 12 anos em Israel, diz: Eles fizeram cirurgia na minha filha, ela tem uma válvula aórtica ruim e fecharam a abertura no coração. A sua condição é agora muito normal. Nós estamos prestes a sermos liberadas para a casa das crianças e vamos visitar o hospital para o acompanhamento necessário, até que recebamos a aprovação para retornar à nossa pátria.

Philemon, de 13 anos, e Natasha, de 6 meses de idade, vieram ao hospital do Quênia junto com sua mãe. Philemon teve uma cirurgia realizada em suas artérias e válvulas cardíacas e seu estado é estável. Mas o peso de Natasha está em 3.7 quilogramas.

Nava Gershon, a enfermeira responsável da enfermaria, disse: "Vamos fazer cirurgia cardíaca, mas primeiro ela tem que ganhar peso, além da cirurgia estética para corrigir o seu paladar. Estes pacientes vieram para Israel depois de serem examinados por uma das delegações médicas na Tanzânia, em novembro."

De pé ao lado da cama de seu filho, Mohammed Yaqoob, do Afeganistão, diz que eles vieram porque a condição de seu filho se tornou crítica.

"A condição do meu filho era extremamente crítica", diz ele. "Ele não podia respirar, ele tem dois anos e problemas cardíacos retardaram seu crescimento natural e, como você pode ver, sua construção física é muito pequena".

Uma princesa do Bahrein chegou graças a laços estreitos mantidos pelo ministro Kara com várias autoridades do Oriente Médio.

"Ela não veio como parte do projeto que trata centenas de pacientes de diferentes locais", Kara disse. "A princesa insistiu em vir aqui e receber tratamento em Israel, à luz da fé que ela tinha no sistema de saúde israelense. Ela acreditava que as taxas de recuperação eram altas. Eles me contataram através de uma festa em um outro país. Eu me aproximei do primeiro-ministro, e fiz tudo que era necessário para trazer a criança para Israel, chegando junto com seu pai, com uma condição terrível, e realizaram uma operação bem-sucedida assim que ela chegou, retornando à sua terra natal depois de três meses". (i24)


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